História A ghost love - Capítulo 3


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Fantasmas, Romance, Sobrenatural
Visualizações 16
Palavras 1.449
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), FemmeSlash, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Slash, Sobrenatural, Terror e Horror
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá ^-^ tudo bem? Espero que sim.
Bom, eu demorei um bom tempo para postar, me desculpem, eu não sabia como iniciar o capitulo. Mas, como a criatividade tinha que voltar, ela voltou :), e voltou com tudo, já que na minha opinião esse capitulo ficou muito bom!

Capítulo 3 - Por que sempre comigo?


Fanfic / Fanfiction A ghost love - Capítulo 3 - Por que sempre comigo?

Acordo novamente, mas, dessa vez foi por causa do despertador.

 

E: Não quero levantar...

 

"Então, não vai para escola hoje?”

 

E: Claro que vou!  *Levanto*

 

 

“Você não queria levantar...”

 

E: Se eu não for pra escola, minha mãe me mata!

 

“Ela não vai fazer nada... Pelo menos não comigo aqui.”

 

E: Você não pode fazer nada.  Nem uma porta dá pra você abrir.

 

De repente à porta abre, e eu vou até ela.

 

E: Mãe? Victória?

 

“Não foi nenhuma delas, foi eu.”

 

E: Claro que foi você. Deve ter sido a Victória mesmo.

 

 “Por que não acredita em mim?”

 

E: Porque não tem como você fazer isso.

 

“Um dia você vai perceber o que eu sou.”

 

E: Eu já sei o que você é. Uma voz que vem da minha cabeça.

 

“Não eu não sou. Na verdade... Eu sou. Ah, deixa pra lá”

 

E: *suspiro* Então eu estava certa.

 

“Não foi isso que eu disse.”

 

E: Claro, Claro. De qualquer jeito, não posso ficar parada aqui, se não, eu vou acabar me atrasando.

 

 “Sim. Então eu vou sumir um pouco, já que não posso te ver sem roupa.”

 

E: Tudo bem. Apesar de que você é só a minha cabeça...

 

 “Você nunca vai entender...”

 

E: Ta. Tchau.

 

 “Eu vou ficar lá em baixo.”

 

O mais estranho, é que, quando “ele” diz que vai sair, “ele” vai mesmo. Ou seja, eu paro de ter vozes na minha cabeça. Que estranho.

Termino tudo e desço.

 

E: Bom dia...

 

V: AFF!

 

E: ... Victória. Cadê a mamãe e o papai?

 

V: Primeiro: Meu pai não é seu pai! E nem sua mãe é a minha mãe! Ou seja, não somos irmãs!

Segundo: Você é alguma criança pra ficar falando "mamãe e papai"!?

Terceiro: Eles saíram!

 

E: D-Desculpa... *Abaixo a cabeça*

 

“Você vai deixar ela te tratar assim? Não tem como você me responder agora, mas, já até imagino sua resposta. Só fale a ela que se ela te tratar mal de novo, eu vou fazer alguma coisa com ela!"

 

E: Eu não posso... *Sussurro*

 

"Vamos Elisabeth! Reaja pelo menos uma vez! Você não pode deixar essa garota te tratar mal!"

 

E: Desculpe... *Sussurro novamente*

 

"Então eu vou ter que fazer alguma coisa logo!"

 

Eu ignorei isso e sentei-me à mesa, depois, comecei a tomar o café.

Um tempinho depois, me assusto com a Victória falando:

 

V: ARGH! COMO ISSO CAIU EM MIM?

 

E: O-O que?

 

Olho para a roupa dela e vejo que o café caiu na roupa dela.

 

V: Eu mal toquei nessa xícara! Como caiu assim do nada!? Maldito vento!

 

E: A-Ah...

 

V: AAAAAAAH, ENTENDI, FOI VOCÊ NÉ ELISABETH!? VOCÊ ME TROUXE AZAR!

 

E: M-Mas...

 

"Essa menina ta pedindo pra morrer!"

 

Quando a Victória foi para o quarto dela para trocar de roupa, eu falei:

 

E: Foi você?

 

"Talvez..."

 

E: Não... Não pode ter sido você... Deve ser eu que sou azarada, e acabo passando isso pras outras pessoas...

 

"Elisabeth... (estou me sentindo culpado)"

 

A Victória estava demorando para voltar, então eu decidi ir no quarto dela.

 

E: Victória?

 

Não tive resposta.

 

Esperei por um tempo. Até que decidi abrir a porta.

 

E: VICTÓRIA!

 

A Victória estava no chão, e eu acho que desacordada.

 

Corri até ela.

 

E: O-O que aconteceu!?

 

Perguntei para ela assim que vi que ela estava acordada.

 

V: A-Alguma... C-Coisa... M-Me atacou.

 

E: Como assim?

 

V: L-Lisa... H-Hospital...

 

Ela desmaiou... Ela estava com alguns ferimentos, pareciam leves...

 

Peguei o celular e liguei para a ambulância.

 

Eu realmente não sabia o que fazer.

Então eu desci correndo as escadas e saí de casa. Vendo o Peter e o Ryuzaki.

 

E: P-Peter!

 

Eu estava com total desespero, e acho que deu para notar.

 

P: Lisa? O que aconteceu?

 

E: A Victória... Ela desmaiou e está ferida!

 

Assim que eu disse, o Peter e o Ryuzaki arregalaram os olhos.

 

R: O que aconteceu!?

 

E: E-Eu não sei... Ela foi pro quarto e demorou para voltar e quando eu fui no quarto dela vê o que tinha acontecido... Eu... Eu a encontrei assim...

 

O Ryuzaki saiu correndo e entrou na minha casa. Eu e o Peter fizemos o mesmo.

 

Depois de um tempo, a ambulância chegou, e fomos pro hospital, eu liguei para minha mãe e para o meu "pai".

Eles chegaram e foram correndo para perto de mim.

 

M: Elisabeth! O que você fez!!?

 

E: N-Nada...

 

M: Então como me explica o que aconteceu com a Victória!?

 

E: E-Eu não sei o que aconteceu...

 

M: Foi sua culpa, não!?

 

Ela puxou minha orelha.

 

P: Deixa-a! Ela não fez nada!

 

M: E como eu posso ter certeza, disso?

 

P: Perguntando pra Victória! Quando ela acordar você pergunta!

 

M: Tanto faz!

 

Ela solta a minha orelha. E se aproxima de mim, sussurrando:

 

M: Essa não é a primeira vez que isso acontece, ou seja, não é a primeira vez que você é a culpada em casos como esse. Sempre sua culpa, por quê?

 

Meus olhos se enchem de lágrimas e eu saio correndo.

Paro de correr quando chego a uma pracinha um pouco perto do hospital.

Agacho-me em algum lugar e começo a chorar.

 

Flashback (ON)

 

E: Papai...

 

L(Lucas): Hum? O que foi minha linda?

 

E: Quem é esse moço ao seu lado? Estou com medo dele... Ele está olhando pra mim de um jeito estranho...

 

L: Hã? Que homem?

 

E: Ele sumiu...

 

L: Deve ser sua imaginação hehe.

 

E: Parece tão real...

 

L: Bom, vamos atravessar?

 

E: Não papai. Tem um carro vindo de lá. *Aponto para a direita*

 

L: Mas... Não tem nenhum carro...

 

E: Tem sim! Eu juro que não é a minha imaginação!

 

L: Docinho... Quando chegarmos em casa, eu vou ter que te perguntar umas perguntinhas que minha mãe fez para mim um dia.

 

E: OK! *Sorriso*

 

Lucas (ON)

 

Isso vai ser muito perigoso... Minha mãe me fez essas perguntas e ela morreu. Isso pode acontecer à mesma coisa comigo, mas, tenho que evitar que "eles" façam alguma coisa. Pelo bem da minha filha! Eu não me importo de morrer por ela!

Mas, antes de fazer as perguntas para ela eu preciso escreve uma carta!

Lucas (OFF)

 

Elisabeth (ON)

 

Quando nós chegamos em casa o papai foi fazer alguma coisa, ele disse que iria demorar. E depois de um tempinho o Ryuzaki me falou que precisava falar uma coisa importante, então eu falei para o meu pai que iria ficar no parque que tinha perto de casa, mas, ele me falou para voltar a uns 10 minutos.

 

R: Lisa... O que eu quero-te falar vai ser rápido...

 

E: Então fale! *Sorrio*

 

Oh! É o moço que eu vi hoje mais cedo!

 

R: (como eu amo esse sorriso.) S-Sabe. Por favor, me diga que mesmo se eu te falar, não vamos perder nossa ami-

 

E: Moço, quem é você?

 

R: Lisa, com quem você esta falando?

 

E: Com o moço do meu lado,

Não esta vendo ele?

 

R: Lisa você esta me assustando, não tem ninguém do seu lado.

 

Ninguém consegue ver ele? É coisa da minha imaginação?

 

E: O que? Ele esta aqui.

 

R: Lisa... Não tem nada do seu lado...

 

E: Agora vai me dizer que também não esta vendo à senhora que está atrás de você?

 

R: (susto) N-Não, Lisa, diz que esta brincando...

 

E: Eu não estou...

 

“Eu não sou desse mundo, só você pode me ver e ouvir"

 

E: Como assim moço?

 

“Eu não sou daqui"

 

E: Não te entendo...

 

“Preciso da sua alma..."

 

E: O que!? O- O que é você?!

 

R: Lisa?

 

"Eu preciso da sua alma"

 

E: Aaaaaaaah!

 

R: Lisa!

 

E: Eu tenho que ir pra casa agora! Já se passaram 15 minutos! Tenho que voltar!(Foi por isso que ela se assustou)

 

R: M-Mas... Lisa... Eu não terminei...

 

E: Desculpa! Eu tenho que ir!

 

R: L-Lisa!

 

Sai correndo para a minha casa.

 

Quando cheguei, papai estava na sala.

 

E: Papai... Desculpa. Eu acabei vendo aquele moço de hoje mais cedo...

 

L: Moço?

 

E: Sim... Ele falou coisas estranhas...

 

L: Quais coisas!?

 

E: Eu preciso da sua alma... Algo assim.

 

L: *assustado* Docinho, responda as seguintes perguntas o mais rápido que consegui OK?

 

E: Sim papai!

 

L: Como é a aparência, dessas pessoas que você vê?

 

E: Hum... Eles são assustadores... Alguns têm chifres... Uns parecem normais....... Papai?

 

L: *muito assustado* Docinho... Desculpe.... Eu te passei isso....

 

E: Passou o que?

 

L: Nunca vai ser culpa sua, OK?

 

E: O que?

 

L: Nunca se esqueça de mim...

 

E: Papai?

 

L: Eu vou ter que te passar uma coisa... Mas, nunca pense que foi culpa sua...

 

E: O que papai?

 

L: Isso.

 

Ele colocou a mão na minha cabeça e então....

 

 

 

“A morte não mata realmente as pessoas. Somente o esquecimento”
 


Notas Finais


Eu tentei postar ontem, mas, o meu computador acabou bugando, por isso, deixei para postar hoje.
Bom, espero que tenham gostado, tentarei postar a cada semana, mas, infelizmente não posso garantir, talvez, na próxima semana eu não consiga postar, já que as minhas provas estão se aproximando.
Até o próximo capitulo!


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