História A Golden Life-Long Imagine Jungkook-BTS - Capítulo 23


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
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Palavras 1.301
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Harem, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Incesto, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olha eu aquii.

Eai quem leu Stripper? Gostaram?

Hoje eu estou muito feliz, só avisando que comecei a escrever quarta-feira.

Capítulo 23 - Como sempre


A Golden Life

Os passados podem ser conturbantes, e aterrorizantes. Mas porque tudo isso está sendo agora ?


Você realmente voltou


 — Vá embora você já nós perturbou demais — gritei.


 — A casa não é apenas sua, é minha também — disse embriagado, e soluçou em seguida  — Daqui eu não saio.


 — Não está vendo o estado que você deixou a sua mulher ? — gritei novamente  — A pessoa que você jurou cuidar, você acha que está certo agindo assim pai ?


 — Eu estou agindo do jeito que quero — fechei os meus olhos, ouvindo o choro de minha mãe que estava do meu lado encolhida chorando.


 — Se você realmente nós ama, vá embora e siga a sua própria vida — o encarei.


 — Como você acha que essa casa irá ficar comigo sem?


 — Se você está dizendo sobre dinheiro, a mamãe já trabalha. E se for possível eu também comece a trabalhar.


 — Só quero ver depois de um tempo como tudo ficará — gargalhou e saiu fechando a porta.


 — Ele não te machucou não é mamãe? — disse finalmente quando ele saiu, me agachei em sua frente e a abracei.


 — Não, você chegou na hora que ele ia — abracei a mesma mas forte ainda.


Naquela época, meu pai sempre ia beber em dia de semana com alguns amigos de trabalho

Quando ele voltava, já estava alcoolizado 

Não que me importava, eu pensava que era discussão de marido e mulher 

Mas ele começou a ficar violento, oque me irritou. E sempre me metia no meio.

Sorte que ele nunca relou um dedo nela, quando estava perto porque eu não responderia por mim

Mas tudo isso não foi nada, que traumatizou a minha vida. Talvez porque eu já estava numa idade de entender as coisas

Mas . . . um dia quando voltava da casa do Rock, já no quintal dava para ouvir os gritos. Entrei correndo.

E foi quando vi novamente meu pai bêbado, ele estava por cima de minha mãe. Parecia que ia a matar

Então me meti no meio novamente, e o expulsei de casa.

Dois anos se passaram e nem notícias se ele está vivo não recebo.



 — Seu louco porque fez isso  — gargalhei enquanto Yuki caminhava comigo.


 — Apenas achei que era o certo  — sorriu  — Ele parecia que estava te provocando.


 — E estava  — passei a mão no meu cabelo  — Obrigado, você realmente me ajudou.


 — Não fique achando que isso foi de graça  — sorriu travesso  — Quero minha recompensa.


 — É só dizer  — passei a mão em seu ombro  — Você vai ir na boate hoje ?


 — Talvez eu apareça por lá  — sorriu de lado  — Inclusive eu quero madrugar hein.


 — Lógico  — pensei  — Nós passa a noite no motel.


 — Assim você me atiça  — me fez ficar de frente para ele  — Sabe eu, acho que estou me interessando por você.


 — Quem não se interessa  — joguei meu cabelo  — Estou brincando, eu acho que também quero te conhecer melhor.


 Sem esperar ele me deu um selinho longo, oque me fez ficar um pouco corada. Esse é o efeito que ele causa em mim? . 


Na boate


Acabei chegando sozinha mesmo na boate, Yuki me falou que apareceria daqui uma hora. E como adoro uma festinha cheguei antes, para curtir mais. Minha roupa é igual o look que eles chamam de piranha, um croppet preto e um short cintura alta.  


 — Pandinha você pode cuidar por um tempo do bar drinks pra mim ?  — Thor disse apontando para a mulher que agora é a sua namorada.


 — Vai lá aproveitar  — o empurrei e abri a portinha pequena, entrando no drinks.


Havia apenas mais um barmen ali, oque me ajudaria. Caso aparece pedidos de bebidas que desconheço.


 — Moça, pode me trazer uma pinga com morango ?  — uma mulher me pediu, como já havia sido barmen quanto Thor ia transar. Já sabia de algumas coisas.


Foram ardudos cinquenta minutos, sendo barmen. Nesse tempo entrou uma pessoa que não queria ver, Jungkook. Aquele cretino. Ele com aquela cara linda de pau, veio pedir uma bebida para mim. E ainda beijou uma garota que estava sentada, no banco na minha frente. Tenho mas do que certeza que ele NÃO a conhecia.


E mas, Xiumin também estava na boate. Oque me fez ficar quase o tempo todo conversando com ele, mas infelizmente ele precisou ir embora antes. Por conta de um problema.


A ex—namorada do Jungkook que nem sei o nome, está na boate. E não para de dançar na frente dele. Na pista de dança. Oque eu achei bem engraçado, é que ele nem está ligando.


 — Vamos dançar  — Yuki me puxou para a pista, depois de ter chegado.


 — Nem esperar eu responder mesmo  — sorri enquanto dançava em sua frente, já que a música era agitada e calma.


 — Se você nega-se, eu usaria meus truques  — roubou um selinho.


 — Para com isso  — o empurrei emburrada, mas ele passou a sua mão em minha cintura e me beijou. Olhei para o lado e lá estava Jungkook parado me encarando. Fiz a mesma coisa quando ele estava estava beijando aquela garota.


A noite foi bem interessante, enquanto Jungkook beijava todas as garotas da boate. Eu beijava uma única pessoa Yuki, posso estar certa ou errada mas esse garoto é um pecado.


1 semana e 5 dias


Esses dias, tem sido bem engraçado. Minha mãe e o pai de Jungkook já voltaram da viagem eles passaram quase um mês fora. Sobre mim e Jungkook nada mudou, apenas uma que estávamos beijando várias bocas na frente um do outro para fazer ciúmes.


Hoje nossos pais resolveram sair, e nós ficamos sozinhos. Se você acha que estávamos deitados no sofá nós encarando, enquanto passa algum filme. Está enganada. Cada um está em seu quarto.


 — Tem um homem, parece meio bêbado te chamando lá embaixo  — apareceu sem bater, disse e saiu.


Levantei, curiosa sobre a pessoa. As escadas pareciam longas. Parecia que alguma coisa dizia para não descer, mas não foi oque aconteceu.


Já no último degrau olhei para os lados, e logo no balcão escorado estava ele ali. Meu antigo pai.


 — Oque você está fazendo aqui ?  — falei apavorada.


 — A minha filinha, não foi me visitar. Então resolvi te ver  — sorriu.


 — Vai embora  — apontei para a porta.


 — Não antes  — cambaleia até mim  — De dizer algumas coisas.


 — Do que?  — gargalhei  — De dizer que você chegava bêbado e queria bater em minha mãe ?  — gritei.


 — Abaixe seu tom, mesmo assim eu sou seu pai e quero respeito  . . . Enfim eu irei me casar, e quero vocês duas lá.


 — Espero que ela cancele antes de virar sua mulher  — meu rosto foi virado para o lado, eu sabia ele havia me batido.


 — Me desculpe filha  — tentou se aproximar, mas o empurrei para fora. E fechei a porta com força, e foi descendo pela mesma.


Não aguentei e comecei a chorar, por tudo que seguirei por anos atrás. Pelo meu ex — namorado, pela minha avó que morreu, tudo parecia que veio a tona. Jackson, e Sibely eram o nome deles. Minha avó querida. E meu ex — namorado que desejo que morra.


 — Foi rejeitada  — ouvi os passos e nem fiz questão de levar a cabeça para saber que a gargalhada que ele soltou foi de deboche  — Parece que ninguém te quer mais por perto.


 — Vai para o inferno  — gritei e corri para o meu quarto, subindo as escadas e abrindo a porta. E logo a trancando e me jogando na cama.


Isso definitivamente não irá me abalar, tudo isso é apenas uma fase. Amanhã estarei sorrindo novamente, como sempre... sempre... sempre 




Notas Finais


Estou muito feliz. Por ter mandando esse capítulo.


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