História A Grã Duquesa - Capítulo 10


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Categorias Anastasia
Personagens Anastasia, Maria Feodorovna, Personagens Originais
Tags Anastacia Romanov, Grã Duquesa, Império Russo, Rússia
Exibições 6
Palavras 929
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Mistério, Romance e Novela, Saga
Avisos: Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi gente, desculpa por não ter postado antes eu tava meio ocupada , bem pra quem não entendeu o título, a Annia ela chegou a Oświęcim ela vai pra casa dela ela arruma umas e coisas e tal mais aí ela recebe um visita meio bizarra. Boa leitura

Capítulo 10 - A casa e a Aparição


Fanfic / Fanfiction A Grã Duquesa - Capítulo 10 - A casa e a Aparição

Narrado por : Anastácia Romanov
    Data: 3 de janeiro de 1942
 
  A viagem de trem , tinha durado uma noite toda,  o trem ia devagar e ainda com os trilhos cobertos de neve piorava tudo , a nevasca piorava cada vez mais , todos que estavam no vagão que eu estava usavam umas 2 a 4 camadas de roupas pra tentarem bloquear o frio , eu conseguia suporta um pouco o frio,  já que eu tinha nascido no país " inverno rigoroso" então eu já tinha me acostumando, enquanto não chegávamos ao destino final eu tentava me distrair lendo livros,  ou desenhar coisas que vinham a mina cabeça e canta algumas músicas baixinho claro e uma soneca de vez em guando.
  Guando cheguei Oświęcim , já tinha amanhecido era amanhã dia 3 de janeiro,  e o sol calmo enradiava luminosidade,  mais as nuvens cobria um pouco deixando o céu nublado,  Oświęcim era uma pequena cidade do Sul da Polônia,  a cidade com arzinho de interior, que soprava um ar de paz e tranquilidade,  as casas juntas e o pequeno comércio abrindo e as flores decorando as calçadas,  o cheiro de pães fresquinho no ar paraiva e o som dos passarinhos cantando era lindo , parecia que aquele lugar foi um dos únicos que a guerra não tinha chegado,   era um alívio enorme,  assim que desci do trem fui ao mercado e comprei algumas coisas , como comida e produtos de limpeza entao peguei um carro aonde dividi com uma moça húngara que também ia pro interior,  guando desci do carro e tirei minha bagagem e vi a casa de Verão,  me veio boas lembranças de minha infância, a casa tinha dois andares, era feita de alvernaria , a casa era da cor azul havia umas 2 janelas na frente, havia um grande campo de flores no quintal da casa e trilhos de trem que ficava ainda uns aos 10 minutos a pé,  aquilo era novo por sinal,   guando entrei na casa, estava todo empoeirada,  ninguém andava lá uns 3 anos , abri as janela e deixei o vento correr, limpei toda casa e ainda ajeitei os moveis, acendi a lareira e fiquei colocando os portas restratos nas estantes de livro e em outra couisas,  no meu quarto coloquei uma cocha florida e os livros que tinha restado numa estante junto coloquei num porta- retrato as fotos de minha família (biológica) e ao lado outra foto de Yure ,Sacha e Natacha e eu fiquei pensando sobre a minha nova vida.
 
" Porque minha vida da tudo errado,  eu  ganhei foi uma praga? Porque os nazistas existem ? Porque Hitler tem aquele bigode?"
 As duas últimas  perguntas eram idiotas mais oque eu podia fazer , eu sai de casa e olhei pros lados e vi uma grande fumaça preta vindo de longe, e escutei o trem passando,  vários vagões de animais que iam em direção a fumaça preta , logo entrei dentro de casa  e tirei um cochilo que durou o resto da tarde e então fui acordada por uma voz, eu me levantei, não via ninguém mais a voz ecoava pela casa, a voz era de um menina ela dizia " Annia eles sabem onde você está, eles vão vim atrás de você" e depois vinha um choro.
 
- Quem está aí?  Quem está atrás de mim?  Falei tentando escutar a resposta e  então a porta abriu sozinha e um vento forte entrou e que fez o fogo da lareira se apagar, guando fui fechar a porta , vi uma menina sentada chorando olhando pra mim e dizendo "Eles sabem que você está viva, eles querem matar você"
 Fiquei assustada,  mais aí crie coragem e fui até ela e me ajoelhei e falei calmamente
 
 - Calma,  quem quer me matar? Essa menina estava pálida , tinha olhos profundos e brilhantes e então ela começou a falar coisas estranhas.
 
 - Os tiros! Os tiros!  Ah meu Deus!. Ela tampava os ouvidos enquanto falava aquilo e chorava depois ela estava traumatizada e ela continuou falando. - Você não pode ir pra Rússia nunca,  você e Alexei estão jurados a morte eles querem matar você e ele!"
 
 Fiquei paralisada guando ela disse aquilo,  eu estava jurada de morte eu e meu irmão isso não podia ser real eu devia está sonhando e então ela falou uma última coisa.

  -Annia , eu te amo,  Melhores amigas para sempre . Ela mostrou o colar que ela ganhou de papai , o pingente era amarelo mais estava manchado de sangue . Guando eu peguei minha mão ficou suja de sangue,  observei a minha mão e fiquei paralisada e então ela falou uma coisa.- Nunca me esqueça irmã. Ela continuava a chorar e então um vento mais forte soprou fechei os olhos e guando o abri não tinha mais ninguém, sai correndo em direção a minha casa e comecei a falar sozinha.
  
- Não pode ser,  eu estou ficando louca , minha irmã está morta , fantasma não existem,  eu só posso esta sonhando.
  Mais eu não estava dormindo eu estava acordada,  aquela aparecimento da minha irmã,  oque ela disse era um aviso a mim querendo ou não aquilo podia ser real.
 
  Fechei as portas e as janela, me arrumei para dormir, então me deitei e fiquei olhando pro teto e pensando sobre o que ela me disse "Eles sabem que você está viva, eles querem matar você" Fiquei pensando naquilo por um tempo mais depois resolvi durmi e então tive um belíssimo sonho....



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