História A Grama do Vizinho - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Tags Sasusaku
Visualizações 43
Palavras 1.006
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Mutilação, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi!
Não demorei dessa vez né?
Bom, espero que gostem do capítulo.Boa leitura!

Capítulo 12 - Sensações


Fanfic / Fanfiction A Grama do Vizinho - Capítulo 12 - Sensações

Itachi on:

 

- E então você corta em fatias, não muito finas a ponto que o cliente vá reclamar, mas também não muito grossas a ponto de perder produto. – a garota falou com toda a paciência, assenti, indo em direção ao fatiador.

- Assim? – perguntei depois de cortar mais uma fatia, ela riu.

- Acho que eu não gostaria de ser sua cliente. – ela falou, mostrando o pedaço de presunto recém cortado, tão fino que chegava a ser transparente – Nem o seu chefe. – ela falou, mostrando a fatia anterior que eu havia cortado, da espessura de um dedo – Francamente Uchiha, você não tem muito costume de cozinhar na sua casa, não é?

- Bom, não. Como adivinhou? – falei, ela sorriu, levantando as duas fatias nada uniformes .

- Como será que eu sei né? Vem, deixa que eu te ensino. – ela falou, largando as duas fatias do presunto sobre o balcão e indo em minha direção, pegando com uma mão o fatiador e com a outra a minha mão, acabei sorrindo, a mãozinha dela é tão pequena e quentinha, nem percebi que estava sorrindo que nem um idiota – Ei Uchiha, vê se presta atenção.

- D-desculpe. – amaldiçoei-me mentalmente por gaguejar, nem eu estava me entendendo, com todos esses anos de prática com mulheres de todos os tipos, nunca fiquei nervoso dessa forma com ninguém antes, se bem que Izumi é totalmente diferente das mulheres que eu costumava ter contato. Ela fez uma pressão em minha mão, fazendo com que as serras do fatiador descessem, cortando o alimento, ela fez o mesmo movimento algumas vezes antes de soltar a minha mão e se afastar.

- Entendeu? – ela falou, mostrando as fatias perfeitas de presunto sobre o balcão, assenti e pus-me a cortar novamente, ela sorriu, dando-me os parabéns, antes que alguém entrasse interrompendo-nos.

- Itachi, tem alguém lhe procurando. – estranhei, afinal eu mal havia começado a trabalhar aqui, não fazia nem duas semanas ainda, porém larguei o que estava fazendo e fui ver de quem se tratava, paralisei quando vi a imagem à minha frente, com um sorriso maldoso estampado nos lábios.

- Madara, o que faz aqui? – perguntei ainda pasmo com o que estava vendo, olhando para todos os lados, com medo que ele acabasse falando algo que me prejudicasse.

- Só vim ver como a minha vadia favorita está. Tem ideia do quanto me fez perder? – ele falou de forma debochada que em muito me irritou.

- Então quem sabe não faz um pouquinho de esforço e trabalha? Não dói sabia, bom... na verdade depende do trabalho, mas não irá te matar com certeza. – falei sarcástico, com um sorriso de lado, que se desmanchou pelas suas seguintes palavras.

- Eu não preciso, já arrumei alguém para ficar no seu lugar. Com certeza ela não será tão divertida quanto você, mas acho que meus clientes irão gostar, afinal não é todo dia que vemos cabelos rosas tão... exóticos, meus clientes vão gostar de diversificar um pouco. – Madara falou, meu coração falhou uma batida, ele estava falando da Sakura.

- O que fez com ela? – falei, agarrando sua camisa, prensando-o contra a parede, ele sorriu provocativo.

- Por enquanto nada, mas não sei por quanto tempo posso segurar meus homens, afinal até que a pirralha não é de se jogar fora. – ele falou com um tom irônico, entendi perfeitamente onde ele queria chegar.

- O que quer? – perguntei por fim, soltando-o.

- Quero você e a vadia do seu irmão às 20 horas hoje no endereço que vou te passar por telefone. – ele falou, suspirei, concordando com a cabeça, ele sorriu e se virou para ir embora, porém voltou-se para mim mais uma vez antes de sair – E mais uma coisa, quero os dois sozinhos, se mais alguém aparecer por lá a pirralha já era, entendeu? – ele falou, assenti e ele sorriu, indo embora, acabei caindo de joelhos no chão, sem suportar o peso de meu corpo.

- Itachi, o que aconteceu? – Izumi perguntou, entrando no local com uma expressão assustada, levantei-me, tentando me recompor.

- Não foi nada Izumi, eu... tenho que sair agora, é uma emergência. – falei, ela pareceu ficar ainda mais preocupada.

- Que emergência? O que aconteceu? – ela falou, aproximando-se, afastei-me.

- Não é nada, é só... um problema de família, com o meu tio. Por favor, não me peça pra explicar agora. – falei, ela concordou com a cabeça meio relutante.

- Tudo bem, qualquer coisa é só me chamar está bem? Aqui, esse é o meu número. – ela falou, pegando uma caneta e anotando um número de telefone na palma da minha mão. Agradeci, despedindo-me dela, porém assim que saí da loja, retornei novamente a passos rápidos em direção à garota, puxando-a para mim e selando nossos lábios, não sabia se iria vê-la novamente, por isso não queria ter nenhum arrependimento.

- Adeus. – falei, após separar o beijo, saindo correndo em seguida sem nem olhar para trás, não queria olhar para ela e perder a coragem para o que iria fazer. Respirei fundo e corri em direção ao escritório em que meu irmão estagiava, agora vinha a pior parte, contar para ele o que havia acontecido com sua rosada.

 

(...)

 

Sasuke on:

 

            Baguncei os cabelos nervoso mais uma vez, o dia todo não havia conseguido me concentrar, um sentimento ruim pesava em meu peito, como se algo estivesse para acontecer. Olhei para o relógio, percebendo que haviam se passado apenas dois minutos desde a última vez que havia o fitado. Um processo enorme estava sobre a minha mesa e eu não conseguia nem ao mesmo olhar, não estava concentrado, então decidi parar uns minutos e tomar um café.

            Levantei da minha mesa, indo até a máquina de café, pegando um copinho e enchendo-o com o líquido da máquina. Fitei meu celular mais uma vez, Sakura não havia respondido minhas mensagens e isso só fazia minha sensação ruim aumentar, já estava para enlouquecer quando deparei-me com Itachi adentrando o escritório, fazendo meu coração pular de meu peito, afinal o que ele quer aqui?


Notas Finais


Continua...


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