História A Grande Guerra - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Mitologia Grega, Percy Jackson & os Olimpianos
Exibições 3
Palavras 1.046
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Romance e Novela
Avisos: Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Capítulo 5 - 5. Cameron


Junho de 1944
O silencio do mar era mortal, estávamos dentro do barco de transporte, 10 soldado, muitos já sabiam o que os estavam esperando, eu segurava minha arma, encarando o chão, pensando se conseguirei chegar vivo ate a praia.
Tá tudo bem cara? Olhei para o lado e lá estava ele, Eduardo Damon, outro filho de Poseidon, meu meio irmão que treinou junto comigo no exercito, era dois anos mais velhos e tinha o cabelo de uma cor muito estranha, um preto tão escuro que parecia quase roxo.
Não. Eu respondi.
Ele colocou a mão sobre o meu ombro e me balançou um pouco para tentar me animar.
Calma cara, vai dar tudo certo.
Dei um sorriso de canto de boca para ele e voltei nos meus pensamentos.
Antes que eu pudesse ficar realmente com medo o barco da um solavanco.
A tensão pairava no ar assim que o barco para. Quando a porta do barco se abre uma rajada de tiros acertas as pessoas que estão na primeira fila. Eu saio do barco pisando em vários corpos de pessoas que estavam no mesmo barco que eu, caio dentro da água. Felizmente consigo convocar uma corrente de água que me empurra para trás de uma barreira de ferro antitanque que estava fincada na areia, respiro fundo, espero a rajada de tiros diminuir para tentar passar de uma barreira a outra, quando a rajada diminui eu tento correr, no caminho eu escorreguei em alguma coisa mole, vi os tiros vindo em minha direção, fechei os olhos pensando que tudo ia acabar ali. Abro os olhos e vejo uma barreira gigantesca de gelo na minha frente.
Eu falei que tudo ia dar certo.
Escuto a voz, presto mais atenção e lá estava Eduardo segurando a barreira com as duas mãos.
Mas com...
Eu explico depois anda, vai se proteger.
Eu corro para uma barra de ferro que estava ao lado e Eduardo para ao meu lado.
Consegui correr em direção a areia, sai finalmente da água e pulo para dentro de uma trincheira bem aos pés de uma cerca de proteção.
Soldado você esta com os explosivos? Disse Sargento Roger que estava ao meu lado.
Não senhor, os explosivos estão com o soldado Rian. Apontei paro o soldado que estava correndo em nossa direção quando uma rajada de tiros passa e o joga morto no chão.
Soldado corra lá e pegue os explosivos. Roger grita para mim, uma missão praticamente suicida, mas como era uma ordem, já estava me preparando para correr, de repente, um soldado que estava ao meu lado se jogou agarrou os explosivos e mandou em nossa direção, antes dele conseguir voltar ele foi metralhado no peito e caiu de costas no chão.
O general armou os explosivos ao pé da cerca, saímos de perto assim que os explosivos foram acionados,E uma explosão destrói a cerca de proteção. Eu viro de lado para me proteger dos destroços e corro direto até a parede de concreto da casamata. Consigo ter uma breve visão da praia e vejo o mar vermelho de sangue, tanques e barcos pegando fogo e mortos a perder de vista. Antes que eu pudesse prestar mais atenção sinto uma pancada forte na cabeça e caio no chão. Minha visão fica turva e vejo um soldado germânico montado em cima de mim segurando uma faca com as duas mãos.
Die verdammte Yankee. Disse o alemão, e empurro a faca com as duas mãos, rapidamente eu segurei o pulso dele e tentei virar a faca contra ele, mas eu ainda estava muito artodoado para poder revidar, quando a faca estava a centímetros do meu pescoço vejo o cano de uma Colt encostar-se à cabeça do alemão e atirar. O alemão tomba para o lado sem vida e o Sargento Roger segura minha mão e me levanta.
Levante filho, você não tem permissão para morrer. Disse ele.
Soldado corra até a trincheira e invada a casamata.
Sim senhor.
Tento correr até a trincheira, mas um morteiro cai ao meu lado e me joga dentro de uma cratera feito por uma explosão. Fico tonto por um tempo, olho em volta e tudo parece estar em câmera lenta, os tiros indo e voltando, soldados caindo mortos, alguns ainda vivos agonizando no chão, explosões jogando areia para todos os lados, raios e ondas gigantes feitos pelos filhos de Zeus e Poseidon, não escutava nada, apenas um zumbido, aos poucos a velocidade foi voltando ao normal e eu voltando a escutar tudo normalmente, depois que eu me recompus tentei sair do buraco mas uma rajada de tiros me obriga a voltar. Tento pedir informações para o general, mas ele estava ocupado tentando eliminar a metralhadora que estava impedindo meu avanço. Tento pensar em alguma solução e achei uma Gewehr, um rifle de precisão, no fundo da cratera, me arrasto até a borda da cratera miro no atirador da metralhadora, consigo ver ele olhando em minha direção e acerto bem no meio do peito dele.  Quase que no mesmo segundo eu jogo a Gewehr no chão e pego minha Thompson, pulo dentro da trincheira e acho dois outros soldados americanos.
Qual o relatório?- Eu pergunto.
O lança chamas vazou e não temos mais granadas.
Tiro uma granada do cinto e falo
OK dêem licença.
Jogo a granada dentro da casamata e me protejo, com a explosão nos três invadimos a casamata e matamos quem estava na parte central, quando fui ver tinha três corredores um a direita que descia, um a frente que ligava a outra casamata e um a esquerda que subia.
Ok, você vai para a direita, você segue em frente e eu vou à esquerda.
Subo as escadas e encontro um filho de Hades em uma metralhadora, eu silenciosamente saco minha faca e corto o pescoço dele e o sangue jorra no chão onde ele se debate por um segundo antes de morrer. Olho para os lados e a minha esquerda a casamata estava queimando, a da direita estava vazia. Saio da casamata e vejo as pessoas paradas e ajudando os feridos, acho uma bandeira do acampamento meio-sangue  no chão eu finco ela entre as casamatas, como que de repente todos pararam o que estavam a fazer e começaram a gritar e comemorar. A batalha tinha acabado.



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