História A Grande Guerra - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Mitologia Grega, Percy Jackson & os Olimpianos
Exibições 3
Palavras 1.327
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Romance e Novela
Avisos: Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Capítulo 7 - 7.Viktor


Setembro de 1944
Estávamos no pelotão andando em volta de um T-34, um tanque de guerra, na entrada da cidade de Minsk, os prédios estavam destruídos e sem sinal de vida, estávamos mal vestidos em um inverno vigoroso e com um equipamento horrível e quase sem munições. Estávamos em um pelotão gigante com 5 T-34 prontos para invadir a cidade, e mais de 800 mil soldados, quando tudo aconteceu muito rápido, o tanque que estava na frente de todos estava fazendo a curva em uma esquina quando ele explodiu e uma metralhadora matou todos os soldados que estavam em volta, Snipers e metralhadoras apareceram nos prédios a nossa volta.
Emboscada, se escondam rápido.
Consegui correr para dentro de um prédio, vi outros entrando em outros prédios e vários morrendo, nas ruas, subi as escadas do prédio e achei um alemão deitado com uma metralhadora, segurei ele pela nuca, levantando ele do chão, ele começou a se debater e gritar, joguei ele de cima do prédio e roubei a metralhadora. Consegui matar todos os snipers do outro lado e desci. Chegando lá embaixo estavam todos os soldados tentando explodir o canhão para os tanques poderem passar. Eu cheguei na rua e vi um ZiS-30, um canhão antitanque, no fim da rua.
Alguém tem um explosivo? Eu perguntei.
Aqui. O que você vai fazer? Um soldado me dá um explosivo.
Que Ares me abençoe. Eu largo minha arma e pego apenas a Luger e o explosivo. Escalo o prédio que estava na esquina, vou andando no parapeito até chegar ao lado do canhão. Pulo ao lado dos dois únicos soldados que estavam lá, rapidamente eu dou um tiro no primeiro soldado que cai morto no chão. O outro saca uma faca e corre na minha direção, ele da um golpe de cima para baixo mas eu seguro o pulso dele, quebro o braço dele com um movimento, ele grita e solta a faca, jogo ele no chão e piso na cabeça com toda a força, sinto o crânio dele esmagar debaixo da minha bota, eu sinto o sangue quente dele escorrer pela minha meia e molhar meu pé. Eu corro até o antitanque, abro a escotilha e jogo o explosivo dentro e fecho a escotilha, saio correndo e consigo chegar até meu pelotão antes dele explodir. Pego do meu bolso uma caixa de cigarros, pego um, coloco no canto da boca, pego um isqueiro do outro bolso e acendo, levanto o olhar e vejo o resto do meu pelotão me encarando.
O que foi?
v-v-você... Um dos soldados tenta falar.
Dou um sorriso de canto de boca e dou um soco no braço do soldado, jogando ele no chão e quase quebrando-lhe o braço.
Vamos andando logo seus vermes.
Dou uma tragada no cigarro e solto vendo a fumaça subir ao céu, deixo o tanque passar do meu lado e continuo andando com os soldados. Vou andando vendo os tanques destruindo casas e vendo os soldados matando alguns nazistas que sobraram.
Eu amo a guerra. sussurro para mim mesmo.
Chegamos à outra esquina, dessa vez três soldados foram mandados para verificar se tinha alguma ameaça, vi os três virarem a esquina, escuto vários barulhos de tiros e em uns cinco minutos apenas um voltar, mancando, corro até ele e passo seu braço por cima do meu ombro.
O que aconteceu? Pergunto.
Ele olha para mim com uma cara de pavor como se não tivesse acreditado no que viu.
H-Hidra...
Bufo e jogo ele no chão, vejo ele agonizar até morrer, subo em cima do tanque e grito, virado para os outros soldados.
Ok, parece que os filhos de Hades aprenderam a domesticar monstros, do outro lado da esquina tem uma Hidra e...
Antes de terminar a frase vejo uma sombra cobrir toda a fileira de tanques, olho para trás e vejo uma hidra de cinco cabeças enormes, dou um sorriso.
Todos usem as balas especiais e me tragam algo inflamável!.
Vejo os tanques e os soldados atirarem balas de bronze celestial abrindo grandes buracos no corpo da Hidra, mesmo assim ela avança, destruindo tanques e matando vários soldados, um soldado vem e bota uma garrafa de álcool na minha mão.
Todos que tiverem uma lamina de bronze celestial cortem as cabeças agora!
Alguns soldados sobem nos prédios aos lados da Hidra, eles pulam de cima do prédio em direção a Hidra, todos filhos de Ares com fogo nos olhos, dois deles foram abocanhados e jogados longe, mas os restantes com movimentos rápidos cortaram as cabeças da Hidra, vejo os pescoços dela tombarem no chão, ando até eles, jogo álcool até esvaziar a garrafa, pego o cigarro da minha boca e jogo fazendo uma grande explosão, vejo três soldados saírem correndo das chamas e dou um sorriso maldoso, observo as chamas apagarem e sobrar apenas cinzas.
Ok, podemos continuar.
Fico em pé em cima do tanque ao lado do cano, viramos a esquina, vejo os soldados correrem a frente para matar todos no caminho, uns 5 minutos depois chegamos à frente de uma grande mansão que identifiquei como a prefeitura, desço do tanque e vou andando, acendo um cigarro e pego uma metralhadora de um corpo no chão, vou andando devagar vendo os tanques destruírem a fachada e os soldados correrem para dentro do prédio, entro no prédio vejo mortos pelo chão e sangue para todos os lados, ando pisando nos corpos, vejo um soldado agonizando, vou até ele, o pego pelo pescoço e vejo a marca em seu braço de uma coruja.
Filhote de Atena, são os que eu mais odeio, faça um favor para mim...morra rápido.
Dou cinco tiros em seu peito fazendo o sangue estourar em mim, jogo o corpo longe e continuo subindo as escadas, subo até um corredor quando sinto uma dor gigantesca no ombro, vejo o sangue escorrer pelo meu braço e sou puxado para a parede quando um rajada de tiros passa onde eu estava, olho para quem me puxou e vejo um soldado envolvendo meu ombro com panos e vejo a marca em seu braço de um arco-íris, reconheço o rosto e dou um sorriso.
Yuri, pensei que você já tinha morrido.
Ele da um sorriso sarcástico.
Você queria, mas sou mais forte do que pareço.
Dou uma gargalhada.
Sim, todos tremem de medo ao ver esse arco-íris.
Ele ri e termina de prender o pano em volta de meu ombro.
Esse arco-íris acabou de salvar sua vida, ok, parece que no final do corredor tem uma barricada com um soldado portando uma MG 34, faça o seu trabalho.
Ele me ajuda a levantar, pego uma granada e jogo no corredor, corro no meio da fumaça, pulo a barricada e paro atrás do soldado, vejo o símbolo no braço dele de uma caveira com um garfo a trespassando.
Um filho de Hades, pensei que vocês usavam os mortos para lutarem por vocês.
Ele olha para trás assustado e coloco o cano da Luger em sua testa.
Morra. Atiro o fazendo cair por cima da barricada e vejo o sangue escorrer pelo chão, dou um sorriso psicótico e grito.
Movam-se seus bostas ou eu tenho que ganhar essa guerra para vocês?
Vejo os soldados correrem e continuarem o caminho, vejo Yuri e ando ao lado dele.
Estou adorando essa guerra, foi a melhor coisa que aconteceu.
Yuri da uma risada.
Você é louco, tinha que ser filho do Deus da guerra.
Olho para ele.
Calado arco-íris, quando acabar essa batalha você pode pegar quantos Bielorrussos você quiser. rio alto.
Você não muda mesmo, vamos logo, estamos quase chegando ao topo.
Subo mais um lance de escadas, vejo um soldado queimar o símbolo nazista e colocar a bandeira vermelha com a foice e o martelo no lugar, olho para baixo e vejo vários soldados nos observando dos outros prédios, do chão e de cima dos tanques, sorrio e escuto o barulho de aviões passarem sobre minha cabeça.
Ganhamos!!
Todos começam a gritar e comemorar.



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