História A Guerra da liberdade - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Liberdade
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Palavras 3.272
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Científica, Policial, Romance e Novela, Survival, Violência
Avisos: Canibalismo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Eu mesma fiz esse desenho e gostaria que vocês comentássem o que vocês acharam dele. Há e o rapaz ali é o filho do Desmond o Dave, não parece ter nada com nada essa imagem, mas numa outra história vai fazer. Peço desculpas por demorar a postar.

Capítulo 3 - Um sonho obsoleto


Fanfic / Fanfiction A Guerra da liberdade - Capítulo 3 - Um sonho obsoleto

Capitulo três um sonho obsoleto.

O Alan acompanhava a irmã Lisa de modo suspeito, sempre olhando para os lados e preocupado com os lugares que passavam, Lisa já cansada dessa atitude se vira e dá um sorriso amigável. "O que essa criança tem ? " pensou.

— Alan escute. — Alan imediatamente parou de caminhar e se deteve ao querer olhar para trás na esperança de ver Kaylene logo atrás dele.

— Eu sei que isso parece assustador, mas eu prometo que não tem nada a temer. Alan isso é um novo começo e você deve parar de querer ver o passado, eu sei o quanto isso dói. Doí ser uma cobaia não dói ? — Lisa o olhou nos olhos e esperou uma resposta.

— Doí. Doí se sentir assim, dói saber que você só está vivo porque no futuro irá útil, dói ver que você é simplesmente descartável. Como um lenço sujo que agora não presta, tudo isso dói... — Admitiu.

— Vamos fazer um juramento, o que você acha ? — perguntou se abaixando para ouvir melhor.

Alan mesmo não gostando disso decidiu ouvi-la. "  Mesmo sabendo o quanto esse mundo é cruel eu ainda acredito que todos podem renascer, todos podem ter uma nova chance. Se esse é o mundo do egoísmo, será que á outros mundos não caídos ? E se no mundo do egoísmo haver pessoas boas ? Esse já não seria o mundo do egoísmo seria o mundo das escolhas ! Um mundo em que as pessoas têm livre arbítrio, livre arbítrio para escolher o bem e o mal, mas me pergunto é certo isso ?  É certo deixar o mal existir ?  Porque a Lisa está sendo tão bom comigo ? O que ela ganhará em troca ? Esse é o mundo das escolhas ? " pensou.

— O juramento é o seguinte, eu prometo te ajudar sempre e ser uma boa amiga se sempre que algo estiver errado você me contar. O que acha ? Hein ? — Lisa deu o dedo mindinho e levantou um sorriso tímido.

— Eu prometo. — Disse Alan jurando com o mindinho, os dois juntaram os mindinhos e cantaram.

— Cruz de pau, cruz de ferro se eu mentir vou para o inferno. Cruz de pau, cruz de ferro se eu mentir vou para o inferno. — Depois continuaram a rota do corredor normalmente.

 

Enquanto Alan tentava se acostumar com tudo aquilo, os outros pacientes do prédio estavam jogando conversa fora até que em algum momento particular da conversa decidiram falar sobre o provável teste de resistência.

— Então, eu soube que vamos ter que escalar um muro de mais de 10 metros ! Isso é loucura. — Argumentou um jovem rapaz.

— Nada mais é louco meu amigo, já estamos no fundo do poço só estamos cavando mais para baixo. — Retrucou um amigo mais velho no seu lado.

— É verdade que a Undyne está presa aqui ? Eu ouvi alguns boatos. — perguntou uma jovem moça se intrometendo na conversa.

— Sim, nem a filha da presidente conseguiu escapar. Eu também soube que o irmão mais novo esta sobe vigilância aqui, enquanto o filho do meio está na casa sozinho sendo espionadado. Coitado. — Disse o jovem rapaz cruzando os braços. 

— Ninguém escapa desse inferno, vocês sabem que o próprio filho do Desmond está aqui. Eu só não sei seu nome, mas dizem que o cara é insano. Eu ouvi algumas fofocas das enfermeiras e parece que ele tentou matar a Margareth ! — Murmurou a menina para os outros não ouvirem a conversa. 

— Pobre Margareth, eu espero que ela esteja bem. Isso foi num ataque de loucura ? Quero dizer, ele tem problema mental ? — Perguntou o mais jovem se direcionando mais ao seu amigo do que a menina.

— Parece que ele teve um ataque esquizofrênico. Ele é assim porque injetaram altas doses de Penicilina nele, imaginem ! Ser torturado pelo próprio pai, que horror ! — Os outros se admiram, depois de um tempo viram que era melhor mudar de assunto rápido pois o horário de almoço estava acabando.

 

Na Ala de perigo grau 4 o recém transferido paciente se debatia no chão como uma pessoa tendo convulsão, preso numa camisa de força ele ria e chorava ao mesmo tempo, esperando toda aquela adrenalina chegar ao fim, olhando o relógio com indiferença, fitando o chão de vez em quando e até balançando a cabeça na esperança do tempo passar mais rápido.

" Porque eu fiz isso ? Foi aquele maldita voz não foi ? Eu consegui ouvi-la e deixei ela me manipular, agora eu estou pagando pelo o que eu fiz. Ela sempre diz que se eu fizer isso, vai deixar meus pais orgulhosos, mas eu sei que eles me odeiam. Papai, mamãe eu odeio vocês, vocês tiraram tudo de mim. Eu sou tão doido a esse ponto ? Atacar uma mulher inocente ? A única pessoa que eu consegui ter um contato, quase de amizade ? " Pensou.

Finalmente quase duas horas depois, ele adormeceu e caiu de sono, com os olhos meio entreabertos ele viu a figura de Margareth conversando com outra mulher.


— Olá ! Tudo bem, se lembra de mim ? — Perguntou Margareth ao Alan.

— Sim, você é a Margareth não ? — Perguntou se aproximando mais.

— Sim ! Eu posso conversar com a Lisa um pouquinho ? — implorou.

— C-claro. — respondeu se afastando.

— Lisa, você sabe que esse garoto é muito forte. Tem que tomar bastante cuidado dele. — Falou num tom de seriedade.

— Eu sei, não está sendo nada fácil. — Admitiu cruzando os braços. — Hey, aquele rapaz não é o filho o Desmond ? — Perguntou ao perceber que tinha alguém no quarto. Pela janela de observação Margareth se aproximou e o reconheceu.

— Sim, é esse o rapaz que me atacou agora pouco. Eu sinto pena dele, Desmond era um amante da ciência e fazia de tudo para as suas pesquisas avançarem, tanto que doou a vida de seu filho por elas e agora ele é uma cobaia. — Margareth continuou o olhando, mas dessa vez com pena. 

— Isso era tudo, podem ir...


— Alan ! Venha aqui ! — Falou num tom alto, mas não agressivo.

— Sim. — Respondeu.

— Já vamos. Me dê a sua mão. — E assim acabou o passeio dos dois. Antes de ir o Alan deu uma pequena espiada na janela do quarto " É ele. " falou mentalmente.

— Como está os meus irmãos ? — Perguntou baixinho para a Lisa.

— Sua irmã está bem, já seu irmão está instável. Pelo o que eu saiba. — Respondeu.

— Lisa, eu vou morrer ? — perguntou.

— Como assim ? Alan ! Claro que não ! — Respondeu assustada. — Porque a pergunta ? — perguntou de volta.

— É porque, a área de testes é bem pesada e eu acho que eu não vou conseguir. 

— Alan, me escute. Você é uma das pessoas mais fortes que eu conheço, você tem garra ! — Ela fez um sinal com as mãos de garras. — Literalmente. — acrescentou apontando as os dedos de suas mãos, como forma de descontração. Ele não riu, mas sorriu de volta e isso já era o suficiente para Lisa.

— Lisa, a Kaylene é órfã não é ? — Perguntou inocentemente. — Por que a Alice disse que as pessoas de lá fora são piores do as daqui ? — Continuou, Lisa suspirou e se manteve calma como contar uma verdade tão cruel para uma criança tão sonhadora.

— Você já ouviu falar dos mercenários e da P.O.L.S ? 

— Não, somente alguns rumores mais nada muito concreto. — Admitiu.

— Antigamente Lírio do Norte era controlada por "mercenarismo" avia quatro grupos : Fênix, Ninfa,Atacantes e Defensores. Eles protegem Lírio do Norte enquanto os " Anjos " cuidavam somente na parte comercial junto com os Atacantes e os " Anjos negros" tentavam manipular ele. Lírio do Sul  é protegido pelos " Kitunes " uma raça celestial. Bom, é o que conta as lendas.

— Lendas ? Você está falando dos deuses Kitsunes ? O Yoidesu Saigai, Akuma Hashike e Megami ? — Perguntou.

— Sim, avia um quarto Deus. Mas ele morreu, dizem que quando ele voltar trará grande destruição aos seres humanos por ter matado sua amada. Enfim, Desmond fazia parte dos Atacantes, mas como uma parte de elite. Um duque ou alguém importante na "realeza" dos mercenários, Alice fazia parte do grupo Anjos negros, mas a Angelina acabou a derrotando e por isso ela está fazendo parte do time do Lírio do Sul, como uma espécie de vingança; sua tia Debrah é do time mercenário Ninfa.

— Sim, disso eu sabia ! — Concordou Alan. Conforme eles andavam Alan ficava preocupado se alguém estivesse escutando a conversa.

—  P.O.L.S  é uma sigla para ( Polícia Lírio Sulista ). O problema de Lírio do Sul é que população de psicopata é muito alta e por causa disso eles fazem um teste para ver quem é psicopata, quem passa deve ser vigiado constantemente, mas todos estão cansados dessa situação precária, Alice esta fazendo vocês com esse propósito " matar ", para fortalecer o exército do Lírio do Sul e para matar os psicopatas, vocês são armas biológicas que só estão aqui para esse propósito. — Depois de falar a verdade, ela suspirou como se um peso saísse de suas costas.

— Lá fora a muitas pessoas perigosas Alan, o seu dever vai ser matar os caras maus. — Alan estava em choque, " Não importa a desculpa, matar nunca pode ser perdoado. Vingança, uma boa causa ou nova ordem não interessa não há desculpas para matar, há não ser, que seja para salvar uma vida inocente. Mas se eu matar pessoas que matam inocentes, isso será certo ? Matar realmente é a solução ? Esse mundo nos dá essa escolha, mas todos a pressionam para o mal ! Esse é o mundo da tentação ? Um mundo que se deve ter medo de errar ? " pensou.  

— Alan, já chegamos. — Alan estava tão distraído com esses pensamentos que demorou um pouco para perceber o quanto eles tinham andado.

— Desculpe, eu só estou um pouco distraído. — Se desculpou, Abrindo uma porta de Carvalho imensa Lisa esperou ver a reação de Alan.

— Esse é o seu quarto. Infelizmente temos poucos quartos livres então você terá que dividi-lo com a Kaylene, a Liz e o Lince tudo bem ? 

— Sim, tudo bem. — Ele viu Kaylene trabalhando num bordado, ao vê-lo deu um pequeno sorriso, mas logo parou e se concentrou no bordado.

— Alan, eu já tenho que ir. Não se preocupe eles são legais. — Então Lisa se virou e deu uma piscadinha antes de ir embora, por algum motivo esse simples gesto fez o Alan se sentir mais confiante.


— Prazer em conhecer, Alan não é ? — Chegou um menino com os cabelos castanhos bem claros e olhos morenos.

— Meu nome é Lince. — Lince deu sua mão estendida numa forma amigável com um sorriso tímido ele devia ter por volta dez ou onze anos.

— Prazer. — Respondeu Alan, dando a mão. Meio sem jeito ele á soltou, Lince viu que ele não estava acostumado a isso e resolveu ignorar o ocorrido.

— Essa é Liz. Dispensa apresentações ! — Com um sorrisão apontou para a garota que estava sentada concentrada num desenho de uma invenção. Ela tinha também cabelos morenos, mas um pouco mais escuros e ela era incrivelmente parecida com o Lince.

— Liz. — Falou Lince, Liz ainda estava ocupada demais e não notou o rapaz falando. — Liz ! — Falou novamente, mas sem resposta. — Liz ! Tira a droga desses fones e vem falar com o nosso novo colega ! Sai dessa droga ! — Gritou sem paciência Lince.

— Aí que foi ! Deixa de ser chato e... — Ela se tocou que o Alan estava aqui e ficou um pouco envergonhada. Com um sorriso tímido tentou se recompor de tanta vergonha.

— Hehh... Foi mal. Eu estava distraída com um projeto que eu e o meu irmão estávamos desenvolvendo. — Se desculpou.

— Tudo bem, eu estou acostumado. Posso ver ? — Perguntou sem jeito de novo.

— Claro ! Vem ver ! — Respondeu de volta. Ao olhar o desenho ele se surpreendeu, nele estava um projeto de uma luva que havia nas pontas de seus dedos garras afiadas que podiam ser cobertas e descobertas a vontade como uma pata de um gato.

— Incrível, vocês têm talento. 

— Obrigada ! Hey ! Mas o que é isso ? — Perguntou pegando nos dedos do Alan.

— Há ! Isso. Alice fez isso em mim, ela disse que eu cutucava e mexia muito na máscara, então pôs esses dedais para me impedir de tirá-la. O que falhou miseravelmente não é Kay ? — Alan se virou e deu um sorrisinho tímido, Kaylene sorriu de volta, mas não olhou concentrada naquele bordado.

— Eu tenho tantas perguntas para fazer ! Isso é incrível ! — Liz começa a se empolgar e a dar pulinhos de alegria como um garimpeiro achando ouro. Já Lince não gostava disso e viu as palavras de sua irmã como uma ofensa.

— Liz ! Pare com isso o Alan é como nós ! Ele tem sentimentos sabia ? — O clima tinha ficado tenso, muito tenso, com a cabeça cabisbaixa Lince olhou o Alan. —Sinto muito. — Alan não tinha se ofendido, muito menos se importado, dando um sorriso de leve. Deu os ombros numa expressão engraçada e descontraída, ele realmente não se importava ? 

— Tudo bem. Eu nem ligo mais para isso ! O que você queria perguntar Liz ? — Liz deu um sorrisão, com um caderno de anotações na mão pois a caneta na mão e fez a primeira pergunta.

— Dói usar esses dedais ? Gostaria de tirá-los ? — Alan levantou a mão e analisou as garras de metal melhor.

— Dói um pouco quando eu tento força-las a sair. — Liz pegou sua mão e a levou um pouco mais próxima de seu irmão.

— Interessante. — Sussurrou Lince. — Parece que ela fez essas garras com um material a prova de fogo, água e bala. Realmente é muito boa, mas não a prova de Lizis. Não é Liz ? — Ele apontou para a irmã e a mesma deu um sorriso.

— Claro ! Não se preocupe, arranjaremos um jeitinho "Sulista" de tirar isso. — Respondeu Liz, eles parecem ser boas pessoas, mas Alan não se sentia muito à vontade.

— Qual espécie você é ? — Lince a olhou como se fosse a coisa mais óbvia do mundo.

— Pelas orelhas eu diria que Kitsune, não é Liz ? — Falou com um tom orgulhoso.

— Isso mesmo, sou um Kitsune. — Respondeu.

— Você está aqui pelo o que ? Eu e meu irmãozinho estamos aqui por sermos a dupla de gêmeos mais inteligente em tecnologia! Queremos que a P.O.L.S nos recrute. — Disse com entusiasmo na voz. " Eles sonham "  pensou.

— Eu estou aqui, porque vou ser cobaia de teste. Se passar serei recrutado pela P.O.L.S como mercenário, se não continuarei sendo somente uma cobaia. — Com um tom frio e triste ele os olhou nos olhos e depois rangeu um pouco os dentes " Olhares de pena, como eu detesto ". 

— Não se preocupe ! Eu irei te ajudar conte comigo. — Disse Liz pondo a mão no seu ombro.

— Eu também ! — Disse Lince pondo a mão em seu outro ombro. 

Alan sorriu, mas por pouco tempo. Com um susto um tecido macio vermelho se enrolou em seu pescoço, ele iria tirá-lo com medo, se não fosse uma pessoa pondo suas mãos em seus olhos. Suas mãos, ele reconheceu a pessoa imediatamente e deu um sorriso maior.

— Eu também ! — Disse Kaylene tirando as mãos de seus olhos. — Surpresa eu fiz para você ! Gostou ? 

— Eu adorei, obrigada. — Kaylene então puxou uma roupa que exalava um cheiro muito bom, com uma fitinha vermelha segurando as roupas dobradas e bem passadas.

— Eu fiz junto com as freiras. Elas me ajudaram, foi bem fácil porque havia bastante tecido pronto. Só juntamos, lavamos e depois passamos, sabe eu fiquei preocupada com o que as pessoas iriam achar de você; usando vestido se que me entende. — Alan não se ofendeu.

— Espera. Então você não é… — Lince deu uma joelhada nela, antes de poder terminar à frase — Aí ! Doeu Lince ! Por que você fez... 

— Isso não importa. Você tem que parar de agir assim ! Isso é inconvincente ! — Lince já estava irritado.

— Urg ! Primeiro você, depois a Alice e até o Desmond ! Isso irrita sabia ! — Aquele nome se repetia constantemente em sua cabeça.

— Desmond. Ele está aqui ? Você... Conheceu ele ? — foi tudo o que conseguiu dizer.

— Sim. Ele está aqui, mas esta disfarçado. Ele usa uma máscara da peste negra com um manto preto para esconder sua identidade, somente o vemos através do vidro ou por telefone; nunca vimos o seu rosto. — Revelou o Lince.

— Hey Alan, pode me mostrar a máscara ? Eu quero ver ela ! — Implorou Liz.

— Claro. Aonde você guardou Kay ? — Kaylene se abaixou e debaixo da cama tirou a máscara, Liz e Lince ficaram em choque; devagarinho Liz se aproximou e pegou ela das mãos de Kaylene. Sem reação e totalmente paralisada ela olhou a máscara e depois olhou Alan, esse gesto se repetiu por algum tempo.

— Número quarenta e dois barra cinco ? Você é o número quarenta e dois ? — Ela é tão começou a se afastar de Kaylene e a se aproximar do Alan.

— Sim. — Respondeu.

— Eu já tinha ouvido tantas coisas sobre você. E agora você está na minha frente. 

— A máscara da Alice, uma das invenções mais resistentes dela. Ela fez especialmente pra você, sabia que o seu número é o quarenta e dois porque é o número dos matemáticos. — Falou Lince.

— Deixe-me ver. — Liz deu a máscara ao Lince. — Nossa, é bem resistente. Mordaça, Grade de respiração, sistema de controle térmico. Alan, vem cá. — Alan chegou perto do Lince e da Liz.

— Eu tive uma ideia, e se os materiais que serviam para te prender; te ajudassem. Podemos fazer uma bela arma com as suas garras e melhorar a máscara, o que me diz ? Você vai poder usar no treinamento.  

— Interessante. Qual é a estimativa do tempo que irá  levar ? 

— Alan, provavelmente umas duas semanas, mas já que os materiais já prontos isso leva uns... Quatro dias no máximo. 

— Por mim tudo bem. Mas como tiraremos as garras ? 

— A nossa invenção vai fazer isso. Depois só vai faltar você vesti-lá e pronto ! Estará livre novamente. — Lince falava confiante sua irmã também estava.

— Eu e o meu irmão somos inseparáveis ! Eu desenho os projetos e cálculo os materiais. — Disse Liz.

— Já eu. Monto a invenção e faço as peças, depois nos testamos juntos. — Completou Lince.
 
Depois disso, eles jogaram conversa fora o tempo todo. Haviam se tornado amigos bem rápido, mas durante a noite o Alan se tocou que tinha que tirar o vestido. Depois de se trocar no banheiro, continuaram a conversa.

— Realmente Kaylene, essa época ficou muito boa. Parabéns. — Elogiou Liz.

— É e caiu muito bem em você. Ainda mais que aqui faz um frio desgraçando. — Falou Lince.

— Eu demorei para me acostumar ao frio daqui. Mas uma coisa boa são as estrelas, já as viu Alan ? — Perguntou Kaylene.

— Estrelas. Sim eu já as vi, mas já faz um bom tempo que não as vejo, entende ? — Disse Alan.

— Aí pessoal. Hoje vai ser a noite da chuva estrelada, devíamos ver e "estrelar" o nosso novo telescópio. — Brincou Lince. Mas ninguém riu.

— Sério ! "Estrelar"; desculpa, mas irmão. Você precisa melhorar esse vocabulário e parar de si " estrelassar " — Dessa vez todo mundo riu, mas não dá piada e sim de como ela era ruim. Até Lince caiu na gargalhada, depois de dar boas risadas com piadas ruins os quatro viram as estrelas e foram dormir. Naquela noite Alan pensava o quanto essa noite tinha sido divertida e que mais noites deveriam ser assim.


Notas Finais


Obrigada por tudo !


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