História A guerra dos clãs - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias 2NE1, 4Minute, Bangtan Boys (BTS), Big Bang, EXO, Got7, Seventeen
Tags 2ne1, 4minute, Bigbang, Bts, Exo, Got7, Lahun, Seventeen
Exibições 29
Palavras 3.029
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural
Avisos: Bissexualidade, Canibalismo, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


~ Tá exagerei? Sim, com certeza \(^.^)/ eu tô terminando sabudega :v mais dois caps e acabou ~> Finalmente <~
mas é isso boa leitura. ♥
♥ ~> Let me see. How you gon treat meI ain’t no easy. Better think about it twice <~ ♥

Capítulo 9 - Está prestes a começar.


Fanfic / Fanfiction A guerra dos clãs - Capítulo 9 - Está prestes a começar.

—  Você é totalmente maluca Hyuna? —  A voz de CL tinha um tom aterrorizante. —  Por que atacou o Kyungsoo?

—  Eu precisava o atacar.

CL acertou um tapa certeiro no rosto da Hyuna

—  Você precisava? Quão otária você é Hyuna, já pensou se ela a ataca-se? Você morreria

Hyuna apenas levantou o rosto

—  Nunca mais faça isso, você viu o que a desgraçada fez com o Jackson ela poderia ter feito algo igual a você. 

—  Sinto muito CL me perdoe.

—  Certo, peça para o mensageiro para enviar uma mensagem para o clã EXO. “A guerra está prestes a começar.”

— Sim, CL.

Hyuna saiu.

—  Desculpe CL, só não te bati porque você está sendo controlada por mim —  sorriu maliciosamente.

Hyuna saiu à procura do mensageiro.

—  Hey, CL o que aconteceu? —  Jackson perguntou incrédulo.

— A Hyuna torturou Kyungsoo e a Lane apareceu.

— Como?

— Ela não a atacou, só foi lá para salvá-lo.

— Por que ela faria algo assim?

— Não sei — Bufou a loira. — Estou me perguntando isso, tem algo haver com o passado?

 

Hyuna povs On.

Agora sobra para eu ter que falar com o maldito mensageiro.

— David! — Gritei.

— Senhora, me Chamou?

Alto de cabelos encaracolados, seus olhos fixos em mim, como sempre, David estava parado em minha frente.

— Preciso que mande uma mensagem para os lobos.

— Sim senhora, qual é a mensagem?

— “A guerra está para começar, estejam prontos.”

— Sim, senhora. É pra já.

— Espere, antes de você ir, quero que você entregue de um jeito bem peculiar, escreva a mensagem em um papel coloque em uma flecha e assuste os meninos.

— Espere a senhora quer dizer?

— Sim, mas não acerte ninguém, acerte perto dela entende, imagine uma maça em cima da cabeça dela, é lá que você deve mirar ok! Bom garoto.

David saiu e voltei para dentro.

 

Hyuna povs off

 

Lay cuidou dos ferimentos do D.O ele já estava um pouco melhor.

 

— Hey, porque ela te chamou de Kyungsoo? — resmunguei e o mesmo ouviu.

 

Ele me olhou e resmungou.

 

— Bom...

Encarei seus olhos fixamente, e ele segurou minha mão. Depois de uma pausa, e todos processarem o que acabávamos de fazer ele resolveu falar.

 

— Você quer saber por que Hyuna me chamou de Kyungsoo certo?

— Sim, eu quero

— Meu nome é DO Kyungsoo, mas o pessoal me chama de D.O, entende.

— Sim... Entendo — balancei a cabeça algumas vezes Era só por causa disso?

— Que bom. Sua blusa, eu sinto muito.

 

Naquele momento eu esqueci meu pijama esqueci tudo.

 

— Não se preocupe, não tem nada.

— Sério?

— Sim, não tem problema, eu irei colocar para lavar.

—Precisamos ir — Baekhyun nos interrompeu.

— Sim, antes que a maluca volta — Chen completou.

 

Ele pegou minha mão.

 

— D.O?

— Obrigado.

 

Sorri e ajudei o a levantar, apoiado em mim eu ajudei a colocá-lo dentro do carro, D.O parecia triste e arrependido.

 

— Por que você não vai com o Soo Lane? — Suho sorriu e perguntou.

— Soo?

— É uma das formas que eles também me chamam

— Certo, eu vou com o Soo.

— Eu vou com o Sehun na moto. — Kai pegou o capacete.

 

Sentei ao lado do Soo que estava meio pra baixo.

— Está tudo bem? — Perguntei

— Estou sim, não precisa se preocupar.

Kris estava dirigindo, eu o observava com o tempo o D.O dormiu e se apoiou em meu braço, apoiei minha cabeça e relaxei, está tudo bem agora, logo estávamos em casa, Chen e Jin tiraram Soo do carro.

— Realmente, Soo fez uma sujeira em sua roupa. — Xiumin comentou.

— Não tem problema, eu vou lavá-la agora.

Vi os meninos colocarem Soo no quarto, peguei uma blusa no meu quarto e desci para lavar minha blusa.

Enquanto via minha blusa girando sem parar, fiquei pensando em como eu transformei a vida de todos num completo inferno, eu fiquei com meu coração apertado, ok! Ok agora pare de pensar essas coisas, tudo nessa vida tem um propósito certo? Então tudo isso sem um propósito, tem claro que tem.  Deixei minha blusa batendo no tanque e fui para a sala onde o Tao estava assistindo TV. Era incrível como eles conseguiam se distrair depois de acontecer uma coisa daquele tipo, ele estava assistindo um jogo eu acho, não prestei muita atenção fui até o quarto do Soo, e me deparei com um certos meninos sem camisa.

— Faz um favor pra sociedade e vista uma camiseta.

— Faz um favor e nos dê licença — Kai comentava — O quarto é nosso.

— A casa é minha — Disse ironicamente.

—Não irei discutir com você. — disse me empurrando

Ele vestiu uma camiseta rapidamente.

— Senhores, temos uma criatura querendo entrar aqui, vistam-se logo.

— Não precisa disso tudo, só me diga o Soo...

— O Soo está bem, está descansando acho melhor você fazer isso também. O dia foi bastante cansativo. — Kai sorriu desajeitadamente.

— Certo senhor sabe tudo. — Sorri. — Você também.

Dei as costas e fui para o meu quarto

                     * ~ *

  Acordei com um bando de hienas rindo sem parar.

— Melhor jeito de acordar alguém, será que o bando de hienas possa... CALAR A BOCA — Gritei.

Não poderia fazer mais nada já havia perdido meu sono, eu estava uma mistura de batata com roupa, com olheiras e com raiva.

— Tem como vocês pararem, que bela forma de acordar alguém não é mesmo? — cocei meus olhos.

— BOM DIA LINDA! — Jungkook gritava em meu ouvido.

— Por favor, me dê uma razão para não matá-lo aqui e agora. — Dei um sorriso sádico e meus olhos começaram a se avermelhar.

— Tem paçoca no armário.

— Obrigada. Agora, por que santos diabos você estavam gritando?

— O Suho... — Ele começou a rir sem parar — Ele achou um álbum.

— E vocês riram feitos loucos disso? — Disse incrédula.  

— É seu álbum.

Arregalei meus olhos.

— Como é que é. — corri em direção ao Suho e peguei o álbum que estava em suas mãos.

— Não me lembro de você assim. — disse rindo.

— Ah vai pra merda. — fiquei vermelha.

 

Encaravam-me rindo.

— Tão fofa com esses coques.

— Me deixe — Disse vermelha com vergonha das minhas fotos constrangedoras. — Vão se ferrar.

— Vai tomar café — Chen ta na cozinha.

— Vou mesmo, melhor do que ficar aqui.

— Você é muito birrenta pra uma pessoa com somente 1.60

— Sou mesmo, sempre meu amor, eu sou assim.

 

Fui pra cozinha e lá vi o Chen tomando uma xícara de café olhando pelo vão da janela.

— Terra para o Chen — dizia coçando meu cabelo.

— Oh, tudo bom contigo menininha?

— Estou sim — Comecei alisar o cabelo e de repente minha mão ficou presa.

— Está difícil ai colega?

— Está.

— Seu cabelo está bem grande certo, comparado há alguns meses atrás. — Chen sorria.

 

— É realmente — sacudi a cabeça diversas vezes.

 

— Que tal cortar, que nem você fez no ensino médio.

 

Olhei incrédula para ele, mas eu sentia saudade do meu cabelo curto.

 

— Cortar? — arregalei meus olhos.

 

— Cortar, cortar, cortar e cortar.

 

— Com franjinha e tudo.

 

— Com franjinha e tudo. — Sorriu.

 

— Eu acho isso... Quero!

 

Chen pegou na minha mão e saiu me puxando até a casa da Solji.

 

— Olha o que eu te trouxe — sorriu olhando fixamente para ela. — Solji sabe corta cabelos.

 

Olhei fixamente com medo, Solji deu umas batidas na cadeira, Chen parecia confiante então eu fui. Solji cobriu meus olhos com uma venda. Eu respirei fundo. Eu ouvia o som da tesoura cortando os fios lentamente, logo ela veio para frente, eu mordia os lábios agoniada, e depois de um tempo ela finalmente tirou a venda, porém, ainda não sabia como estava.

 

— Caramba... — Chen ficou parado por um tempo — Está incrível. Parabéns Solji!

 

Solji me deu um espelho.

 

— Você está parecendo...

— Minha mãe — Sorri ao ver meu reflexo.

— Sim, sua mãe.

 

Diferente de todo mundo eu amava cortar meu cabelo, me achava à fofa. Eu comecei a pegar no meu cabelo e perceber que estava curto, mas curto na altura no ombro.

 

— Meu Deus... — falei perplexa — Eu amei.

 

Comecei a bater cabelo desesperadamente.

 

— Meu amor, eu to é arrasando. Obrigada Solji obrigada, obrigada.

— Não tem problema.

— Uh? — Junghwa falou pasma. — Ficou incrivelmente fofa imagina ela com Maria Chiquinha.

— Sei de alguém que vai brigar com você — L.E riu — Tem certa pessoa que vai querer te bater muito, tenho certeza que o-

— Chaneyol — falamos juntos.

— Isso não importa. Obrigado por ser minha cobaia Lane.

 

Naquele momento arregalei meus olhos, oi? Cobaia?

 

— Vamos, vamos.

 

Não tive nem tempo de pensar novamente, Chen saiu me puxando novamente.

 

— Olha que coisa fofa. — saiu me sacudindo.

— Mas que diabos você fez com o cabelo dela. — Chaneyol me olhava perplexo.

 

Chaneyol nunca gostou do meu cabelo curto.

 

— Eu estou maravilhosa eu sei.

— Volta lá, e cola seu cabelo de novo.

— Para de ser idiota — apertei suas bochechas sem parar — Até parece que eu estou no primeiro ano de novo.

— Ah mais-

— Larga de besteira — Peguei algumas mechas do cabelo esfregando na cara dele — Ta lindo querido, está um amorzinho to parecendo uma LOLI

— Cheio de frescura. Mereço.

— Não gosta por que te lembra daquela época é?

— É.

— Época? — Suga estava sentado no sofá e do nada se interessou.

— A época que a Lane infernizou o Chaneyol do pé a cabeça.

— Infernizei não, eu o tirei do inferno.

— Conte-nos como tu tiraste o Chaneyol do inferno.

— Devo?

— Fala logo, é uma história realmente interessante.

— Ah não começa não — deu um peteleco na minha testa. — deixe que eu mesmo conte isso, já que é a minha história. Simplesmente esse demônio ficou parada na minha frente e uma menina-

— Demônio? Meu amor você lembra-se da fama que ela ficou depois daquilo.
— Pare vocês dois pelo amor de Deus! — Suho estava calmo — E vocês não botem lenha na fogueira. É um aviso, quando esses dois começam nunca param.
— Lane, porque não tira uma foto do seu cabelo assim? — V indagou. — Você está fofa, porque não “registra”
— Chaneyol você pode tirar uma foto? — dizia totalmente meiga.
— Que seja.

Ficou parada no canto da parede, e o Chaneyol pegou uma câmera e ficou encarando durante um tempo.

— Tira essa caramba logo — dizia brava.

— Espera menina — Chaneyol dizia incrédulo — Kris tem filme nisso aqui?

— Tem sim babaca, é só tirar a foto.

— Ah bom! 3...2..1 agora.

V arregalou os olhos.

— Lane saia da- — Foi cortado por um barulho da janela sendo quebrada.

A garota ficou parada não acreditando no que tinha acabado de acontecer.

— Lane. — Chaneyol a sacudiu — Você está bem?

Continuou parada, Suho pegou em sua mão e a afastou da parede.

— De onde veio isso? — Sehun foi para a janela e olhou para os lados procurando quem tinha feito aquilo.

— Tem algo preso nessa flecha. — Rap Monster tirou o papel preso e começou a ler. — “A guerra está para começar, estejam prontos.”
— Suho... — Jungkook se inclinou — Isso significa?
— É... Hyuna está pronta para atacar.
— ELA QUER ME MATAR ELA VAI ME MATAR, ELA VAI MATAR TODO VOCÊS ISSO É APENAS UM AVISO ELA... ELA...
— Calma menina — Jimin tentava me estabelecer — Não vai acontecer nada.
— Vai sim tu ta vendo a porra que quase acertou minha testa. — dizia eufórica.
— Tira ela daqui. — Jin apontou pra porta.

Jimin e Jungkook me seguraram.

— Eu tenho medo... E se ela vir matar a gente — minha cabeça girava — eu tenho medo.

— Isso deve ser apenas pra te assustar. — Jimin tentava me consolar. — Esquece isso, nós daremos um jeito.

 

 * ~ *

— Isso é uma mensagem dos deuses — Kris coçava a cabeça — Aqueles filhos da puta mandaram um mensageiro pra cá.

— Não sei Kris — Soo apareceu na sala — Me dê isso, por favor. Ela está vindo... Deuses não mandam mensagem assim sem sentido ou motivo. A guerra está realmente pra começar.

— Devemos avisar o G Dragon? — Kai opinou.

— Sim, ela quando pequena o considerava tio, certo? Então é melhor avisá-lo. Liguem para ele.

 

Tao pegou o telefone e conversou com G Dragon.

“— Tem como vir aqui, agora... Sabendo disso temos que protegê-la.”

“— Eu sei... Como ela está? A flecha a machucou?”

“— Não, acho que ela quis assustar, e bom, conseguiu.”

“— Irei para ai agora. Já que isso aconteceu é bem capaz de a Hyuna atacar vocês a qualquer momento... Irei chamar os outros e logo estarei ai, obrigado por avisar Tao. Tchau.”

 

O loiro respirou fundo.

— G-Dragon estará aqui em breve.

— Oh cara, por que diabos isso ta acontecendo? — Lay indagou — O que ela fez pra merecer isso. A vida dela ta uma merda, nada ajuda.
— Eu sei e por isso-

Suho foi interrompido pelo barulho da porta. Jungkook e Jimin entravam.

— Onde ela está?

— Lá fora. Queria um pouco de privacidade então resolvemos entrar.

— G-Dragon está vindo — Tao dizia otimista.

— Que ótimo, quem sabe assim ela fica melhor.

* ~ *

Um tempo se passou até a Lane entrar com o G-Dragon.

— Está tudo bem viu, estamos aqui. — sorriu pra jovem. — Eu irei te proteger.

— Ok ta bom.

— G-Dragon, ainda bem.
— A partir de agora vocês terão que tomar cuidado. Deuses são imprevisíveis. Irei ter uma conversa particular com ela se me derem licença.

— À vontade.

Todos saíram da sala ficando assim, somente eles dois.

— Ela te incomodou?

— Não. Isso aconteceu do nada.

— Eu sei, entendo... Olha isso aqui sua mãe me deu era da antiga sacerdotisa. Pode ser útil. Leia com atenção, você se lembra que foi a bisavó da Hyuna que causou toda aquela guerra.

— Sim...

— Sua mãe a matou.

— Minha mãe — exclamou — A minha mãe? 

— Sim, o poder da sacerdotisa era para ser passado para a Hyuna, mas sua mãe a matou então Hyuna não teve o poder que queria. Acho que lendo o livro você descobre como liberar seus poderes

— Ai ela quer descontar em mim?

— Também, mas ela quer seu poder.

— Entendo... Irei ler com licença.

Abri o livro às primeiras páginas estavam completamente vazias, eram apenas folhas normais. Comecei a folhear as páginas e não tinha nada, folhei mais ainda até achar finalmente uma frase.

 

                           “Acredite em si própria. Somente você tem o poder.”

 

Olhei incrédula aquela frase. Folhei mais algumas vezes.

                              

                          “É só o que tem que saber, se não você não acreditar...

                         “Nada valerá a pena...”

— É somente isso? É o que eu tenho que saber sobre o meu poder? Isso irá me ajudar no que? — bati no livro — Acreditar? Então essa bosta é baseada em acreditar, se a Hyuna acreditar que ela tem poder é meu fim.

— Não pense assim.

— E eu vou pensar como? Ela quer matar eu e meus amigos, e você quer que eu pense que somente acreditar em mim mesma funcione, isso realmente é uma baboseira.

— Para com isso. É ridículo. Parece uma criança.

— Mas você vê que-

— Por que continua a repreender? Você precisa aprender a se controlar, não importa da forma. Independente se você acredita ou não, você parece criancinha de primário.

Olhei incrédula.

— Como é que é?

— É isso mesmo, se está escrito que você precisa acreditar eu irei te ensinar. Suho — o mesmo gritou. — Por favor, vem aqui.

— Precisando de algo?

— Sim, sente-se aqui.

Suho sentou-se e nos encarou confuso.

— Seguinte. — Encarou o mesmo em seguida tocou no mesmo. — Coloquei um simples verme nele.

— Como é que é? — Confusa, perguntei — Como assim?

— É rápido e fácil, e uma questão de tempo até ele começa andar dentro do seu amiguinho.

— Você está maluco? — gritei.

— Se você não confiar, quem vai? Lembra dessas palavras.

— Mas... — Continuei olhando o Suho, o mesmo estava incrédulo não acreditava no que estava acontecendo ali, porém, percebeu que precisava continuar ali eu o via respirando fundo. — Como diabos eu faria isso?

— Você sabe, acredite em si mesma.

Contar? Colocar a mão em cima? O que eu deveria fazer? Falar bom shakalaka e esperar Jesus me ajudar, eu mordia freneticamente os meus lábios.

— O tempo está passando, vai demorar? Ele está começando a agir.

Olhei o Suho e o mesmo se contorcia de dor.

— Para com isso, por favor, para.

— Você tem que parar.

Acreditar não é? Levantei-me e coloquei a mão em cima do braço dele. Que essa maluquice/ babaca/ bizarra que eu já ouvi em toda a minha vida dê certo.

“Por favor, que essa doideira dê certo, pelo amor de Jesus.”

— Ótimo continue.

Suho continuava se contorcer de dor.

“Por favor... Por favor.”

— Pare! — a voz do G-Dragon ecoou.

Virei-me no mesmo instante.

— Olhe para o seu amigo agora.

Suho estava normal, não se contorceu mais.

— Sumiu — disse ele — não sinto mais nada.

— Como? — Perguntei — Foi você? Está brincando comigo?

— Como é que é? Você não acredita em si mesma não é? Foi você idiota! O poder de uma sacerdotisa é assim. É somente acreditar.

Parei para refletir por um momento, tudo estava acontecendo tão rápido, as coisas não faziam o mínimo sentido, se alguém escutar a minha história falaria “Que maconha você fumou, e que cocaína cheirou” fazer o que a minha vida era aquilo. Então tinha que acreditar.

— Se fosse somente acreditar, todo mundo teria o seu poder sem mais nem menos, agora você vê que não é assim.

— Entendendo...

É isso, larga de ser trouxa por um momento, é a sua vida é assim e vai ser assim, é seu destino isso é algo de qual você nunca poderá escapar estúpida, lembre-se que você “engoliu” a história dos lobos e vampiros. Fechei meus olhos e respirei fundo.

— Está bem?

— Ah? Desculpe-me eu tava perdida em alguns pensamentos.

— Então volte, e me diga, acredita agora?

— Claro, como não acreditar depois disso, mas é tudo tão confuso.

— Sempre é eu sei como você está — alisou meu cabelo. — Não se preocupe, é difícil.

— Pra quem engoliu a história de lobo e vampiro sem mais nem menos — suspirei — tem que engoli esse também, certo?

 

Minha cabeça girava, mas eu sentia que poderia a matar, isso fazia minha sanidade descer até a estaca zero, ela matou meus pais, e feriu pessoas importantes para mim, se eu puder a matar com minhas próprias mãos, conseguiria a minha vingança, mas isso seria realmente certo? Minha mãe se orgulharia? “Sua mãe a matou” a minha mãe... Eu terei que fazer isso, mas somente eu correrei perigo, irei proteger todos, irei sim, se matar alguém significa matar os deuses ou quem entrar no meu caminho eu irei, sim, com certeza eu irei. Você transformou minha vida em um inferno, me desculpe, mas eu transformarei sua vida e tudo em sua volta a sua própria morte será horrível, te vejo no inferno Hyuna


Notas Finais


♥ TWICE ♥


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...