História A Guerra dos Tronos - Interativa - Capítulo 8


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Categorias As Crônicas De Gelo e Fogo (Game of Thrones)
Personagens Cersei Lannister, Doran Martell, Eddard Stark, Jaime Lannister, Oberyn Martell, Personagens Originais, Tyrion Lannister, Tywin Lannister
Tags Game Of Thrones, Guerra, Medieval, Stark, Targaryen
Visualizações 175
Palavras 1.521
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


OLÁÁ, meus queridos! Como estão vocês?
Sei que estou devendo um capítulo pra vocês porque não postei na terça, mas deixe-me explicar o que aconteceu: eu estou sem notebook e estou dependendo do computador do escritório onde trabalho para escrever os capítulos, e na segunda feira, enquanto eu estava fechando os últimos detalhes do capítulo, o querido computador reiniciou do nada e eu não consegui salvar o que eu já tinha escrito a tempo. Tive que bolar um roteiro novo, um capítulo novo inteiro, e isso demorou muito, porque minha semana foi muito agitada, mas cá estou eu.
Sem mais delongas, boa leitura!
PS: LEIAM AS NOTAS FINAIS!!!!

Capítulo 8 - A truta volta para casa


{ Lançassolar }

 

Faziam alguns dias desde que estava sendo hospedado pelo príncipe Oberyn e sua família. Brandon não via a hora de voltar para casa e receber um abraço de sua mãe, fazia meses desde sua partida para o Norte e, quando pensou que fosse voltar para Tombastela, recebeu um corvo de seu suserano.

Myranda ainda ressonava em seus braços. A pele escura dela contrastava com a dele, que era pálida, o corpo pequeno e sinuoso estava enroscado no seu e ele fez questão de passear suas mãos calejadas pelos cabelos negros brilhosos.

- Quanto tempo ficará me encarando? – piscou os olhos surpreso, vendo a Martell levantar o rosto fino na sua direção e lhe lançar um sorriso encantador.

- Eu poderia ficar te olhando por horas, dias, meses e anos. – ele sussurrou, e ela mesma se surpreendeu com a fala dele.

Brandon Sand era tudo o que uma donzela poderia querer. Era um homem corajoso, gentil e educado, sendo muito diferente dos cavaleiros bastardos e até de nascimento bom que Myranda já conhecera, sem falar que era um colírio aos olhos, era tão lindo que ficava enciumada quando suas aias cochichavam sobre ele.

A garota levantou o dorso, fazendo com que o lençol de seda escorregasse e deixasse seus seios avantajados descobertos. O jovem cavaleiro ficara duro só de ver a silhueta da amante, que era iluminada pela luz da lua que entrava pela janela entreaberta.

- Eu tenho que ir. – Myranda murmurou, ainda de costas para ele.

Brandon suspirou e voltou a jogar-se na cama, fechou os olhos mas ouviu toda a movimentação da Martell botando de volta seu vestido e suas botas.

- Vejo você pela manhã. – engatinhando como um gato até ele em cima do colchão macio, Myranda depositou um beijo singelo nos lábios dele e depois se retirou, saindo do quarto pela janela.

Ele até tinha pegado no sono depois da saída da amante, mas não conseguira dormir o tanto que queria. Assim que o sol nasceu, os olhos violeta dele abriram-se automaticamente e viu-se obrigado a levantar e lavar seu rosto.

Saiu de seu aposento e rumou para o salão principal da residência da família Martell, que na hora já deveria estar de pé e fazendo seu desjejum.

Ainda no corredor, ouviu gritos nada amigáveis vindos do salão onde a família se encontrava, apressou os passos e chegou bem a tempo de ver Clayra dar um tapa severo na cara de seu irmão mais novo, Flint.

- Você é um covarde. – ela sibilou como uma serpente, logo depois contornando a mesa e chegando até seu pai, Oberyn. – Se o senhor não fizer nada com ele, eu mesma irei fazer, e o senhor não irá gostar nada.

- Acalme-se, Clayra, e veja como fala com o senhor seu pai. – grunhiu Ellaria, que estava sentada ao lado de Myranda, que mantinha-se alheia ao que estava acontecendo.

- Oh, bom dia, Sor Brandon. – o príncipe Doran disse de repente, assustando até mesmo o cavaleiro. – Que bom que tenha vindo se juntar a nós.

- Brandon, por favor, sente-se. – Oberyn se levantou e indicou um lugar para Brandon, ignorando a filha mais velha e deixando-a enraivecida.

O cavaleiro se sentou e pôs-se a observar o pequeno infortúnio entre pai e filha, que parecia não querer acabar tão cedo.

- Sor Brandon, deve conhecer minha primogênita, Clayra Sand. – ele sabia que Oberyn ressaltou o sobrenome de bastarda da jovem só para provoca-la, afinal, todos em Dorne sabiam que Clayra Sand odiava ser chamada de Clayra Sand.

- Sim, príncipe, conheço a senhorita sua filha. – o rapaz serviu-se com um pouco do suco amarelo que estava em uma das jarras transparentes na mesa.

- Eu o conheci nas terras da campina, meu pai, quando estávamos em guerra com os Tyrell. – frisou Clayra, encarando Brandon e voltando a se sentar ao lado do pai.

- Interessante. – murmurou Myranda, encarando Arthos descaradamente com um olhar analítico.

O rapaz apenas suspirou e serviu-se de vinho, sabendo que questionamentos vindos da princesa de Dorne chegariam aos seus ouvidos mais tarde.

 

{ Correrio }

 

O clima no castelo não estava um dos melhores e a jovem Tully estava aflita com a atual situação de sua família. Seu tio, Hoster Tully, estava morrendo, e sua prima, Catelyn Lannister, estava vindo para seu lar com soldados Lannister, e ela sabia que seu pai os odiava.

Brynden Tully havia acordado de mau humor, ficara trancado a manhã inteira em seu escritório particular, sem ao menos tomar seu desjejum e seu almoço, e ela estava preocupada com ele.

Atravessou o longo corredor que a levaria para o escritório de Brynden, quando foi abordada por Edmure, seu primo e futuro lorde de Correrio.

- Como está meu tio? – perguntara o jovem de cabelos tão ruivos quanto os seus.

- Não sai do escritório desde que acordou. – respondeu, entrelaçando os braços com os de Edmure e caminhando junto a ele. – Disse-me ontem que não irá fazer boa cena para receber Lannister no castelo da família.

- Imagine quando ele souber que Adam está vindo, ele é a perfeita cópia de Jaime Lannister. – murmurou, fazendo com que a prima se sobressaltasse.

- Adam Lannister está vindo para Correrio? – arfou, de acordo com as damas fofoqueiras, o herdeiro de Rochedo Casterly estaria viajando para Jardim de Cima afim de pedir a mão de Camilla Tyrell em casamento. – Achei que ele estaria indo para as terras da Campina.

- Como sabia disto, Ava? – indagou Ed, fazendo com que a garota mordesse a própria língua.

- Eu ouvi por aí. – disfarçou o nervosismo. – As criadas comentam, Ed! – exclamou e sentiu que o primo não ficara satisfeito com sua resposta.

- Bem, vou deixar você lidar com o Peixe Negro, vejo-te mais tarde. – despediu-se com um beijo na testa da mais nova e seguiu seu caminho rumo ao grande salão principal do castelo.

Ava bateu duas vezes na enorme porta de madeira que a separava do pai, recebendo uma resposta seca e autoritária do mesmo.

- Já disse que não quero ser incomodado!

- Sou eu, meu pai, desejo falar com o senhor. – disse rapidamente, ouvindo um longo suspiro do progenitor, que abriu a porta pessoalmente. – O senhor está horrível! – exclamou, espantada com o estado do pai.

O lendário Peixe Negro estava com os cabelos grisalhos desarrumados, as roupas amassadas e bolsas roxas e proeminentes em baixo dos olhos azuis.

- Muito obrigado, querida filha, pelo elogio. – desdenhou, dando passagem para a jovem entrar na espaçosa sala.

- Adam Lannister está vindo para Correrio com a prima Cat. – anunciou sem rodeios, observando enquanto o pai retornava para a cadeira onde estava sentado.

- Disto eu já sabia. – murmurou o Peixe Negro, recostando-se na cadeira de madeira e soltando um longo suspiro. – Por que acha que eu estou trancado nessa sala que cheira a mofo?

Ava quis rir, porém, conteve-se, ela não era burra o bastante para insultar o pai.

- Não acho que o senhor deva ficar trancafiado aqui, sei que não tem estima pelos Lannister, mas Catelyn é sua sobrinha!

- Fala como se eu fosse uma criança birrenta. – rosnou o velho, cruzando os braços na frente do peito.

- E está agindo como uma! – insistiu Ava. – Tome um banho e coloque sua melhor roupa, nós vamos receber a comitiva Lannister no portão principal. – ordenou, fazendo o pai suspirar mais uma vez.

Ela sorriu triunfante quando o pai se juntou à ela e às irmãs na ponte do castelo, vestia um gibão negro de couro fervido com duas trutas na frente, a espada de aço valiriano estava na bainha, no lado direito de sua cintura, os cabelos estavam úmidos e alinhados, e seu rosto adquirira uma expressão neutra.

O som de cavalos fora ouvido, logo os estandartes dos leões dourados foram vistos, os soldados Lannister se aproximavam, e ela reconheceu o primo Adam liderando a comitiva. Os cabelos loiros balançavam suavemente, a armadura era toda vermelha, com um leão desenhado a ouro no peitoral.

- Tio Edmure. – falou o rapaz, descendo de seu cavalo e entregando as rédeas para um criado. – É bom revê-lo. – caminhou ofegante até o garoto ruivo, que se encontrava sorridente.

- Sobrinho. – saudou o herdeiro Tully, abraçando fortemente Adam. – Onde está sua mãe?

Só então Ava tirou seus olhos do primo e os levou para a exagerada carruagem que havia acabado de parar. A casa ambulante era grande e toda vermelha, com certeza deveria ser muito confortável em seu interior. A portinhola da carruagem fora aberta e Catelyn desceu, com a ajuda de um dos soldados que veio consigo.

A mulher estava radiante, usava um belo vestido de veludo azul escuro, com bordados no formato de leões e trutas nas mangas e na bainha; os cabelos ruivos estavam presos em duas tranças no modo sulista e sua pele estava mais corada do que da última vez que a tinha visto.

- Irmão! – a lady de Rochedo Casterly abraçou fervorosamente o irmão mais novo, e foi correspondida. – Como está o pai? – perguntou enquanto encarava os olhos azuis do irmão, tão iguais aos seus.

- Nada bem, Cat. Nada bem.

 

( ... )


Notas Finais


E então, o que acharam? Tivemos a introdução de mais duas personagens: Ava e Clayra. Sei que vocês vão se perguntar: mas autora, você não abriu vaga para a casa Tully!
Então, pessoal, eu não abri e iria abrir, porém, a personagem da Ava é de uma amigona minha e eu tive de incluí-la, espero realmente que não seja um problema para vocês! Enfim, comentem!
Fiz um tumblr para a fanfic e lá eu irei postar algumas partes dos roteiros que eu faço de cada capítulo, caso queiram dar uma olhadinha, o link segue abaixo:
https://naomisonaomi.tumblr.com/
Pra quem está se perguntando o porque de eu ter mudado a aparência de alguns personagens, gente, eu passei um trabalhão selecionando atores/atrizes que se parecessem com os que vocês me mandaram e até mesmo analisei cada personalidade para encontrar gifs com expressões faciais parecidas, ou seja, eu tive um trabalhão para fazer um tumblr bonitinho e tals, por favor, não desmereçam meu trabalho. E eu fiz isso porque muitos me mandaram fotos de pessoas que não têm um pingo de aparência medieval, e como eu sou uma pessoa problemática, eu procurei em cada canto do google imagens gif's para colocar no meu tumblr.
Enfim, é só isso. Sabem que qualquer coisa vocês podem me falar, eu não mordo!
Um grande beijo e até o próximo!!!


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