História A guerra em Eldarya - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Eldarya
Personagens Ezarel, Jamon, Keroshane, Leiftan, Mery, Miiko, Nevra, Personagens Originais, Valkyon
Exibições 55
Palavras 1.069
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Hentai, Luta, Magia, Suspense
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oioi pessoas ! :3
Espero q gostem, me desculpem qualquer erro e...
Boa leitura *-*

Capítulo 7 - Valkyon


Fanfic / Fanfiction A guerra em Eldarya - Capítulo 7 - Valkyon

* Annie on *
  Não sei se devo contar o que eu vi para eles. Eles escondem algo de mim, eu sinto isso. Mas o que é que não posso saber? Por que esconder algo de mim? 
  Decidi não contar. Afinal, não sei com quem poderia ao menos conversar sobre isso. Kero é muito gentil, mas mentia mal, então Miiko descobriria facilmente. Nevra, de modo algum falaria para ele. Ezarel iria rir da minha cara e zombar. Leiftan talvez, mas ele é da Guarda Reluzente... Então melhor não. Alajéa contaria rapidamente para Nevra em troca de um simples beijo na bochecha. E, tinha o Valkyon. Ele parece do jeito que não trairia a confiança de alguém assim.
  Pedi licença, usei a desculpa de uma dor de cabeça e voltei para o meu quarto. 
  Deitei na cama e cochilei. Sem sonhos, sem pesadelos. Apenas eu e uma imensidão obscura, negra, sem pensamentos e sem expectativas. Apenas o preto. 

...

  Sinto uma mão tocar minhas costas levemente. Abro os olhos lentamente e vejo alguém ao meu lado. Era o Valkyon.

— Está tudo bem, Annie?

— S-sim... — eu estava hesitando e ele percebia isso — Como disse só estava com dor de cabeça.

— Sabe que não me engana não é?

— V-Valkyon...

  Olhei para ele, seu olhar estava penetrando minha mente, como se pudesse ler meus pensamentos, estudar minhas emoções. 
  Então, por fim, ele falou quebrando o silêncio que estávamos.

— Se quiser me contar... Saiba que ficará entre nós... Mas se não quiser me contar... Eu entendo.

  Estava tentando processar as informações. Ele estava levantando da cama para ir embora. 
  Segurei sua mão firmemente, fazendo-o me olhar, surpreso.

— Se eu lhe contar — eu disse — você deverá me falar o que escondem de mim.

— Por que acha que escondemos algo de vocês?

— Por que outros motivos Nevra sugaria meu sangue? Eu não sou boba, Valkyon. Ele sentiu o gosto do meu sangue para confirmar algo, caso o contrário eu estaria na enfermaria por causa da perda de sangue.

  Ele me olhou, tentando esconder seu olhar de surpreso sem êxito. Seus olhos estavam um pouco arregalados, e sua mão apertou a minha.

— Não posso lhe contar...

— Então também não irei contar o que vi antes de invocar as borboletas.

— Você viu algo?

  Dei de ombros. Então notei que ainda estávamos de mãos dadas, tentei soltá-la mas ele a apertou de leve. 

— Miiko mandou jurarmos não contar...

— Por favor, Valkyon...

  Ele negou com a cabeça. Ele não iria me dizer, mas também não desistiria de me fazer contar o que eu fiz.

— Se não quiser me contar o que viu não irei forçá-la.

  Fiz cara de confusa. Ele era diferente. Não expressava seus sentimentos, mas ele parecia se importar comigo, eu acho.
  Era diferente de Ezarel, que era um idiota que via graça em tudo e fazia piada com tudo também, Valkyon era sério, mas gentil, de bom coração. Era diferente de Nevra que sabia o que provocava nas mulheres de Eldarya, Valkyon era tranquilo e parecia não se importar com isso. Ele era diferente deles.

— E-eu vi um homem... Um homem mascarado ...

— Como era a roupa dele? — ele soltou minha mão e se sentou na cama, me encarando.

— Era toda preta com detalhes vermelhos... Ele estava em um lugar escuro, abrindo uma porta para alguém, acho que era uma cela, ele estava libertando alguém.

— Ele estava te libertando da cela?

— Não. Eu estava ao lado dele, eu não consegui ver quem estava preso. O mascarado apenas pediu silêncio, então eu abri os olhos e as borboletas voltaram.

  Valkyon permaneceu indiferente, sinal de que estava preocupado, pensando em algo. 

— Seja quem for essa pessoa que estava presa devemos ter cuidado com esse mascarado — ele disse — pelo que disse você o acompanhava, mas isso não quer dizer que ele não possa ser um inimigo.

  Assenti para ele. 

— Miiko pediu para que eu lhe avisasse também. — ele disse.

— Sobre...?

— Sua Guarda. Todos concordaram em você ficar na Obsidiana... Se não quiser ficar eu entendo...

— Não. E-eu quero ficar.

  Ele sorriu de canto. Então ele levantou e foi até a porta. Corri para perto de dele e o abracei por trás.

— Obrigada, Valkyon.

  Ele se virou e me retribuiu o abraço. Era reconfortante receber um abraço em meio a tudo que acontecia.

— Não precisa agradecer, Annie. Não se preocupe, seu segredo está a salvo comigo. Ficará tudo entre nós...

— Promete?

— Prometo.

...

  No dia seguinte acordei um pouco tarde. Me levantei e vi que em cima de uma mesa tinha uma roupa para mim, uma pilha de livros e um bilhete.

“ Miiko pediu para você experimentar e um “ passarinho azul" disse ao Kero que você estava tentando aprender nossa língua então ele lhe enviou esses livros. Espero que goste ! 

Ass: Nevra "

  Sua letra era bonita, fina e elegante. Peguei a roupa e experimentei. Era  um vestido roxp com detalhes azuis claros na ponta. Ele era um tanto apertado, mostrando er... Como falar? Er... Marcava muito meu decote, o que me incomodava um pouco.
  Fiz minhas higienes matinais e saí do quarto. Não via ninguém nos corredores então fui para a despensa pegar algo para comer.
  Chegando lá sinto alguém falando atrás de mim.

— Bonito o vestido. Ele lhe caiu bem — era o Nevra, ele falou isso perto do meu pescoço, deu para sentir sua respiração e o mesmo deu uma mordida no meu pescoço, nada de sugar sangue, mas doeu um pouco.

— Nevra, por que me mordeu?!

— Por nada... — ele sorriu maliciosamente

— Vão se pegar em outro lugar, existem pessoas inocentes tentandi tomar café da manhã. — disse Ezarel sentado a mesa junto de Valkyon.

— Como se você fosse inocente — disse Nevra

— Sou mesmo ! — retrucou Ezarel

— Você não engana a ninguém, Ezarel... — disse Valkyon, sério.

— Estamos mesmo decidindo se o Ezarel é ou não inocente?! — eu perguntei e todos assentiram, rindo 

— Olhe onde fomos parar — disse Nevra rindo

  Me sentei ao lado de Valkyon, que por algum motivo ficou um pouco corado e Ezarel também.

— Olhe, parece que a Portman mexeu com uns corações aqui — zombou Nevra em relação a Ezarel e Valkyon

— C-cale a boca ! — disse Ezarel, constrangido

— Não provoque, Nevra ! — disse Valkyon, furioso.

— Não sou obrigado a para pelo que eu saiba. E não será você quem me obrigará.

  Valkyon se levantou batendo a mão ma mesa e Nevra fez o mesmo. Ambos se olhavam com ódio. O que deu neles hoje?!

 

 

 

 


Notas Finais


Espero q tenham gostado :3
Até a próxima :3


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...