História A Herdeira de Sindria - Interativa - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Magi: The Kingdom of Magic, Magi: The Labyrinth of Magic
Personagens Aladdin, Alibaba Saluja, Morgiana, Personagens Originais, Sinbad
Tags Alibabá, Alladin, Jasmine, Magi, Sinbad
Exibições 14
Palavras 1.871
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Harem, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Super Power, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel
Avisos: Álcool, Canibalismo, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Noite II - Sob Um Céu Selvagem


Fanfic / Fanfiction A Herdeira de Sindria - Interativa - Capítulo 2 - Noite II - Sob Um Céu Selvagem

Sentou-se novamente no chão, cruzando seus braços é pernas. Meio emburrada com aquilo, inflou as bochechas, inclinado a cabeça para o lado um pouco confusa. Como fora para ali? Bom, sabia que o culpado era seu pai, mas, onde estava? E quanto tempo ficou desacordada? O que fizeram com ela enquanto estava inconsciente? Varias é varias perguntas passaram-se em sua cabeça.

Olhou para cima, para o sol. Ele descia lentamente ao oeste, estava de tarde. Logo iria anoitecer é Jasmine não fazia a minima ideia onde estava é nem o que fazer.

Decidiu subir em uma arvore para vê ao redor. E assim se fez, escalou a arvore com muita facilidade, bom, apesar de não parecer. Jasmine era muito flexível. Sempre conseguia escapar do castelo é dos guardas de seu pai com muita facilidade. Sabia muito bem escalar uma parede ou arvore é esconder. Já estava no topo quando se deslumbrou com a vista magnifica. Jasmine estava em uma floresta imensa, tão grande como um país. E no centro dela, uma construção misteriosa.

Um grande templo de mármore. Emanava uma sensação graciosa é ao mesmo tempo perigosa. Jasmine franziu o cenho intrigada com aquilo. Parecia algo familiar, algo que deveria lembra-se.

Tenha uma sensação de ter esquecido algo importante. Bom, deu de ombros deixando a sensação de lado. Tinha decidido ir até a construção, desceu da arvore é se pois a caminhar em direção ao mesmo. Queria descobri se havia pessoas lá. Chegar lá antes do anoitecer era a meta, não queria passar a noite na floresta. Vai que era devorada por algum animal selvagem.

—Sou muito jovem para morrer. —murmurou estremecendo o corpo.

Caminhou lentamente pela floresta, observado atentamente o caminho que seguia. Jasmine tinha uma habilidade de decorá tudo que via, apesar se ter preguiça de usar, ela acha isso cansativo é chato. Ela também sabia esgrima, lutas corpo a corpo é um pouco de magia. Quando criança, Jasmine queria saber de tudo para parti em uma grande aventura. Então, Sinbad ordenou ao seus generais que lhe ensinasse alguma coisa. Jasmine começou a aprender animada, mas ao passar dos anos. Fora perdendo o interesse por muita coisas, até chegar ao ponto de largar tudo.

Parando de andar, observou um coelho branco a sua frente. Seu estomago roncou lhe lembrando da fome que estava. Sem pensar duas vezes, se atirou no chão. Agarrando o coelho fortemente para que não escapasse. Ele se debatia quando, ele o ergueu pelas pernas traseiras, contemplando seu jantar. Segurou-o com uma mão é com a outra pegou sua adaga. Ja'far havia lhe ensinado a muito tempo como prepará um coelho selvagem, entre outras coisas. O que foi mesmo que ele disse?

Primeiro passo, retirá a cabeça.

Jasmine ergueu a adaga, analisando onde cortar. E sem piedade nem uma, arrancou a cabeça do pobre do coelho. Deixando o sangue escorrer, fez do segundo passo. Abriu-o, retirando as tripas, deixando-as cair ao chão. Mas antes de ir para o terceiro passo é retirá a pele do animal, algo aconteceu. Uma grande pantera negra pulou de uma arvore, arrancando-lhe o coelho de sua mão. E correndo para os matos. Jasmine permaneceu imóvel.

Parada. Petrificada. Incrédula.

Olhou para a mão que antes segurava seu ex-futuro jantar. Uma pantera roubou-a. Uma pantera. Roubou sua comida. Sua comida. Seu jantar. Isso nunca havia acontecido antes. Quando seu estomago voltou a roncar, Jasmine deu um gritou de frustração. E correu em direção a pantera.

— Sua desgraçada! Volta aqui com o meu jantar!— começou a gritar irritada. Correndo por onde notava-se pegadas. — Ou melhor, vou te fazer de jantar! Tem mais carne que o maldito coelho! Volta aqui!

E enquanto corria, tropeçou em uma pedra é caiu de cara no chão. Ou melhor, na lama. Aquela era uma imagem deplorável para a princesa de Sindria. Perdida. Com fome. Roubada é suja de lama. Mas ao mesmo tempo, estava irada com tudo. E era orgulhosa de mais para aceitar uma derrota contra uma pantera. Se pois de pé, limpou a lama de seu rosto é continuou a corre. Não sabia onde estava, nem como fora pará ali, mas uma coisa era certa. Iria comer aquela pantera.

[-:-§-:-]

— Sin, você não acha que exagerou na punição da princesa?— Ja'far perguntou ao seu rei.

Sinbad estava sentado diante de uma pilha de pergaminhos é papeis que precisava de sua assinatura. Estava atolado em trabalho.

— E verdade! — concordou Hinahoho com os braços cruzado. — Para quem nunca saiu de Sindria, o que fez foi muito pesado.

— A rainha não para de chorá. — avisou Pisti sentada em uma beirada da mesa, com uma expressão triste. Já não era mas uma criança, aparentava ter seus vintes anos.— Ela estar dizendo que você enviou a própria filha para morte. 

Sinbad franziu o cenho, um pouco irritado. Estava sendo o vilão ali? Erra isso que estava acontecendo? Ergueu os olhos e encarou três de seus generais.

— Não se preocupem, já pedi para alguém vigia-la.— indagou olhando um pergaminho.   

— Quem?— perguntaram curiosos os três generais.

— Alexius Yggdrasil! — contou-lhes calmamente.

Os três lhe olharam boquiabertos.

— O Magi?— perguntou Ja'far incrédulo. — Mas ele não a vê há anos! 

— Se me lembro bem, ele partiu de Sindria em busca de aventuras. — Hinahoho colocou a mão no queixo de forma pensativa.

— Sim, mas eu nunca perdi-o de vista. — Sinbad disse largando o pergaminho na mesa e encarando a janela aberta, logo iria anoitecer. — O avisei com antecedência o que iria fazer, é o mandei vigia-la. 

— Sin, estar fazendo uma cara assustadora.— Ja'far lhe disse, o mesmo que percebendo abriu um sorriso.

— Aquele pirralho me disse algo interessante.— murmurou o rei.

— O que? O que?— Pisti perguntou animada.

— A quele Magi me disse que, iria fazer de Jasmine um Rei que eu jamais poderei ser!— Sinbad franziu o cenho, enquanto abria um sorriso cínico. 

Seria mesmo possivel? Um Rei maior é mais poderoso que Sinbad? 

[-:-§-:-]

No final, a ira de Jasmine consegui capturá a pantera negra. Estava tão feliz pelo seu feito que, se esqueceu de ir para o templo. Sendo assim, já anoitecera é Jasmine não poderia enxergar mas o caminho. Dando de ombros para aquela situação, acendeu uma fogueira usando dois pedaço de pedras é madeiras. Havia aprendido com uns dos generais. Apesar de não se lembra com quem.

Fez a fogueira perto de um riu que encontrou quando caçava a pantera. Assim, retirou sua roupas é se lavou nas águas cristalinas. E enquanto suas roupas secavam-se, Jasmine preparou a pantera. Retirando a cabeça, as tripas é a pele negra. Não sentia nojo, não havia como. Jasmine nunca sentiu nojo de algo. Ja'far tinha feito-a matar vários tipos de animais. Mesmo parecendo fofos, eram comida que Jasmine nunca recusaria.

Enfiou os pedaços da pantera em espetos é os colou para assar. Enquanto esperava ansiosa pelo jantar, observou o perímetro. Procurava mais animais para servir de café-da-manhã. Mas, só encontrou uma cerejeira. Subiu na mesma é colheu todas que conseguiu carregar. Voltou para a fogueira, sentou-se, colocou as cerejas no chão é virou a carne para assar do outro lado.

Logo a carne ficou pronta, Jasmine comeu a vontade. O impressionante, é que comeu toda a pantera. Parecia que tinha o estomago de um bravo guerreiro que não comia á dias. Depois, vestiu-se é deitou-se sobre a pelo do animal. Cruzou os braços de baixo da cabeça abriu os olhos. Seus olhos cor de âmbar encararam o céu estrelado.

Um céu selvagem. 

Um céu que Jasmine não pensará em vê. Bom, quando criança imaginava suas aventuras em terras desconhecidas, mas, já não era criança. Agora queria voltar para Sindria é resolver as coisas com seu pai. Ele ira pagar pelo que fez com ela. Iria pagar caro, por aquilo. Jasmine só precisa sai dessa floresta é encontrar um meio de voltar para Sindria. Não se importava muito com o seu velho, mas, sua mãe devia estar ao prantos.

Fechou os olhos é adormeceu pensando em sua mãe.

Uma sensação esquisita percorreu seu corpo. Uma mão se aproximava de si, abriu os olhos bruscamente agarrando o ser que estava próximo. Abriu os olhos bruscamente encarando-o, de uma forma assustadora. Ao invés de algum animal, encontrou um par de olhos azuis intensos. Seus cabelos eram um pouco grandes é lisos, com a tonalidade branca. Possuía uma estranha marca que ia de sua bochecha esquerda até a testa. Vestia vestes brancas, bonitas é elegantes. Trajava um cajado estranho de cores douradas, negras é vermelho. 

Ele a olhou um pouco envergonhado por ter sido pego. Jasmine olhou na direção que a mão dele ia, as cerejas. Ele iria pegar suas cerejas? Primeiro uma pantera rouba seu coelho, agora um estranho quer roubar suas cerejas.

— Ladão de cerejas. — indagou ele franzindo o cenho. 

Ele arregalou os olhos incrédulo.

— Eu não.— defendeu-se ele puxando sua mão fazendo-a solta-lo.

Jasmine se sentou olhando-o desconfiada.

— Então, o que fazia próximo de mim é de "minhas" cerejas?— perguntou ela. Ele desviou o olhar para longe. Parecia que fugia do assunto. — Quem é você?

Ele a encarou com seu olhos azuis, parecia que a conhecia. Mas, Jasmine nunca o vira antes. Ou de vira, não se lembrava.

— Eu sou Alexius Yggdrasil, um aventureiro.— respondeu ele calmamente.

Jasmine cruzou os braços inclinando a cabeça para o lado de forma confusa.

— Nunca ouvir falar.— resmungou, fazendo Alexander a olhar meio desapontado. — Bom, você é uma aventureiro é ladão de cerejas?

— Não sou ladão de cerejas! 

— Então por que estava tentando roubar as minhas cerejas?

— Eu não estava tentando roubar!

— Estava sim!

— Não estava não!

Ela ergueu a mão é a pontou para ele.

— Você é um cara estranho, que estava tentando roubar uma bela donzela perdida!— exclamou ela irritada.— Que vergonha! Sinto pena de você! 

Alexius a olhou incrédulo, como ela podia pensar aquilo de si? 

— Olha, — ele franziu o cenho se irritando também.— não sou ladão!

— Ah, também é mentiroso!— concluiu a garota.  

— Eu não sou ladrão é nem mentiroso! — exclamou ele já irritado com a jovem. A mesma que lhe lançou um sorriso cínico. 

— Então, o que faz aqui?  

Ele cruzou os braços a encarando-a de uma forma que não queria revelar o por que. 

— Vim acompanha-la em sua jornada, Princesa Jasmine. — respondeu ele calmamente fechando os olhos.  

Jasmine ficou pasma.

— Como ... como sabe meu nome? — perguntou ela gaguejando. 

Ele a olhou de uma forma intensa, que fez a jovem engolir em seco.

— Eu a observo desde que nasceu. E desde aquele dia que veio ao mundo, soube que você também era destinada á algo grande. Muito grande, por isso eu...

Antes que ele conseguisse terminar de falar, Jasmine soltou um grito assustando-o. Ela levou as mãos abraçando o próprio corpo em forma de escudo.

— Seu tarado! — exclamou ela. — Estava me espiando? Até quando eu andei por ai nua?

O rosto de Jasmine ficou vermelho, assim como o de Alexius. Os dois se encaravam envergonhados. 

E aquela noite, sob as estrelas de um céu selvagem. Jasmine conheceu Alexius, um Magi no qual foi destinado a segui-la. Um estava interligado ao outro, pelo laço forte do destino. Mas Jasmine não sabia que seu destino seria tão grande assim, nem imaginava onde estava. Nem imaginava o que era aquela grande construção, nem imaginava o que era Alexius. 


Notas Finais




Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...