História A herdeira de um mal. - Capítulo 13


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter
Exibições 75
Palavras 853
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Escolar, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 13 - A história


Dumbledore subiu as pequenas escadas e pegou algum tipo de álbum de fotos antigo, ele voltou, eu ainda estava sentada, ele se sentou e me entregou o álbum, na primeira página está escrito "Turma de 1981 da Sonserina" no centro, Tom Riddle, minha mãe estava ao seu lado direito, ela sorria e ele estava sério:

-Olhe no pescoço de Luana. -Dumbledore disse e eu fiz o que ele disse.

No pescoço de minha mãe, estava o mesmo colar que Minerva encontrará perto do lago:

-Reconhece o colar? -Ele disse e eu assenti em concordância.

Dumbledore se sentou ao meu lado e virou a página, nela, minha mãe estava com a varinha apontada para Tom Riddle e vice-versa, olhando mais ao fundo, o mesmo colar que Dumbledore me mostrou estava em um cartaz:

-Este símbolo, significa união de opostos-Ele deu um suspiro- minha cara, sabe o que aconteceria se o sol e a lua se unissem e tivessem um filho? -Acenei em negação sabendo que ele estava comparando Tom Riddle e minha mãe como o sol e a lua.

- Esse filho... teria o poder de iluminar o dia e a noite, ele herdaria os poderes dos dois, seria a coisa mais poderosa que abeira no céu e quando a lua e o sol perdessem o brilho, o herdeiro governaria no lugar dos dois, tendo sua própria luz ....e é por isso que está aqui em Howguarts minha cara.

-O colar, ele... Ele não era da minha mãe não é? -Dumbledore acenou em negação com a cabeça baixa.

-Aquele colar, foi dado a apenas um aluno..

-Tom Riddle. -Disse e Dumbledore acenou em concordância.

-Quando ele soube que Luana estava grávida, ele deu o colar a ela, a lenda dizia que o colar fazia com que o herdeiro tivesse seus poderes aumentados como se lhe desse a capacidade de ter mais poder.

-Eu... Como isso é possível?

-O colar tem com ele uma magia antiga, uma magia de sangue, Tom Riddle deixou parte de seu poder aí, ele não pode ser destruído ou usado, a não ser por você minha cara. -Ele disse se levantando e andando pela sala.

-Eu.. Não quero tanta responsabilidade, ele poderia focar com o senhor? -Disse com a cabeça baixa, olhei para cima e Dumbledore estava me olhando como se me entendesse.

-Como quiser. -Lhe entreguei a caixa e voltei a meu quarto.
[...]
Kanima estava animada, subia e descia pela prateleira, rastejava rápido pelo quarto, eu ria vendo-a tão animada:

-Pra que tudo isso? -Na minha cabeça, tinha dito aquilo.

-Não viu a data, hoje é dia 15. -Arregalei os olhos ao ouvir aquilo. -Vamos, vai ser divertido.

-Não quero ter que ir a um cemitério onde a estátua do ceifador está esculpida. - Kanima subiu a minha cama e ali ficou.

-Sabe que uma luta foi travada ali não é?

-Isso não significa que eu tenha que ir até lá e "absorver" a energia que restou da luta. 
-Vamos, por favor?

-Se alguém nos vir, corto sua cabeça.

Depois de um tempo acabei dormindo.

[...]
Acordei às 3:56, peguei um casaco, uma calça e uma bota preta, peguei uma mochila e coloquei Kanima dentro, chequei para ver se não havia ninguém ali e desci as escadas, estava descendo tão rápido que não percebi que Harry, Hermione e Ronny estavam acordados, acabei ficando congelada, eles também não sabiam o que eu estava fazendo sem o uniforme:

-O que está fazendo aqui tão cedo? -Hermione disse em duvida.

-Eu...eu podia perguntar o mesmo.-Disse procurando um motivo para escapar.

-Ouvimos um barulho, o mapa disse que havia alguém aqui, viemos ver quem era, mas, e você?-Ronny disse dando um passo à frente.

-Eu... Eu vou levar Kanima para dar uma volta. -Harry não parecia convencido.

-É onde ela está? -Hermione disse querendo ver provas.

Abri a mochila e Kanima saiu, ela estava ficando nervosa ali dentro, os corredores estavam vazios, Kanima não fugia então estava tudo bem:

-Já chegamos ao cemitério, foi rápido. -Kanima disse e viu que não era bem isso, Harry me olhou incrédulo, por um segundo, esqueci que ele também podia ouvi-la.

-Nós vamos indo, não vá longe e volte antes das 8:00. -Hermione disse passado por mim junto com Ronny.- Você não vem Harry?

-Eu... Tenho que conversar com a Isabelle. -Ronny deu os ombros e saiu junto a Hermione.
Quando os dois saíram do meu campo de visão, me virei para Harry que me olhava tenso.
-Não pode ir ao cemitério. -Ele disse dando um passo à frente.

-Vai ser rápido, eu não vou ficar muito. -Kanima já estava de novo na mochila e eu já avia fechado-a.

-Você não entende, vivem "coisas" naquele cemitério, não pode ir lá. -Ele disse gesticulando com as mãos tentando me explicar.

-Harry, eu sei tá bom, eu volto logo. -Disse me aproximando e depois me desviando dele.
Harry segurou meu braço e me olhou firme:

-Não vou deixar você ir lá sozinha, eu vou com você. -Não sei se ele queria dar uma de herói ou realmente estava preocupado.

-Sem chances. -Ele não parecia que aceitaria essa resposta.



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