História A herdeira de um mal. - Capítulo 14


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter
Exibições 61
Palavras 878
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Escolar, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 14 - O cemitério


Fanfic / Fanfiction A herdeira de um mal. - Capítulo 14 - O cemitério

Estavamos andando na "Floresta proibida" a mais o menos vinte minutos, eu andava na frente rm passos apresados quase marchando, Harry veio mas isso não significava que eu não estava feliz com isso, não sei como pude pronuncunciar "sim Harry, pode vir, mas não faça nada que eu não faria", Harry estava tentando me acompanhar e eu não estava ligando muito para isso, eu estava praticamente correndo:


-Será...será que dá pra irmos mais devagar por favor? -Harry disse desviando de alguns galhos enroscados que haviam no caminho.

-Não. -Disse me abaixando de uma árvore que estava no caminho. -Temos que chegar antes das oito esqueçeu?

No momento que disse aquilo, pisei em um lugar coberto de folhas e acabei afundando, Harry foi rápido e me puxou, me fazendo ficar contra seu corpo, minha respiração esava abafada e a sua também, em um segundo de lucidez,  me soltei de Harry e coloquei meu cabelo para trás:

-É...é melhor andarmos rápido. -Disse e ele assentiu com a cabeça depois travando o maxilar.

Continuamos a caminhar, depois de um tempo acabamos achando uma pequena pedra dentre muitos espinhos, eu me abaixei para pega-la as acabei me cortando:

-Ai. -Disse estancando o sangue o que foi em vão pois continuava a cair.

-Tome, coloque isto. -Ele disse me estendendo um pequeno pedaço de pano e depois o colocando sobre o corte. -Parece fundo.

-Não tem problema, eu vou sobreviver. -Disse e nos dois rimos um pouco.

Harry e eu estavamos agachados diante dos espinhos, Harry conseguiu chegar a pedra sem se cortar, mas antes que ele tocasse na pedra eu advertir:

-Espera. -Disse entrelaçando minha mão com a outra mão livre de Harry, Kanima saiu da mochila e se enroscou em nossas mãos. -Sabe para onde isso vai nos levar não é?. -Ele assentiu com acabeça por mais que parecesse hesitante.

Quando Harry tocou na pequena pedra luminosa, senti por um estante todas as células de meu cor se desmaterializando e se materializando novamente, senti meu corpo se mover e cair em cima de algo, ou melhor, alguém, quando abri os olhos, estavamos no cemitério com o ceifador esculpido, eu estava deitada em cima de Harry e Kanima estava ao nosso lado, fiquei olhando nos olhos catanhos de Harry,  mais uma vez, minha mente me deu um segundo de lucidez e eu me apoiei e consegi me levantar, estendi a mão e ajudei Harry a se levantar, olhamos em volta e ainda estava tudo escuro, me dirigi a pedra onde está escrita o nome de todos os integrantes da familia "Ridlle" , Harry se manteve um pouco longe, me sentei na grama e Harry fez o mesmo com Kanima ao seu lado:

-Por que vem aqui? -Harry disse me fazendo parar de olhar para o horizonte.

-Eu... eu me sinto ligada aqui... é como se eu visse o que estava acontecendo no dia torneio tribruxo. -Harry fez uma cara de quem não entendia, tinha entendido mas não sabia como. -Aqui, vou te mostrar. -Disse me aproximando dele e segurando sua mão.

Eu via tudo, via como Harry chegou aqui, via como Voldemort havia matado Cedrico, eu via Rabicho trazendo Voldemort de volta a vida, Harry estava meio nervoso, acho que eu não devia ter lhe mostrado isso, ele era bem amigo de Cedrico pelo que eu vi, soltei sua mão, ele estava com uma feição de tristeza no rosto:

-Tá tudo bem Harry? -Disse enquanto ele acenava em concordância olhando para o chão.

-Você... você já perdeu alguém... alem de seu pai? -Eu lhe dei um sorriso fraco e voltei a ver o horizonte.

-Mais do que eu precisava. -Disse e ele me olhou sem entender.

-Como assim?

-Eu perdi meu pai para o lado negro, com ele, minha mãe, meus avós e meu tio. Voldemort só me deixou minha tia para mim Harry, mas ele te tirou Sirius, e eu entendo como isso aumenta seu ódio por ele. -Eu me virei para Harry, ele me olhava como se fossemos velhos amigos. -Só não entendo o por que de estar no cemitério da familia dele, com a filha dele. -Harry chegou mais para o meu lado e eu coloquei minha cabeça sobre seu ombro.

-Você não é como ele. -Ele disse e eu me levantei para entender, ele disse que eu paecia com ele quando quis me vingar de Draco.

-Pensei que tinha dito que eu era igual a ele quando quase fiz com que os pedaços de Draco ficassem espalhados pelo campo de quadribol. -Nos rimos e ele contraiu os lábios.

Rimos e eu só queria que aquele momento congelasse, que eu não precisasse voltar a Howgarts e que eu não precissase todo o dia ter que acordar e perceber que teria que ficar meses enfrentando olhares e sendo excluida se grupos ou atividades. Harry e eu ficamos nos olhando por um tempo, Harry moveu a cabeça para frente e logo hesitou, como se me perguntasse "você tambem quer isso", eu sorri de leve e fiz o mesmo, minha boca estava cerca de milimetros longe da de Harry, mas nos distanciamos quando ouvimos aquela voz:

-Não ouse Harry Potter. -Eu gelei ao ouvir aquilo, um sorriso malefico e frio estava formado na boca de Voldemort enquando o mesmo segurava sua varinha.



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