História A herdeira de um mal. - Capítulo 15


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter
Exibições 58
Palavras 935
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Escolar, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Genteee, acabei de ver que batemos 1.000 visualizações, estou muito feliz e fiz esse capitulo extra (na verdade era pra amanhã) então eu espero que gostem e MUUIIITTTOO obrigado pelos comentários de apoio, me dando as opiniões e as críticas construtivas que me dão, bom, espero que gostem do capítulo, boa leitura 😭💕❤️

Capítulo 15 - Ele voltou


Nos levantamos e Harry puxou sua varinha do bolso, peguei a minha que estava na nota mas não a levantei contra Voldemort, eu estava imóvel enquanto os dois trocavam olhares ameaçadores:

-Isabelle, como você cresceu.- Ele disse ainda com um sorriso formado nos lábios.

Eu não respondi, no momento em que Voldemort me chamo de "filha", uma mistura de ódio, alegria e culpa invadiu meu coração, minha afeição era de ódio, não sabia o que pensar ou o que fazer, Kanima estava na minha frente e começou a sussurrar para Voldemort:

-O senhor prometeu não machuca-la. 

-Silêncio cobra inútil, demorou muito para trazer dois adolescentes até um cemitério, até Rabicho conseguiria. -Nessa hora, eu já havia repensado tudo sobre Kanima ser "minha única amiga".

Ela fez uma reverência mas, ao invés de ficar ao lado de Voldemort, ela voltou para mim, como se sua lealdade fosse a mim, e não a ele:

-Sei que deve ter perguntas, mas tudo o que eu fiz, foi para protegê-la minha filha.- Ele falou calmo, não sei se era sincero nas eu pude sentir uma lágrima escorrendo pelo meu rosto.

-Não acredite no que ele diz. -Harry disse me fazendo desviar a atenção de Voldemort. -Voldemort mata tudo e todos que estão em seu caminho, tudo para ter poder.- Voldemort o olhou com um olhar mortal.

-Harry, Harry, Harry, você ousa, vir no cemitério de minha família, me desrespeitar e tentar beijar minha filha, é um rapaz corajoso. -Ele disse andando de um lado para o outro e depois lançando um feitiço que fez a pedra atrás de nós, se repartir em pedaços.

Com o impacto, acabamos sendo jogado com muita força para frente, o que me fez ficar inconsciente, minha visão ficou embasada e pude ouvir fraco a voz de Harry me chamando, consegui abrir um pouco meus olhos, mas quando pude ver Harry, uma luz verde invadiu meus olhos e me fez rolar na grama por alguns metros, a luz atingiu Harry, que foi lançado fortemente contra algo, mas como também fui mais uma vez arremessada, não consegui ver contra o que ele havia se chocado. Mais uma vez, eu estava como telespectador, eu via Harry desviando de feitiços que Voldemort lançava, mas dessa vez, Voldemort estava mais forte e ágil, Depois de alguns segundos tentando mover minha perna, acabei parando com a imagem de Harry caído, Voldemort o desafiava, senti lágrimas escorrerem, foi minha culpa isso ter acontecido, pude levantar ainda tropeçando, andei um pouco até minha varinha mas parecia uma criança que acabara de aprender a andar, tropecei e acabei caindo novamente, Voldemort puxou a varinha e a apontou para Harry, com dificuldade, levantei tentando correr ainda entre tropeços, acabei caído um pouco a frente deles, ma o suficiente para lançar um feitiço:

-Expelliarmus. -A varinha de Voldemort voou para longe enquanto eu me arrastava pelo chão para chegar mais perto de Harry.

Cheguei perto, os olhos de Harry estavam fechados, passei a mão pelo seu cabelo ainda chamando pelo seu nome, nada, peguei sua mão e tentei achar o pulso, estava fraco, Voldemort deu meia volta sem sucesso em encontrar sua varinha, ele me olhava com o mesmo ódio que olhava para Harry:

-Afaste-se dele, você é uma Riddle. - Ele disse pegando meu pulso e me forçando a levantar.-  o sangue de Voldemort corre em suas veias, trate de agir como tal.

-Deixe Harry viver, depois conversamos.-Ao falar isso, ele me olhou como se estivesse pensando na proposta. -Por favor.

Nesse momento Harry se mexia com dificuldade, eu ia me abaixar e ajudar Harry a se levantar, mas com um puxão rigoroso de Voldemort, voltai a encara-lo, ele deu um sorriso maléfico: 

-Accio. -Ele disse e sua varinha voltou a sua mão. 

-O que me diz, vai deixá-lo viver, papai? -Disse com um sorriso sarcástico.

-Venha comigo, vamos fazer um passeio em família, vai ser ótimo.- Ele disse andando pelo lado e desenhando no ar.
 Olhei para Harry, ele tentava sentar e fazia olhares de dor, se eu dissesse "não" pagaria com a morte de Harry, mas se eu dissesse "sim" o que eu ganharia ou perderia com aquilo, me virei novamente para ele, que ainda estava sorrindo e me olhando:

-Deixe Harry e Kanima em paz, leve-os de volta a Hogwarts a salvo. -Ele balançou a varinha e pronunciou algo que não entendi, em segundo a mesma pedra luminosa estava na frente de Harry.

Ele fez uma cara de "tá bom pra você" e eu apenas acento em concordância, peguei Kanima e lhe dei as instruções para não morder Harry e ficar com ele no meu tempo fora, cheguei perto de Harry e lhe dei um abraço forte, em meio ao abraço ele disse:

-Vai mesmo confiar nele? 

-Isso, ou sua morte, não sei você mas não quero te ver morto Harry. 

Voldemort pediu para que nós dois nos afastássemos, Kanima se enroscou na mão de Harry, ele me olhou compreensivo, depois pegou na pedra, os dois sumiram em questão de segundos, Voldemort segurou meus ombros e sussurrou no meu ouvido: 

-Boa escolha, minha filha. -Ele sortiu fraco.

-Sem gracinha papai, posso ter seu sangue, mas nunca serei como você. -Disse tirando seus braços de meus ombros e me virando para vê-lo.

-Você é da família Isabelle, e quando você aceitar isso, seu nome estará escrito naquela lápide também. -Ele disse apontando para a pedra onde os nome de todos os integrantes da família Riddle estavam escritos. -Vamos? -Ele disse estendendo sua mão para que eu a segurasse.

-Para onde? 

-Para onde a história começou. -Ele disse e eu peguei sua mão.


Notas Finais


Muitos disseram que eu não conseguiria chegar nem a 100, alguns zoaram dizendo que nem a 10, hoje estamos com 1.000 e aumentando, obrigado mais uma vez a aqueles que acompanham desde o primeiro, e aqueles que começaram agora, sejam bem vindos a turma 😊💕💜


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