História A Herdeira: Prisioneiro de Azkaban - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Harry Potter
Tags A Herdeira, Cassie, Harry Potter, Sirius Black
Exibições 29
Palavras 2.094
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Escolar, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Heey bruxos e bruxas, é a minha primeira fanfic de Harry Potter, espero que vocês gostem! Me dediquei muito nessa escrita, e doei todo meu coração!
Obrigada pela oportunidade e comentem! :D

Capítulo 1 - Capítulo I - A Revelação


Fanfic / Fanfiction A Herdeira: Prisioneiro de Azkaban - Capítulo 1 - Capítulo I - A Revelação

-CASSIE, CHEGOU CORRESPONDÊNCIA! -Emmeline gritava do primeiro andar da casa.
A garota que estava deitada no chão do quarto olhando várias revistas de moda, levantou rapidamente e praticamente disputou uma corrida com Waffles -seu cachorro- até a cozinha onde sua mãe adotiva tomava um café encostada na bancada da pia.
A pilha de cartas em cima da mesa indicavam que ela nem havia verificado o que havia vindo.
-Ele mandou? -A menina diz afobada por conta da corrida.
-Nem olhei! -Emme diz com um sorriso.
Não demorou nem 3 segundos e a garota já estava sobre a mesa passando as cartas em busca daquela que lhe interessava. Mas uma prendeu o seu interesse, era um papel diferente do que ela estava acostumada. Largando as outras cartas na mesa, Cassie pega o envelope e o vira para ler o destinatário.

Srta. C. McKinnon

Quarto no terceiro andar 

Rua da Esperança 13

Little Whinging Surrey
Quando Emmeline se dá conta do que a garota tinha em mãos, seu braço fica mole e a caneca escorrega entre seus dedos e se parte em milhões de pedaços quando encontra o chão. Sem ligar para o estrago, ela são correndo em direção a quarto, deixando a garota lendo a carta. 

ESCOLA DE MAGIA E BRUXARIA HOGWARTS 
Diretor: Alvo Dumbledore 
(Ordem de Merlin, Primeira Classe, Grande Feiticeiro, Bruxo Chefe, Cacique Supremo, Confederação Internacional de Bruxos). 
Prezado Srta. McKinnon, 
Temos o prazer de informar que V.Sa. tem uma vaga na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Estamos anexando uma lista dos livros e equipamentos necessários. O ano letivo começa em 1º de setembro. Aguardamos sua coruja até 31 de julho, no mais tardar. 
Atenciosamente, 
Minerva McConagall. 
Diretora Substituta.

Cassie olha assustada a caneca quebrada no chão, e ouve do andar de cima coisas sendo jogadas no chão. Quem visse a mulher acharia que ela estava tendo uma crise de loucura, mas ela apenas estava tentando achar um pedaço de papel que guardará durante muito tempo.
-Emma! ME EXPLIQUE ISSO AGORA! -O grito da garota na escada pode ser ouvido de dentro do closet.
Um pequeno envelope dourado reluzente brilha no canto de uma das divisórias do closet.
No mesmo instante a porta é empurrada bruscamente contra a parede, e uma pirralha ofegante entra no quarto praticamente pulando sobre a mulher.
-Leia isso! -Em diz depois de conseguir se soltar da menina.
Era uma carta, extremamente bonita e a letra redonda e perfeita. Cassie teve a leve impressão de que um perfume doce e gostoso exalava do papel.


"Querida Cassie. Há alguns anos enquanto eu ainda estudava, eu conheci Sirius Black por intermédio de uma amiga minha. Ele e sua turma aprontavam demais, e como eu era a melhor amiga de uma garota que adorava ficar com eles, tive que passar boa parte do meu tempo com eles. Depois de alguns meses, eu comecei a me sentir atraída fisicamente por ele, e de alguma forma, acabou dando certo, quero dizer, em partes. Durante a escola, dávamos um jeito de nós encontrarmos, mas nunca assumimos um relacionamento ou coisa parecida. O seu nascimento ocorreu pouco depois do nascimento de Harry, filho de Lilian e Thiago Potter. Tudo parecia ocorrer bem, em partes. Então, veio Aquele-Que-Não-Deve-Ser-Nomeado, os Comensais da Morte, e a traição que acabou ocasionando na morte de Lilian e James, o único sobrevivente foi o pequeno Harry... Depois de algumas horas, veio ao nosso conhecimento que Sirius Black havia sido o traidor dos Potters, e assassino de Peter Pettigrew. Lógico, ele negou tudo, falou que nunca faria isso com os Potters, mas a história se encaixava perfeitamente. Por mais que eu odeie dizer isso... Sim! Sirius Black, o assassino traidor de Azkaban o seu pai... Estou escrevendo essa carta pois sei que não tenho muito tempo, nunca abaixei a cabeça para ninguém e não será agora que irei fazer isso! Não vá atrás de Sírius, ele não sabe de nada. Pois como disse, nunca tivemos nada sério, e tive medo de que ele não te aceitasse, ou tentasse fazer alguma coisa contra. Se você está lendo essa carta, é porque recebeu uma outra carta, só que de Hogwarts. Lá, você irá usar apenas o meu sobrenome, pela sua própria segurança e pela segurança de Sirius. Seja você mesma e será feliz. Te amo!

Com amor, Marlene McKinnon.”.


Com lágrimas nos olhos, Cassie olha para Emmeline que estava sentada no chão perto do closet. Foram poucas as lembranças que tinha de sua mãe. 
 -Eu posso explicar! -Emme diz com um meio sorriso. 
 

 

Cassie e sua “mãe adotiva” andavam pelo Beco Diagonal cheias de sacolas, já haviam comprado os uniformes e os livros, fora os fracos, o caldeirão, o telescópio, a balança, e segundo a lista só faltava a varinha e o animal. A garota implorava para à mulher permiti-la levar um cachorro, mas como na carta só dava a opção de gato, sapo ou coruja ela teria que escolher um daqueles, e caso ela conseguisse uma autorização de Dumbledore, ela poderia levar um cachorro.
Pelo fato de estar emburrada por não poder levar seu cachorro, Cassie decide deixar o animal por último, e então as moças vão em direção à Loja Olivaras de Varinhas.
Assim que entra na loja, um velhinho estranho se aproxima da garota como se estivesse a esperando, e logo lhe entrega uma varinha.
-Vinte e oito centímetros, Flexível, Cerejeira e Pelo de Unicórnio... Experimente! -O homenzinho diz.
Sem saber exatamente o que fazer, a garota tenta imitar os movimentos da televisão e aponta para o chão. A varinha falha, e depois solta uma rajada descontrolada.
-Não, agora tente essa,  Vinte e seis centímetros, Farfalhante, Salgueiro e Núcleo de Dragão -O senhor diz arrancando a varinha da mão de Cassie e colocando outra, nem ligando para o estrago.
Cassie murmura um pedido de desculpas, agora apontando a varinha para frente, em poucos movimentos, a varinha escapa de sua mão e bate em uma prateleira derrubando alguns pacotes, porém uma caixinha diferente das demais cai perfeitamente em cima da bancada, ela era brilhante como se fosse incrustada de diamantes, ou coisa parecida.
-O nome dele é Garrick Ollivander... -Emmeline sussurra quando o velho se vira para apanhar a varinha.
-Não custa nada tentar. -O homem murmura.
Só a integridade da sua loja - a menina pensa já entediada, aquilo demorava mais do que o esperado.
-Vinte e oito centímetros, Sabugueiro, Pouca Flexibilidade e Núcleo de Pelo da Cauda de Testrálio. -Garrick parece hesitar antes de entregar a varinha nas mãos da menina.
No momento em que segura a varinha, Cassie sente um calorzinho percorrer seu braço, e quando balança a varinha apontando para o amontoado de caixas tem a impressão de que pequenas luzinhas brancas, como se fossem glitters rodam ao redor de si.
-Tenta um feitiço! -A mulher indica ao ver que a varinha se encaixava perfeitamente à garota.
-Lumus Solem! -A garota diz o primeiro feitiço que vem a sua mente, e como esperado sua varinha começa a brilhar como o sol, depois de um tempo ela repete o feitiço e a luz se apaga.
-Parece que temos uma vencedora, a cópia mais parecida com a Varinha das Varinhas! -Garrick diz pouco animado.
-Com o que? -Cassie pergunta, ainda não tinha lido os livros de varinhas.
-A Varinha das Varinhas, a mais poderosa de todas as varinhas. Essa é a cópia mais parecida com a original, curioso ela ter sido destinada a você. Já que o Testrálio só produziu 3 pelos, como sabe, uma está na Varinha das Varinhas, outra com você, e a outra com o prisioneiro Sirius Black! -Garrick diz encarando a jovem como se soubesse todos os seus segredos.
-Sim, é muito interessante! -Emma o interrompe se colocando na frente da “filha”- Quanto deu?

 

 

-Você viu Em? Minha varinha é gêmea da do papai! -A garota não parava de falar de Sirius desde que saíram da loja e iam em direção à loja de animais.
Em um movimento brusco e rápido, Emmeline puxa Cassie para dentro de uma viela onde a olha no fundo dos olhos.
-Escuta aqui Cassie, seu pai está PRESO, você entende a gravidade caso descubram que você é filha dele? Não mudei seu nome à toa! Agora você é Cassie McKinnon , minha filha adotiva e não conhece o seu pai! E é somente isso que você sabe! -A mulher diz séria antes de voltar a caminhar na avenida principal.
-De qualquer forma eu não o conheço mesmo... -A garota diz tristemente antes de voltar a andar.

 

 

Dentro da loja de animais era uma bagunça sonora. Enquanto  Emmeline olhava as corujas anãs, Cassie foi dar uma volta pela parte exótica, quando encontra um garoto de cabelo castanho olhando uma coruja branca muito bonita.
-Oi - Cassie o cumprimenta fazendo-o pular de susto- Não foi minha intenção te assustar!
-Desculpe, estava distraído! -O garoto diz arrumando os cabelos- Sou Harry Potter e você?
Os olhos da garota se arregalam quando ouve o nome dele, será que ele sabia alguma coisa de seu pai? Provavelmente não.
-Cassie... Cassie McKinnon! -A garota estende o braço o cumprimentando.
-Nome bonito! Gostei! -Ele diz dando um sorriso- Hogwarts?
-Sim, e pelo visto você também! -Cassie diz e aponta pra coruja- Vai levar?
-Vou sim! -Harry examina a menina com o olhar- E você?
Cassie olha ao redor e num canto, uma coruja vermelha dormia calmamente. Ela se aproxima e lê na plaquinha “Coruja Vermelha de Madagascar”, como se fosse vidente a coruja abre os grandes olhos e observa a menina a sua frente. Seu pelo era vermelho fogo, e seus olhos um verde-água intenso que casava com a cor de seu pelo. Como se fosse amor à primeira vista, Cassie estende o braço e a coruja se apoia em seu ombro fazendo carinho no seu rosto.
-Essa! -Cassie diz com um sorriso.
-E o nome? -Potter pergunta.
A garota lembra no mesmo instante de um de seus livros de línguas mortas que o nome Sirius era conhecido no antigo Egito como Spodet.
-Spodet! -Ela diz com uma firmeza impressionante.
-A minha se chama Edwiges! -Ele comenta com um sorriso- Já sabia que era bruxa, ou...?
-Não. Pensava que meus pais foram mortos num assassinato! -Ela diz triste ao lembrar da carta.
-Então você é de onde? -Harry tenta mudar de assunto ao ver o rosto triste da menina.
-Grã-Bretanha! -Responde passando a mão pelo rosto- Little Whinging Surrey.
-Eu também sou de lá! -O garoto diz animado- Como eu nunca te vi?
-Sinceramente eu não sei! -Cassie diz sorrindo.
-Vamos ser grandes amigos! -Harry diz estendendo a mão.
-Pode apostar que sim! -Ela responde estendendo a mão também.

 

 

No dia da cerimônia de escolha, Cassie estava extremamente nervosa, todos os seus amigos já haviam sido escolhidos. Por um lado ela gostaria de ir para Grifinória igual seu pai, e seus amigos que fizera no trem, Harry, Rony e Hermione. Mas por outro, gostaria de ir para Sonserina, uma casa muito interessante pelo seu ponto de vista.
“Cassie McKinnon” A voz de Minerva ecoa pelo salão, e a menina camina lentamente até o banco enquanto encara os professores.
Todos a olhavam impressionados, a família McKinnon fora uma das maiores famílias de bruxos puros que já existiram em Hogwarts. Foram extremamente importantes na Primeira Guerra Bruxa e morreram todos lutando contra o Lord das Trevas. Mas ninguém sabia que Marlene havia tido uma filha, e que ela iria para a escola.
“É mesmo a filha da Marlene?” Um disse um pouco alto “Ela conseguiu hein...” Outro diz com um tom sarcástico que Cassie não entendeu. 
Assim que coloca o chapéu na cabeça, ele começa a fazer comentários e murmúrios sobre a menina, mas quase a faz cair do banco quando solta uma exclamação alta e forte.
-CASSIE MCKINNON,  APENAS ISSO? -Ele emite um som que parece uma risada- Vou te dar um desconto, por favor, honre seu pai! -Ele para por um momento e grita- GRIFINÓRIA!
Cassie arranca o chapéu da cabeça e corre até a mesa  da Grifinória, e senta no banco enterrando sua cabeça entre seus braços.
-O que deu nela? -Rony diz fazendo uma careta.

 

 

Depois de toda a cerimónia de abertura o jantar foi servido, e Cassie se esqueceu dos problemas durante a seleção e conversava animada com as outras crianças. Às vezes sentia-se irritada com a “perfeição” de Hermione, mas apenas ignorava.
-Espero que esse ano seja calmo e perfeito! -Ela comenta com Harry enquanto caminhavam em direção à sala comunal da Grifinória.
Pobre crianças, mal sabiam que o terror estava só começando!


Notas Finais


Espero que tenham gostado, como disse, me dediquei muito nessa fic! Obrigada e beijos! Comentem :D


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...