História A História Da Minha Vida - Capítulo 30


Escrita por: ~

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Categorias Fall Out Boy, Panic! At The Disco, The Academy Is, Young Love
Personagens Brendon Urie, Dan Keyes, Jon Walker, Personagens Originais, Pete Wentz, Ryan Ross, Spencer Smith, William Beckett
Tags Ryden
Exibições 40
Palavras 1.868
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


CAPITULO 30 NA ÁREA
Boa leitura ^^ <3

Capítulo 30 - New start?


-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-

(Brendon)

Como as coisas voam e mudam tão depressa!

Se eu encontrasse o meu eu de uns quatro anos atrás, ele nunca acreditaria que a minha vida estaria assim. Eu era tão mais feliz, tão mais… livre.

Conhecer o Ryan e os amigos dele com certeza mudou a minha vida. Para sempre. Se eu algum dia pensei que tive melhores amigos, eu estava enganado. Isso era melhores amigos.

Eu tinha entrado para banda, eu estava no grupo de teatro… Tudo por causa do Ryan.

Eu tinha mania de ficar cantarolando por ai, de pegar o violão de algum deles de vez em quando nos ensaios... Ryan deu a ideia de que eu devia ser o cara que tocaria a guitarra de base e que ia cantar. Ele achou que eu ia atuar bem como um dos personagens da peça que ele estava escrevendo também.

Eu estava encaminhando a minha vida! Horas extras para faculdade, trabalho e tudo mais…

Sem contar que os Deaf Rats (como era chamada nossa banda) estavam indo para frente. Meu sonho de se tornar músico nunca me deu tantas esperanças!

A pena era que meus pais não gostaram muito disso. Agora até que estava tudo bem entre a gente, mas não sei o que eu faria se não tivesse a Audrey e os meus amigos. Eu tinha ficado muito mal com algumas coisas que eles falaram para mim.

Mas, como eu disse, tudo estava bem agora. E foi bom também. Eu tinha arranjado um emprego por causa disso (eu era atendente em uma lanchonete) então tinha mais dinheiro e mais coisas para aproveitar…

A única coisa que me atrapalhava era que eu nunca estive tão confuso. Eu gostava muito da Audrey. Gostava mesmo. Mas eu não conseguia parar de pensar que eu estava apaixonado pelo Ryan!….

Cara, ele tão lindo e legal e gentil… ele tinha todo o jeitinho emo dele, os novos alargadores pequeninhos na orelha, o corpo todo magro e a mania de usar roupas que combinavam certinho nele…

Mas acho que ele era um cara que eu ia ter. Só que isso… isso não era como foi com o David por exemplo. Isso era mais forte. Eu acho que…. Eu acho que eu não ia conseguir aceitar esse fato. Ele… ele tinha que me dar só uma chance…

Ia ser quase impossível eu sabia disso. E doía para caramba.

Ele namorava a Jac agora e ele parecia feliz com ela. Mesmo que, por alguma bondade do universo, ele fosse gay ou bi, ele com certeza seria apaixonado pelo Gabe e não por mim.

Agora esses dois estavam um pouquinho diferentes do que quando eu conheci eles, só que, considerando que ele não namorava a Jac naquela época, era compreensível. O fato é que era inegável que tinha alguma coisa entre aqueles dois. Que tipo de amor? Sei lá. Mas tinha.

 

(Ryan)

 

Pobre e inocente Ryan. Nunca se acostuma com o fato de que se as coisas estão bem, algo sempre vai foder elas depois de algum tempo.

Eu nunca estive tão mal e bem ao mesmo tempo na minha vida.

Eu estava bem por que eu estava fazendo tudo o que eu queria: escrevendo músicas para a banda dos caras, escrevendo peças e os caralhos para escola, eu estava trabalhando voluntariamente em uma clínica de animais (o motivo eu vou contar daqui a pouco)… Eu amava tudo aquilo. Me fazia bem. Mas porcaria da minha vida em casa estava MUITO pior do que já esteve.

Não eram só as brigas comigo agora. Hayley já tinha crescido e criado coragem o suficiente para enfrentar todo mundo e meu outro irmãozinho já estava com quase cinco anos e já começou a entender as coisas…

Sorte que brigas físicas eram só comigo.

Eu sempre tentava ficar do lado da Heisel. Sempre. E agora tínhamos a Hayley também.

Foi assim que nós conseguimos, depois de uns belos três meses de puro inferno sobre o assunto, colocar o meu pai na reabilitação. Por que as coisas estavam chegando em um nível insuportável lá em casa.

No começo sempre era tudo bom. Tudo dava certo. Mas a porcaria do tempo chegava e fodia tudo. Meu pai tinha tido umas onze recaídas em tipo, quatro meses. Ninguém mais sabia o que fazer.

Por isso eu arranjei o trabalho voluntário na clínica. Por isso a Hayley ficava só o domingo em casa e o resto do tempo na casa da mãe dela. A gente queria passar o menor tempo possível em casa.

Para mim era pior por que eu tinha que cuidar de algumas outras coisas como por exemplo, a Heisel e o meu irmãozinho. Eu amava eles. E eu ia ajudar e ficar do lado deles o tempo todo.

Eu sei que eu não poderia concertar os erros de outra pessoa, mas eu tentaria.

Minha mãe veio tentar conversar comigo várias vezes. Eu a ignorei no começo mas depois a gente se resolveu. Ela tinha que entender (e eu fiz ela entender) que a minha mãe era a Heisel e não ela. A Heisel me ajudou e tudo mais. Não ela. A Hayley era mais bobinhazinha por que ela ainda não conseguia lembrar de todas as coisas que aconteciam antes…

Eu só sei que no meio desse turbilhão todo, veio a Jac. Ela conversava comigo, me ajudava…. Ela era uma boa amiga. Tinha o Gabe também mas eu não quero nem comentar, mas não quero mesmo, sobre a vez de que meu pai só cogitou o fato de que talvez eu e ele fossemos mais que amigos. Eu… ah vai tomar no cú. Que ódio.

Enfim, a Jac podia ir na minha casa toda hora se ela quisesse. O Gabe não. Mas ele sabia de tudo e ele me ajudava também, nós só estávamos sendo um pouquinho mais discretos….

Acho que as vezes, o Gabe me ajudava mais que Jac. Eu tinha muito mais intimidade com ele do que com a ela. Eu… acho que eu até estava apaixonado por ele…

Assim, eu e a Jac, todo mundo pensava que a gente estava namorando mas a gente não estava. As vezes nós dizíamos que estávamos, mas não. Era só que a gente se pegava as vezes e não era nada mais que isso.

Jac não queria mais nada do que isso e nem eu.

Ela sabia que eu era bi. Eu acabei contando em uma certa altura por que

1-  Eu não gostava e não via sentindo em esconder dela e

2- Ela era minha melhor amiga.

Foi bom por que é por isso que ela não queria mais nada. Ela disse que não tem nada contra e ela até prefere meninos que são bissexuais, mas ela não achava certo ter um relacionamento sério com a gente. Ela falava que seria estranho poder ser trocada por um homem. As pessoas falariam que ela “não tinha feito o trabalho direito” se isso acontecesse.

Eu entendia. E era até melhor assim. Eu não ia deixar de transar com o Gabe porque alguma menina queria que eu parasse. Mas fora das quatro paredes, éramos namorados por assim dizer.

Ouvi o sinal da escola tocando e sai da sala.

Eu vi o Brendon um pouco a frente de mim então acelerei os meus passo para alcançá-lo.

- E ai Brendon – eu disse

- Ryan! E ai.

- Onde você vai almoçar hoje? Não esqueceu que vamos ter ensaio do grupo de teatro não é? - perguntei. 

- Nem sei… não, não esqueci não. - ele riu

Eu parei para prestar bem atenção nele e puta que pariu, o filho da mãe estava chapado

- Brendon – eu abaixei meu tom de voz – você está chapado cara?

- Acho que um pouco.

Nós dois rimos.

Eu estava um pouco com raiva dele por que ele ia ensaiar chapado, mas tanto faz.

- Como você conseguiu ficar chapado na escola?

- Audrey…. E eu… você realmente acredita no boato que tem alguma câmera lá perto do ginásio?

- Não..

E nós rimos de novo.

Passamos na sala do Pete e fomos almoçar.

Pete também era um dos caras que eu tinha pegado para ser um dos atores. Ele se encaixava certinho. Na verdade, era pro filho da puta do Gabe também estar lá, mas ele disse que “alguém precisava cuidar da banda” e tudo mais. Filho de uma mãe.

Sorte que passar dois dias a menos da semana com ele não influenciava muita coisa. Era  bom do mesmo jeito.

Acho que depois de um tempo, a comida caiu no estômago do Brendon e ele melhorou. Ele era bem mais legal não chapado.

- Anh, Ryan, assim está bom? - Brendon perguntou se referindo figurino do personagem.

- Acho melhor você perguntar para Sra. Dent não para mim. A parte de figurino é mais com ela….

- Falando nisso, onde será que ela está? - Brendon perguntou

- Não sei… - respondi

- Ela me avisou que ia atrasar um pouco. Mas ela deve estar chegando já... – Pete disse – Já.. já volto galera – e ele fez aquela cara de “vocês sabem aonde eu vou”

E sabíamos mesmo. William estava na porta do anfiteatro olhando para ele. Com as mãos nos bolsos de trás.

Esse código público entre nós que queria dizer “Vamos fumar e transar atrás do ginásio. Agora”. E conhecendo o Pete como eu conheço, ele nunca ia recusar.

Éramos só eu e o Brendon então. Pelo menos até eles acabarem o que iam fazer. Pete até podia ser vida louca, mas não era irresponsável. Ele voltaria com certeza.

- Então… - Brendon começou – sua história é de mais. A Sra. Dent deve amar você! Está fazendo todo o trabalho dela…

- Aham, ela ama sim – eu ri

Me surpreendi por ter tido uma reação falsa tão boa.

A Sra. Dent tinha sim gostado, mas eu não queria falar sobre isso. Ela… droga, não era culpa dela.

Eu tinha escrito coisas que ela me disse que era melhor mudar. “vai criar muita polêmica colocar isso” “os pais não vão gostar” “para apresentação de fim de ano, importante como ela é, não é uma boa ideia...”
E sim eu estou falando de bissexuais na história. E de outras coisas também.

Não que eu tivesse me inspirado em mim para escrever qualquer coisa (acho que nunca me inspiraria), é só que, com tudo que aconteceu entre mim, a Jac e o Gabe, eu comecei a ver que todos nós devíamos reinventar o amor. Então escrevi uma história sobre um mundo em que as coisas funcionavam como eu acho que deviam funcionar. Mas, só para variar, agora a minha história era uma coisa babaca e depressiva estilo Romeu e Julieta.

Eu tentei colocar terror psicológico, eu tentei colocar esquizofrenia, sociopatia. A sra. Dent mudava tudo. Mesmo ela não fazendo mal, eu ficava puto. Ela tinha pedido para eu terminar todas as histórias e fazer uma cópia para ela, mas de que adianta se não podíamos mostrar para ninguém?

Pete voltou com a Sra. Dent e o Sr. Wilson e logo a turma começou a ensaiar.

O ensaio foi ótimo, fui embora com o Brendon, passei no Gabe um pouco, vi a Jac… tudo foi bom naquele dia.


Notas Finais


FALA MEUS AMORES
Já sabem né, ahsdiasuda comentem s2
Até mais e muitos beijos ahsuad <3


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