História A história de Maíra Jade - Capítulo 12


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Futebol Feminino, Jornalismo, Lesbicas, Paris
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Palavras 812
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Esporte, Famí­lia, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Oooooi!!! Olha quem apareceu :c alguem ainda aqui?

Capítulo 12 - Férias no Brasil III


Revirei minhas malas atrás de uma roupa decente para ir a tal da boate que tanto minha irmã queria ir. Acabei pegando um short preto colado e uma blusa jeans claro de mangas longa, pedi para Cristiane dobrar as mangas de minha blusa até acima dos cotovelos, depois fiz um rabo-de-cavalo, fiz uma maquiagem bem pesada, afinal é de noite, finalizei com um batom vermelho.

– Você está muito linda. – dizia Cristiane sentada na cama me olhando.

– Você também. Falta só uma maquiagem nesse rostinho lindo. –

– Não gosto muito de maquiagem. Só quando é um evento que realmente é preciso usar Jade. –

Passei um pouco de perfume pelo corpo e calcei uma sandália razoavelmente de salto alto, sou muito baixa e a Cristiane alta. Ela estava usando uma calça jeans escuro um pouco rasgada e blusa de manga curta rosa com branco, e um tênis estilo sapatilha, seus cabelos cacheados estava solto. Saimos de meu quarto e ficamos na sala com meus pais esperando meus irmãos chegarem, ninguém morava mais aqui.

– Vocês duas não vão beber hein. – dizia mamãe séria. E meu pai a reeprendeu com o olhar e nós rimos.

– Pode ficar tranquila, eu não bebo e eu que vou dirigir. – dizia Cristiane tranquilamente.

– Fico muito preocupada, bebida e direção não combinam. Vocês vão no carro do teu pai? O meu não tá travando direito, vou ver se levo para consertar. –

– Sim, papai nos ofereceu o carro dele. Mas amanhã podemos alugar um carro. –

– Não precisa Jade, podem usar o meu. Vocês vão passar poucos dias aqui, infelizmente. – dizia meu pai já triste. Ele queria que eu ficasse mais tempo com eles.

– Tudo bem então. –

Ouvimos barulho de buzina na rua e saímos para ver se era meus irmãos, e realmente era. Nos despedimos de meus pais e Cristiane foi tirar o carro da garagem, e eu fiquei esperando na rua, depois entrei no carro e fomos seguindo o carro do meu irmão. A boate não era muito longe da minha casa, e em poucos minutos chegamos, deixamos os carros em um estacionamento e seguimos animados para a boate. A fila para entrar estava enorme.

– Cris, tu não tem uma moralzinha aí para a gente entrar logo não? – perguntou Andressa impaciente. Cristiane riu e balançou a cabeça negativamente. Em poucos minutos as pessoas na fila começaram reconhecer a Cristiane e se formou um pequeno tumulto ao redor da gente de pessoas querendo tirar foto com ela. Eu e meus irmãos nos afastamos um pouco dela, deixando as pessoas tirarem fotos.

– Deve ser um saco ser famosa por isso aí né? – dizia Amanda

– Com certeza, aonde nós vamos é sempre assim. Antes da gente chegar aqui, no aeroporto de lá, pediram pra tirar fotos com ela.  – comentei olhando ela tirar fotos com aquelas pessoas.

– E o ciúmes mana, como fica? – perguntou Andressa dando uma risada alta. E todos caíram na gargalhada também.

– Eu nem ligo. É só uma foto né, mas se tiver menina folgada, leva um pau de mim nega.  – falei brincando.

– Pronto, sou de vocês agora.  – dizia Cristiane se juntando a nós novamente.

– É só minha, isso sim.  – respondi fingindo está brava e ela me deu um selinho rápido. Alguns minutos depois conseguimos entrar na boate e eu fui direto para o bar com minha irmã e minhas cunhadas. A Cristiane não bebe, não gosta, mas eu de vez em quando gosto de tomar umas. Pedimos uns drinks com muita vodka e fomos para a mesinha que meus irmãos e a Cristiane conseguiram.

– Essa bebida aqui é boa, hoje quero ficar louca. – falei dando um gole em minha bebida que desceu queimando minha garganta de tão forte e gelada. Era uma sensação gostosa.

– Vamos dançar que é melhor dona Maíra.  – disse Cristiane puxando meu copo de minha mão e o colocou na mesa, fomos para a parte superior da boate e ficamos dançado juntas conforme a batida da música. Até que fomos interrompidas por uma mulher, ela era da minha altura, cabelos liso, compridos e de cor preta.

– Oi Cris, tudo bem?  – perguntou ela com um sorriso de orelha a orelha. Eu sabia quem era aquela pessoa, só não estava conseguindo lembrar de onde.

– O que você está fazendo aqui Fernanda?  – perguntou Cristiane um pouco alterada e puxou a morena pelo braço e saiu andando rapidamente com ela até o andar debaixo. Me deixou sozinha com cara de idiota e saiu com a EX dela. O ódio percorria por todo meu corpo, contei mentalmente de 1 até 10 e desci correndo e fui direto para o bar. Pedi 5 doses de tequila e fui apenas virando tudo de uma vez só.


Notas Finais


Continuo?


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