História A história de Maíra Jade - Capítulo 13


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Futebol Feminino, Jornalismo, Lesbicas, Paris
Exibições 94
Palavras 793
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Esporte, Famí­lia, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Espero q gostem queridas!!!! ;*

Capítulo 13 - Férias no Brasil (Continuação)


Fui procurar meus irmãos, mas mal conseguia me segurar em pé. Eu realmente estava mal, o ambiente estava rodando, avistei meus irmãos na mesma mesa em que deixei eles quando sai com Cristiane.

– Vocês viram a filha da puta da Cristiane? – perguntei gritando, algumas pessoas que estavam perto ficaram me olhando. – Vão se foder também. – berrei mostrando o dedo do meio.

– Calma Jade, senta aqui. O que aconteceu? – perguntou minha cunhada me puxando para sentar, mas eu me recusei. Eu queria brigar, xingar, bater, mas tudo estava rodando. Eu mal conseguia ficar em pé.

– A ex dela está aqui, elas se merecem. Duas vadias. –

Andressa trouxe uma garrafa de água para mim e um pirulito. Eu me recusei a beber a água, mas eles me obrigaram.

– Se acalma Jade, e fica quieta. Tu está muito alterada, depois você conversa com a Cris com mais calma. – dizia Andressa tentando me acalmar.

– Eu quero que ela se foda. –

Minha voz já estava trêmula, e o nó na garganta com vontade de falar muitas coisas e chorar. Agora eu só queria chorar, não tem como continuar com uma pessoa que mente. Ela ainda conversa com aquela imbecil. Avistei Cristiane vindo em minha direção e corri para a saída da boate, a noite para mim, já tinha acabado.

– A gente precisa conversar. – dizia ela correndo atrás de mim. Continue saindo da boate e me sentei no chão na rua. Ela não tinha vergonha na cara e veio sentar do meu lado.

– Eu não chamei a Fernanda aqui, acredita em mim cara. Eu nem sabia que ela tava aqui no Ceará. – dizia ela tentando pegar minha mão e eu puxei bruscamente e acertei de cheio no rosto dela. Ela colocou as mãos em seu rosto e ficou me olhando sem acreditar, nem eu mesma tava acreditando no que eu fiz. Eu não costumava ser agressiva assim. Mas estava descontrolada.

– Sai de perto de mim agora, sua vagabunda. – pedi segurando o choro. Algumas pessoas já estavam nos olhando, talvez até mesmo gravando em seus celulares, somos pessoas públicas, principalmente ela. Isso daria uma boa fofoca amanhã.

– Não fala assim comigo, você me conhece, porra, não me faz perder a cabeça contigo também. Vamos pra casa, por favor. –

– Vai se ferrar Cristiane. Eu vou para a minha casa, e você, pode ir com a Fernanda. Na minha casa não entra mais. – falei firme e pude ver uma lágrima descendo pelo rosto dela. – Me da a chave do carro do meu pai, eu já vou. – estendi a mão para que ela me entregasse a chave.

– Você está bêbada. Vá de táxi que é melhor. –
 
Não discuti mais com ela, e fiquei esperando passar algum táxi. Não demorou muito e passou um e eu acenei para que ele parasse. Peguei meu celular e fui apagar nossas fotos juntas, cada foto que eu apagava, me vinha o momento que tiramos a foto na cabeça, como ela fez isso comigo? Terminei de apagar e já estávamos em frente a minha casa, paguei o taxista e desci ainda cambaleando um pouco. Fiquei batendo no portão para que alguém viesse abrir, minha mãe que abriu e logo ficou preocupada.

– O que aconteceu Jade? – perguntou me puxando para dentro de casa. Fiquei calada e fomos para dentro de casa, ela havia percebido que eu não estava nada bem.

– Me diz o que houve minha filha! Cadê a Cristiane? –

– A gente terminou. Acredita que a ex dela tava lá na boate? –

– Como assim? Fazendo o que? Me explica melhor. –

– Eu não sei. Elas já devem está se falando faz tempo, hoje mais cedo a Fernanda ligou pra ela. A Cristiane quer me fazer de idiota mãe. Eu quero que elas se fodam, se merecem. –

– Nossa filha! Eu pensava que ela era uma moça direita. Você fez bem em acabar esse namoro, ela não presta. –

– Não presta mesmo. Estou com muita raiva dela, decepcionada, me sentindo traída. Ela vai me pagar mãe. –

– Calma filha, eu sei que você está brava, mas não vá fazer besteira. Agora vai tomar um banho e deitar. –

Fiz o que minha mãe falou, tomei um banho rápido, já não estava mais com tontura. Vesti um pijama, liguei o ar-condicionado e peguei as coisas da Cristiane e joguei nas malas dela. Depois levei as malas para a sala, espero que ela venha buscar ainda hoje. Voltei para meu quarto, tranquei a porta e me deitei. As lágrimas começaram rolar em meu rosto sem permissão alguma, chorei em silêncio até o sono chegar.


Notas Finais


Se puderem deixar um comentario, agradeço mt, pq tenho noção se tem alguém acompanhando ou não. Bjss ☺


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