História A história de Maíra Jade - Capítulo 14


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Futebol Feminino, Jornalismo, Lesbicas, Paris
Exibições 78
Palavras 1.265
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Esporte, Famí­lia, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Espero q gostem

Capítulo 14 - Férias no Brasil (Continuação)


         POV Cristiane

Voltei para a boate ainda desnorteada, estava indo tudo tão bem e a Fernanda resolve aparecer e estragar tudo. Me juntei aos irmãos de Jade e todos me olhavam tão assustados quanto eu.

– Ela te bateu? – perguntou Pedro. Meu rosto deveria está marcado com a mão dela.

– Sim, ela estava bêbada e muito nervosa. Mas já deve está em casa. – falei envergonhada, eu nunca havia passado por uma situação assim. Eu amava a Jade, mas ela ter me agredido fisicamente e verbalmente foi o fim. Não sei como ficará daqui para frente.

– Desculpa Cristiane, mas nem eu mesmo sabia que minha irmã era assim. É a primeira vez que ela faz isso. Você sabe dizer como ela foi? – perguntava Pedro preocupado. Talvez ele fosse o irmão mais velho dela.

– Ela foi de táxi. Eu vi quando ela pegou um. –

Ficamos mais alguns minutos conversando, todos foram muito legais comigo e ninguém tocou no nome da Fernanda. E nem eu queria falar, ela ainda quer voltar comigo, mas não da certo. Andressa me chamou para passar a noite na casa dela e eu acabei aceitando, já estava tarde para procurar hotel e eu não estava com nada, só com a roupa do corpo e um cartão de crédito. Seguimos caladas para o estacionamento e foi assim até chegarmos a casa dela. Ela me mostrou o quarto que eu iria ficar e depois trouxe uma roupa dela para eu dormir e uma escova nova de dentes. Tomei um banho rápido e me vesti, hoje eu não iria conseguir dormir. Tudo que a Jade fez, não saia da minha cabeça, eu não conhecia aquele lado dela.

– Heyyy, quer comer alguma coisa cunhada? – perguntou Andressa estalando os dedos diante dos meus olhos. Eu nem tinha percebido que ela tinha entrado no quarto.

– Não. Muito obrigada, estou sem fome. –

– Quer conversar um pouco Cris? –

– Nem sei. Não entendi porque a tua irmã deu aquele show todo. –

– Ela te ama, sente medo que tu volte com aquela tua ex. –

– Mas ela me deu um tapa, amanhã vai está estampado em muitos sites de fofocas. Eu sei que ela estava bêbada, mas poderia ter pensado melhor, até pela carreira dela. Estava indo muito bem lá em Paris, as pessoas gostavam dela. –

– É, ela realmente não pensou. Deixou a raiva falar mais alto e agiu de forma muito errada. Mas amanhã vocês conversem melhor, façam as pazes. Sei que vocês se amam. – dizia Andressa tentando me consolar.

– Sinceramente, eu nem sei como vai ser amanhã. Acho melhor eu ir para São Paulo, ficar com minha família. A passagem tava marcada para daqui há 15 dias, mas vou cancelar. –

– É melhor vocês se resolverem. Não vão terminar por isso, ok? Agora vou dormir. Boa noite e fica bem cunhadinha. – disse ela me dando um beijo no rosto e saiu do quarto. Peguei meu celular no bolso da calça que eu estava usando e deitei na cama, fiquei mexendo em meu celular e estava cheio de mensagens no whatsSapp e fotos que fui marcada no instagram. Fui olhar algumas fotos e já tinha fotos da minha briga com Jade. Não vai demorar muito para chegar em Paris e o treinador me ligar. Ele sempre pedia para todas nós não fazer nada que manchasse nossa imagem. Me assustei com meu celular tocando, quando vi o nome da Fernanda na tela, senti vontade de não atender, mas ela não ia desistir.

– Alô. – falei séria

– Cris, como tu tá minha nega? Tua namorada é louca. – dizia ela com um tom de preocupação.

– Não estou bem. Pode me ligar só depois por favor? –

– Não. Eu sei que essa confusão foi por minha causa, mas porra, eu te amo. Amo mais do que ela, aquela menina é uma mimada, volta para mim amor? Vamos esquecer o que passou. Eu sei que tu gosta de mim Cristiane. –

– Para com isso Nanda. Nossa história já acabou faz tempo, você sabe muito bem que não da mais certo. Não insista por favor. – pedi calmamente. Não queria mais me irritar.

– Pois vem dormir comigo, só hoje. Eu vim só para ficar contigo. Vem, por favor, prometo não lhe perturbar mais. –

– Não posso Nanda. Você sabe muito bem disso. –

– Vem, estou esperando. Não me deixa esperar a noite toda. Você sabe aonde eu estou, naquele mesmo hotel que ficamos quando viemos para cá. Tchau e vem. –
Ela desligou a ligação na minha cara, e eu fiquei na duvida se ia ou não. Eu sabia bem o que ela queria comigo, mas talvez eu quisesse o mesmo, a Jade me deixou muito chateada. Me levantei e vesti novamente minha roupa, prendi meus cabelos e fui atrás da Andressa. Bati na porta do quarto dela e ouvi ela dizer algo não indentificavel.

– Oi, vou dar uma saída, acho que volto só amanhã. Posso pegar seu carro? Juro que devolvo do mesmo jeito. – fiz cara de pidona.

– Claro. Só toma cuidado, a cidade é perigosa demais. – disse ela levantando da cama e foi até sua bolsa jogada no chão e me deu a chave de seu carro. Fui até a garagem e ela me seguiu para abrir e fechar o portão, rapidamente sai e fui tentando me lembrar o caminho do hotel que a Fernanda estava. Cheguei em alguns minutos e fui até a recepção.

– Boa noite, vim ver a hóspede Fernanda Braga Rios. – falei para a moça que sorria simpaticamente para mim.

– Boa noite, vou da uma ligada para ela autorizar ok? –

Assenti e ela fez a ligação rapidamente para Fernanda. Um grupo pequeno de homens vieram pedir para tirar fotos comigo, mas eu tive que recusar, não queria que "ninguém" soubesse que eu estava lá.

– Pronto senhora, pode subir. Mas ei, posso tirar uma foto contigo? – pediu a recepcionista.

– Pode ser na próxima querida? Hoje estou muito feia. – dei uma desculpa esfarrapada e sem graça. Não costumava fazer isso, ela sorriu sem graça, e me deu o número e andar do quarto da Fernanda. Subi rapidamente, eu estava me sentindo muito nervosa. Parecia ser a primeira vez que ia vê-la. Dei duas batidas na porta e logo ela abriu, Fernanda estava vestindo uma camisola preta transparente, dava para ver que estava sem nada por baixo daquele mini vestido. Engoli seco e entrei.

– Pensei que não viria nega. – dizia ela sorrindo.

– Também pensei. – falei sem graça

– Vem cá, me beija. – pediu ela me puxando para mais perto. Fiz o que ela queria, e a beijei. O beijo começou lento, nossas línguas se tocavam como se estivesse com saudade, depois fomos aumentando a velocidade do beijo, talvez amanhã eu me arrependa de tudo, mas hoje, eu preciso dela. Puxei ela até a cama, mas antes parei o beijo e tirei sua camisola, o corpo dela estava ainda mais bonito que antes, seus seios fartos e em pé, eram lindos, a deitei na cama e comecei beijando os seios dela e fui descendo para sua barriga até chegar em sua vagina, a respiração dela estava ofegante, ora ou outra ela dava um leve gemido, comecei passar a língua levemente nela e depois fui aumentando a velocidade, ela gemia e puxava meu cabelo com força. Ficamos o resto da noite fazendo sexo e depois caímos no sono.


Notas Finais


Continuo?


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