História A história de Maíra Jade - Capítulo 18


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Futebol Feminino, Jornalismo, Lesbicas, Paris
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Palavras 971
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Esporte, Famí­lia, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 18 - Sozinha em casa, ou não


Hoje passei o dia inteiro na emissora, resolvendo todas minhas pendências. A Cristiane realmente teve que viajar, e eu vou ter que passar a semana inteira sozinha.

– Dona Jade! – chamou Claire entrando em meu quarto.

– Oi querida, o que houve? – perguntei vestindo a calça de meu pijama.

– Tem uma amiga da senhora querendo subir, posso autorizar? –

– Qual o nome dela? – falei surpresa

– Juliana, se não me falha a memória. E aí? – dizia tentando lembrar.

– Ah, pode sim. Manda ela vim aqui pro meu quarto, ok? –

Claire assentiu e saiu deixando a porta fechada, hoje ela quis ficar para dormir comigo, mas sei que isso tem dedo da Cris.

– Cadê a vadia da casa? – berrou Juliana entrando em meu quarto e se jogando em cima da cama. Dei um gargalhada alta e me joguei na cama também.

– Veio dormir comigo? Aproveitou que minha mulher está viajando e veio tentar me seduzir né! – brinquei e continuei rindo.

– Isso mesmo. Quero transar loucamente hoje querida! – dizia em meio das risadas.

– Bem que eu queria mesmo viu. – comentei pensativa.

– Eu também, mas não contigo né Jadinha. –

– Eu também não queria contigo sua idiota. – disse jogando um travesseiro nela.

– E aí, como estão as coisas com a  Cris? Saudades da minha sapata preferida. – suspirou entristecida.

– Estão muito bem. Quando ela voltar de viagem, a gente marca de sair. Eu queria muito ver ela jogar. –

– Marcaremos sim. Eu também queria amiga, mas nem da pra nós. E como foi lá com o irmão dela sua louca? – perguntou curiosa.

– É. Eu estava um pouco mais animada sabe, aí forcei a barra e nós transamos. Foi logo que chegamos na casa dos pais dela, eu estava muito chateada Ju, você me entende? – perguntei tentando segurar as lágrimas. Sempre que me lembro, choro.

– Amiga, eu acho que nada justifica traição. Mas chifres trocados não dói né, e nem vem com choro viu. – dizia ela tentando me animar.

– Eu sei. Mas se ela souber do que aconteceu, sei que vai me deixar. A vida é injusta demais comigo. –

– Deixa de drama, você que procurou isso né, poderia ter evitado. Mas enfim, vamos falar do meu novo boy. –

– Me conte essa novidade, agora vai sair relacionamento sério? – perguntei curiosa.

– Creio que sim. Ele já tem 47 anos, é engenheiro civil, separado, não tem filhos, e está loucamente apaixonado por mim. O homem que eu sonhava né amiga. –

– O homem perfeito então, espero que dê certo. E quero ser madrinha do casamento viu. –

Ficamos conversando bobagens por muito tempo, depois comemos e voltamos para o quarto e botamos filme para assistir. Já passava das 22:00 da noite e o interfone começou a tocar, tive que levantar e fui me arrastando até a cozinha atender o maldito.

– Oi. –

– Dona Jade? Aqui tem uma moça chamada Fernanda dizendo que a dona Cristiane deixou ela entrar, mas eu sei que a dona Cristiane não está aqui. Mas a moça insiste em entrar. E eu tenho quase certeza que ela já foi namorada da dona Cristiane. – dizia o porteiro rapidamente. Parecia estar desesperado.

– EU PROIBO A ENTRADA DESSA MULHER AQUI, ENTENDEU? SE ELA SUBIR, EU CHAMO A POLÍCIA. – gritei alto, meu corpo só de saber que ela estava alguns metros de distância de mim, já tremia de ódio.

– Dona Jade, se acalme por favor. Mas ela está dizendo que quer falar com a senhora urgente! –

– Tudo bem. Mas se houver morte, a culpa não é minha. Manda ela subir. – bufei. Voltei para meu quarto e a Juliana já estava desmaiada na cama, desliguei a TV e coloquei o edredom em cima dela. Fui para a sala esperar a Fernanda, em alguns minutos a campainha começou a tocar. Corri e abri a porta.

– Olá Jade! Posso entrar? – perguntava ela com um sorriso sínico na cara. Dei espaço para que ela passasse e ela foi logo se sentando no sofá,  e eu a acompanhei.

– O que você quer? A Cristiane não está aqui. – falei aborrecida.

– Vou logo ao ponto. Quero que você termine tudo com a Cristiane. – dizia ela ainda com o sorriso sínico na cara.
E eu não pude de deixar de gargalhar alto, aquilo só poderia ser uma piada.

– E por que eu faria isso amada? – indaguei ainda rindo.

– Porque eu sei de tudo sobre você e o Carlos, se você não quiser que a Cris tenha nojo de você, faz o que eu estou mandando, faz. –
Quando as palavras começaram a sair pela boca suja dela, eu fiquei paralisada, não conseguia raciocinar, muito menos me defender.

– Você só pode está ficando louca garota. Sai da minha casa agora! – gritei e a peguei pelo braço e sai puxando até a porta. Ela não fez nada para se defender.

– Você vai se arrepender muito por isso sua traíra filha da mãe. Você pensa que é quem para fazer isso com minha Cris, hein? – dizia ela cospindo as palavras.

– Cala a boca, que moral você tem para falar algo? Você foi pra cama com ela no dia que brigamos! Vai se ferrar vadia e sai daqui antes que eu chame a polícia. – ordenei apertando ainda mais o braço dela e a empurrei para fora do meu apartamento, logo, fechei a porta e a tranquei. Senti o apartamento girar comigo e me sentei no chão, a tontura estava muito forte, junto com uma ânsia incontrolável de vômito. Minha pressão deve ter caído e  é agora que eu morro de vez.


Notas Finais


E ai? 😁


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