História A história de Psycho - Capítulo 13


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Palavras 848
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


A imagem do começo do capítulo não me pertence
Primeiro: Antes de me assassinarem, quando lerem vão ver que não tem muita relação com a história pesadelo, isso por que lá o Hyagura não sabia exatamente o que aconteceu então não soube fazer as lembranças exatamente iguais
Segundo: Eu espero que gostem ;-;

Capítulo 13 - Eu sou o único que pode dizer isso!


Fanfic / Fanfiction A história de Psycho - Capítulo 13 - Eu sou o único que pode dizer isso!

- Mari . . . . Sonhos tem significado?

Psycho pergunta olhando para as mãos

- Hum? Não entendi sua pergunta

- Quando sonhamos . . . . Tem algum tipo de significado?

- Depende do sonho meu anjo . . .

- Entendo . . . .

- Por que a pergunta?

- Tive um sonho estranho . . .

- Como assim?

- Eu estava com o papai e mamãe, estávamos em uma praia cristalina e conversávamos sobre várias coisas, parecia ser muito real. . . . Então eu olhei para o mar e vi a Maid nos observando, ela parecia estar sofrendo e tinha algo a machucando, mesmo assim ela sorria . . . Acho que estou ficando louco

- Pode ser . . . Que sua consciência esteja pesando pelo que fez a ela

- Eu nem sabia que tinha consciência. . . .

Mari não aguenta e ri do que Psycho disse, ele também sorri indo até ela e a abraçando

- Hum?

Mari olha surpresa para ele que está com os olhos cheios de lágrimas

- Não chore Psycho

- A culpa foi minha dos dois morrerem

- Não diga isso

- A Lúcia matou meu pai por minha culpa, minha mãe morreu para me salvar, isso dói tanto

- Psycho, a Lúcia matou seu pai para ficar com o dinheiro dele e a sua mãe escolheu te salvar a culpa não foi sua

Psycho olha para Mari chorando

- Não?

- uh hum

Psycho sorri ainda chorando e coloca o rosto entre os seios de Mari fazendo uma expressão pervertida

- Gostei das suas almofadas

Mari da um soco na cabeça de Psycho fazendo ele cair de cara no chão

- PERVERTIDO!

Psycho sorri enquanto se levanta e sai andando com uma expressão feliz no rosto, Psycho não se sentia tão aliviado assim a anos, mas ao mesmo tempo ele não conseguia parar de pensar no rosto de Maid no sonho, era visível que ela estava triste, ele ficou pensando por que ela estava sorrindo, perdido em seus pensamentos ele acaba tropeçando e caindo

- Ai ai ai

- Tudo bem senhor Psycho?

Psycho olha para cima e vê Maid segurando um espanador e com um vestido de empregada muito bonito, ele se levanta e olha nos olhos de Maid

- Estou bem. . . . Como foi sua primeira noite?

- Pesadelos a parte, foi boa

- A entendo, se quiser posso dormir com você novamente essa noite

- Hum. . . Seria ótimo, mas não vou lhe incomodar?

- Não

- Ok. . .

Mari sorri de forma doce e limpa o rosto de Psycho com um paninho

- Hum?

- Tinha um pouco de sujeira em seu rosto

- A . . . Eu estou precisando de um banho

Maid sorri de um jeito doce e gentil, Psycho olha para o lado e cora

- que horas eu devo ir até a sala de tortura?

Psycho fica em silêncio por um momento e em seguida responder

- Não precisa ir hoje . . .

- Como quiser, se mudar de ideia e não me encontrar na casa é por que estou no Jardim

- Ok. . . .

Maid sai andando, mas antes que posso se afastar Psycho segura seu braço

- Hum? Mudou de ideia?

- Não. . . .

- Então. . . Por que está me segurando?

- Eu . . . Quero saber por que não se importa com isso

- Isso?

- É, isso por exemplo eu te torturo e você continua aqui, por que não fugiu e chamou a polícia?

Maid fica em silêncio olhando para Psycho e depois responde com uma voz triste e ainda gentil

- Psycho . . . . Eu sofri muito a minha vida toda, eu já aceitei dentro de mim mesma que sou apenas um objeto que serve para ser usado

Psycho se surpreende com as palavras de Maid, então ele fala em um tom de irritação

- Nunca diga Isso! Você não é um objeto!

- Mas você me trata como um

- SÓ EU POSSO TE TRATAR ASSIM, VOCÊ NUNCA DEVE DIZER ISSO DE SI MESMA

Maid olha para Psycho surpresa

- P-Psycho . . .

- VOCÊ É UMA PESSOA NÃO UM OBJETO!

Maid abaixa a cabeça e chora, então Psycho segura o queixo dela e faz ela levantar o rosto, Psycho Acaricio o rosto de Maid e diz com uma voz genital é suave

- Se lembre que você não é um objeto, ou vou te bater muito

- Ok

Maid sorri de forma gentil, os dois ficam se olhando por alguns momentos e depois Psycho sai andando e fala enquanto caminha

- Seu sorriso doce e gentil acalmou minha alma e agora devo descansar em paz, ou talvez arder no inferno de minha mente

Psycho vai para a cozinha pega uma faca e vai para o quarto em silêncio, ele entra em seu quarto e fecha a porta, depois deita na cama e fica olhando para o teto

| Continua |


Notas Finais


Obrigado por ler


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