História A história mais chata do mundo - Capítulo 12


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Biografia, Bullying, Não-ficção, Vida Escolar
Visualizações 4
Palavras 938
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Romance e Novela
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 12 - 12


                                                                                                      #12 
 
 Agora que eu falei sobre o bullying vocês devem achar que não tem mais nada para ler nesse livro porcaria não é?,se enganou de novo,eu ainda nem falei sobre as minhas viagens e os eventos que eu fui,então senta aí que ainda não acabou. 
 
 Claro que não será como o capítulo do bullying,mas a idéia desse livro não é ser triste cem por cento do tempo,vamos começar falando da única viagem que eu me lembro que literalmente afetou a minha vida. 
 
 Em algum lugar no interior de pernambuco,existe um lugar chamado Lajedo,se você já ouviu falar desse lugar,sorte a sua,mas relaxa vou explicar para vocês que não sabem assim como eu também não sei. 
 
 Antes de começar,quero dizer que aconteceu uma coisa quando fui procurar no google,acabou digitando ao contrário e ficou odegal,e pior que existe mesmo,na espanha,é uma empresa ou de construção ou uma instituição de ensino(meu espanhol não é muito bom,desculpem),e o fato de ter saído odegal foi porque eu achei que era com ”g”,aí o animal aqui teve que corrigir tamanho erro vergonhoso. 
 
 Lajedo é um município localizado na microrregião de garanhuns e na mesorregião do agreste pernambucano,sempre demorava para chegar lá,e naquela época sem internet,você deve imaginar que era um deserto e que não tem uma única vida por lá,mas está errado. 
 
 Aquele município tinha uma coisa que eu gostaria de ter perto de casa,lugares abertos e praças tão lindas,eu até já optei por querer morar lá um dia,até descobrir a internet e não querer mais morar em uma casa. 
 
 Não lembro de ter conhecido ninguém naquelas viagens,tudo que me lembro era de uma garota que não sei se era a minha prima ou se era uma filha de algum amigo dos meus parentes que moravam lá,só sei que por culpa dela,eu acabei ficando com catapora,o que resultou na minha reprovação,não que eu a odeie,mas ela me salvou da embryonic beast,então só tenho que agradecer. 
 
 Teve uma também para uma praia que chamam de paraíso,não sei porque chamam ela disso,não tem nada de mais nela,a não ser as caravelas(você quer dizer águas-vivas não é,como você é burro,sua mãe é burra e seus pais são burros,burro,burro,burro)vá no google agora mesmo e pesquise “caravelas e águas-vivas” e depois conversamos,e o que tinha de sargasso logo no início da praia era pior que qualquer zona que eu fiz ou faria futuramente em meu quarto,em todo lugar que se olhe tinha pelo menos sargasso o suficiente para afundar o seu pé e nunca mais vê-lo novamente. 
 
 E fim. 
 
 
 Agora falando de coisas mais interessantes que essas viagens sem graça que eu fiz,vamos para a parte onde eu comecei a frequentar eventos de cultura pop. 
 
 Primeiramente,preciso falar do total preconceito que as pessoas têm com esses eventos,sempre falam que eles são ambientes que apenas os Nerds/geek/otakus podem gostar,mas não é verdade,você ser qualquer uma dessas coisas é opcional,eu não era totalmente um nerd quando fui para o meu primeiro evento,simplesmente aconteceu,foi quando o Cyd e eu voltamos a nos falar,na verdade foi em alguns períodos da oitava série,mas foi no tempo de depois da escola,achei que jamais iria falar com ele de novo,mesmo que ele na época morasse na minha rua. 
 
 Quando eu fui pela primeira vez a um evento,não sabia o que esperar,não sabia que tipo de gente encontraria lá,mas tinha uma impressão de que se eu não fosse,perderia algo muito importante,o que foi o caso,além de finalmente saber onde as pessoas fazem torneios de Yu-Gi-Oh!,ainda não participei em nenhum torneio,afinal não tenho deck para competir,mas não só havia isso,não sabia direito o que era um cosplayer,alguns tinham a intenção de te fazer rir,e alguns eram bem sérios em questão de detalhes,incríveis mesmo eram os que estavam de seres que nos filmes são gigantes,como por exemplo o bumblebee dos transformers,me pergunto até hoje como aquele cara aguentou ficar com aquele cosplayer pesado e quase abafado por pelo menos seis horas,acho que ele fez pelo menos trinta intervalos para tirar aquilo,e quando foi a vez dele fazer a apresentação no concurso de cosplay ele acabou não conseguindo se levantar e tiveram que aparecer pelo menos três caras para ajudar,não que ele tenha caído,mas ele interpretou a transformação de transformer para carro. 
 
 Se eu conheci pessoas nesses eventos que eu fui,claro,mas nenhuma realmente como uma amizade fixa,apenas conhecidos que posso ou não encontrar novamente,só que depois do primeiro ano,não encontrei mais o Cyd,é que no último evento que nós fomos,acabamos voltando para casa depois da meia-noite,e como éramos menores de idade,logicamente a minha mãe surtou e acho que a mãe dele também,não sei se foi exatamente isso que aconteceu,mas nunca mais vi ele em um evento desse tipo,depois disso comecei a ir sozinho,e é claro,não era tão divertido do que ir acompanhado,sim,eu sei é que não sou o único que vai sozinho,mas quando você vai sozinho,uma coisa que você nota é que você está literalmente invisível na multidão,e as pessoas que estão sozinhas estão invisíveis para você,porque quando falei para minha psicóloga que eu fui para o evento de alguns meses atrás sozinho,ela disse que também ouviu uma garota falar que também foi sozinha,e perceber uma pessoa sozinha em um evento é o meu que procurar uma agulha em um celeiro. 
 
 Embora eu ainda vá sozinho para eles,não deixo que isso me preocupe e me desanime,já que consigo me divertir mais do que acompanhado,não tenho que esperar ninguém ir para algum lugar para ir onde eu quero,posso facilmente ficar em um lugar onde tenho certeza que os meus amigos acharia chato,mas eu não,sem falar que não preciso me preocupar com as minhas coisas,já que apenas eu estou cuidando delas.



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