História A história mais chata do mundo - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Biografia, Bullying, Não-ficção, Vida Escolar
Visualizações 19
Palavras 1.284
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Romance e Novela
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - 02


                                                                                                     #02 
 
Se você chegou até aqui e ainda não desistiu dessa história idiota,é porque você realmente não tem nada para fazer não é? 
 
 Mas já que está aqui,senta aí que lá vem uma história triste e engraçada,não para mim. 
 
 Da minha infância,a primeira coisa que eu me lembro era ficar olhando para o teto da minha casa,não sei exatamente o “porquê?”disso,mas eu me lembro que eu sempre vivia entediado,acho que naquela época eu não sabia o que era tédio até ficar mais velho,eu sorria quase o tempo todo e era ingênuo demais,”ah,mas toda criança é ingênua,isso é normal dos seres humanos”com certeza você pensou isso,mas e quando você cresce em um lugar onde maior parte dos garotos vem de pais que bebem e que a mãe quase não está em casa,alguns às vezes são divorciados e outros morrem,o problema era que parecia que toda criança da minha rua e da minha escola entendia a crueldade do mundo desde que tinha pelo menos cinco anos de idade,era como se assim que você nascesse,te entregavam um manual com o título:Como não ser trouxa e como enganar as pessoas,só que parece que esse tal manual estava em falta quando eu nasci,porque das vezes em que eu fui enganado pelos meninos e meninas da rua,nem consigo me lembrar,fiquei falando aqui tanto tempo que eu me esqueci de me apresentar,meu nome é Weird(esquisito),vocês já vão entender o porquê,mas cada explicação no seu tempo. 
 
 A primeira vez que fui enganado foi quando os meus país começaram a dar dinheiro a mim e ao meu pior inimigo,meu irmão,eu tenho apenas um,mas isso já é o suficiente para fazer da minha vida um inferno,antes de contar um detalhe muito importante e delicado da minha vida,eu vou,primeiramente,dar os detalhes para vocês de como era a minha família para mim,porque para qualquer outra pessoa,eles não são nem um pouco estranhos,minha mãe é uma laboratorista e que tentou me guiar pelo bom caminho,falo sério,a mim e ao meu irmão,mas só teve efeito em mim mesmo,por quê?,por causa do meu pai,ele é a pessoa mais egoísta que eu já conheci,depois do meu irmão,como eu posso falar do meu pai sem ofender ele mais do que já ofendi,ele tentou me ensinará a andar de bicicleta,com o meu irmão foi fácil,ele até já estava andando sem as rodinhas,para ser sincero,nem lembro se alguma vez ele andou de bicicleta com rodinhas,mas comigo ele não dava nenhum apoio,eram apenas gritos como,”apruma esse corpo,está muito curvado”,se não era isso era:”não olhe para o chão,olhe para frente”.mas de nada adiantava,eu caía toda vez,não consegui uma única vez andar de bicicleta sem as rodinhas,até que um dia quando não tinha ninguém olhando,eu estava cuidando da bicicleta do meu melhor amigo,e decidi…..,espera ai,não fiquem achando que eu a roubei,tá,continuando,eu decidi andar nela,então comecei a pedalar sozinho,e foram os primeiros nove segundos que eu achei que tinha feito algo direito,até eu bater de frente em uma parede porque,eu não sabia como parar,hahahahaha,muito engraçado,mas depois disso,me levantei e comecei a andar de bicicleta,e sobre o meu amigo,eu já chego nele,mas primeiro eu tenho que falar do outro,que não vou chamá-lo de amigo nem conhecido,ele era uma peste que eu fico aliviado de ter me livrado. 
 
 
 Seu nome era,ladrão das tumbas,L.D.T,para ficar mais fácil,porque desse nome,continue lendo. 
 
 Eu era um garoto que adorava conhecer pessoas novas,não me importando nem com a criação delas e também se elas eram boas ou ruins,e quando eu digo”pessoas” eu digo”crianças”,que fique bem claro,o L.D.T era de todos os meus inimigos que eu fiz por essa jornada,o pior de todas as pessoas que eu já conheci,ele não só roubava todos os meus brinquedos,como também ficava me provocando toda vez que eu saia para brincar na rua,ele morava na rua com a sua mãe e com a sua avó,era aquele tipo de família na qual você não gostaria de ter,a mãe era uma p#[email protected],tinha várias filhas,com outros homens,apenas ele de homem,e ainda por cima,se comportava como criança,não tinha emprego e ficava o tempo todo vadiando pelas ruas saindo sempre com vários homens,e que fique bem claro,ela não era uma prostituta,a avó sempre se sentava do lado de fora da casa,maior parte das vezes,fazendo fofocas com outros vizinhos sobre qualquer um que morasse no nosso bairro,fumava,mas nunca do lado de fora,foram poucas as vezes que eu entrei na casa dele e vi ela fumando,na verdade,todo mundo daquela casa fumava,menos as crianças,o que é um alívio.  Se a mãe já era assim,o que falar das filhas dela não é,algumas eram ainda criancinhas de quatro e cinco anos,então não tem muito o que dizer,apenas que elas agiam como a mãe,em questão de falar,xingar,e olha que eu já vi elas falando até alguns palavrões que eu só falei aos quinze,mas o que ele fez de tão grave a ponto de fazer com que você dizer que ele foi o pior de todos?.  Por anos ele fingiu ser meu amigo,naquela época,eu não sabia disso,só soube anos depois de nunca falar mais com ele,lembra que eu disse que ele sempre me provocava,então,toda vez,o meu irmão,ao invés de parar a briga ou até mesmo me ajudar,ele ia direto para minha mãe e fala a seguinte frase,”Mãe,Weird está arengando”,e eu era sempre mandado para dentro de casa e acusado de ser o provocador ao invés do provocado,naquela época,eu não sabia reagir de outra forma a algum insulto,só conhecia a violência porque essa era a época onde se você fazia alguma coisa errada,você apanhava e depois era o castigo,eu chamo isso de era pré-supernanny,sim,aquele programa de tv onde ensinava os pais a como controlar os seus filhos sem o uso da violência,coisa que eu acho que falta hoje em dia,e principalmente agora que já existem pais de sei lá…..treze anos,a minha mãe assistia isso todos os dias,porém tarde demais,já que quando ela começou a acompanhar esse programa,nós crescemos e meios que as coisas mudaram,mas voltando para a infância,eu e meu irmão naquela época sempre quando poderá,tirávamos dinheiro da carteira da nossa mãe,só não tirávamos da carteira do pai porque,ele nunca estava em casa,ele saía de manhã e voltava só a noite,ele era policial,sim,ele tinha uma arma,e não,não tentei me matar com ela,nem pensei esse tipo de coisa.  Só que uma vez eu quase consegui,porque olhem só a diferença entre a carteira da minha mãe e a do meu pai,a da minha mãe era como se fosse um pote de biscoitos que as senhoras sempre deixam o dinheiro do pão,mas a do meu pai,eu imaginava que era igual ao castelo dos anões do hobbit,a montanha de erebor,se você não me entendeu,pelo menos vá ver o filme,mesmo ele não sendo lá essas coisas,era um lugar inalcançável,então o animal achando que faria um bem para a humanidade,eu,tentei surrupiar umas moedas,acontece que não havia nada lá,nem uma única nota de um real,mas o que eu não 
 
 
notei era que ele estava olhando,era que nem tentar escapar da casa do ogro fedido e você ser pego roubando a chave,o problema era que eu não tirei nada da carteira,mas na noite passada,eu tinha tirado algumas moedas da minha mãe e escondido atrás do armário do quarto deles,meu irmão ficou me pressionando,falando que se ele me contasse quanto eu tirei,ele iria me mostrar um brinquedo mais legal que ele já tinha visto,e no final eu acabei sendo feito de trouxa e confiei no maldito papagaio,papagaio porque ele repetiu o valor que eu disse que tinha para o meu pai e me denunciou para o ogro,e no final eu não apanhei porque “devolvi” o dinheiro,mas sério,essa foi uma das primeiras vezes em que alguém me enganou,e sem falar que aquela não era a quantia toda,mas eu acabei deixando escapar que eu tinha mais e o papagaio repetiu tudo,sério,odeio esses dois.



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