História A história mais chata do mundo - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Biografia, Bullying, Não-ficção, Vida Escolar
Visualizações 5
Palavras 1.653
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Romance e Novela
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 9 - 09


                                                                                                              #09 
 
 Agora que já falei das garotas que eu gostava em todas as fases da escola,vou falar dos amigos e dos “amigos” que eu fiz(as aspas significam tanto que eu tenho dúvida se realmente era amigo deles ou tinha absoluta certeza de que não era amigo deles,devia ter explicado isso no capítulo anterior,me desculpem). 
 
 Agora fica uma pergunta no ar,eu consegui mais amigos ou mais “amigos”?,sinceramente,não sei,existem algumas pessoas que quando eu saio as vezes,encontro elas por aí,alguns tem até interesses em comum comigo,mas outros não,isso é normal,mas e aqueles que sobraram,aqueles que ainda falam com você,você já parou para pensar que nem todo mundo perto de você são seus amigos?,aposto que não,porque deve ser burro de doer e não gosta de ouvir e enxergar a verdade e fica se enganando,eu era exatamente assim na infância e na adolescência,mas ainda bem,consegui me livrar disso,e tudo que precisei foi pensar,simplesmente pensar e olhar a verdade no mundo ao meu redor. 
 
 Isso começou logo na quinta série,pela segunda vez,depois de alguns meses se adaptando a nova escola,muitas coisas surpreendentemente boas e ruins aconteceram,eu fui suspenso pela primeira vez e tudo por culpa da behegon,sim,a vad…..(quase digitei isso),não tinha uma hora em que ela não arranjava um jeito de me encrencar,sinceramente,eu odeio aquela ….,(vou deixar vocês adivinharem em qual palavra eu estava pensando,naquele tempo eu tinha conhecido pelo menos 3 amigos e 7 “amigos”,(espera aí,apenas três amigos?)sim,apenas três amigos,não direi quais,mas sei que se eles lerem isso,sabem o porque.  Foi também nesses quatro anos de escola que eu comecei a formular a minha atitude de anti-social,que eu tenho até hoje,mesmo que algumas as pessoas digam ao contrário,no segundo ano nessa escola foi onde conheci um cara que ele poderia ser o meu melhor amigo,se pelo menos ele morasse aqui,ele era de outro estado,(do mesmo estado que a topázio,mas ele não a conhecia,porque isso foi um ano antes dela entrar na escola),mas mesmo que eu8 não tenha ficado muito tempo com ele,me diverti pacas com ele,era como se eu e ele fôssemos o Earl e o Greg do livro,​me and earl and the dying girl​,só que sem a rachel e sem um professor como o ​Mr. McCarthy​,​que na boa,só encontrei um professor assim no ensino médio,que foi a pior etapa da minha vida miserável,ele vinha na minha casa todos os dias,mas eu nunca fui na casa dele,até hoje não sei onde ele morava,ele sempre fazia piadas e claro,implicava comigo,mas de uma maneira leve e passiva,não tinha a intenção de me magoar ou me deixar para baixo,mas sim de me deixar vermelho de vergonha. 
 
 Depois que ele foi embora foi um caos,primeiro,o Cyd foi para o lado inimigo,segundo,três professoras me odiavam,terceiro,percebi que sem o Earl(agora eu vi que tinha esquecido de dar um nome a ele,então vai ficar sendo esse mesmo)ninguém vinha conversar comigo,o que era estranho,já que eles sempre conversavam com o Earl eu eu,ai eu percebi que maior parte das conversas que tive com aquele grupo,não eram para mim,eram para todos 
 
 
eles menos eu,eu estava apenas invadindo o espaço deles tentando fantasiar que eu era um deles,no terceiro ano daquela escola(até agora você não pois o nome dessa maldita escola),não irei divulgar o nome daquele inferno porque não quero ninguém batendo na minha porta por causa desse livro bobo. 
 
 Continuando,no terceiro ano daquela escola foi quando as coisas pioraram mesmo,a diretora que para todo mundo era uma maluca,decidiu colocar uma regra de lugares marcados,e eu sabia que desde o início,eu seria o único prejudicado nisso tudo,e fui mesmo,me colocaram para sentar perto dos funkeiros de m#rda,e bem longe dos meus amigos,até mesmo longe dos meus “amigos”,pode ter certeza que eu odiei essa idéia,até porque eu odiava aquilo tudo,mas agora já era tarde demais,fiquei acho que uma semana tentando não surtar e enfiar o meu lápis na garganta do cara que sentava na minha frente,ele sempre tinha aquele sorriso na cara que só fazia me irritar mais ainda,ele fica rindo enquanto me humilha na frente da classe inteira,sério,não suporto escrever sobre essas coisas,tanto que os meus dedos estão tremendo,e não é por causa do inverno. 
 
 Então vou acabar com isso rápido e objetivo,os lugares marcados foram o fiasco,então voltou tudo ao normal,sentei perto dos meus amigos e não é como se isso fosse a coisa mais feliz do mundo,sabe o que é pior do que ser humilhado,é ser esquecido e ignorado por pessoas legais,alguns deles já não queriam mais ficar perto de mim devido ao fato de eu não ser nem um aluno exemplar,nem ser um aluno popular,simplesmente absorveram a idéia de só mencionar o meu nome quando falavam de algo nojento,ruim e desprezível,e essa idéia foi emigrada para o ensino médio. 
 
 No último ano,eu torci para que as coisas fossem diferentes,desde o fim da quinta série,eu torci para que as coisas fossem diferentes,e fiz isso pelos próximos cinco anos seguidos,transformando no meu ritual de iniciação escolar,mas como vocês podem ver,nunca deu certo,tanto que no terceiro ano,esse ritual finalmente morreu,eu eu disse apenas “Eu quero que se f#da” e quase deu certo,mas conto isso depois. 
 
 Primeiro,um professor caipira do nada pergunta para mim o que eu não queria ouvir pelo resto do ano “você é doido,é”,eu estava apenas sentado na cadeira não fazendo nada,deu vontade de dar um soco na cara dele,acho que se fosse a três ou quatro anos atrás,eu teria feito isso,mas eu estava tentando não chamar atenção,mas sempre falhava. 
 
 Ele não passou do primeiro dia,maior parte das vezes não tinha um professor fixo,às vezes até os coordenadores nos davam aula,que no caso era só um né,a única coisa que tenho para falar sobre ele,foi que em um certo dia,não sei como aconteceu,mas a cara dele estava igual a do Pinhed do hellraiser(para quem não sabe,é um personagem fictício de um filme de terror que usava correntes e ganchos para matar suas vítimas,ainda não vi o filme,verei para ter mais detalhes se necessário)ele ficou com o rosto marcado por um longo tempo,mas depois nos acostumamos e ele melhorou,mas foi nesse ano que eu desenvolvi uma coisa muito importante,acabei gostando de alguns dos professores e tentava ao máximo não dar trabalho para eles,e não me arrependo disso. 
 
 
 
 Depois de ficar em recuperação nos quatro anos seguidos,eu finalmente consegui sair daquele inferno,meu objetivo agora,era ir estudar em uma escola onde ninguém me conhecesse,mas claro,isso não aconteceu,e os meus amigos e “amigos” foram para colégios similares ao meu,ambos fomos para escolas públicas,alguns deles foram para a minha,mas em horários diferentes,dois dos amigos foram para a mesma escola,eu encontrei com eles e os amigos deles quando comecei a frequentar eventos,mas era uma pena que era apenas um dia,depois disso,voltava ao inferno,era como se eu estivesse condenado a viver dez anos no mar e apenas um dia em terra,minha mãe teve a brilhante idéia de aceitar que eu fosse para aquela escola,porque eles tinham me aceitado quando fui me matricular na internet,desde o primeiro dia de aula,eu odiava aquela escola,não conseguia nem ao menos olhar nos olhos das pessoas,mas foi lá que conheci a esmeralda,e assim eu digo que mesmo com três anos de dor,ficar dois anos com a esmeralda valeu a pena. 
 
 Mesmo a esmeralda sendo a única amiga que eu fiz de verdade nesse inferno,ainda tenho que falar um pouco dos “amigos” que eu fiz,no primeiro ano foram doze,e pior que esses doze,maior parte são garotas,(mas porque é pior?)porque eu quase não consigo mais falar com garotas,devido ao que me aconteceu no ensino médio,que foi a primeira vez que me declarei para alguém,e é claro que deu errado,nas duas vezes,a primeira foi pela internet,então não tinha como dar certo mesmo,a segunda foi a esmeralda,mas foi ao vivo,e meio que depois dessas duas eu decidi que nunca mais me declaro para uma garota,nunca,porque eu posso saber de antemão que vai dar tudo errado. 
 
 Além delas já terem namorado,eu não consegui mais me imaginar gostando de outra garota,já era chato ter que ficar sempre levando fora,mas eu não iria me passar por otário,a única forma de você conseguir uma garota nos dias de hoje,é só se você for escolhido por ela,não ao contrário,homens não possuem persuasão(não me xingue se você pensa ao contrário,mas é a verdade)se a garota não gosta de você,no cérebro dela,você vai ficar marcado com um X vermelho gigante,e sabe que tipo de garoto atrai as garotas,fora os famosos com dinheiro?,famosos com muito dinheiro,devido ao fato de vivermos em uma sociedade onde as pessoas achem que babaquice é sinônimo de poder e superioridade,elas acabam sempre se resultando a fazer escolhas erradas que levam aos erros,que às vezes levam até a morte. 
 
 Existiam alguma que eu não estava nem um pouco interessado porque não via nada nelas que fosse realmente atraidor,ambas eram inteligentes,o único aluno que não era inteligente e que não era um funkeiro de m#rda,era eu,apenas em algumas matérias eu levava bomba,mas pelo menos em algumas eu era de tudo bom e esperto,maior parte da culpa eram dos professores,existiam duas baran…..(essa passou perto),existiam duas professoras que faziam questão de brincar da mesma brincadeira que os alunos funkeiros de m#rda adoravam brincar,que era a brincadeira “fazendo a vida do Weird um verdadeiro inferno”,sério,quantas vezes eu não já fui humilhado naquele buraco de esgoto que eles chamam de escola,eu me sentia um papel que queria ir para a reciclagem(a reciclagem seria um futuro brilhante,metaforicamente)mas os cães vira latas ficavam brincando comigo e me fazendo de brinquedo para morder,e no final,não conseguia nunca ir para a 
 
 
reciclagem,e isso era um loop infinito,o loop só acabou quando eu saí daquele inferno de escola. 
 
 Embora foi um inferno ficar naquele lugar,pelo menos tive a oportunidade de conhecer três professores maravilhosos que até hoje eu gosto,mesmo que eu tenha contato com apenas um deles,as outras duas eu meio que não vejo mais,mas sempre estarei disposto a falar com eles se não se importarem. 
 
  Contagem final: 
 
  AMIGOS:4 
 
 “AMIGOS”:3 
 
  INIMIGOS:muitos para contar(desculpa que eu dei uma esquecida agora,porque não sei quantos são ao certo).



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