História A Hunter - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Annabeth Chase, Luke Castellan, Percy Jackson, Personagens Originais, Poseidon, Sally Jackson
Exibições 35
Palavras 1.056
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Mistério, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hey! Essa história começou a ser escrita a um tempo, mas decidi só postar agora, quando acumulei um bom número de capítulos para manter postagens regulares (yay)!

O primeiro capítulo oficial sai mais tarde, e a partir dele, novos capítulos aos sábados!

(primeira fic postada aqui!)

Enjoy it!

Capítulo 1 - Prólogo


 

A chuva que caía grossa complicava ainda mais a visão dos três na floresta. Com duas espadas e um arco e flecha, um bando qualquer não seria problema. E mais uma vez, Perseu Jackson estava errado. Ele nem sequer sabia do que se tratava, nem em quanto número estavam.

O rastro da destruição causada por eles era evidente, mas eles em si, eram tão invisíveis como o ar em sua volta. Seu pai nem imaginava que estava caçando, e nem sequer se importava com sua ausência.

O barulho do galho de quebrando atrás de si, fez com que se virasse tão repentinamente que se esquecera de que estava na vanguarda do pequeno grupo.

— Foi mal, não vi o galho, mas não precisa me espetar! – exclamou Richard, que vinha logo atrás dele.

Ele deu um pequeno sorriso de canto para o amigo, como que se desculpando. Richard era seu melhor amigo desde sempre. Era filho do ferreiro de seu pai, foram criados juntos, ambos largados no pátio central.

— Sei que os dois aí na frente querem resolver isto logo, mas se puderem ir mais devagar, agradeço. – exclamou Kirah, lá do final. Os dois não eram muito próximos, mas ela era irmã de Richard, e lutava muito bem. – “O último deve carregar o saco de suprimentos”, disse ele. Vá se ferrar, Jackson.

— Que educada, aprendeu com seu pai? – riu Richard.

Ele tinha uma grande amizade pela irmã, eles eram bem próximos. Sempre levavam as coisas para o lado cômico, como uma defesa pessoal, e estavam lá para qualquer hora, até mesmo para ficar na retaguarda de um grupo de 3 renegados, lutando contra um algo que nem conheciam. Típicos irmão Klint.

— Escutaram isso? – Perseu parou de repente, pegando-os de surpresa.

— Qual o rumo? – perguntou Richard, deixando as brincadeiras de lado.

A chuva havia aumentado um pouco a intensidade, e tinham que conversar gritando, senão suas vozes se dissipariam com a água. Mas mesmo com todo o barulho, era audível o som de um grito, quase um choro. Perseu tomou o rumo dos barulhos, com contracorrente em punho por precaução. Os outros dois o seguiram.

— Olhe para mim - dizia o homem sob a árvore, com uma mulher aos prantos, coberta de sangue, em seus braços. – Não ouse procurar sobre...

Sua frase foi interrompida ao meio. Ele virou-se lentamente para lado em que o grupo que espreitava. Impossível, pensou Perseu, estávamos em absoluto silêncio e sob a chuva. Olhou para Richard e Kirah, todos com a mesma expressão.

— Largue a mulher, e apresente-se - gritou Richard, se pondo frente do grupo, e enfrentando o que quer que fosse aquela criatura.

Como uma flecha, ele se aproximou, chegando tão perto quanto podia, grudando eles dois na arvore mais afastada. Seu rosto estava enegrecido e molhado pela chuva, mas a boca aberta apresentava incontáveis dentes, afiados, compridos e manchados de sangue.

— Quem se atreve? O que acham que são? Essas espadas, essa cota de malha, é algum tipo de passeio, porque se for, - seu tom de voz mudou intensamente – apresente-me aos outros. Estou faminto.

Kirah desembainhou a espada correu contra a chuva para eles. O homem deu um murro audível, mesmo por sobre a chuva, no rumo do maxilar de Richard. Ela apoiou o pé em algo e voltou em fúria para o homem. Avançou contra ele, dando um golpe-lhe na panturrilha direita. Ele retirou a espada com facilidade e soltou Richard desacordado ao chão.

Deu continuidade, dando-lhe um chute no tórax, golpe este que faria qualquer humano cair de costas no chão, não sem 4 a 5 fraturas. Mas a coisa equilibrou-se, arrancou-lhe das mãos a espada e a quebrou em sua coxa da perna recém-atingida. A espada era puro aço, com a base de prata antiga, fundida em uma ponta afiada branca, como uma estaca, com o nome de فالنتي, que significa Valente em português. Fora lhe dada pelo próprio pai, após matar sozinha seu primeiro javali, com uma espada roubada. Viu o rosto de Kirah tornar-se vermelho, sendo ela extremamente branca, e arrancar da bota uma adaga, provavelmente usurpada do arsenal do pai.

Atacou-lhe novamente, mas desta vez um golpe mais mortal, bem no pescoço e Perseu sacou contracorrente. Ele ainda não tinha sido visto por ele. Viu de relance Richard que estava um pouco zonzo, procurando sua espada.

— Richard, a camponesa.

Ele assentiu levemente e saiu meio lúcido, para o rumo da árvore. Olhou novamente para Kirah, que agora estava deitada no chão, com sangue escorrendo pela boca, parecendo inconsciente. Sua adaga ainda estava enfiada no pescoço dele, mas não o incomodava. Perseu aproveitou enquanto ele sentava-se ao lado de Kirah, para fazer algo, e lhe cravou um golpe na região do estômago, perpassando blusa, carne e órgãos, até atingir o outro lado.

O homem alto, de cabelos de areia, soltou um temível urro de dor, enquanto a espada ficava por dentro. Retirou a adaga do pescoço, a jogou em Kirah, e andou para o lado de Perseu. Viu Richard se aproximando, mas ele estava sem espada e com o braço em um ângulo nada normal, somente com o que restara da espada de Kirah.

— Richard, jogue-me a empunhadura. – gritou Perseu sem saber o por que pedira isso.

Ele jogou-lhe o pedaço, e em um rápido movimento, pegou-o no ar, fazendo o homem virar-lhe as costas para saber da existência de mais um do grupo. Perseu pensou rápido, e enfiou costela adentro, o que restara da espada de Kirah, a madeira pontiaguda em prata. Ela entrou suavemente, rasgando-lhe os pulmões, e chegando perto do coração.

O homem começou a rodar, na tentativa de retirar a madeira encravada no corpo, urrando ainda mais do que quando lhe enfiara a espada. Perseu pegou-lhe pelo cabelo e colocou a mão sobre a estaca, ameaçando.

— Diga-me, seu nome, e que tipo de demônio é.

— Me chamo Gustaf e quem eu sou não lhe importa, seu humano. – disse cuspiu as palavras entre gemidos, a voz em transição, ficando mais grossa.
Perseu soltou um sorriso seco e lhe afundou um pouco mais a madeira, percebendo que era este seu ponto fraco. Ele soltou mais um urro, e por fim confessou.

— Sou o ser da noite, aquele que sobrevive do sangue, eu sou...

— Um vampiro... – completou Perseu enfiando totalmente a estaca no peito do homem, fazendo-o cair com um estrépito som no chão.


Notas Finais


Espero que tenham gostado, mesmo ficando um pouco confuso. Até o próximo!
(comentem o que acharam, é bom receber um feedback)

- Fic também postada no Nyah


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