História A Incrível História de Ellen - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Alexandra Daddario, Henry Cavill
Personagens Personagens Originais
Tags Aihe, Ellen, Sebastian
Visualizações 35
Palavras 1.912
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Romance e Novela
Avisos: Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hello friends! Mais um capítulo, boa leitura 🙏 e bjss de chocolate 😘😘

Capítulo 3 - Knowing...


Fanfic / Fanfiction A Incrível História de Ellen - Capítulo 3 - Knowing...

Quando estava deitada, alguém bate na porta. Ao entrar, me surpreendo com a pessoa.

    -Esse era meu antigo quarto.-sento na cama desajeitada.

    -Por que mudou de quarto?

    -Me trazia lembranças do meu tempo de juventude de que não me orgulho muito.-fiquei quieta, o que eu poderia falar? Primeiro, por que ele estava aqui?

    -Então, se você não percebeu ou percebeu, eu estava tentando dormir.-ele ficou me olhando.

    -Você não dorme de vestido... -passando os olhos por minhas pernas descaradamente, envergonhada, as cobri com lençóis.

    -Eu lhe disse que não era uma donzela. Agora, por favor, retire-se deste quarto por que isso não é permitido.-disse me cobrindo mais com os lençóis. Ele sorri de novo daquela maneira instigadora.

    -Como lhe disse, esse quarto me traz lembranças de que não me orgulho, você pode ser mais uma delas se tentar me forçar a sair deste quarto.-levantei as sombrancelhas e ele fez o mesmo. Sorri e ele sorriu estranhando.

    -Você acha que é o primeiro homem a querer-me nua?

    -Eu não acho. Sei que a fila pode ter sido grande, e também sei que alguns não obtiveram o que queriam. Só que eu quero e vou conseguir o que quero.-ele trancou a porta com uma chave que surgiu de algum lugar e a pos em cima da estante enorme. Retirando seu casaco de pelo de algum animal, ele revela seu belo corpo. Sorrio me cobrindo até os ombros, pois estava apenas de calças e sem vestido.      

    -Eu não quero lhe machucar. Por mais que você seja um belo guerreiro, você se deixa levar pelas emoções. Isso é uma derrota fatal.-ele foi retirando sua roupa calmamente até que ele ficou apenas com a calça debaixo.

    -É o que nós vamos ver senhorita.-ele subiu na cama, em cima mim e eu me deixei levar. Enfiando as duas mãos em meu cabelo, e inspirou profundamente.-Você tem um cheiro incrivel.-me permiti tocar em seus braços, abdomêm, costas, chegando em suas calças, parei bruscamente.

    -O que você está fazendo? Eu não posso.-ele me apertou contra a cama fazendo-me sentir seu corpo ao meu. O quão quente estava sua pele. Arfei.

    -Eu sei...-ele se afastou, passou a mão ao lado de meu corpo e cravou os dedos em minha cintura. Ele se abaixou e finalmente fez o que eu ansiava. Beijou-me ardentemente. Aproveitando o máximo do seu beijo, ele para inusitadamente. Seu rosto se transforma surpreendentemente no rosto de Jack. Não! De novo não!

    -Eu disse que voltaria!

    -AAAHHHHHH...

    Acordei gritando, com os lençóis molhados de suor, era madrugada ainda. Calma, foi apenas um sonho. Fiquei repetindo até me acalmar. Tremendo, me levantei e verifiquei se a porta estava trancada. Ainda de pé, encostei-me na porta e me deixei escorregar nela até que eu sentasse no chão. Ainda assustada comecei a chorar baixinho. Jack, foi um garoto que era vizinho nosso, morava do outro lado do campo. Éramos muito amigos, quer dizer, eu pensava que éramos. Uma vez, em uma caminhada em direção a um bosque lindo de hortênsias ele tentou me tomar à força bruta. Graças aos céus, consegui me defender dele e saí correndo. Ao chegar em casa, contei aos meus pais e alguns dias depois eles mudaram de campo. Depois disso, nunca mais eu quis me apaixonar por homem algum, quando me deixava envolver, era apenas momentaneamente. Ainda desconfortável com o sonho, voltei para cama e com dificuldade consegui dormi.

    Acordando, vi a filha mimada da Rainha Helena, Rosely, abrindo as cortinas. Se estivéssemos em outro lugar, juro que lhe jogaria de um penhasco. Que antipática essa menina!

    -Acorda! Temos que conversar algumas coisas.-terminando de abrir as cortinas, ela senta-se em uma posição que me faz rir.-Há algo engraçado aqui senhorita Strong?-ela pergunta rude e seguro meu riso. Levanto-me e ela cobre os olhos. Percebi que estava apenas de calça e sem vestido.

    -Oh, me desculpe Princesa Rosely. Não quis lhe insultar com minhas vestimentas!-me cobri rápido com um dos vestidos que me foram dados. Ela levantou-se me olhando esnobe e saiu. Colocando minhas botas surradas, corri para alcançá-la.

    -Minha mãe quer falar com você. Venha.-ela virou em um corredor e seguindo-a vi meu pai conversando com o rei. Eles riam como se fossem grandes amigos. O que na verdade eram e eu nem imagEngoli

    Chegando a um campo verde, cercado de soldados, a Rainha Helena e o Príncipe Sebastian lutavam arduamente. Rosely sentou-se em uma cadeira que dizia que ela ERA A PRINCESA ROSELY e eu permaneci ao seu lado assistindo a épica batalha dos irmãos Fighter. Acabando com empate de ambos, eles cansaram e vieram sentar-se. Vieram rindo e conversando e por um momento invejei ter uma irmandade como aquela. Entre eu e Petra. Não que fosse ruim a relação que existia entre eu e Petra, mas é que quando dois irmãos viveram a maior parte do tempo juntos, deve ser muito prazeroso depois sentar-se e conservar sobre os momentos que passaram juntos, as aventuras e desventuras, os erros e acertos. Enfim, eu e Petra não temos isso. Ah, temos uma vez que eu a defendi de um rapaz insolente e perturbado, depois disso, nunca mais vi rapaz algum chegar perto dela, o que acontecia era exatamente o contrário disso.

    -Então, pequena Strong, pronta para começar seu treinamento comigo?-disse a Rainha sentando ao lado de Rosely. O príncipe Sebastian fixa seu olhar ao meu indo ao seu lugar e não desviando um segundo do meu olhar. Engoli em seco.

    -Sim.-respondo abruptamente e logo me recomponho. É segunda vez que o vejo e minha respiração já está desestabilizada.

    -Sim. Vamos começar comigo, depois quero que treine com Peter, meu filho e, se estiver inteira ainda, quero que lute com Sabastian. Vamos.-ela foi em direção ao campo, e indo atrás dela um soldado me barrou- Ah esqueci de lhe avisar. Vista-se adequadamente. Você irá usar minha antiga armadura. Enquanto você se prepara, vou aquecendo minha espada com Sebastian.

    Fui onde o soldado estava me levando e acabamos no quarto onde eu estava ficando. Ele pegou a armadura que estava pendurada, aquela a qual eu vira e me apaixonara. A vesti com muita alegria e voltando ao campo vi Sebastian e o filho da rainha lutando. A rainha Helena e Rosely não estavam. Quando eles me perceberam pararam de lutar. Me aproximando deles, Sebastian ergue uma sobrancelha me olhando de cima abaixo. Seu olhar está sombrio. Inspiro profundamente.

    -E eu pensando que essa armadura era horrível. Você ficou belíssima nessa armadura!-Peter disse sorrindo gentilmente e eu agradeci com um aceno de cabeça.

    -Chega de elogios. Lute com ela. Vá com calma, Peter, ela é uma dama.-ele saiu sorrindo discretamente notando que percebi seu insulto inofensivo.

    O Príncipe Sebastian sentou-se nas cadeiras vermelhas e brilhantes, e ficou observando. Fomos ao meio do campo, um pouco mais afastado do Príncipe Sebastian e nos posicionamos.

    -Quantos anos você tem?-Peter pergunta enquanto caminhávamos em circulos um em frente ao outro.

    -23.

    -Nascemos no mesmo ano.

    -Se você diz.-digo arrastando minha espada no gramado verdejante. Observo seus movimentos. Lentos e imprecisos.

    -Você é de poucas palavras, não é?

    -Gosto de falar apenas quando é necessário.

    -Gosto de pessoas assim. Podemos ser amigos.

    -Quem sabe. Sabe, eu realmente não quero continuar nessa conversa desinteressante. Está me entediando.-ele riu e logo me atacou batendo sua espada na minha. Lhe golpeei, mas ele manteu-se firme e não caiu.-Gosto de pessoas persistentes.

    -Que bom por que eu sou muito persistente mesmo que não tenha nenhum chance de ganhar.-assim ele voltou a me atacar com golpes soltos, dispersos.

    -Primeiro, você tem que ter um alvo, sabia?-continuei desviando e me divertindo com sua inexperiência- Isso é assustador. O filho dos maiores guerreiros de todos os tempos não sabe usar uma espada. Melhor, se defender com uma espada.

    -Será porque eu não escolhi seguir a formação de soldados?-ele parou de atacar e eu fiquei sem saber o que dizer.

    -Sério?

    -É, exatamente isto que ouviste.-ele entregou a espada para um soldado e descansou uma das mãos nos quadris e com a outra gesticulava arduamente.

    -O que vais fazer na escola Terras de Sabedoria?

    -Estudar as Leis dos Reinos.

    -Advocacia.

    -Isso.

    -Desculpe-me Príncipe Peter. Jamais quis lhe ofender com minha audácia.

    -Tudo bem, é o que as pessoas pensam que vou estudar.

    -Podemos ser amigos.

    -Amigos?

    -Sim, nada mais que isso. Confio mais em homens do que mulheres.

    -O que quer?

    -Alguém em quem posso confiar, que conheça as leis e que não seja meu pai.-ele sorriu largamente.

    -Sim, podemos trabalhar nisso com o tempo. Você gosta de ler?-percebemos que o Prícipe Sebastian se levantou e veio ao nosso encontro.

    -Sim, mas apenas as leis da união dos reinos.

    -Perfeito. Assim, poderemos nos encontrar frequentemente.

    -Então, cansaram?-disse Sebastian caminhando em nossa direção.

    -Cansei de lutar com ele.

    -Até por que a senhorita ganhou em todas as vezes.-ele sorriu de canto, mas de um jeito meigo. Abrindo um pequeno sorriso o agradeci educamente.

    -Vamos continuar se não está cansada. Precisa treinar muito para ser a mais resistente dos discípulos, ou ao menos tentar.-segunda vez que ele me insulta, mas essa foi mais pesada.

    -Senhorita Strong.-Peter despediu-se de mim e foi-se.

    -Vamos.-disse virando-me brava para ir ao campo e detoná-lo na luta, mas ele segurou meu braço e puxou-me abruptamente me fazendo virar e bater contra ele de volta. Estavamos muito próximos, colados um ao outro. Face a face.

    -Eu que lhe digo se vamos ou não. Você apenas obedece. Entendeu, senhorita Ellen? Sou seu instrutor, a senhorita querendo ou não.-permaneci quieta a ponto de soltar fogo pelas narinas. Minha respiração começou a falhar e seu olhar desceu até meus lábios. Os abri inspirando.-Vamos.-ele me virou de costas segurando frouxo meu braço e me direcionou ao campo até chegarmos onde iríamos treinar. No meio do campo ele estava me posicionando ainda segurando meu braço.

    -Me largue.-ele parou instantâneamente.

    -Como é?

    -Me largue. Eu nunca deixei alguém ser rude comigo porque eu não sou com ninguém. E acho que não fui com o senhor também.-estava começando a me irritar.

    -Não estou sendo rude. Você precisa de alguém que lhe instrua. Você é muito impulsiva. Acredite, sou a melhor pessoa para isso.-eu não tinha dúvidas de que não era. Mas, não queria que ele  tivesse uma fraca imagem minha por lhe achar um bruto, mas que em pouco tempo fazía-me sentir desejo de beijá-lo.

    -Você está sendo rude. Por quê a Rainha Helena não está aqui?-ele desatou a minha armadura que possuía muitas amarras nas costas.

    -Porque ela não tem paciência para ensinar crianças malcriadas e como eu sou uma pessoa muito pacienciosa, estou aqui, sem ganhar nada em troca, lhe ensinando. Você devia me agradecer, sabia, senhorita Ellen?-ele deu o último nó puxando-me mais para trás, perto dele.-Você ainda tem muito que aprender.-sim, eu estava passando mal, muito mal. Respiração falhando, suor inundando minhas costas e grudando meus cabelos ao pescoço, minhas pernas, espera, eu tenho pernas? Soltei um suspiro audívelmente trêmulo. E toda raiva que eu tinha dele, sumiu. Ele se afasta e para em minha frente sustendo meu olhar.

    -Posso fazer uma pergunta?-minha voz! Eu tenho voz... Espera... 

    -Sim.-ele chamou um soldado que trouxe as espadas. Não...

    -Quantos o senhor tem?-quando me repreendi internamente pela pergunta impulsiva, era tarde demais.

    -Por quê isso lhe interessa?-ele diz com um sorriso de escárnio.

    -Acaso é confidencial?-ele riu pegando duas espadas. Ele tinha um sorriso muito bonito. Seu rosto ficava mais jovem quando sorria.

    -Gosto disso. Mulheres ousadas. Percebo ser seu ponto forte, não é?

    -Talvez.


Notas Finais


HUUMMMM... Ellen e Sebastian...
Imaginem o que acontecerá no próximo capítulo...


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