História A insegurança também é a base de uma relação - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Seventeen
Personagens Lee Jihun "Woozi", Seungcheol "S.Coups"
Tags Jicheol
Visualizações 24
Palavras 1.027
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drabble, Fluffy, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - The night.


 

 

Seungcheol é o mais velho entre os treze, mas era Jihoon quem passava a aura de responsabilidade. Seungcheol é o líder, mas era Jihoon quem o apoiava e aconselhava. Por sua vez, é Jihoon quem ocupava o salário mais alto, quem ocupava-se acordada pensando qual o conceito, como produzir, como fazer sucesso, como aumentar a sua conta bancaria; automaticamente, de todos os meninos. Contudo, Seungcheol sentia a responsabilidade cair sobre seus ombros por ser o mais velho e líder. Observando pela fresca da porta o corpo pequeno afundado na cadeira do pequeno estúdio, Jihoon tinha algumas garrafas em frente ao teclado do computador. Ora, editar é um saco.

Ouvir a mesma melodia há semanas estava o deixando louco. Os produtores dessa vez o deixaram com total responsabilidade na realização do próximo single do grupo. No entanto, opuseram-se em simplesmente editar ou avaliar qualquer trabalho do garoto com um pouco mais de um metro e sessenta. Todo o trabalho deveria estar pronto há uma semana, por sorte o prazo foi estendido. Por consequência, as preocupações e doses de energéticos misturado com café e doses extras de qualquer bebida aumentavam. Vodca com energético estava o ajudando bastante nas últimas noites.

Seungcheol mantinha-se preocupado e inutilizado. Produzir não era uma área muito explorada pelo garoto; ele fez o melhor que pode escrevendo muitas canções com base no conceito do grupo, estaria preparado na primeira rejeição por parte da poesia. Entretanto, Choi estava frustrado, Jihoon não dormia mais de três horas por dia intercalados em pequenos cochichos.

– Jihoonie... – afastou deliberadamente a porta dando passagem para o corpo. Pegou a primeira cadeira ao seu alcance e colocou ao lado do produtor. – São sete da manhã, vá dormir, eu posso editar um pouco.

Por outro lado, Jihoon estava desesperado por ajuda. Qualquer auxilio bastaria, estava sentindo-se solitário e perdido. O garoto é confiante em suas habilidades, mas continuar totalmente em si, no mínimo, é ser prepotente demais – Jihoon poderia ser muitas coisas, mas a modéstia e a insegurança andavam cada uma segurando suas mãos.

Não hesitou em afastar sua cadeira em frente ao computador para trás, tirando os fones de ouvido e colocando em Seungcheol. Pulou da cadeira perdendo um pouco do equilíbrio, mas logo recuperou a compostura, esticou seu braço e alongou suas pernas. Sorriu abertamente para o mais velho e depositou um beijo na sua bochecha.

– Não vou demorar, apenas um banho e comer. – comentou, arrumando algumas coisas espalhadas pelo estúdio.

Ele observava o pequeno arrumando aqui e ali, apontava na pequena folha amassada de rascunho algumas questões que precisavam ser analisados. Pediu para verificar a contagem, e pensar quais das canções combinaria com o ritmo. Jihoon é meticuloso e viciado no que faz, não havia dúvidas sobre seu trabalho. Quem sabe, o pequeno apenas precisasse aprender a compartilhar suas responsabilidades, e Seungcheol não precisasse chegar no limite da sua paciência para oferecer a sua ajuda – ele apenas esperava Jihoon pedir pela menor apoio que fosse para quem quer que fosse.

– Não há necessidade de ter pressa. – olhou em volta, as folhas amassadas, os copos descartáveis e a pilha da garrafas o irritavam. – Dou conta de tudo, durma o suficiente.

– Não consigo dormir com o trabalho inacabado e com a data de entrega chegando, eles não vão adiar novamente. Você mais que ninguém sabe disso. Hyung...

– Apenas vai logo. – apontou para a porta, esperou o garoto tocar a maçaneta. – Deixarei a porta trancada nas próximas 8 horas, use esse tempo para dormir.

Choi ditou empurrando sua cadeira para frente dos equipamentos do estúdio. Tudo estava uma bagunça refletindo exatamente como encontrava-se Jihoon com o cabelo desarrumado e as olheiras em destaques nos seus olhos pequenos. O garoto pensou em protestar o seu Hyung, mas o conhecia perfeitamente, caso atreve-se revidar com suas palavras afiadas de costume, a porta do estúdio ficaria mais tempo que o inicial estipulado.

Não demorou mais que duas horas e Jihoon estava novamente no estúdio com dois copos de café, um coberto e um travesseiro em mãos. Seungcheol apenas segurou a sua frustração com o mais novo e permitiu-se sorrir com o pequeno tentando levar tudo sem derrubar os cafés; ajudou-o;

Quando os cafés esfriaram e Jihoon estava deitado com a cabeça no ombro do mais velho em seu colo. A coberta cobria suas pernas e melodia seguia-se em harmonia. O sono abraçou Seungcheol com a delicadeza que Jihoon respirava no seu pescoço, ele não poderia dizer se era de madrugada ou estava amanhecendo, o celular estava longe e o computador com a hora errado, mas o principal era não despertar o garoto em seus braços; Seungcheol sentia-se inútil com um garoto como Jihoon ao seu lado todos os dias, o sentimento de inferioridade apossava-se de suas forças. No entanto, visava melhorar para suas fãs, mas também para permanecer com Jihoon. E quando o baixinho simplesmente apagava quando estava em seus braços, sentia-se ser recompensado por todo amor que oferecia. Seungcheol considerava-se o porto seguro de Jihoon, e para ele, nada mais importava. Jihoon precisaria que o mais velho o parasse quando necessário, deixou de cuidar de si mesmo porquê sabia muito bem que ele faria isso por si. Jihoon cuidava apenas de algumas coisas sobre si, cultivava seu amor pelo trabalho e tentava, mesmo que falho muitas vezes, demonstrar o quanto era grato pelas pessoas que o amavam, principalmente por Choi Seungcheol.

No dia em que Choi deixasse o menor, saberia muito bem que uma parte do garoto deixaria de existir; Portanto, Jihoon abraçava o mais velho não apenas para dormir ou apreciar o contato e tranquilidade transmitida, mas pelo medo de acordar e não ter mais Seungcheol velando por seu sono. O medo eminente de perder a pessoa mais importante da sua vida deixava  Jihoon sem forças e perdido em pesadelos, procurava se livrar dos maus presságios em suas composições, ocupava seus sonhos com a música e com o tempo restante livre, dedicava-se as pequenas demonstrações de afeto, por mais que sentisse vergonha não poderia perder a oportunidade de encher Choi de beijos e dizer o quanto o amava, apesar que na maioria das vezes não era as palavras propriamente ditas que ditavam suas declarações. 


Notas Finais


eu sinceramente me pergunto pq eu escrevo coisas assim :')
vou deixar um link q na minha cabeça tem tudo haver com a fic

link: https://www.youtube.com/watch?v=zprCVgMKXT0


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