História A irmã de Potter - Capítulo 13


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Dumbledore, Draco Malfoy, Gina Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Lord Voldemort, Minerva Mcgonagall, Personagens Originais, Ronald Weasley, Severo Snape
Tags Draco, Drama, Harry Potter, Irmã De Harry Potter, Severus Snape
Visualizações 99
Palavras 1.202
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Fantasia, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Voltei, finalmente!
Se preparem porque haverão novos capítulos todas as semanas :))

Capítulo 13 - Mais um dia de azar


Fanfic / Fanfiction A irmã de Potter - Capítulo 13 - Mais um dia de azar

-Oh não…ELLIE! - repetia Harry, tentando-se aproximar da menina.

-Harry, cuidado! -gritou Ron.

Harry então fez uma coisa que era ao mesmo tempo muito corajosa e muito idiota. Tomou impulso e deu um salto conseguindo abraçar o pescoço do trasgo pelas costas. O trasgo não sentiu Harry pendurar-se ali, mas até um trasgo percebe quando se espeta um pedaço comprido de pau dentro da narina, e a varinha de Harry ainda estava na mão quando ele saltou e entrou direto na narina do trasgo.

Urrando de dor, o trasgo se virou e brandiu o bastão, enquanto Harry continuava agarrado nele tentando escapar da morte, a qualquer instante, o trasgo ia arrancá-lo do pescoço ou dar-lhe uma tremenda sova.

Enquanto Hermione afundara no chão de tanto medo, Ron puxou a própria varinha e sem saber o que ia fazer, ouviu-se gritando o primeiro feitiço que e veio a cabeça: wingardium leviosa!

Na mesma hora o bastão voou da mão do trasgo, ergueu-se no ar, foi subindo, subindo, virou-se lentamente e caiu, com um barulho feio, na cabeça do seu dono. O trasgo cambaleou e, em seguida, caiu de cara no chão, com um baque que fez o banheiro todo sacudir.

Foi Hermione quem falou primeiro.

-Ele está...morto?

-Acho que não- respondeu Ron- Acho que só perdeu os sentidos.

Ele se abaixou e puxou a varinha de Harry da narina do trasgo. Estava suja de uma coisa que parecia uma cola grumosa.

-EW!... Meleca de trasgo- Disse e em seguida limpou a varinha nas calças do trasgo.

-Ellie, por favor, consegue me ouvir?!- chorava Harry colocando as suas mãos no rosto de Ellie.

Ron, ao ver o estado de Ellie e a preocupação de Harry, sabia que tinha de fazer alguma coisa.

- Eu vou chamar al…- e antes que Ron pudesse acabar, o barulho de portas batendo e passos pesados fizeram os três erguerem a cabeça.

Não haviam percebido a confusão que tinham aprontado, mas com certeza alguém lá em baixo ouvira a pancadaria e os urros do trasgo. Um instante depois a Professora Minerva entrou no banheiro, seguida de perto por Snape, Filch e Quirrell, que fechava a fila.

Snape foi o primeiro a ver a menina meio encostada na parede, desmaiada e foi logo de mediato ao seu encontro e mediu seu pulso. Harry havia reparado que a perna de Snape estava ensanguentada.

O que é que vocês estavam pensando? — perguntou a Professora Minerva, com uma fúria reprimida na voz, ao mesmo tempo estando preocupada com o estado de Ellie.

Harry olhou para Ron, que se apresentava completamente paralisado.

-Vocês tiveram sorte de não serem mortos. Por que é que não estão no dormitório?

Filch lançou a Harry um olhar rápido e penetrante. Harry olhou para o chão. Então se ouviu uma vozinha que veio das sombras.

-Por favor, Professora, Minerva, eles vieram me procurar.

- Senhorita Granger!

 conseguira finalmente se levantar.

-Sai procurando o trasgo porque achei que podia enfrentá-lo sozinha. Sabe, já li tudo sobre trasgos.

Ron deixou a varinha cair. Hermione Granger, contando uma mentira deslavada a um professor?

-Se eles não tivessem me encontrado eu estaria morta agora.

-Como pôde pensar em enfrentar um trasgo montanhês sozinha? -falou Minerva com fúria que se podia perceber pela sua voz -Para o dormitório, agora. O jantar está a ser servido lá. Mais tarde me encontrem no meu escritório.

-Mas…Ellie, o trasgo acertou nela. Ela não teve culpa- tentava falar Harry.

-Dormitório, agora! Vocês todos- repetiu Minerva, ainda mais furiosa.

Foi nesse momento, quando Snape lhe deu um olhar de morte, que Harry percebeu o quanto o professor o odiava e por mais que lhes custasse, principalmente a Harry, o trio obedeceu.

-Srta Potter, consegue-me ouvir? – repetia Snape, abanado de forma delicada a menina.

Ellie, começara a recuperar da sua queda e embora com a visão ainda turva assentiu.

-É melhor levá-la para a enfermaria, o trasgo pode acordar a qualquer momento- Falou Minerva, com cara de preocupação.

-Consegue-se levantar? – perguntara Snape para Ellie, fazendo a menina tentar se por de pé, com ajuda do professor.

-A minha perna…- sussurrava Ellie, ainda tonta. Por momentos pensou que iria cair, mas Snape a segurara a tempo. Foi nesse momento que a menina percebeu que o dia não lhe estava correndo nada bem.

Snape a guiara até à enfermaria, enquanto Minerva e Quirrell tratavam do trasgo. O professor estava a fazer de tudo para controlar a sua fúria. Só esperava pelo momento de poder tirar pontos à grifinória.

A menina pouco se lembrava do que havia acontecido, apenas se recordava da dor. Ao chegar à enfermaria madame Pomfrey, já os avistara.

-O que se passa, querida?

-Eu caí e a minha perna está doendo.

-Venha, senta aqui- falou a enfermeira- Parece-me que você torceu o tornozelo, querida. Mas não se preocupe essa dor passará num instante- De seguida, a enfermeira pegou na sua varinha e recitou um feitiço próprio para curar ossos torcidos ou partidos -Episkey.

O tornozelo de Ellie ficou muito quente, e então muito frio. Ela levou uma mão ao tornozelo e se sentiu melhor. Parecia ter sido remendado.

- Muito obrigado.

Ao sair da enfermaria Snape a esperara, depois de se encontrar com Minerva que lhe assegurara que o trasgo tinha sido tratado.

- Espero que tenha aprendido a não se meter nas encrencas de seu irmão e não pense que se livrou do castigo. Amanhã no meu escritório depois de suas aulas acabarem. Agora vá, a professora Mcgonagall está vos esperando no seu escritório- Falou Snape, que este tempo todo a olhava com um ar de desapontado e furioso. Ele sabia que a única razão por a menina ter ido ao encontro do trasgo foi para proteger seu irmão.

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O trio Harry, Ron e Hermione já se encontravam no escritório de mcgonagall, quando Ellie chegou. A sala permaneceu em silêncio.

A professora foi a primeira a falar.

-Têm alguma ideia o quão trágico isto poderia ter acabado. Srta Granger nunca pensei, você sempre foi uma menina cumpridora de regras, estou muito despontada com a sua atitude- ralhava a professora para o grupo que se encontrava olhando para o chão- Hermione Granger, Grifinória vai perder cinco pontos por isso. Se não estiver machucada é melhor ir embora para a torre de sua casa.

Hermione se retirou.

- Quanto a vocês dois, eu continuo achando que vocês tiveram sorte, mas não há muitos alunos do primeiro ano que pudessem enfrentar um trasgo montanhês adulto e viver para contar a história. Cada um de vocês ganha cinco pontos para Grifinória por mera sorte. O Professor Dumbledore será informado. Podem ir.

Eles saíram depressa do escritório e não falaram nada até subirem dois andares. Foi um alivio saber que não seriam castigados, para não falar que Ellie estava bem.

- Quanto a você srta Potter, teve muita sorte por nada de grave lhe ter acontecido. Já vi casos que acabaram bem pior. Mas tenho que levar à consideração que o seu ato para proteger seus amigos foi corajoso. Cinco pontos serão adicionados à sua casa. Agora vá.

Ellie rapidamente saiu e se dirigiu para os calabouços. Embora se tenha magoado, a menina estava feliz por estarem todos bem e também exausta…


Notas Finais


Sim é verdade finalmente voltei a postar, depois de o ano escolar mais difícil e exaustivo de sempre.
Embora as minhas férias já tenham começado há um mês e meio decidi escrever o resto da fic antes de postar para não vos deixar esperando.


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