História A irmã mais nova de Chaz Somers - Capítulo 33


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Categorias Chaz Somers, Christian Beadles, Justin Bieber, Ryan Butler
Personagens Justin Bieber, Ryan Butler
Tags Chazsomers, Chrisbeadles, Justinbieber, Romance, Ryanbutler
Exibições 90
Palavras 1.257
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Só pq comentaram rápido hoje, achei digno mais um capítulo. O próximo só na segunda.

Capítulo 33 - What the hell did you do, Justin?


Fanfic / Fanfiction A irmã mais nova de Chaz Somers - Capítulo 33 - What the hell did you do, Justin?

A manhã seguinte à festa surgiu sem pena. O sol entrou pela janela descoberta pelas cortinas e eu me espreguicei lentamente na cama. Levantei a contra gosto e segui para o banheiro me arrastando. Após um longo e completo banho quente, saí do banheiro com uma toalha enrolando o cabelo e amarrando o roupão. Abri o guarda-roupa e depois de muito observar, tirei de lá um short jeans preto, uma blusa de manga longa cinza com uma coruja na frente e peguei embaixo da cama o meu par favorito de coturnos. Abri a porta do quarto ainda passando a toalha nos cabelos molhados, encontrei um Christian prestes a bater na porta.

– Feliz primeiro dia com 17 anos pós-festa! – Chris beijou minha bochecha. Arregalei os olhos com o susto e sorri.

– Obrigada, obrigada! – Joguei os cabelos ainda molhados para os lados e sorri para ele.

– Vamos logo, todos já devem estar lá embaixo. – Chris e eu descemos as escadas pelo corrimão, um depois do outro, o que resultou em uma queda dupla ao pé da escada e risadas agudas de todos que estavam presentes.

Tomei meu café acompanhada de quem estava lá, Justin parecia ter saído mais cedo. Sorri para Mari e perguntei se ela iria querer carona, como não obtive resposta, gritei que estava saindo e caminhei em direção à porta, pegaria o ônibus hoje já que ninguém iria comigo.

Fechei a porta atrás de mim e virei-me para seguir caminho para o ponto de ônibus. Então eu vi uma cena que fez meu chão sumir: Justin estava do outro lado da rua com Andressa, e se beijavam como se não tivessem como se controlar. Respirei fundo, coloquei um sorriso no rosto e segui para o ponto de ônibus. Eu não iria atrapalhar o casalzinho. Cheguei à escola e me dirigi a uma das mesas do gramado, joguei minha mochila sobre ela e me joguei no banco, apoiei a cabeça sobre a mesa e repeti em sussurros que estava tudo bem. Mãos em minha cintura, beijo em minha cabeça.

– Bom dia, princesa. – Bieber. Levantei a cabeça e me virei em direção a ele. Justin estava com a maior cara lavada, um sorriso no rosto, os lábios vermelhos, os olhos focados em mim. – Você está bem? – Ele sorriu ainda mais. Semicerrei os olhos para ele e ri.

– Se você ficar longe de mim, sim, ficarei bem. Se me dá licença. – Levantei-me da mesa e puxei a alça da mochila violentamente. – CHAZ! – Gritei acenando. Corri para alcançar Chaz, mas antes de chegar lá o Bieber puxou meu braço.

– O que eu fiz dessa vez? – Os olhos arregalados e a voz esganiçada do menino a minha frente fizeram com que a raiva dentro de mim crescesse.

– Não sei. Mas talvez a ANDRESSA saiba, afinal você estava com ela hoje de manhã, não é mesmo?  – Sorri sem mostrar os dentes e me soltei de seu toque. – A propósito, nunca mais se aproxime de mim. Tenha um bom dia. – Justin voltou a segurar meu braço, dessa vez com mais força. – Se não se importa gostaria que soltasse meu braço, está me machucando. – reprimi um gemido quando ele apertou um pouco mais quando tentei puxar.

– Não, Manuela, eu não vou te soltar. Você vai me ouvir.

– EU NÃO VOU OUVIR CARALHO NENHUM, ME LARGA! – Gritei indo em sua direção, Justin arregalou os olhos. Um minuto eu estava gritando com um menino de cabelos loiros, no segundo seguinte eu estava me equilibrando e olhando o nada. Meu braço latejou.

– Tá maluco, Chaz? – Justin estava no chão, logo a minha frente, Chaz estava ao meu lado com punhos fechados.

– Quem pergunta sou eu! Você estava machucando a minha irmã! – Chaz estava irritado. – Não encoste nela novamente, Justin. – Chaz lançou um olhar significativo para Justin, o mesmo estava deitado no chão apoiado por um dos cotovelos e com a outra mão tocando o olho que provavelmente ficaria roxo. Chaz passou por mim e puxou minha mão.

– Aii. – Reclamei fazendo careta, Chaz me encarou preocupado.

– Está doendo?

– Sim.

– Eu vou matar aquele filho da puta! – Chaz ameaçou voltar para onde Justin estava. Parei em sua frente e coloquei uma mão em seu peito.

– Você não vai bater em mais ninguém, Charles Graver Lee Thomas Somers! (não sei se o nome dele todo é esse, procurei no Google e deu isso) – Chaz abaixou o olhar para mim.

– Charles Graver Lee Thomas Somers? Já que apelou para o nome completo, ficarei quieto. – Chaz me encaminhou até a enfermaria, perdi a primeira aula, mas a dor passou, apesar de ter ficado um pouco roxo onde Justin havia apertado. Por falar nele o próprio estava na maca ao meu lado com gelo sobre o olho.

– Aula? – chaz apareceu na porta da enfermaria. Concordei com a cabeça. Chaz me jogou em seu ombro.

– Chaaaaaaaz, me põe no chão, por favor!!! – Eu mais ria que pedia alguma coisa. Chaz me colocou no chão e nos encaminhamos para a sala. Aproveitamos para entrar na sala quando a professora virou-se para escrever no quadro.

– Senhor e senhora Somers. – A professora disse sem se virar, eu e Chaz nos encolhemos nas carteiras.

– Sim? – Perguntamos em couro com a voz vacilando.

– Podem me responder se a diretora está na sala dela? – Virou-se sorridente.

– Sim, ela está. – Sorrimos.

Após aulas insuportáveis e a tentativa falha de evitar Justin quando o mesmo fazia parte do meu grupo de amigos, fomos para casa e eu me joguei no tapete.

– SOFÁ LIVREEEEEEEEE! – Mari gritou e pulou o encosto para se deitar.

– IDIOTAAA! – gritei entre risos e fui acompanhada pelo restante dos meninos. Justin cruzou a porta de entrada.

– Manuela! – Ele disse ao parar perto de mim.

– O que você quer, imbecil? – Eu disse me levantando do tapete e dando de frente com o Justin. – Por que cisma em fazer isso? – Todos subiram as escadas quando Mari mandou. Eu e Justin permanecemos um de frente para o outro.

– Me deixa explicar.

– Você tem 5 minutos. – Olhei o relógio em meu pulso. – E contando.

– Olha, a Andressa me ligou pela manhã, disse que precisava falar comigo, era importante, então eu fui. Cheguei lá e ela disse que não ia perder pra você, que estava cansada dessa competição e que eu tinha que ser dela, olha, eu disse a ela que te amava, ela não aceitou e me agarrou, provavelmente foi à hora que você apareceu, ok? Eu não tive culpa. – Ele me olhou nos olhos, cruzei os braços.

– Fácil assim te beijar? – Sorri sem mostrar os dentes. – Seus 5 minutos acabaram e junto a eles, a minha disposição pra te suportar.

– Porra, Manuela, me escuta! – Justin parou na minha frente e arregalou os olhos ao falar. O olho roxo se destacou e eu quis deixar o outro igual, mas não o fiz.

– TE ESCUTAR?! OLHA A MERDA QUE VOCÊ FEZ, MANO! – Eu gritei, mas respirei fundo. – Só me deixa em paz, ok? – Mari desceu as escadas.

– Nós vamos sair em casal, amiga, e Ryan tem dentista, então... – Ela olhou para Justin e depois para mim. – Só não se matem.

Revirei os olhos e passei por Justin me esbarrando propositalmente nele. Subi as escadas de dois em dois degraus e bati com força a porta do meu quarto antes de me jogar na cama. Depois de alguns minutos assim, escutei a porta de algum quarto abrir e fechar duas vezes e pouco depois o barulho de alguém na piscina. A ideia de fazer uma garoto enlouquecer surgiu em mina cabeça e não demorou muito para que eu já descesse as escadas apenas de biquíni.



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