História A Janela - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Depressão, Família, Incesto, Invasão De Privacidade, Janela, Romance, Segredos, Sexo, Violencia
Visualizações 22
Palavras 1.454
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Antes de tudo, oiie, td bom com vcs? A história vai se passar onde moro, pq sim rs. Esse capítulo é mais um prólogo, resumo, explicação do título, desculpe os erros e se não 'tiver lá aquelas mil maravilhas. Prometo q vou explicar td depois.

Boa Leitura!

SEM Revisão!

Capítulo 1 - Capítulo 1


Fanfic / Fanfiction A Janela - Capítulo 1 - Capítulo 1

Eu sou a Emanuele, Manu, Em ou até mesmo Ema, tenho 14 anos, falo português, do Brasil e de Portugal, dedico muitas horas do meu dia a leitura, sim, eu sei, não estou nem um pouco animada e estou sendo uma completa chata, mas tudo tem motivo sabe? Óbvio que não sabem, ninguém sabe. Ninguém entende. Por que ninguém entende?


Se controle, não é hora de chorar. Não por quem não merece! - Repreendo-me.


É tão difícil! Por que é tão difícil? É tudo tão... Complicado. Ela não entende, por que ela não entende? Por que ela não me entende? Tudo em mim é tão explícito, e ao mesmo tempo tão... Escondido. Tão oculto. Esta tudo aqui e ao mesmo tempo não ha nada. Ela deveria entender, ela diz me conhecer desde que me encontrava em sua barriga ou até mesmo antes disso, então por que ela não vê os sinais? Por que eu ainda não perco a esperança de que um dia ela irá ver? Por que eu não a odeio? Ou melhor por que não o odeio? Defeito. Isso! Só pode ser defeito. Tem que ser isso! 


- Manu, abra essa porta. - Manda minha mãe, me tirando do meu transe momentâneo. Deixo de encarar meu reflexo no espelho, ajeito minha blusa do uniforme escolar público azul de São Gonçalo, município no Rio de Janeiro. Não sou carioca. Não tenho sutaque.


Meu corpo é muito magro, minha cintura é fininha, minha tia fala que minha bunda é grande - o que eu não faria para diminui-la - sou morena, tenho olhos castanhos escuros, me lembram a cor de uma barra de chocolate, em volta na minha íris ha um contorno preto, não sei se todos os olhos tem isso, mas é o que mais me chama atenção quando me olho no espelho.  Apesar de ter um pouco de inveja de pessoas de olhos azuis, ainda amo meus olhos. Minha blusa escolar fica larga em mim, mas ainda se nota que sou magrela - queria ser gorda! - ela fica até um pouco grande, batendo no meio das minhas cochas.


Faltam exatos 37 dias para o meu aniversário de 15 anos, as pessoas ja perguntam logo " Vai ter festa? ", não, não vai ter festa.


- Morreu aí dentro, garota? Eu 'tô apertada! - fala outra vez e perde a paciência - Abre essa merda eu sou sua mãe posso ir junto com você. - Como ja percebeu,  tenho "muita" privacidade. 


- Ja estou saindo. - Dou descarga - puxando a cordinha, lavo a mão e destranco a porta, logo sendo empurrada pra fora. 


Eu já tropeço em mim mesma, ela vai e me empurra.


Tiro o celular do bolso direito  traseiro e vou pra sala o desbloqueando e abrindo as abas de 'última coisa que você entrou', Wattpad e Spirit. Dessa vez vou no Wattpad, tempão que eu não entro. Começo a ler as histórias da minha biblioteca, várias fanfic's. Apesar de ler fanfic não sou fã de nenhum ator ou cantor, o pouco que sei aprendi lendo fanfic, fiquei arrasada com o One Direction se separando, acho que separou, não procurei saber pra entender melhor, e só fiquei arrasada por que 'tava lendo fic's Larry e Ziall. Se me perguntarem como se pronuncia os nomes deles, 'tô fudida, sei nada, muito mal o Louis, e isso porque me corrigiram 10 vezes.


Do que eu 'tava falando mesmo? Nem lembro. 


- Ja pegou tudo? Vai fazendo o clamor que eu já 'tô pronta, vou só pegar minha bolsa e a gente vai. - Fala minha mãe com pressa.

Pego minha mochila em cima do sofá, deixo só uma alça no ombro, guardo o celular e atravesso a porta de saída. Fiz uma breve oração pedindo para proteção pra mim, minha mãe e meu primo que esta internado no hospital. Olho para os lados sem saber o que realmente estou esperando. Me sinto sozinha, solitária, é ruim, mas as vezes parece tão bom. Eu sou estranha? 

Com toda certeza. 

- Fez o clamor? - Perguntou trancando a porta.

- Fiz. - Respondo simplemente.

- Amém! - Fala e começa a andar. - Ajeita essa mochila, quando estiver com problemas na coluna, não vá choramingar no meu ouvido.


Concerto a mochila, pondo as duas alças no ombro. Olho para o outro lado,  vendo a parede rosa - salmão passar junto de duas portas de madeira morrom escura. Há 18 andares de apartamentos em cada prédio do condomínio de 22 prédios, 3 apartamentos em cada andar, moro no 3 andar, porta 7.


Desço as escadas - é, escadas, não elevador - junto com a minha mãe, Priscilla. Ela trabalha como gerente em uma loja de roupas feminina, de segunda à sexta - feira, das 13:00 às 18:00 horas. Ganha consideravelmente bem, por que ela também trabalha como enfermeira pública no hospital da mulher no sábado. 


Agora que me toquei, não falei o que mais visto além da blusa escolar, uma calça  jeans, cintura normal, baixa, a blusa esta pra fora, a calça não é colada, tem dois bolsos traseiros, estou calçando um tênis espotivo preto com detalhes em roxo.


Ja estou no ponto, dentro do ônibus, só aguardando ele sair. É 20 minutos até a escola. Estou quase me livrando desse pesadelo. 


Chego na escola toda animada, rindo atoa, com jm sorriso do tamanho do mundo. Converso com o garoto, pouco amigo meu por um tempo até o sinal bater e entrarmos e ir cada um pra sua sala. Lá, a primeira aula é de álgebra. Fruta que caiu!


Tento explicar mais ou menos pra Luisa o dever. 


- ... Ai você vai e vê, quanto é seis mais cinco? -  Faço a pergunta fácil pra chegar a resposta. Estou oitavo ano, entrei atrasada.


-  É... - Começa a por seis dedos na mão e balançar contando.


- É onze. - Respondo incrédula. Ela estava mesmo contando na mão? Estamos no oitavo ano, que isso?! 


- Você é maior nerd, eu ia contar no dedo. - Comenta rindo. 


Percebi.


É motivo de orgulho contar no dedo não sabendo quanto é uma soma simples de seis mais cinco?


- Se eu sou nerd, você é burra. - Falo logo no coice. - Saiba que nerd passa o dia inteiro estudando, eu passo no celular. - Dou ênfase no nerd.


-  703 NÃO DA FUTURO! - grita Matheus, um garoto gordinho da minha sala, de quebra o mais bonitinho, o cabelo dele é melhor que o das meninas daqui da sala. Não digo melhor que o meu porque o meu é... complicado. Não é duro, então, já é alguma coisa, da sala o único cabelo pior que o meu é o de Raissa, minha colega desse ano.


- 802 TAMBÉM NÃO! - Grita Daniela, ela é da 703, na real, ainda não entendi qual é a dela. Se entromete na vida de todo mundo, menos na minha, isso porque quase não falo com ela.


[...]


Chego em casa troco de roupa e vou lanchar; pão com manteiga - muita manteiga - e leite morno com açúcar, sai cedo da escola. ADORO! 


As vezes tenho uns surtos de demência, tipo fazer voz esquisita pra cantar zoando com Raissa. Talvez, as vezes eu não bata muito bem da cabeça. Me jogo no sofá pego o fone de ouvido dentro da fronha roxa minha almofada, conecto no meu celular e vou ouvir música. Preciso virar rica logo, não tenho muita memória pra baixar música e o aplicativo que uso é cheio de anúncios e só posso ouvir música online, não tenho como pagar o premium pra ter as vantagens que tanto anuncia. 


Dou play, e começa a rodar as músicas aleatoriamente. Boy magia - da Valesca Popozuda.


- Tô querendo um bofe desse lá em casa todo dia, - cantei destraidamente olhando pro nada -


Um boy magia, um boy magia,


Que entenda do babado bem dotado de ousadia, 


Um boy magia, um boy magia... -  Catava a andar em volta do sofá no meio da sala.


Chegando no refrão da música novamente os meus olhos pela primeira vez em anos foram parar na janela, no outro prédio, à poucos mstros, no mesmo andar que o meu, de frente pra cá, há um cara tirando a blusa, short... Cai alho! Ele ta tirando a roupa!


Meus olhos quase pulam do lugar. Box branca, que volume. Se daqui da pra ver imagina de perto?!


Olhe pro outro lado, sua besta! - Ordena meu subconsciente.


Por que? 


Primero: Invasão de privacidade. Segundo: Hellow, ele tá na casa dele. Por que acha que ele 'tá tirando a roupa?


Antes que desse uma resposta pra mim mesma, como a boa maluca que sou, vejo que ele, o cara que antes tirava a roupa, esta agora se virando pra janela.


Ele não pode me ver! - Me jogo no chão. Doeu. Esfrego o meu cotovelo.

CONTINUA!!!


Notas Finais


E aí? Oq acharam? Sei parece bem frio, mas eu escrevi com raiva e triste, oq de certa forma n faz sair cores e mil e uma felicides. Pra falar a verdade, eu nem tinha ideia de como iria começar essa história. Decide deixar rolar em um momento em que fiquei bem pra baixo, eu nem ia escrever capítulo pra essa história agora, iria começar a reescrever " Dias Após Noites ", minha primeira história já criada, e também a primeira não terminada, acabei mudando o nome dela 3 vzs e depois acabei retirando do wattpad ( onde eu tava postando.

Está sem revisão, e nem vai ter enquanto eu n pensar como irei criar os próximos capítulos. Genti meu português n é lá essas coisas de pra lá de bom, mas eu tou na escola pra aprender 😂

Por favor comentem, favoritem e votem caso tenham gostado.

Plágio é crime, crie, não plagie.

Bjinhos com chocolate!

PS: Ainda n sei quando sai o segundo capítulo, mas espero que em breve.

Ps2: No próximo cap' vamos ter avisos.


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