História A Jornada Das Cerejeiras - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Guerra, Magia, Morte, Original
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Palavras 726
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Ficção, Harem, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Shounen, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - Capítulo 1


 Esta história se passa em um pequeno mundinho chamado Chinestylia.

Nesse país esssistem 5 Reis e 5 rainhas, seus nomes são: Aline, a rainha da Cidade Ametista;

Gabriel, o rei do Reino da Caça;

Luís, príncipe do Reino dos Jogos; Ezio, rei da floresta negra;

Sofia, a rainha da Nação da Paz;

Issa, princesa da Nação Primavera; 

Kerio, rei do Reino do Comércio;

Lidya, princesa da terra da sedução;

Bia, a rainha da montanha e a ultima mas não menos importante Zandra, rainha do reino escondido.

Por anos seus antepassados lutaram e uma escuridão caiu sobre Chinestylia, trazendo a morte de muitas pessoas e uma quase instinção da raça humana.

Anos depois a rainha Sofia criou o Tratado das Rosas que traria a paz à Chinestylia. Todos os reis e rainhas assinaram menos a rainha Zandra, porque ela nunca foi encontrada e nem seu reino.


Portões de Chinestylia

Reino da Cidade Ametista

Viem from Stranger

- Mia, podemos partir? - essa garota metida a maga. Gritei porque ela estava sobre a sakura

- Cala a boca e espera! - pulou e caiu na minha frente, sinceramente não gosto quando ela faz isso

- Temos que seguir para Chinestylia agora

- Somos procuradas lá. Não quero ter que ir pra lá - me deu as costas - Tenho certeza que vão nos prender

- Tenho um plano

Bairro das Cerejeiras

Cidade Ametista

View From Kurai


Corri porque ainda dava tempo de chegar antes do Hamada, ele ia comer o almoço sozinho, não podia deixar ele destruir a minha sala de jantar!.

Cheguei tarde de mais. Minha irmã a Catelyn já estava servindo o que parecia um segundo prato de comida.

- Seu ladrão de comida! - gritei e ele se assustou - Cat você deixou algo pra mim não é?

- Kurai! Deixa de ser mal educado - ela puxou minha orelha

- Isso primo - maldito Hamada - Deve ter algo guardado

Aquele idiota... Ainda bem que deixou comida pra mim.

Comemos e seguimos em direção ao mercado comprar algumas coisas que a Cat pediu.

Bow! Metade da lista completa e eu estou levando as compras sozinho?

- Hamada você está de sacanagem? - percebi que ele estava escrevendo no seu livro bobo - Quer soltar essa merda e me ajudar?

- Não, estou bem assim - sorriu ladino

- Senhores, posso ter um minuto de sua atenção? - era um militar

- Claro senhor - Hamada nem prestava atenção

- Uma assassina famosa foi vista andando pelo Portão das Ametistas, que fica na entrada do nosso Reino, se vocês virem ela avisem imediatamente os militares - ele nos entregou o cartaz de procurada desta assassina, era uma velha... COMO UMA IDOSA PODE SER ASSASSINA?

- Avisaremos senhor - fomos nos distânciando do militar

Acho que estavam todos com medo... Nunca tinha visto o mercado com pouco movimento.

Não conseguimos encontrar muitos outros itens da lista, parecia que não tinha nada. Senti um puxão na manga da minha roupa percebi que era Hamada, ele estava boquiaberto e pálido, parecia assustado com algo.

- O que houve?! - secudi ele em busca de respostas e percebi que em suas costas estava isincravada uma flecha ametista

- Uma flecha não pode calar meu espírito primo, minha alma não vai se dar por vencida - ele sorriu como se nada estivesse acontecendo, Hamada idiota, por favor não me abandone!

Comecei a chorar quando ele caiu no chão, ainda respirava e entrei em desespero. Eu gritava e chorava, quase não inchergava por conta das lágrimas.

Duas figuras encapuzadas se puseram na minha frente.

- Você me ajuda a levar ele? - sua voz era puramente doce, me deixei levar um pouco mas logo pus ele no braço e o carreguei até a floresta ali perto - Coitado...

- É muito grave? - por favor Hamada

- O que? Claro que não! - ela deu um soco de leve no meu braço - Um espírito tão corajoso não pode ser calado por uma flecha, não é mesmo?

- Não, eu acho - falei sem entender.

Segundos depois ela puxou a flecha do corpo do Hamada e a flecha se desmanchou na sua mão, que estranho. Hamada se levanta com um susto e procura o caderno que havia posto no bolso.

- Tenho mais um capítulo para escrever - ri

- Você tem vários ainda - dei-lhe um abraço apertado

- Sou Akemi, e vocês?

- Hamada

- Kurai... Espera qual o seu nome? - acho... Não... Eu ouvi errado?

- Akemi! - gritou rindo

- Você é a procurada!



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