História A jornalista - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Romance
Exibições 7
Palavras 1.104
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Ecchi, Festa, Hentai, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 5 - Festa na mansão


Fanfic / Fanfiction A jornalista - Capítulo 5 - Festa na mansão

P.O.V Katherine 

Depois de me arrumar, deitei na cama e comecei a ter pensamentos aleatórios. Por que será que, depois que Suga me beijou, ele fechou a porta daquele jeito, será que beijo tão ruim assim? Não sei porque estou me importando com isso. E também, Suga disse que se sente sozinho, será que ele não tem pais ou irmãos? Fiquei perdida em vários pensamentos, que não escutei ninguém bater na porta, apenas o grito do Suga, do outro lado da porta.

-Katherine, você morreu? -Disse Suga batendo na porta, quase gritando.

-Ahn? 

-Vim te buscar esqueceu?

-Aaah desculpa, como pude ser idiota. -Me levantei da cama, fui até a porta e a abri vendo o Suga. Ele estava trajando um Smoking preto, com uma gravata borboleta, e um sapato preto. 

-Você está incrível Kath. -Falou com um sorriso de canto. Ele consegue ir do fofo para o sexy em instantes, isso de uma certa forma me encantava.

-Obrigado, você também. Tem certeza que não teve ajuda para se arrumar? -Rimos.

-Tenho. -Estendeu uma das mãos e eu a segurei. Assim que saímos do meu apartamento, fomos até ao carro do Suga. Ele abriu a porta da frente para que eu pudesse entrar. Entrei e logo em seguida ele também entrou, pela porta do motorista.

-Ei Suga, posso te pedir uma coisa? -Olhei para ele, que estava ao meu lado.

-Quer um beijo? -Disse com um sorriso sexy. Dei uma cotovelada no braço dele.

-N-Não! na verdade é um pouco estranho.. -Falei de cabeça baixa.

-Não vai me dizer que... -Suga falou em um tom de voz alto, acho que ele está confundindo as coisas.

-Calma, só queria te pedir, para não me deixar beber muito, não quero ficar bêbada. 

-Qual o problema em ficar bêbada? -Falou parecendo a coisa mais normal do mundo.

-Eu acaba fazendo coisas que não deveria. Por favor, poderia fazer isso por mim? -Falei fazendo um biquinho fofo.

-Está bem, cuidarei de você baby. -Bateu no topo da minha cabeça.

-Não me chama de baby, rum. -Funguei.

-Como você é exigente. -Deu partida no carro, indo em direção a festa.

-Obrigado. -Sorri meiga.

Quando estávamos perto da tal festa, já podi escutar uma música alta, e algumas pessoas do lado de fora. O lugar era uma enorme mansão. Suga estacionou o carro do lado de fora da casa. Desligou o carro, desceu, deu a volta no mesmo, abriu a porta para mim, estendeu um dos braços e eu o segurei.

-Precisa disso tudo? -Disse e ele riu.

-Venha, vou te apresentar para alguns amigos. 

Entramos na mansão iluminada por várias luzes coloridas, balões de vários tamanhos, e um DJ que tocava algumas músicas eletrônicas. Andamos até avistar seus amigos, o qual ele me apresentou todos. Fiquei conversando com um, dos amigos do Suga, que era muito simpático.

-Suga! -Falou Laito, o ruivo de olhos verdes. -Poderia me emprestar a Katherine um pouquinho?

-Katherine? -Suga olhou para mim. -Quer ir dançar com o Laito? 

-Quero sim! -Me separei do Suga, e peguei a mão do Laito, que me levou até a pista de dança. Dançamos por um longo tempo, que ficamos até suados.

-Quer uma bebida? -Falou Laito, estendendo um copo de Whisky.

-Eu não posso beber. -Recusei.

-Não pode? -Franziu o cenho.

-Estou tentando não ficar bêbada. -Falei, e nós dois rimos.

-Só um copo, não vai ficar bêbada com tão pouco. -Estendeu a mão com o Whisky, para que eu pegasse.

-Ok. -Quando levantei a mão para pegar o copo, Suga segura meu braço, deixando o copo cair no chão.

-Suga? -Estava um pouco surpresa, ele apareceu do nada atrás de mim. -A-Ai ai. -Suga ainda segurando meu braço, me tira da pista de dança, me leva até a sala, e me coloca no sofá.

-Você disse para mim cuidar de você. Então fique aqui, onde posso vê-la.

-Tá, mas não precisava me tirar de lá daquele jeito. -Falei zangada, sem olhar para ele.

-Me desculpe, mas aquele Laito ia te embebedar rapidinho, conheço aquele idiota a muito tempo. -Falou Suga se sentando ao meu lado. 

-Tudo bem. Tá um pouco chato aqui né? -Suspirei.

-Vou pegar algo sem álcool para a gente beber. 

P.O.V Suga

Sai da sala, e fui pegar uma bebida para eu e a Katherine. Peguei e voltei para a sala. Quando fui até a sala, vi Katherine ao lado do Laito, os dois riam alto. Deviam estar bêbados.

-Katherine? -A olhei um pouco bravo.

-Ooolá Suguinha. -Disse Katherine, logo em seguida rindo alto junto do Laito. -Hahahahahah. 

-Você está bêbada? -Perguntei mesmo parecendo o óbvio.

-Eu bêbada? Claro que não, tá doido? -Falou encostada no Laito. Ela estava visivelmente bêbada, droga. Levantei ela do sofá pelo pulso, fazendo ela ficar em minha frente. Me aproximei da boca dela, para ver se ela cheirava a álcool. A olhei nos olhos e vi que ela tinha ficado vermelha.

-Vai me beijar?

-Não. -A peguei pela cintura, e a coloquei nos meus ombros.

-Me coloca no chão! Sugaaa! -Ela esperneava e dava socos nas minhas costas, na tentativa de se soltar. Apenas segurei mais firme suas pernas. A levei até o jardim da mansão, e depois a coloquei no chão.

-Por que me trouxe até aqui seu idiota? -Falou emburrada, sem me olhar.

-Para você ficar longe do Laito, e assim não beber mais do que já bebeu. -Eu estava parecendo um pai cuidando de sua filha.

-E-Eu não ia beber. -Dava para ver no rosto dela, que ela estava mentindo. 

-Sei...-Falei irônico. Me sentei em um banco que havia ali no jardim. E Katherine logo em seguida senta do meu lado.

-Ei Suga. -Falou Katherine de uma formar engraçada, pois a mesma se encontrava bêbada.

-O quê? -A olhei.

-Estou cansada, e esses saltos estão me matando. Vamos embora? 

-Vamos. -Me levantei e ela também. Entrei na mansão e me despedi de alguns amigos, logo depois sai da mesma, e entrei no meu carro e Katherine também. Levei ela até o apartamento, quando ela desceu do carro, quase caiu. Pedi para ela tirar os saltos, que eram realmente altos.

-Não precisa, estou bem, não vou ca... -Antes de terminar de falar, ela cai. -Aaaí! gemeu de dor.

-Eu avisei. -Fui até ela para ver se ela estava muito machucada. Mas ela só tinha ralado um pouco o joelho. A peguei no colo para que a mesma não caísse de novo.

-Não precisa me carregar. 

-Calma, já estamos chegando. -Quando cheguei até o seu apartamento, a coloquei no chão. -Prontinho. -Ela pegou sua chave. Não estava conseguindo abrir a porta. -Me dá aqui. -Peguei a chave da mão dela, e consegui abrir. Entramos no seu quarto. Ela se sentou na beirada da cama, enquanto fui procurar por um Band-aid para colocar no seu machucado. Até que achei, o peguei e coloquei no joelho dela.

-Obrigado. -Sorri para mim. Mesmo estando bêbada, ela continuava fofa.





Notas Finais


Espero que tenham gostado desse capítulo *--*


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