História A Lei da Sobrevivência - Capítulo 15


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Categorias Eliza Taylor-Cotter, Elle Fanning, The Walking Dead
Personagens Aaron, Beth Greene, Carl Grimes, Carol Peletier, Daryl Dixon, Elle Fanning, Enid, Gabriel Stokes, Glenn Rhee, Hershel Greene, Maggie Greene, Michonne, Morgan Jones, Personagens Originais, Rick Grimes, Tara Chambler
Exibições 208
Palavras 1.146
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Canibalismo, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OIE DESCULPA PELA DEMORA DE NOVO, PROBLEMAS DE UMA JOVEM ATAREFADA. BOA LEITURAAAAAAAAA

Capítulo 15 - Parte 1 "A Lei da Sobrevivência" - Cassandra.


Fanfic / Fanfiction A Lei da Sobrevivência - Capítulo 15 - Parte 1 "A Lei da Sobrevivência" - Cassandra.

- Daryl! – Exclamou Carl.

Aquele era um cara sério, que carregava uma expressão pesada, algo como sofrimento. Ele tinha em suas mãos, uma besta, e usava um colete preto já gasto pelo tempo. As pontas de seus cabelos já levemente tocavam os ombros.

Carl saiu rapidamente de perto de mim, empurrando-me com o ombro levemente enquanto correu na direção daquele homem, indo cumprimenta-lo com um breve abraço. Rick deu-lhe um aperto de mão forte, com dois tapinhas nas costas, ele deu um breve sorriso, algo que achei que nunca veria, e depois, suspirou, como se estivesse aliviado por aquele homem ter aparecido. Logo após, Michonne o abraçou, com uma intensidade digna no momento.

Eles conversaram por alguns minutos, eu e Célia não quisemos nos intrometer, mas, como a rua estava deserta, era inevitável escutar suas vozes. E o que estavam falando.

- E o que aconteceu depois? – Questionou Rick.

- Todos se separaram, Rick, todos... – Dayl colocou a mão no rosto.

- E você sabe se há mais alguém vivo? Havia mais alguém com você?

- Sim, acabei fugindo junto com Beth... Mas...

- Mas... O que? Ela está viva? Está bem? – Carl interferiu, com uma preocupação intensa.

- Eu não sei... – Suspirou Daryl.

- Como não sabe? – Carl parecia realmente tenso.

- É uma longa história. Tivemos complicações e precisamos nos separar, combinamos de nos encontrarmos na estrada, ao chegar lá, suas coisas estavam no chão, ela foi levada por um carro. – Suspirou novamente.

A conversa continuou, mas eu achei melhor prestar atenção em outra coisa, então, desviei meus olhos para Célia, que me olhava séria, e parecia levemente assustada. Ela me encarava sem nem sequer piscar seus olhos.

- O que foi? – Perguntei.

- Como fez aquilo?

- Aquilo o que?

- Aquilo tudo...

- Célia, do que você está falando? Não estou conseguindo te entender, sabe que eu odeio códigos...

- Com matou um cara com o dobro de sua força, tamanho e peso? Quer dizer, Cass, você é só uma garotinha, de onde surgiu tanta bravura e coragem? – Questionou, com uma expressão preocupada exposta em sua face pálida.

- Célia, você tem que entender de uma vez por todas, que no mundo em que estamos, idade não importa mais, o que nos define é o nosso coração que ainda bate, e nosso cérebro que ainda raciocina. Já não importa o que somos por fora, o que importa, é que somos pessoas, com carne viva e sangue puro correndo por nossas veias. E, em meio a esta realidade, temos que aprender a conviver com ela, os fracos não tem vez. É preciso se superar e tirar força de onde não há. Ou crescemos com o mundo, ou ele não terá espaço para nós. É a lei da sobrevivência.

Célia calou-se e ficou me encarando, com seriedade e sem desviar, às vezes queria entender o que se passa em sua cabeça. No que ela pensa quando olha para mim, ou, de que forma ela me enxerga.

Rick, veio a nossa direção, junto de Michonne, Carl e Daryl.

- O que fazemos agora? – Perguntou Célia.

- Continuamos... Acho que, não estamos tão distante dos outros, se todos agirem como de costume, há certa hipótese de seguirem pelo mesmo caminho que nós, e chegarmos a Terminus. Partimos ao amanhecer.

Os adultos ficaram do lado de fora do carro, enquanto eu e Carl o adentramos. Apoiei a cabeça sobre o vidro, olhei de soslaio e percebi que Carl me observava com precisão, não sei se ele queria dizer algo, pois eu não estava com vontade alguma de conversar, não naquele momento. Nem sei se ele permaneceu me observando, pois fechei os olhos e capotei repentinamente.

Abri meus olhos com a claridade do sol que nascia batendo em meu rosto, me ajeitei no banco do carro, através da janela dianteira vi Célia, Michonne, Daryl e Rick sentados sobre o asfalto, com suas armas na mão, pareciam estar batendo papo, enquanto comiam algumas maçãs. Ao meu lado, Carl estava sério, em suas mãos, ele segurava a pequena foto que eu havia capturado, quando nos conhecemos. Ele nem sequer disse algo, apenas me olhou torto e saiu do carro. Fiz o mesmo, indo de encontro aos adultos.

Rick anunciou nossa partida a Terminus.

Em silêncio, subimos na picape novamente. Daryl apertou-se na frente junto com Rick, Michonne e Célia. Junto de Carl, sentei-me na caçamba da picape, apoiando as costas na lataria atrás de mim. Ajeitei-me lentamente e acabei por encostar uma pequena extensão de minha pele na de Carl, o senti arrepiar e então se distanciar de mim, como se eu estivesse doente ou algo assim. Fiquei sem entender sua atitude.

Carl apoiou-se sobre a lataria que cercava a caçamba, e cruzou seus braços e desviou o rosto para o lado exterior do carro, deixando, além de uma distância entre nós, uma tensão no ambiente. Ignorei-o sem entendê-lo.

Durante a viagem, observei o céu, já que a caçamba não tem cobertura. O dia estava cinza, eu costumava gostar de dias assim, mas hoje, qualquer dia é bom, contanto que estejamos vivas.

Pela estrada em que percorríamos, haviam várias placas sinalizando o caminho para Terminus. “Santuário para todos, comunidade para todos, aqueles que chegam sobrevivem”. Ao ler aquela escrita feita à mão, senti um arrepio negativo passar por entre minha espinha dorsal, acompanhado de um mau pressentimento. Uma leve sensação de que, algo errado irá acontecer.

Enfim, a picape parou e era possível enxergar um grande espaço demarcado por grades e arame, provavelmente Terminus.  Então, o carro deu a volta. Logo após parou de novo. Junto de Carl, nos entreolhamos e descemos do carro.

- Precisamos verificar se é seguro, analisar antes de entrar de vez. – Disse Rick, indo para o meio da mata.

O seguimos e caminhamos por entre as árvores até enxergarmos a extensão de cerca. Rick e Michonne começaram a cavar um buraco, para esconder uma bolsa grande com nossas armas e munições. Ninguém estava falando nada.

- Se não for seguro, não vai dar tempo de chegar até aqui. – Falei.

- Se levarmos nossas armas, provavelmente serão recolhidas. – Rebateu Rick.

- E eles podem achar aqui. – Citei.

- Não vão. – Carl cortou o assunto.

- Acho melhor que, alguém fique aqui, observando com rifles, qualquer coisa, é só atirar. – Disse Michonne, fui a primeira a concordar com a ideia, gritando um agudo “eu fico”.

- Não vou deixa-la sozinha, ficaremos juntas. – Disse Célia.

- Confia nelas? – Apontou Daryl. – Elas podem pegar as armas e ir embora.

- Nós achamos as armas, se quiséssemos elas só para nós, nem teríamos nos juntado com vocês. – Bati o pé. – Confiar ou se foder, decidam.

- Olha a boca garota – Célia me deu um forte tapa no rosto, respirei fundo e segurei minha raiva.

- Ok. Vamos logo. – Disse Rick por fim.

Assim os vi se afastarem de nós.

Continua...


Notas Finais


eu sei que eu mudei algumas coisas da história original mas é essa a ideia bjussssssssssssssssssssssss


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