História A Liberdade Está Na Queda - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Anjos, Deuses, Ficção, Guerra, Originas, Romance
Exibições 4
Palavras 1.093
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Luta, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural
Avisos: Nudez, Sexo, Tortura
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oiii Gente...espero que gostem..

Capítulo 2 - Cap 2...


Acho que eu estava com uma cara de boba porque a perfeição a minha frente encarava - me tentando segurar o riso, mas caramba ele era de tirar o fôlego! Em muitos aspectos lembrava - me Marcos. O físico definido, os traços marcantes... Mas seu cabelo era castanho claro e seus olhos da mesma cor, aquele olhar foi o que me hipnotizou, nele eu enxergava perigo e isso me atraia. Como se ele fosse um grande problema e infelizmente, eu tinha um imã para problemas.
- Luna, cumprimente Castiel - Meu irmão me olhava de um jeito que significava só uma coisa: "O que deu em você?".Acho que minha cara de pateta estava muito óbvia
- Onde está Darck? - pergunto nervosa contendo a vontade de sair correndo. Nem sei porque perguntei isso! Pensando bem eu sei,Darck é o único que iria me salvar daquela situação, ele sabe como eu sou tímida, e sempre me livra de cenas que podem se tornar constrangedoras.
- Surgiu uma emergência na casta dos protetores e ele teve que ir resolver - Meu irmão murmura como se fosse óbvio. Meu primo não abre mão do trabalho e o dele é bem sobrecarregado, já que é o líder dos anjos protetores
-Então Luna quer dançar? - Castiel questionou e pegou a minha mão, beijando a mesma castamente me deixando sem jeito - Não aceito não como resposta! - Ele sussurrou de modo sedutor e os pêlos da minha nuca arrepiaram - se.Meu irmão entregou - me para ele antes que eu conseguisse formular alguma palavra e Castiel me conduziu para o meio do salão.
- Você é muda? - Ele perguntou depois de um certo tempo, deixando transparecer impaciência.
- N- não - Gaguejei de forma estupida. Eu estava nervosa. Desde que minha casta foi revelada eu apenas tinha contato com meu irmão e meu primo, não sabia como socializar com os outros demais, ainda mais quando me enxergavam como um monstro manipulador.
- Calma, eu não vou te morder - Ele falou admirando cada detalhe do meu corpo, me senti nua sobre seu olhar, mesmo sabendo que um vestido impedia isso. Ele colocou suas duas mãos na minha cintura de forma delicada, como se eu fosse porcelana e eu coloquei meus braços ao redor do seu pescoço e começamos a nos movimentar em ritmo lento acompanhando a música.
- Você é uma querubim? - Aquela pergunta sempre me deixava tensa, ele deve ter percebido, pois logo se explicou - Eu vi a forma como seus olhos mudam de cor, só um querubim tem esse poder .... - Era verdade, os olhos de um querubim transparecem seus sentimentos, cada cor tem um significado valioso que eu aprendi sozinha ao longo do tempo,encarei os olhos castanhos de Castiel, nem eu mesma sabia que cor ele estava vendo em minha íris porque eu não sabia o que estava sentindo, talvez seja medo ou curiosidade?Que estúpido um anjo controlador de emoções não saber o que está sentindo, isso até parece piada.
- Sim, eu sou - Tentei transparecer confiança, mas minha voz trêmula me entregou, ele só deu um sorriso de canto e continuou a me conduzir. Resolvi tomar coragem e começar um diálogo - E você? - pergunto referindo - me a sua casta,seu sorriso se ampliou e eu vi orgulho nos olhos dele
-Sou o líder dos anjos guerreiros - reviro os olhos por isso estar tão na cara. Como eu fui lesa, músculos, músculos Luna! - Eu nunca tinha lhe visto antes... - Aquele comentário me surpreendeu.
- Não costumo sair muito -
Respondi num tom monótono tentando recuperar o meu auto controle.
- Se eu fosse Marcos e Darck também esconderia uma jóia como você - ele murmurou ao pé do meu ouvido, sua voz estava baixa e rouca,eu tinha certeza que fiquei corada até a raiz do cabelo, pois ele começou a rir.
- Gosto quando te deixo encabulada - Ele diz divertido e um sorriso se forma nos seus lábios, olhei nos olhos dele de forma profunda e soube naquele instante que Castiel me desejava,e por algum motivo, aquilo me deixou com medo...
Minha cabeça estava encostada no ombro de Castiel, estava de olhos fechados aproveitando a música lenta que tocava quando senti puxarem meu braço.
- Luna, vamos embora... - Marcos falava num tom preocupante e autoritário, acenou com a cabeça na direção de Castiel como se estivesse falando por código, logo em seguida Castiel sumiu no meio da multidão que começava a se aglomerar no meio do salão,algo estava errado,a curiosidade falou mais alto e me soltei do aperto de Marcos, corri em direção ao tumulto e foi então que eu vi...Arcanjo Gabriel com sua armadura prateada, sua aura pulsava tanto ódio que me sentia sem ar, então olhei pro chão e nele vi um emaranhado de cabelos loiros sendo alvo de vaias da multidão. Ela levantou o olhar e me viu, seus olhos verdes esmeralda me encaravam e mesmo diante daquela situação um sorriso travesso apareceu em seu rosto.
- Sophia - O nome saiu como um sussurro inaudível da minha boca. Não acreditava no que meus olhos estavam vendo.Apesar de odiar a serafim, eu sempre ouvi muitos elogios sobre sua dedicação a sua casta, não conseguia imaginar nem um motivo sequer para aquela situação.
-Sophia Manders, líder da casta dos serafins, foi pega tentando roubar o livro da vida ao qual Deus confiou somente aos arcanjos e por tal crime será punida - A voz de Gabriel me causava arrepios de forma assustadora, eu sabia o que ia acontecer, mas me sentia paralisada demais para sair dali.Em um gesto violento o arcanjo rasgou o vestido da serafim e eu enxerguei lágrimas nos seus olhos
-Mostre sua honra anjo!!! - Gabriel gritou com todas as suas forças e os anjos mais próximos da confusão e Sophia estenderam suas asas, assim como ordenou o arcanjo.Suas asas prateadas se estenderam e ela abaixou a cabeça em sinal de derrota Gabriel arrancou as asas de Sophia usando a costa como suporte para fazer força, sangue jorrava onde antes estava o maior orgulho da serafim.
Mas era como se ele não ouvisse os gritos de dor e nem o que agora manchava o grande salão. As asas que uma vez foram belas, começaram a queimar assim como a costa da serafim, deixando uma cicatriz na forma de um V perfeito eu sabia que aquilo seria a marca da vergonha que ela carregaria por toda eternidade. Não aguentei mais e sai em disparada para fora do salão....



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