História A life uncommon (Reescrevendo) - Capítulo 12


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Categorias Lendas Urbanas
Personagens Personagens Originais
Tags Creepypasta, Hentai, Romance
Exibições 35
Palavras 292
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Drama (Tragédia), Hentai, Lemon, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Orange, Policial, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Canibalismo, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas da Autora


Boa leitura!

Capítulo 12 - Decisão.


"Deai ni iro wa nakute monokuro fukinukeru
Itami goto kimi yudanemashou
Kizuato tsuyoku nazoru youshanai aki ga kitte
Suzushii yubi temaneku mama ni
Toketa to no yakkai na koori mitai na watashi wo
Yasashiku sukutte uwakuchibiru de asobu"- Monocrome no kiss/Sid

Abri meus olhos, me deparo com um rosto, de um garoto.
Eu começo a me debater em seus braços.
Logo, vou para o chão.

Me levanto e fico parada, eu ainda estou meia dormindo, o que significa, estou meio lerda.
Sinto como se minha cabeça ainda estivesse em Loading...
Olhei para o garoto a minha frente, sinto que conheço o mesmo de algum lugar.

Logo sai correndo, foi no automático.
Comecei a correr no sentido contrário, eles estão bem atrás de mim.
Logo senti alguém agarrando minha cintura.
Comecei a gritar e sua mão foi colocada em minha boca.
Logo, senti um pano sendo colocado em minha boca, para me impedir de falar, e minhas mãos foram presas.
---

Eu estou na frente de uma criatura grande, e muito branca.
Ele não tinha rosto e usava um terno que aparentava ser caro.

-Quando comecei a te perseguir, fiquei muito interessado, assim como fiquei pelo restante de minhas proxy's. -Disse a criatura.

Toby estava atrás de mim e retirou o pano.

-E o que eu tinha de tão interessante? -Pergunto com desdém.
-Ainda não descobri, mas você chama minha atenção. A partir de hoje, você vai morar aqui, e vai ter todos os treinamentos para virar uma Proxy.
-Como? -Pergunto.
-Isso que ouviu, se me der licença.

O mesmo sumiu, tipo, sumiu do nada.
Logo segui Toby, para onde seria meu quarto.
Eu estou cansada.
Logo olhei para o garoto alto de olhos acizentados.
Senti meu coração batendo fortemente, mas me recompus.



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