História A Lista • Delena - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias The Originals, The Vampire Diaries
Tags Bonenzo, Delena, Klaroline, Nian, Romance
Visualizações 116
Palavras 1.744
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Desculpem a demora, isso ocorreu porque como sabem, essa história é uma adaptação e se a autora não posta eu fico na seca.
**LEIAM AS NOTAS FINAIS**

Capítulo 9 - Filho da Minha Sogra!


"Eu era tudo que você sonhava, quando sonhou em se apaixonar?"

Assim que abro os meus olhos, e quase caio da cama ao me deparar com Damon ao meu lado, prendo a respiração assim que nossos olhares se encontram, sua expressão é indecifrável, ele me olha como se não estivesse acreditando no que está vendo. Engoli em seco, assim que a minha cabeça dói, e me lembro de tudo.

− Damon? - sussurro com a minha voz extremante rouca, assim que sinto suas mãos frias tocarem o meu rosto fecho os olhos, engolindo em seco.

− Tem como você me ligar da próxima vez que pensar em me visitar? − Diz em um tom urgente e irritado.

Abri os meus olhos e o observo confusa, fico alguns segundos esperando que meus pensamentos entrem em foco e eu consiga pensar com "clareza". Gargalho alto, não conseguindo me conter, rio horrores. Isso só pode ser brincadeira.

Não consigo parar, me sento na cama, meu corpo inteiro reprova esse movimento, conseguindo ignorar o dor, tento olhar ao redor mexendo o meu pescoço, minha cabeça dói quase de imediato e a minha visão fica turva. Paro de rir recuperando o fôlego.

Damon se senta ao meu lado, enquanto lança um longo olhar de censura e cruza os braços. Percebo que sua janela está aberta e o dia ainda não clareou totalmente, então ainda deve ser umas quatro ou cinco da manhã, talvez três.

− O quê? − pergunto, sorrindo. − Não sei que teorias você 'bolou', mas isso definitivamente não é como você está pensando. Porque caralhos eu iria te visitar? Isso não faz o menor sentindo!

Eu já vim aqui algumas vezes, para buscar o meu irmão bêbado, e nessas poucas vezes eu nem ao menos o encontrei. Afinal, sempre tive o hábito de evitá-lo.

− Então me explica. − Diz dando de ombros, quase parecendo está triste pela verdade.

− Isso não é da sua conta. − digo rispidamente, sentindo meu rosto corar. Viro-me, colocando meus pés no chão e calmamente me levanto, minhas pernas estão doloridas, demora um pouco até eu me lembrar como se anda.

Assim que me recompus e me preparei para sair senti sua mão em meu pulso, o segurando firmemente.

− Você entrou na minha casa, fez a maior bagunça, me acordando, então acho que eu mereço uma explicação Gilbert.

Reviro os olhos.

− Estamos quites. − digo simplesmente, dando de ombros. Mexo meu braço tentando me soltar, mais ele segurar ainda mais firme. − Damon. - o reprendi, o ouvindo rir logo em seguida.

Grito surpresa, assim que o mesmo me puxa me fazendo cair em cima do mesmo - FILHO DA MINHA SOGRA!

− Aí, minhas costas. − gemi de dor, tentando bater nele.

− Desculpa. − sussurra, sinto sua respiração no meu pescoço. Argh!

O ignoro, só então percebendo que não estou com às minhas roupas, quer dizer eu não estou nua, estou trajando um vestido branco - que eu não usaria - colocado no meu corpo, ele está um pouco molhado, pelas minhas peças íntimas

− Damon... Que merda é essa? − digo, apontando para o vestido.

− De nada, por eu me preocupar com a sua saúde. − suspiro dramático. − Ah, você ainda não me agradeceu por ter te salvado.

− Obrigado, meu herói. − digo debochada, me afastando e me sentando na ponta da cama.

− Da próxima vez eu te deixo morrer afogada. – Disse sem me olhar nos olhos, se sentando ao meu lado.

O empurro indignada.

− QUÊ? Repete?

− Porra! Eu só estava brincando, Lia. − Disse, se recompondo enquanto sorria, quando eu ia mencionar sobre toda essa intimidade, fico sem palavras ao sentir suas mãos em meus cabelos enquanto coloca algumas mexas atrás da minha orelha, engoli em seco, ao sentir sua aproximação, e suspiro derrotada assim que seus lábios roçam em minha orelha. − Engraçado, que você me leva sério quando eu digo que te deixaria 'pra' morrer... − começa, em um tom calmo, arrepio. −... mas, não acredita quando eu digo que te amo

Murmurei um palavrão. O fazendo rir baixinho, sinto sua respiração contra o meu pescoço. Tentei me afastar, resultando em quase uma queda espetacular, se seus braços não tivessem me alçando e me puxado para mais perto a tempo.

− Você ainda está a fim de ouvir como eu vim parar aqui? − pergunto, tentando desesperada desviar o foco, sentindo meu coração bater forte contra o meu peito.

− Sim.

Soltei um longo suspiro derrotada, Damon ainda com as suas mãos em volta da minha cintura se apoiou na parede, me puxando fazendo com que eu me deitasse entre suas pernas.

− Bom... − começo a contar sobre tudo, não escondo nenhum detalhe, após alguns minutos e algumas pausas para que possamos rir da minha desgraça, terminei.

Ficamos alguns segundos em silêncio.

− Isso explica muita coisa... − ele murmura, levanto minha cabeça para que eu possa ver suas expressões. − ...mas, não explica a sua hesitação.

− O quê? - pergunto confusa, não entendendo onde ele queria chegar.

− Eu estava correndo atrás de você com os meus cachorros, quando eles a encontraram na piscina, seus lábios se moveram como se você tivesse dito alguma coisa, você parecia está com medo, e você recuou, e só pulou depois quando percebeu que estávamos muito próximos. Você nem ao menos me ouviu te chamar.

Encolhi.

− Não precisa me contar. − ele disse, mais seus olhos brilham de curiosidade.

Sento-me, ficando de frente para ele, eu provavelmente ainda estou com muito álcool no meu sistema, porque eu não acredito que eu vou realmente contar isso para alguém.

− Os boatos sobre mim, o que você ouviu exatamente? − pergunto hesitante enquanto mexo em meus cabelos.

Damon me observa por alguns segundos, pensativo.

− hmm... Eu ouvir que você tinha tentado se suicidar e que a Caroline te impediu e por isso vocês pararam de se falar, porque você a odeia. − ele disse calmamente não desviando seu olhar do meu rosto em nenhum momento, mordo os lábios tentando conter a raiva.

É claro, que ela não iria contar a verdade, forço um sorriso e digo o mais calma e neutra que eu consigo.

− São falsos. Agora, desça e pegue bebidas e algo para comermos porque estou brocada, e depois eu te conto "A história da minha vida" − digo, em um tom dramático.

− Está falando sério? − ele pergunta hesitante.

− Claro, agora vai lá meu herói, e traga remédio para dor de cabeça. − mando, o fazendo bufar.

Não estou me sentindo bêbeda, e estou sentindo muito dor, preciso de algo.

− ♡ −

Assim que ele voltou, com quatro garrafas de cerveja e nos sentamos na posição de antes - ele também trouxe bolo no pote, e um comprido, tomei o comprimido junto com a cerveja.

− Então... A verdade é que estávamos comemorando um ano de amizade: "A Noite das garotas" também tínhamos convidado a Davina e a Bonnie, estávamos brincando de "Eu nunca" , bebemos muito enquanto o jogo acontecia, depois de algumas rodadas o jogo começou a ficar muito chato então resolvemos que iríamos sair, eu dirigi porque era a "menos" bêbada... − conto, na medida em que os acontecimentos daquela noite iam se clareando na minha cabeça. —... Davina sugeriu que jogássemos "Verdade ou Desafio". Por que não? Aceitamos e os jogos começaram. Davina desafiou Bonnie a roubar bebidas em uma lojinha, ela ficou com medo e disse que não iria fazer, estacionamos o carro e mandamos ela vazar, então Davina perguntou algo para a Caroline e ela não gostou da resposta. Caroline tinha transado com o seu namorado, ela saiu irritada. Então sobramos eu e Caroline, estávamos tão bêbadas que apenas rimos e continuamos o jogo... − Parei, apenas para beber longos goles da bebida e comer um pouco do bolo. − Eu a desafie a correr nua, detalhe era a noite mais fria do ano, por três quadras, ela ficou muito puta e depois do desafio ter sido completo ela me mandou dirigir em direção ao limite da cidade, e parar em frente à ponte que precisa passar para chegar à placa "Bem Vindo a Mystic Falls" eu parei na ponte, ela mandou eu descer, desci e ela me desafiou a pular, ela não esperava que eu iria aceitar, mas eu estava tão bêbeda e a minha vida estava tão ferrada naquela época, que aceitei. Eu subi e ela em meio a gargalhadas berrava "PULA, PULA, PULA", eu sorrir e acenei em sua direção sussurrei um "Tchau, vadia" e pulei. Eu não sabia nadar, era tão alto, eu deveria ter morrido, foi assustador... Eu morri de medo enquanto observava meu corpo chegar perto da água, eu confesso, quando eu pulei eu só conseguia pensar nós meus pais e o quanto eles cagam para a minha existência, eu só conseguia pensar no quanto eles ficariam feliz em saber que se livraram de um dos fardos,mas de repente eu pensei no meu irmão, e quando ele me odiaria, e se odiaria por não ter me protegido, eu me arrependi, no momento que meu corpo bateu contra a água, e eu senti ela me invadindo, tornando impossível respirar, eu estava morrendo, até sentir alguém me puxando...

− Quem? - ele me perguntou. Sorrio, enquanto enxugo às lágrimas que eu nem sentir caindo.

− Caroline. − sussurro. − Ela se arrependeu, eu acho, nunca tive oportunidade de perguntar, ela ligou para o Jackson que na época já era meu namorado, e ele veio até nós, eu estava apagada, acordei no hospital depois de algumas horas dormindo. Bonnie e Davina sairam da escola e quando eu voltei, porque tinha ficado alguns dias afastada por problemas pessoais, todos me olhavam estranho e sussurravam horrores sobre mim, me chamando de "Drogada" e dizendo que eu não merecia ter sido salva.Os boatos se espalharam porque algumas pessoas perguntaram a Caroline sobre mim e para se proteger ela não contou a verdade, apenas a parte que lhe convinha. E assim os boatos começaram, e eu nem me dei ao trabalho de me defender, ninguém iria acreditar. E eu não ligava.

Damon ficou alguns segundos me olhando fixamente.

− Estava escuro e olhar para a água da sua piscina, me lembrou a água da ponte. Eu acho. − digo.

− Você sumiu de novo depois dos boatos e voltou diferente, uma "Nova Elena", por que?

[Continua...]


Notas Finais


Estou pensando em publicar uma história original minha e quero a opinião de vocês, se posto ou não. Essa é a sinopse:

Durante séculos os reinos da França e Hungria cobiçaram a coroa e as terras de Nápoles e entre diversas guerras eis que o rei legítimo Carlos II retoma o poder de seu país, mas logo teve seu trono tirado de si, porém antes de ter sua cabeça desagregada ele enviou sua única herdeira, com poucos meses de vida, para os Ettore, uma família de caçadores que seriam encarregados de cuidar dela até que um dia pudesse retomar o trono que lhe é por direito e proteger ao seu povo e a si mesma.

E esse é um trecho do piloto:

− Em nome do pai, do filho e do espírito santo. Amém. – Ajoelho-me ao som dos sinos da igreja católica, imensa em tamanho, riqueza e beleza. – Meu Deus, perdoe-me por ter lhe ofendido, eu repugno todos os meus pecados, por que abomino a ideia de não ir ao céu e temo as dores do inferno.

"Eu conheci a luxuria, a gula, a ira e o orgulho. Fiz tudo por um propósito fútil, dizimei casas, famílias, vidas... Todos os que foram contra mim sofreram em minhas mãos e pagaram com suas vidas.

"Fiz coisas horríveis aos meus amigos, meus irmãos e a todos que tiveram a infelicidade de serem próximos a mim.

"Eu destruí meu coração e eu farei qualquer coisa, qualquer coisa, para proteger a mim e ao meu trono".

Dois anos antes...


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