História A Little Chance - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Acidente, Amor, Fabrício, Lena, Luamiohi, Rafael, Romance
Visualizações 12
Palavras 878
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Famí­lia, Romance e Novela

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa leitura :3

Capítulo 10 - Lembranças Part. 2


- Alô? Quem fala?

-Oi... 

-Fabricio?

-Sim... Ele estava com uma voz estranha.

- Você está bem, Fá? Nem notei que o chamei de Fá, costume...

- Não. Fale comigo.

- Hum, o que? Eu estava confusa, o que ele estava falando?

- Me disseram que você era minha namorada e depois você me disse que não era, e contou aquelas coisas, mas minha mãe me confirma sempre que éramos inseparáveis. 

-Eu ja expliquei... Não sei mais o que falar para você... É complicado.

- Me conte alguma coisa nossa. Não sei, qualquer coisa, Lorena.

-Por favor, Lena. Odeio Lorena... Por que? Não sei Também.

-Lena... Ele falou meio vago, como se estivesse lembrando/pensando em algo. -Como eu comecei a te ajudar? Ele perguntou depois de um tempo.

-É... Foi tudo muito rápido, você só... Notou que eu gostava do Rafael e conversou comigo... Depois disso começamos todo aquele teatro. Deitei na cama limpando uma lágrima do meu rosto.

-Pare de chorar. O que fizemos nesse tempo? Que? Está tão óbvio que estou chorando?

- Não estou chorando... Muitas coisas, saímos muito, brigamos muito, demos muitos selinhos sem graça e muitas coisas...

-Me conte uma, por favor. Uma briga, uma saída, a história de um selinho. Eu estava confusa com essa ligação, mas resolvi não perguntar nada e comecei a contar.

- Bom, teve uma vez... Estávamos no shopping e nós resolvemos tomar sorvete. Eu sou muito desastrada, muito lerda e então eu estava andando com o sorvete na mão e você me contou uma piada e eu acabei rindo tanto que cai, melando uma moça que estava a minha frente. Você riu muito e nem me ajudou, a moça ficou desesperada e gritando comigo por uns vinte minutos que pareceram duas horas. Ele riu e eu dei um sorriso ao ouvir o riso dele, não ouvia a um tempo aquela risada gostosa.

-Mais uma? Pediu

-Quer que eu vá aí? Perguntei, não sei de onde tirei a idéia de falar isso!

-Sim. Ele pareceu nem pensar na resposta. - Pode vir, e me conta tudo, beleza?

-Claro! 

Na mesma hora me animei, não sei de onde tirei essa energia mas ela era bem vinda. Logo estava de pé arrumando meu cabelo. Depois de um tempo consegui controlar essa fera e desci as escadas correndo, quase caindo.

-Mãe, tô indo! 

- Para onde Lena? Lena! Ela gritou vindo da cozinha e eu ja estava na porta.

- Para a casa do Fabrício, volto mais tarde. Falei e sai. Era só dar cinco passos e eu estava na porta da casa dele. Bati na porta mexendo o pé, ansiosa. Logo abriram a porta, era seu João.

-Lori, minha querida! Me comprimentou sorridente.

-Oii senhor João, como está? 

-Vou bem querida, o que te trás aqui? Perguntou dando-me passagem para entrar

-Veio falar comigo. Fabrício apareceu do nada ao meu lado, levei aquele sustinho básico.

-Ah sim, claro! Irei para o escritório, qualquer coisa me chamem ou chamem Line, ela está na cozinha. Disse entrando numa porta ao lado da escada.

-Então... Quer subir? Ele perguntou sem graça.

-An... Pode ser...

Começamos a subir as escadas que dava acesso ao corredor, como era finalzinho de tarde uma luz alaranjada iluminava as escadas e o corredor. Iluminava Fabrício. O cabelo ele estava diferente, longo, sem direção certa. Os olhos estavam profundos e tristes. Diferente daqueles olhos verdes que vi a uns meses atrás. 

-Ok... Ele disse entrando no quarto. - Eu não lembro de nada. Os médicos disseram que  com o tempo talvez as coisas voltem. Disse sentando-se e me olhando sério.

-Eu sei... Eu realmente sabia. Minha mãe fez questão de saber tudo, tudo mesmo. Ela ficou muito apegada a mãe de Fabrício e com isso se apegou muito a Fabrício também.

-Então, vai me contar o que? Senta, ou prefere ficar aí em pé na porta? Sorri para ele e sentei.

-Bom... Depois de um tempo, além de namorado de mentirinha, você virou um grande amigo meu. Grande mesmo. Eu contava tudo para você e você contava tudo para mim. Com isso, um dia você me disse que estava cada vez mais fácil fingir ser meu namorado...

-Serio? Caramba, eu realmente era afim de você. Ele disse sorrindo e eu corei.

-Afim de mim? Nunca.

-Nunca? Acho que você que era ou é não sei, lerda o suficiente para não notar. 

 - Não acredito nisso. Eu falei rindo e ele me olhou sério, o que me fez parar de rir.

- Lorena, tão linda e tão lerda. Olha não tenho certeza de nada na minha vida. Só as certezas de que: meu nome é Fabrício, meus pais são João e Eveline, nasci na Alemanha, mas como meu pai é brasileiro acho que você sabe o resto. Assenti com a cabeça meio triste e ele deu um sorriso de lado maravilhoso. - E agora tenho mais certeza de que eu gostava muito de você. Não como amiga. Meu coração acelerou, comecei a suar e a sentir frio.

-B-bom a-a-acho... Comecei a gaguejar demais, abaixei a cabeça e continuei. -Acho que não, não sei... Seria mais fácil se você não tivesse perdido a memória.

-Por que? Ele perguntou sério. Pensei. Por que, Lorena? Você pode simplesmente dizer que acha que gosta dele agora, ele irá entender. Ou poderia esquece-lo e ir atrás do Rafael. Ele não era seu grande amor? Sim, era. Mas agora... Depois do Fabrício, depois do acidente. Acho melhor falar. Falar tudo. Vou falar...




Notas Finais


Medo de excluir essa fic de novo pq eu tô amando a história, vcs aí que lêem gostam? Acho que tudo esta meio bugado


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