História A little Hope - Capítulo 16


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Categorias Once Upon a Time
Personagens Capitão Killian "Gancho" Jones, David Nolan (Príncipe Encantado), Emma Swan, Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Personagens Originais, Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood, Roland, Ruby (Chapeuzinho Vermelho), Sr. Gold (Rumplestiltskin), Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags Bebê, Capitan Swan, Família, Hope
Exibições 68
Palavras 1.088
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 16 - Bem vinda ao lar Leonore


Fanfic / Fanfiction A little Hope - Capítulo 16 - Bem vinda ao lar Leonore

A princesa Madeleine ouviu a frase “eles voltaram” vinda de seu criado, Christer. Naquele instante ela não conseguiu pensar em mais nada, parece que por instinto pegou a sobrinha, Hope, e correu o mais rápido que pôde.
      Estava na parte superior da escada, teria a visão perfeita da entrada. Seu coração pulsava com maior intensidade, sentia a garganta doer pelas lágrimas angustiadas que recusava-se a derrubar. Houve um estrondo e ela soube que haviam chegado ao lar. Abraçou a pequena Hope como se precisasse de contato humano naquele curto momento.
      E quando viu seu irmão com um bebê no colo seu coração quase parou de bater, deixou a menininha loira no chão e desceu as escadas tropeçando nos próprios pés, a euforia que vivia destro de si desde que a criança fora tomada.
       Ela olhou o irmão e ele sorriu com a bebêzinha deitada em seu ombro. Killian segurava a pequena Hope no alto da escada presenciando toda a cena e sorrindo para a esposa que vinha logo atrás, está por sua vez não tinha coragem de encará-lo.
      Quando Carl e Madeleine estavam frente a frente, a princesa não pôde suportar a emoção de estar diante da criaturinha minúscula que julgava ser sua, sentia todas as emoções de uma só vez. Como se por instinto, Madeleine estendeu os braços em direção a criança.
     Quando seus braços que sofriam pela ausência do calor foram preenchidos com a neném ela quase enfartou. Queria abraçar a criança, mas tinha que ter delicadeza, pois se tratava de uma bebê com apenas cinco dias de vida. A princesinha era tão rechonchuda... cheirava a morangos silvestres, a pele dela era macia e branca, os lábios carnudos como os de seu marido, possuía fios loiros quase imperceptíveis no topo da cabecinha e seus olhinhos eram de um azul muito vivo... não restavam dúvidas de que aquele era sua filha.
      Madeleine ouviu passos atrás de si e viu aproximar-se, Christopher O’Neill, seu marido sendo seguido pelo rei, pela rainha e o casal mais amada da Suécia. Christopher tocou a cabecinha da filha, mas não quis tirá-la dos braços da mãe, estava certo de que queria o contato com a filhinha, mas por hora, Madeleine precisava mais.
      A rainha Silvia beijou a testa da filha mais nova e depois a da neta:

_Como ela se chama? – perguntou para Madeleine.

      A princesa olhou bem para a filha e depois da Emma:

_Leonore! – decidiu por impulso e encarou o marido – tudo bem para você?

     Chris acenou positivamente com a cabeça e Emma sorriu agradecida pela homenagem .

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_Não é linda? – perguntou Madeleine.

     A princesa fazia questão de fotografar a filhinha nos braços de Christopher e em apenas segundos toda a angústia parecia ter desaparecido... é claro que um dia iria com certeza ser atormentada pelas lembranças inquietantes daquele que deveria ser o momento mais feliz de sua vida, mas agora ela estava feliz:

_O povo vai amar conhecer Leonore – comentou Victória que permanecia sentada ao lado do cunhado.

_Sim... eles são fáceis de convencer... só fotos bastam – disse Chris.

       Nesse momento um estalo deu-se na cabeça de Victória:

_Chris você é um gênio! – ela disse tomando o telefone celular entre as mãos e digitando o número de Killian – oi... acho que sei como concertar tudo.

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      Hope estava na cama de Madeleine ao lado da pequena Leonore. Ela estava curiosa sobre quem era o bebê ao seu lado e de onde havia surgido, pequena demais para brincar e falar... a verdade é que Hope nunca havia visto um bebê na vida:

_É pequenininha! – disse tocando os pezinho da neném que tinha movimentos quase imperceptíveis.

_É meu amor – Madeleine sorriu atrás da câmera.

     Victória olhou para Killian:

_Minha amiga vai cuidar do resto Killian... o nome dela é Regina... Emma fez um documento pra Hope... tudo está se encaixando...

      Killian concordou embora, mal sabia ele, que nem tudo estava certo...

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      Emma suspirou fundo antes de finalmente criar coragem e abrir a porta do local onde a muito não entrava. Era enorme e como todos os cômodos do palácio... faziam-na sentir-se impotente e vulnerável. Tinha uma cama redonda ao centro, prateleiras de livros que rodeavam o cômodo do chão ao teto, duas portas eram os únicos intervalos das estantes, ela lembrava-se hoje que uma delas dava ao banheiro luxuoso e a outra num closet com ternos feitos sob-medida, mas já não sabia qual era qual.
      O tapete de pele de urso descansava em frente a lareira eletrônica e diferente dos anos que passara no castelo... já não tinham mais pôsteres de bandas nem aquela antiga vitrola onde o som se expandia de forma graciosa pela paredes. O cheiro lhe era familiar: madeira, lustra-móveis da índia e uma mistura radiante de livros novos e velhos.
       Num único local das prateleiras que dominavam o quarto tinha um retrato de óleo sobre tela e nele o príncipe Carl Philip sorria na imagem congelada no tempo, e ele surgiu saindo de seu closet com o pijama de inverno e cabelos bagunçados:

_Marriene... o que faz aqui? – perguntou com receio da resposta, mas sem demonstrar o medo.

       Ela encarou as paredes focando no exemplar do “Moby Dick” tentando a cada segundo lutar contra os sentimentos que a atormentavam:

_Eu tenho uma filha... – ela sorriu evitando que o acúmulo de lágrimas debaixo dos olhos deixassem transparecer alguma coisa.

_Eu sei...

_E eu sempre quis ser mãe... – resolveu então que enrolar só pioraria a situação – quando eu tinha dezesseis anos eu achei que me odiasse e só assim consegui seguir em frente...

_Emma eu...

_E agora – ela interrompeu, pois não sabia se depois teria coragem – eu volto a te amar... mesmo tendo tudo que eu sempre quis.

      E sabendo que aquilo era errado... sabendo que nem em um milhão de anos uma relação como aquela seria certa... os dois grudaram seus corpos. Sophia? Killian? Aquelas palavras eram nada perto da insatisfação de não ter o que queriam.
      Pode não parecer e pode deixar todos com muita raiva, mas a verdade é que o amor entre Emma e Carl nunca morreu, sempre fora mascarado, porém nunca esquecido. E se um dia chegaram a pensar que viveriam uma vida feliz estando longe... coitados! Podem dizer que foi por impulso... mas deixem-me lhes explicar algo... no “impulso” nós só fazemos o que não temos coragem de fazer quando temos total consciência de nossos atos... por isso... nunca num momento desses você irá fazer algo que não queira.
      Emma e Carl sabiam disso e por este motivo... estavam ferrados!

(CONTINUA?)


Notas Finais


Foi mal pelo cap vergonhosamente minusculo, mas foi só o que consegui escrever no avião... não queria deixá-los sem nada, prometo recompensá-los. E não adianta chorar viu? Emma e Carl vão ficar juntos sim! E por tempo indeterminado... estão de castigo haha! Até mais galera não me matem.


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