História A loba e o esfolador - Capítulo 24


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Categorias As Crônicas De Gelo e Fogo (Game of Thrones)
Personagens Brienne de Tarth, Ramsay Bolton, Roose Bolton, Sansa Stark, Stannis Baratheon, Theon Greyjoy, Walda Frey
Tags Drama, Ramsay Bolton, Romance, Sansa Stark, Sansaxramsay
Exibições 118
Palavras 1.531
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Luta, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Espero que gostem. ^^

Capítulo 24 - Capitulo vinte e quatro


Daenerys como prometido á Yara Greyjoy, derrotou o exercito e fez Euron lhe entregar o trono de sal e ferro. Como legitima herdeira de Baelon.

  Sansa estava a caminho de Winterfell ver a “surpresa” que seu marido lhe abdicara. Jon e Daenerys haviam se dirigido á muralha. Desde que Howland Reed revelara á todos os reunidos a verdade sobre o rapto de Lyanna e Rhaegar, eles, passavam mais tempo juntos na viagem, tentando de alguma forma se aproximar mais pelo quesito de serem parentes distantes e desconhecidos.

 Familia. Uma palavra que Daenerys desconhecia. Ela nunca tivera um pai ou uma mãe, seu irmão Viserys apesar de terem o mesmo sangue, ela não o considerava mais um irmão desde que foi obrigada a se casar a mando dele. Ele a humilhou de tantos modos possíveis e a maltratou tanto que a palavra família se perdeu da mente dela, a única família que ela considerava realmente eram seus conselheiros, seus generais e amigos e é claro seu povo, que ela rezava por todos os deuses, estarem bem. Mas agora era diferente... Pois como Lorde Reed jurou por todos os Deuses ser verdade, aquele Snow não era nem mais nem menos do que o filho perdido do ultimo Dragão Rhaegar Targaryen.

 Aquilo foi um choque para todos, principalmente para o próprio Jon. Que pensava que sua mãe poderia ser uma simples criada ou uma serva. Imaginar que era todos esses anos a sua tia, era algo arrebatador e mais triste e melancólico ainda era que todo esses anos seu pai se deixou ser julgado injustamente a respeito dele. E apesar dos dias se passando, Daenerys se sentiu no dever de se aproximar dele e ele deveria conversar mais cedo ou mais tarde com ela sobre a muralha.

 - Tem total certeza disto? – A platinada perguntou sentido um leve incomodo, mas aquilo era normal de se sentir. Quando Daenerys estava casada com Drogo ela ouvira falar sobre uma lenda, que o mundo ficaria escuro e a neve cobriria todas as plantações e congelaria todos os homens e animais, os Dothraki acreditavam esse ser o fim do mundo, de inicio Daenerys acreditava ser sói mais uma lenda antiga daquela cultura selvagem e distante da civilização Westerosi, ela tinha a esperança que quando eles comtemplassem isso agora, eles poderiam mudar seus costumes aos poucos...

 - Sim, senhora. Tenho muitas testemunhas na muralha que os viram com os próprios olhos se minha palavra não bastar. – Jon respondeu humildemente, rezando para que ela acreditasse. Ela poderia relutar contra a ideia e ignorar o bastardo, mas escutaria outras testemunhas sendo essas selvagens, meros patrulham-te e uma feiticeira de Ashai? Ele poderia até mesmo suplicar á Sansa que fizesse mudar de ideia, mas a irmã também não parecia muito convencida desse fato. Ela é o meu ultimo recurso... Ele pensou entre a linha tênue do desespero.

  - Sua palavra é mais do que basta para mim sobrinho. – Era extremamente estranho para Daenerys e Jon ouvir estas palavras. Ele que nunca imaginaria uma rainha sequer lhe dirigindo o olhar lhe chamando de parente, ainda mais de sobrinho, uma palavra que ele só ouvia sair da boca de seu tio Benjen. Daenerys estava também nervosa, por dizer tal palavra docemente, ela que mal falava a palavra irmão pelo temperamento cruel e curto de Viserys. Ela sabia só de olhar que Jon não era assim, ele era gentil e amável, humilde e honrado. Talvez isso o separasse tanto fisicamente quanto internamente de um Targaryen que era dez vezes mais intenso. – A quanto chega aproximadamente a temperatura no norte? – Ela perguntou á Jon.

 - É muito elevada vossa Graça, principalmente no inverno. – Ele respondeu.

 Daenerys não poderia levar consigo os Dothraki, o povo cavalheiro não era acostumado com navios, muito menos com o frio. Eles seriam as principais vitimas do vento e a praguejariam em todos os idiomas possíveis pela morte de seus cavalos e companheiros.

 - Quantas casas nos apoiaram nessa causa Lady Bolton? – Ela tornou a perguntar dessa vez a Sansa que umedeceu a garganta para falar.

 - Não sei ao certo vossa Graça, mas meu marido e eu estamos adquirindo o máximo de apoio á ambas ás causas. Mas por hora temos o apoio do Vale e das terras fluviais. – Ela disse formalmente.

 Daenerys pensou no numero de seu exercito mais o apoio que teria sobre as casas do norte, mesmo assim não era o suficiente. Os dragões já estavam crescidos e seu calor irradiava de dentro, certamente não haveriam riscos, o real problema era que a maioria das casas  sulistas, não eram acostumadas com o frio nortenho. Ela mesma nunca estivera no norte nem presenciara a neve. Os exércitos apesar de numerosos iriam perder uma boa quantidade de homens por esse quesito.

  - com licença, mas as terras fluviais não estavam nas mãos de Walter Frey? – Tyrion indagou surpresa, não ignorando o fato do Vale também ser um aliado, mas ele já contava com esse ponto de partida pelo parentesco de Sansa com o pequeno lorde do Vale Robert.

  - sim... Mas receio que esse empecilho foi resolvido. – Ela disse calmamente. E Tyrion pode ler claramente a expressão fechada e neutra dela, mas as palavras... Ele tinha certeza que fora obra do Bolton. De fato ele era melhor do que o pai em assuntos de politica e batalha.

  - Sendo assim... – Um silencio incomodo pendurou sobre o salão recém limpo da fortaleza vermelha, lugar do conselho. Daenerys estava sentada pacientemente na ponta, enquanto Olena estava em sua direita, as dornesas a sua esquerda, A Greyjoy ao lado das serpentes de areia e Jon a sua frente com Sansa ao seu lado. – Reúnam as casas necessárias. Estabilizarei a cidade por um tempo. – Ela disse firmemente e Jon quase suspirou alto de alivio. – Lady Stark precisarei de seus vassalos reunidos e estarei a cerca de algumas semanas com meu exercito em Winterfell.

  A ruiva assentiu com um pequeno sorriso, finalmente voltaria para casa.

  Ela cavalgou e cavalgou como nunca em sua égua cor de marfim, passando sem medo e tempo para descansar nas Gêmeas já retomadas pelo exercito nortenho, ela finalmente conheceu seu tio o peixe negro. Ele ficou encantado e impressionado o quanto a menina que Catelyn lhe apresentou quando nascera se tornou bela, obstinada, firme e delicadamente gentil e bondosa com a mãe. E ficou mais feliz no entanto um pouco tenso ao informar que ela estava casada e tinha um filho com Ramsay. Eles ficaram a noite no castelo e partiram a cavalgar.

  - Mas devagar senhora... – Um dos guardas pediu, a égua aumentava a velocidade fazendo as madeixas voarem pelo vento e o vestido se esvoaçar, mas ela estava com botas e uma calça de couro em baixo tapando e protegendo suas pernas torneadas.

 - Sinto muito... Não posso evitar Ia! – ela bateu os calcanhares na costela do animal que aumentou a velocidade como se estivesse em fuga. Ela viu Felpudo correndo ao lado do animal que pareceu disputar uma corrida com o lobo e Rickon cavalgando velozmente como ela ao seu outro lado.

 E a frente da comitiva ela pode ver as muralhas e torres altas com o pequeno vilarejo ao lado.

 - Winterfell. – Rickon sussurrou maravilhado com a visão.

 - Ramsay... Domeric... – Sansa sussurrou já podendo sentir o toque delicado das mãos rusticas do marido em seu rosto e ver os olhos de seu bebezinho.

 - O ultimo a chegar é mulher do sapo! – Rickon gritou galopando mais rápido. Sansa o seguiu rindo tentando acompanha-lo.

 Quando chegaram perto dos portões Sansa se encantou com a visão mais linda que teve desde a sua partida.

 Seu lindo bebe nos braços de Ramsay e ele aos portões junto com os cavalariços. Ela cessou o cavalo e teve vontade múltipla de chorar enquanto ele se aproximava dela que antes mesmo dos homens a ajudarem, saltou de seu cavalo e deu para o primeiro homem que viu as rédeas de couro e andou rápido ao enlaço dele.

 Ela os abraçou bem forte. Abraçou com cuidado e foi retribuída pelo marido com um lindo sorriso no rosto, seu bebe mostrava um sorriso meio banguela com os primeiros dentinhos crescendo, após ficar longe e reconhecer o rosto angelical de sua mãe.

 - Senti tanta saudade de vocês... – Ela confessou e chorando no abraço dele e recebeu um beijo profundo dele que tomou o seu folego.  Após o beijo encantador eles encostaram as testas uma na outra e se encararam. Os azuis como o céu nos brancos como o gelo.

 - Ei alguém sentiu minha falta? – Uma voz feminina falou atrás de Ramsay. Sansa abriu e fechou a boca varias vezes ao reconhecer aquela voz mais grave, mas claramente reconhecível.

 As brigas e implicâncias que aquela voz fazia questão de fazer, voz tão implicante e ausente que chegava fazer um buraco, no coração de gelo da loba vermelha.

 Ramsay sorriu e saiu do caminho, juntos Sansa e Rickon viram a portadora daquela voz boquiabertos.

 - Arya! – Gritaram alegres em uníssona e partiram para cima dela com os braços abertos para um abraço caloroso de irmãos á muitos perdidos e enfim reunidos. Nem mesmo Rickon conseguiu prender o choro enquanto a abraçava com muita força.  


Notas Finais


Eai gostaram? O San.Ram não durou muito mais foi né??
Prometo que tem mais depois para colocar as Cenas que eles: Matam a saudade.
Espero que tenham gostado. Bjs amores até a proxima.


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