História A loucura da alma - Capítulo 14


Escrita por: ~

Postado
Categorias Batman, Esquadrão Suicida
Personagens Barbara Gordon, Bruce Wayne (Batman), Comissário James "Jim" Gordon, Coringa (Jack Napier), Dr. Jonathan Crane (Espantalho), Edward Nashton/Nygma (O Charada), Harleen Frances Quinzel / Harley Quinn (Arlequina), Oswald Chesterfield Cobblepot (Pinguim), Pamela Lillian Isley, Selina Kyle (Mulher-Gato)
Tags Ação, Arlequina, Batman, Coringa, Deadshot, Drama, Esquadrão, Harleyquinn, Joker, Magia, Pistoleiro, Romance, Suicida
Exibições 102
Palavras 1.543
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Luta, Magia, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Ooooi puddinzinhos meus <3
Tenho que postar e sair correndo.
Espero que gostem desse capitulo.
Obrigado mesmo, de coração pelo carinho nos comentarios, pelos favoritos e por acompanhar minha história <3
Boa leitura

Capítulo 14 - Obsessão - Part I


Fanfic / Fanfiction A loucura da alma - Capítulo 14 - Obsessão - Part I

Pamela entrou com passos largos e cabeça erguida no quarto-sala do último andar da boate mais criminosa da cidade. Ela sabia a quem pertencia o lugar, mas não se intimidava com a presença de Coringa. A mulher de pele verde e cabelos ruivos estava ali por um só motivo: Tinha contas a prestar com o Rei de Gotham City.
Johnny ficou parado na porta enquanto Pamela atravessava o cômodo sem esboçar qualquer sentimento, embora seus olhos mostrassem desprezo.
Assim que a viu, Coringa abriu os braços como se fosse a abraçar, mas se deteve a poucos metros, encarando a ruiva com seriedade.

Harley, que estava sentada no sofá ainda entretida com as hienas, olhou de canto de olho para a mulher estranha.
— Olá Pam, a que devo essa visita ilustre? — O Palhaço começou, de maneira cordial que soou até um pouco ridícula.
— Me poupe do teatro Coringa, vamos direto ao ponto! — Pamela cruzou os braços, impaciente, mas curiosa com a figura feminina que a encarava.
— Ela está brava. — Coringa sussurrou para Johnny, que conteve um riso.
— Deuses… Como conseguem viver sob o mesmo teto que esse louco cretino? — Pamela revirou os olhos, e Harley se levantou no mesmo instante indo em direção a mulher verde.
— Ei… Não fale assim do meu Puddin! — A loira cruzou os braços; E como por instinto as hienas perceberam que sua mais nova dona estava irritada, e puseram-se a rosnar mostrando os dentes para Pamela. Coringa deu uma gargalhada, e Pâm encarou Harley.
— Mas veja só… Arrumou um brinquedinho? — Olhou para Coringa assim que terminou a frase.
— Eu também tenho que me divertir, não é? — Ele respondeu sem se importar. Virou as costas e caminhou em direção a sua mesa.

Pamela ficou algum tempo encarando Harley Quinn, mas a palhacinha pareceu não se incomodar em ser chamada de “brinquedinho de palhaço”. Pamela achou aquilo interessante, nunca havia visto alguém tão determinado em defender o Coringa.
— Harley, amorzinho, diz para Bud e Lou se acalmarem. — Coringa gritou de onde estava — Por mais ridícula que a Pamela é… Ela não é uma inimiga hoje. Pamela revirou os olhos, e Harley deu uma gargalhada.
— Ouviram o papai… Nada de rosnar. — Harley tentou parecer séria, mas assim que as hienas pularam em cima dela, a fazendo cair no chão, voltou a rir histericamente.

 

Hera Venenosa se aproximou de Coringa, olhando a palhacinha com certa curiosidade.
— O que ela faz? Além de ser irritante? — Hera perguntou, e pode ver um sorriso metálico no rosto de Coringa antes da resposta ser dita.
— Minha Harley Quinn não parece grande coisa pra você, não é? — Ele molhou um dos dedos na ponta da língua para continuar contando dinheiro.
— Na verdade parece uma criança um pouco… Grande. — Pamela comentou, dando a entender que o “grande” seria um “sexy”.

— Oh sim… Deixem que se encantem pelas curvas e o rosto angelical — Ele parou de contar e colocou o dinheiro em cima da mesa, olhou para Pamela — Como dizem… Lúcifer foi o anjo mais bonito do céu.
Por algum motivo, aquelas palavras não faziam sentido para Pamela, pois o que ela via era simplesmente uma mulher com um sorriso largo, grandes olhos azuis e uma voz irritante. Seria mesmo tudo aquilo que ele dissera? Ou ele estava enganado, tentando ver além do que realmente existia?
— Certo… Doze mil… — Coringa mostrou o sorriso metálico.
— Por pouco tempo… — Pamela resmungou, tirando do decote do vestido feito de folhas de samambaia um bolo de dinheiro. Aquele era o aluguel que a Hera Venenosa pagava para Coringa proteger sua mansão. Acontece que antes ela própria conseguiu fazer isso sozinha, entretanto depois de uma luta com o Charada antes do mesmo ir parar em Arkham, ele ateou fogo em seu extenso jardim. E como bem sabem, Pamela é totalmente ligada às plantas, e isso a enfraquece tanto a ponto de deixá-la completamente vulnerável.
O Coringa aceitou cuidar do território dela, claro que não por simpatia. Com o dinheiro da mulher ele conseguia comprar mais armas para os seus planos mirabolantes contra o Batman.
— Te vejo mês que vem trepadeira. — Coringa acenou. Pamela ignorou completamente o gesto, e dando uma ultima olhada para Harley - que nem se prestou a olhar de volta - suspirou, com pena, da Rainha de Gotham.

 


***

Depois do meio dia Harley já estava pronta e uniformizada para o que seria uma brincadeira com o Batman. Coringa estava ficando mais ousado, depois que Harley passou a estar com ele, o palhaço do crime não se importava em atacar o morcego em plena luz do dia: Como iriam fazer naquele momento. 
Harley Quinn estava usando o uniforme que ela mesma fez, e não o que o Senhor C. lhe deu. O maior diferencial daquilo que usava e o macacão xadrez , era sem dúvida a falta de pano. O shorts mais parecia uma calcinha colorida (seguindo a mesma linha do cabelo, azul de um lado e rosa do outro), praticamente cobria apenas na altura da virilha. As meias arrastão eram praticamente inúteis em questão de esconder as pernas. Mas deixava a mostra as tatuagens feitas em momentos de tédio em Arkham. A blusa era a parte mais fechada no traje. Mesmo mostrando um pouco a barriga, ainda assim tinha mangas na altura do cotovelo e não era decotada. A habitual bota de couro sem salto alto foi substituída por um all-star agulha, e para completar aquele visual saído de um circo de horrores, o coldre pendurado no ombro e o taco de baseball nas mãos.

Quando Coringa terminou de carregar sua metralhadora e olhou na direção de sua palhacinha ficou sem reação.
“Diabos… Ela está linda!”
— Cale a boca! — Resmungou mais alto do que deveria.
— Falou comigo benzinho? — Harley olhou em sua direção.
— Fique quieta Harley… E vá trocar de roupa. — Ele tentou parecer indiferente, mas o nervosismo na voz era evidente.
— Por que Senhor C.? — Ela cruzou os braços emburrada.
— Não me venha com porquês… Anda logo porra! — O homem bateu com o punho fechado sob a mesa de madeira, e Harley correu para longe, com a cabeça enfiada no guarda-roupas, jogando peças coloridas por todo o quarto.
— Mas eu não sei onde ele está! — Ela resmungava enquanto tentava localizar seu macacão xadrez antes do palhaço se irritante se de novo.

Johnny interrompeu aquela cena estranha ao parar no batente da porta, pigarreando para chamar atenção do mafioso.
— Senhor Coringa, temos quinze minutos para o plano entrar em ação. — O comparsa mostrou o tablet em sua mão, onde apareciam pontos de luz onde deveria ser os capangas posicionados.
— Certo, ligue a lamborghini. — Coringa se levantou, trajando sua habitual calça social, sapatos de grife e o sobretudo roxo. Usava uma blusa regata por baixo, mas era quase transparente deixando à mostra as tatuagens sob uma névoa. — Diabos Harley! Vamos logo.
— Eu não acho a outra roupa puddinzinho! — Ela pareceu desesperada, e o palhaço revirou os olhos. Caminhou até sua rainha e a segurou pelo braço violentamente.
— Vamos assim mesmo! Que Droga! — Ele a arrastou escada a baixo, passando pela boate sem se importar com as pessoas que viam a cena.

Ninguém era louco de enfrentar o Coringa.

Harley eventualmente soltava alguns gemidos por conta da dor que se tornava latejante no local onde os dedos do homem pressionava, mas não ofereceu resistência.
Chegando no carro, ele a jogou sem cerimônias no banco do passageiro, e enquanto Johnny se instalava no banco traseiro com as duas hienas,  o palhaço do crime já estava acelerando seu voyer roxo.
—  Vamos repassar o plano mais uma vez querida? —  Ele olhou em direção de Harley, que logo se esqueceu que havia acabado de ser tratada com brutalidade.
—  Eu vou chegar e destruir tudo o que eu ver pela frente. —  Ela repetiu, como se estivesse sido adestrada.
—  E depois? —  Coringa a incentivou continuar enquanto dirigia em alta velocidade.
—  Depois vou esperar o morcego chegar e BANG BANG —  Ela imitou com os braços uma arma, com um sorriso de orelha a orelha. —  Vou levar ele lá pra cima... —  Ela deu um sorrisinho ao dizer isso.
—  Onde o papai vai estar esperando com Bud e Lou, não é? —  Coringa terminou sorrindo.
—  Igual uma família feliz! —  Gritou Harley cantarolando, olhou para as hienas no banco de trás e lhes mandou beijinho.

Coringa gargalhou, seguido pela risada fina e histérica de Harley, acompanhados também pelas hienas. Johnny sentiu vontade de rir, mas sua risada nunca seria tão especial quanto aquelas. Manteve-se calado.

De súbito o palhaço parou o carro, no meio da rodovia, no mesmo instante que também parou de rir. Um carro que ia logo atrás teve que desviar com rapidez, e ao passar ao lado da lamborghini buzinou irritado.
O Palhaço estava sério, olhando para frente segurando com força o volante. Ao que pareceu dois segundos para Johnny e Harley.
—  Harley… —  O Coringa finalmente sussurrou
—  O que foi puddinzinho? —  Ela o olhou preocupada.
—  O que você não deve fazer? Aquela coisa proibida sabe… Você não esqueceu, esqueceu? —  Ele a olhou. O brilho psicopata nos olhos esmeraldas, as pálpebras tremiam eventualmente e a pupila estava dilatada.
—  Não atacar o Batman… Eu sei, senhor C. —  Ela respondeu sorrindo e despreocupada.

—  Ótimo. Por que se fizer… —  Ele ligou o carro novamente, olhou para ela e sorriu —  Meu amor, eu vou matar você.




 

 


Notas Finais


VEEEEJO VOCES NOS COMENTÁRIOS MOZÕES


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...