História A loucura da alma - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Batman, Esquadrão Suicida
Personagens Barbara Gordon, Bruce Wayne (Batman), Comissário James "Jim" Gordon, Coringa (Jack Napier), Dr. Jonathan Crane (Espantalho), Edward Nashton/Nygma (O Charada), Harleen Frances Quinzel / Harley Quinn (Arlequina), Oswald Chesterfield Cobblepot (Pinguim), Pamela Lillian Isley, Selina Kyle (Mulher-Gato)
Tags Ação, Arlequina, Batman, Coringa, Deadshot, Drama, Esquadrão, Harleyquinn, Joker, Magia, Pistoleiro, Romance, Suicida
Exibições 189
Palavras 952
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Luta, Magia, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi Puddinzinhos.
Desculpem por não postar antes, estudar para aquela prova e ter vida social ao mesmo tempo é quase impossivel. Mas o que importa é que o capitulo ta ai ^^ curtinho, eu sei, não me matem. O próximo vai compensar, prometo.
Espero que gostem.

Capítulo 7 - Bem vinda, Harley Quinn!


Fanfic / Fanfiction A loucura da alma - Capítulo 7 - Bem vinda, Harley Quinn!

Era como se a mente de Harleen tivesse dado um curto. Escutou um apito agudo em seus ouvidos, enquanto o corpo todo tremia em resposta ao choque que Coringa aplicava em sua cabeça. Se ela não estivesse mordendo uma tira de couro, poderia facilmente quebrar os dentes, pois sua mandíbula travou com toda força.
Ouvia a risada do palhaço, e seu rosto distorcido com uma expressão pervertida. Começou a perceber cores fluorescentes... Principalmente roxo, rosa e azul.
Achou que iria desmaiar, mas sentiu seu corpo dar um tranco e sua mandíbula destravar.
Não conseguia dizer uma palavra, Coringa até pensou que ela estava morta, mas abriu o sorriso assim que ela piscou os olhos.
– Como se sente, Doc.? – Ele tirou a tira de couro de sua boca.
– Eu... Eu... Eu... – Ela repetia sem parar, sua mente estava uma bagunça. Havia esquecido se de reações básicas, como por exemplo, falar. Parecia uma criança de cinco anos.
– A surpresa ainda não acabou querida. – Ele deu um tapinha no rosto dela, que se encolheu. A pegou no colo e colocou sob o ombro.
Saiu da sala apressado, sendo escoltado por seus capangas que atiravam para todo lado. Harleen podia ver flashes de policiais sendo atingidos, enfermeiros correndo desesperados e sangue para todo lado. Podia ouvir gritos de desespero e a risada de seu amado.
Saíram pela porta da frente, e antes de ser jogada dentro de um carro pode ver Gordon sendo atingido na barriga.


Estava em estado de choque, paralisada com os olhos vidrados na paisagem borrada que passava pelo vidro do carro em alta velocidade. Ouvia conversas, mas não conseguia entende-las.
– O que vai fazer com ela chefe? – O homem que estava dirigindo perguntou.
– Vamos para a fabrica, agora! – Coringa ignorou a pergunta com rispidez. Odiava perguntas, suportou as da Harleen apenas para conseguir o que queria.
A doutora Quinzel apagou por alguns instantes e quando tomou a consciência estava sendo levada por corredores com vigas de metal. O cheiro de querosene ardia seu nariz.
Coringa a jogou no chão de qualquer jeito, e ela encarou os pés do palhaço.
– Vamos lá Doc... Eu sei que consegue ficar em pé – Murmurou impaciente.


Ela se levantou, apoiando em uma parede de metal. Ele segurou o rosto dela com as mãos.
– Você entendeu o que acabou de acontecer? – Ele sorria.
– Eu... Nós... Você me... – Ela iria dizer que tinha sido sequestrada, mas não estava certa de nada.
– Eu te salvei, não lembra? – Coringa sussurrou com a voz provocante – Você iria morrer se ficasse lá... Iriam prender você.
Ela concordou com a cabeça.
– Sim... Você me salvou – Sorriu timidamente, sentindo seu coração se encher de alegria.
– Tenho uma pergunta. – Ele escorregou suas mãos pelos ombros da doutora.

– Eu só quero saber... Harleen... Você morreria por mim? – Ele mexia a cabeça de um lado para o outro deixando Harleen zonza, ela percebeu que ele usava um paletó roxo.
– Sim. – Respondeu prontamente.
– Muito fácil. – Rosnou, começou a andar em volta da doutora – Você viveria por mim? – Parou novamente frente a frente, sorrindo passando os dedos sobre os lábios de Quinzel.
Ela ponderou, vozes na sua cabeça gritavam em uníssono e ela não conseguia entender nenhuma.
– Sim. – Respondeu com a voz firme.
– Cuidado... Não prometa coisas que não quer cumprir – Ele a repreendeu com o olhar ameaçador. – Desejos se tornam rendição, e rendição se torna poder. – Ele tapou a boca dela com a mão onde havia a tatuagem de um sorriso.
– Eu quero isso.  – Ela sussurrou.
Ele segurou novamente pelos ombros.
– Diga... Diga, diga, diga, diga... – Sussurrava sem parar, parecendo estar em êxtase. – Linda, linda, linda, linda...
– Por favor.  – Ela o encarou com a voz firme.
Ele deu uma gargalhada.

– Você é tão... Boa. – A virou de frente, fazendo-a reparar que estava no alto de algum lugar. Olhou para baixo e viu tanques gigantes com um liquido cor creme. A fumaça que subia ardia seus olhos.
E então, entendeu que ele queria que ela se jogasse. Ela deu dois passos para frente, virou-se de costa para o precipício e o encarou pela ultima vez.
– Eu amo você – Sussurrou, e logo em seguida se atirou para dentro do ácido responsável por remover tintas de cartas de baralho.

O Coringa ficou encantando com a cena, olhou para baixo e a viu afundando no liquido. Deu meia volta e decidiu ir embora. O plano era somente fugir da prisão; machucar Harleen e faze-la pular no tanque era puro divertimento. Deu cinco passos e parou de súbito.
“O que esta fazendo? Vá embora.”
“Isso o que você esta começando a sentir por ela... É perigoso.”
“Ele não esta sentindo nada... Ela pode ser útil” Se defendeu a ultima voz “Ela faria tudo por você”
– Calem a boca! – Gritou pra si mesmo, mas antes de começar a ouvi-las de novo, correu em direção à ponta do andar e se jogou sem hesitar, mergulhando no tanque atrás de sua criação.

Harleen sentia seu corpo arder, abriu a boca num grito que ficou preso por causa das bolhas de acido que queimavam sua garganta. Perdeu a consciência por alguns segundos, mas sentiu ser puxada para cima. Quando chegou a superfície retomou o folego, abriu os olhos e viu o Coringa a encarando com um sorriso.
“Ele te ama...” uma voz começou na cabeça de Harleen. E ela acreditou.
O Coringa segurou seu rosto com uma das mãos e a beijou. Ela retribuiu o beijo sentindo-se a pessoa mais sortuda do mundo.
O beijo foi cortado pela risada insana do Homem, e ela, não sabendo bem o porquê, pôs se a rir histericamente abraçada ao pescoço do seu Puddinzinho.
Harleen Quinzel nunca poderia entender a piada... Mas Harley Quinn poderia fazer algo melhor: Ela seria a piada.


Notas Finais


Obrigado por estarem acompanhando e comentando ^^ Pra quem chegou agora, não esqueçam de favoritar pra serem avisados do próximo capitulo.
Beijinhos ^^


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...