História A loucura da alma - Capítulo 9


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Categorias Batman, Esquadrão Suicida
Personagens Barbara Gordon, Bruce Wayne (Batman), Comissário James "Jim" Gordon, Coringa (Jack Napier), Dr. Jonathan Crane (Espantalho), Edward Nashton/Nygma (O Charada), Harleen Frances Quinzel / Harley Quinn (Arlequina), Oswald Chesterfield Cobblepot (Pinguim), Pamela Lillian Isley, Selina Kyle (Mulher-Gato)
Tags Ação, Arlequina, Batman, Coringa, Deadshot, Drama, Esquadrão, Harleyquinn, Joker, Magia, Pistoleiro, Romance, Suicida
Exibições 232
Palavras 861
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Luta, Magia, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi Puddinzinhos ^^
Muito obrigada pelos comentários no capitulo anterior e os novos favoritos <3
Esse capitulo também esta pequeno por que ele na verdade pertencia ao ultimo capitulo, que eu dividi em duas partes.
Espero que gostem ^^
Boa leitura

Capítulo 9 - Batsy


Fanfic / Fanfiction A loucura da alma - Capítulo 9 - Batsy

Entrou correndo indo em direção a seu amado, que estava sentado no mesmo lugar no sofá com alguns homens de terno e correntes de ouro. Entrou sem pedir permissão, o que deixava Coringa extremamente irritado. Sentou-se no colo do palhaço e passou os braços ao redor do pescoço dele.
– Querido... – Começou.
– O que foi agora Harley? – Respondeu entre dentes.
– Sabe o que eu quero? – Ela falou brincando com as pontas dos cabelos.
– Pelo jeito quer levar uns tapas, me irritando desse jeito – Ele a empurrou do seu colo, impaciente.
– Quero dar uma volta de carro... – Ignorou a ameaça – E quem sabe...
A expressão de raiva de Coringa deu lugar a um sorriso.
– Boa garota. – Murmurou em meio a uma gargalhada. Os homens que estavam ali não entenderam nada, e Coringa saiu sem mais nem menos. Essa era a melhor parte de ser louco, você não sentia vontade de passar uma imagem sua... O que fazia, era o que queria fazer, não importava se era certo ou errado.
 

Entraram no Vaydor roxo metálico do Senhor C. e partiram em direção ao centro da cidade. Aquele modelo de lamborghini era extremamente raro, e os capangas cuidaram de toda a parte decorativa a mando de seu patrão, deixando as rodas cromadas dando um ar mais agressivo e modificando as portas para que abrissem para cima, como uma asa de morcego. Tinha a potência de 383 cavalos, que o palhaço não desperdiçava. Coringa dirigia em alta velocidade, ignorando os sinais e as pessoas que atropelou pelo caminho. Harley gargalhava toda vez que um corpo batia contra o capo do carro.
– Dez pontos para o Senhor C.! – Gritava toda vez que atropelava alguém.

Coringa tinha um brilho insano nos olhos, mas ficava a todo o momento olhando para o retrovisor. Procurava por Batman, estava atrasado.
– Harley querida... – Disse olhando para ela – Quer brincar de tiro ao alvo?
Ela bateu palmas e deu pulinhos no banco.
– Eu adoro brincar disso! – Pegou sua arma confeccionada: tinha gravado nas laterais Amor e Ódio, uma mascara de palhaço na parte inferior e losangos por todo o cano, tudo feito de ouro. Quando tinha tempo sobrando, também talhava em ouro na lateral quantas pessoas havia matado. Abriu o vidro e esticou o braço para fora.
Começou a atirar em tudo o que se mexia. Carros, pessoas, animais... Em tudo ela via um grande alvo com um circulo vermelho no centro.
Coringa ria intensamente.
 

Não demorou para que o veículo preto virasse a esquina, perseguindo a lamborghini de Coringa, fazendo o mesmo abrir um sorriso vitorioso.
– Oh... – Ele virou-se para Harley, com a voz rouca. – Parece que temos companhia
– Batsy, Batsy, Batsy, Batsy... – Ela olhou para trás e voltou a olhar para Coringa sorrindo.
Continuou atirando enquanto Coringa gargalhava. Sentiram um tranco vindo da parte traseira do carro, e Coringa fechou o sorriso. Ouviu passos em cima do carro.
– Espero que tenha seguro – Ela ainda sorria, mas quando sentiu o homem morcego tentar cortar o teto do carro olhou para Coringa preocupada.
– Vai puddinzinho, rápido! – Harley gritou tensa.
Coringa deu um murro no teto do carro, fazendo ziguezague com a lamborghini para derrubar Batman de cima.
– Morcego estupido, esta estragando minha noite romântica! – Gritou Harley Quinn, disparando tiros no teto. Batman se desiquilibrou ao tentar desviar. Coringa deu uma gargalhada, e olhou para trás vendo o morcego rolar na pista.
Mas no tempo em que se distraiu, não percebeu que havia policiais na frente esticando o tapete de pregos.
– Puddinzinho... ! – Harley gritou, mas quando Coringa olhou para frente não pode desviar. O Vaydor passou pelos pregos, furando os pneus da frente. Senhor C. tentava manter o controle, mas o carro ficou desgovernado. Estava indo em direção ao porto de Gotham.
Coringa pisou no freio, mas era tarde, estava rápido demais para parar.
– Prepare-se – Coringa abriu um sorriso. – Bye Bye...  
– Puddinzinho eu não sei nadar! – Harley gritou antes de o carro mergulhar no lago. 

Ela atravessou o vidro, bateu a cabeça no capô e perdeu a consciência por alguns minutos. Coringa conseguiu sair nadando, deixando sua palhacinha para trás. Não iria perder tempo a tirando de lá e correr o risco de ser pego pelo homem morcego.
Batman viu a cerca arrebentada, e a traseira do carro quase submersa piscando por conta do neon. Pulou na agua e encontrou Harley Quinn debruçada para frente. Encostou nela para tira-la de lá mas ela o surpreendeu segurando uma faca e golpeando contra ele. Batman deu um murro no rosto da palhaça, que desmaiou.
A tirou da agua e colocou sob o capo do seu carro. Começou a fazer respiração boca a boca, sentiu a língua da mulher dentro de sua boca e a mão dela segurando sua cabeça. Afastou-se se súbito e posicionou sua mão no pescoço de Harley, que lhe retribuiu um sorriso.
 

Viaturas de policia apareciam de todos os cantos, alguns mergulhadores tentavam localizar Coringa, sem sucesso.
– Batman, nenhum sinal do palhaço. – Um policial se aproximou do homem morcego, que olhava para o horizonte.
– Ele a usa para escapar... – Falou com a voz grave – Sabia que eu a salvaria enquanto fugia.
Harley estava sedada dentro de uma ambulância a caminho de Arkham.

 


Notas Finais


Todas as informações que descrevi sobre o carro e a arma da Harley eu peguei em sites a respeito disso.
A arma dela foi a mais dificil de encontrar, mas por fim achei uma imagem.
Link: https://s-media-cache-ak0.pinimg.com/564x/19/93/d4/1993d4d21bb3ecd32afa7dd603d65998.jpg

Espero que tenham gostado, estou esperando a opinião de vocês nos comentarios ^^
Beijinhos


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