História A love by chance - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Hora de Aventura
Personagens Marceline, Princesa Jujuba
Tags Amor, Briga, Covil, Dor, Floresta, Hora De Aventura, Lesbicas, Marceline, Orange, Paixão, Princesa Jujuba, Romance, Sexo, Sofrimento, Suspense, Terra De Ooo, Universo Alternativo, Yuri
Exibições 42
Palavras 3.134
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Ecchi, Fantasia, Ficção, Hentai, Mistério, Orange, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi pessoal mai uma vez eu atrasei na postagem de capítulos, mas eu compensei com um capítulo que vai agradar a todos, espero que gostem...

Capítulo 8 - Despedida


No último capítulo:

–E eu sou a outra?

–Você não é a outra, você é a garota do meu coração. – Estava demais aquele momento eu estava ficando com o corpo quente e queria logo partir para beijá-lo e foi o que eu fiz, cedi à tentação da corrente e escorri junto ao Finn.

Eu corei e sorri ao mesmo tempo em que não pude me conter e o beijei sentindo sua língua na minha e tudo aquilo era magnífico, eu estava seguindo o clima, mas não queria se deitar não agora, só queria curtir cada momento do Finn que futuramente talvez não fosse mais estar ao meu lado.

***

Marceline.

–Acabaram as perguntas?

–Sim. – Finn me respondeu com uma suavidade em sua voz tão reconfortante que me fazia estremecer.

–Então vamos fazer algo mais interessante.

Ele me beijou, agora assumindo a posição de dominador com um beijo que me fez arrepiar todos os pelos de meu corpo, só paramos de beijar quando a intensidade estava em excesso resultando em uma pequena falta de ar.

–Nossa! Finn!

–Desculpe! – Ele agora mudara sua expressão que antes me fazia estremecer para uma expressão mais preocupada, talvez pensando que eu estivesse irritada pela voracidade de seu beijo.

–Não, eu até gostei.

Nós dois caímos na risada e agora aquele semblante triste e vazio fora preenchido por um lindo sorriso largo que formava uma bela melodia juntamente com o restante de seu corpo que resultava em uma esplendida obra prima. Finn ficou em minha casa o dia inteiro. Quando chegou a noite, eu preparava alguma coisa para comer, e ele veio até a cozinha.

–Então... Já pensou? – Finn chegou lentamente próximo a minha orelha esquerda e me indagou.

Ele chegara tão lentamente por trás de mim que me fizera sentir um arrepio. Agora ele estava com os braços entrelaçados em minha cintura fazendo com que eu pudesse sentir o volume de sua virilha que encostava em minhas costas.

–Sim eu pensei!

–E qual é a resposta? – ele agora me indagava com o queixo encostado ao meu ombro e com os olhos direcionados aos meus que sentiam-se dominados pela força oculta de sua voracidade que me seduzia constantemente.

–A resposta é... Sim!

Eu corei e fechei os olhos com força, Finn deu um sorriso enorme, e me deu um abraço que quase me esmagou, depois ele pegou em meu queixo e me deu um beijo, eu correspondi assim como um imã corresponde à tração de um metal, abraçando-o.

–Marceline, eu realmente não consigo largar você! – ele agora havia me desgrudado do abraço e estava com as mãos juntas às minhas e olhando em meus olhos.

–Finn sério? Eu também... Seus olhos me atraem, sua boca, seu nariz, seus cabelos, seu corpo, tudo em você me prende de uma forma inexplicável.

Ficamos por ali um bom tempo, até que fomos para o sofá relaxar um pouco e curtir o momento, Finn um pouco encalorado retirou seu blusão azul, ficando apenas de bermuda e logo em seguida tirou sua touca inseparável. Eu torcia por aquele momento, vivenciar novamente desde a ultima vez na casa da árvore, poder vê-lo sem camisa, colocando em exposição cada gominho de seu peitoral e abdômen, aquilo me deixava bastante excitada, e claro não podia esquecer-me de notar seus braços que estavam mais fortes desde a ultima vez, com os bíceps em um volume maior; todo aquele conjunto me fazia excitada porém em especifico eu não podia deixar passar o constante volume em sua bermuda, mesmo não ereto.

 Conversamos, vimos TV, jogamos alguns jogos, até que o sono me pegou, eu deitei em seu peito que era ao mesmo tempo fofo e duro, o que eu sei é que servia como um belo travesseiro então acabei dormindo, acho que ele também dormiu logo em seguida.

***

Quando amanheceu, percebi que eu havia babado no peitoral de Finn, que dormia como um anjo em meu sofá, olhei no relógio e já eram 10:00, resolvi acorda-lo pois sabia que ele tinha deveres a cumprir durante o dia.

–Finn... Finn... Acorda.

Eu estava anestesiada com o sono constante que nos prende durante a manhã, mas mesmo assim eu o chamei para acordar sussurrando e balançando-o.

–Ah... O que? – Ele se perguntava como se não estivesse disposto a me largar e continuar ali como estávamos.

Finn ainda estava sem camisa e sem sua touca e mesmo ele com os olhos atordoados com o sono ele estava lindo, sempre me prendendo em suas vontades involuntárias, aquilo me fazia completa, me fazia escorrer pela forte correnteza invisível que ele construira.

–Acorda! Já são 10:00 da manha!

–Nossa tão tarde assim! Eu dormi aqui? – Ele agora se levantava rapidamente pondo sua camiseta e ajeitando seu pênis dentro da bermuda que estava ereto (comum em homens quando acordam).

–Sim!

–Nossa! Me desculpe, estava tão bom. – Ele agora estava mais acordado e com uma energia maior em seu corpo que a pouco estava anestesiado junto ao meu.

Eu não pude conter e sorri.

–Não precisa pedir desculpas seu bobinho!

Ele sorriu e tocou seus lábios nos meus agora ajeitando sua touca enfiando cada mecha de cabelo dentro do tecido branco em forma de gatinho um pouco semelhante a um panda. Eu aproveitara o momento e não pude conter a vontade que tive desde quando o vi ereto, eu dei uma pegada suave em seu pênis por cima da bermuda mesmo, fazendo-o corar e dar um leve pulinho como defesa involuntária.

–Marcy safadinha... Acho melhor eu ir para casa, Jake já deve estar batendo na porta de lá, ele foi dormir com a Lady-Íris ontem a noite. – Finn me explicara o motivo de sua pressa enquanto abandonava seu rosto corado e dava lugar a um sorriso no rosto, estupefato e ao mesmo tempo feliz com a minha pegada por cima de sua bermuda que por sinal estava ficando apertada, principalmente por ser a bermuda que ele sempre usou desde pequeno.

–Tudo bem, sei que tem a fazeres para cumprir...

–Tchau então, eu te vejo mais tarde Marcinha, te amo! – Ele se despedira de mim enquanto pegara sua mochila verde que ficara em uma mesinha próxima à porta e partira com um pouco de pressa.

–Tchau Finn, Até, te amo!

Ele saiu e eu fiquei olhando pela janela, ele era tão doce, que me fez esquecer que precisava dizer o que estava acontecendo para Jujuba, ela deveria estar muito triste, me senti mal por isso. Então subi ao meu quarto e fui ao banheiro para tomar uma ducha, sentei-me na banheira e relaxei na espuma e logo depois escovei os dentes, depois me enrolei em uma toalha e fui em direção ao meu quarto para escolher uma peça de roupa. Eu escolhi um short jeans qualquer, mas fiquei em dúvida entre duas regatas que eu adoro muito, uma era de “Avenged sevenfold” e outra de “Metallica”. Acabei escolhendo a de “Avenged sevenfold” porque era a que mais me agradava entre as duas.

 Desci até a cozinha, suguei o vermelho de dois morangos da cesta que Finn me deu, ontem à noite e pus meu chapelão, pois o sol estava intenso naquela manhã, e sai de casa em direção ao reino doce, eu sei que ela já deveria estar acordada, então eu não iria encontra-la no quarto, como eu sempre fazia, eu deveria ter que tomar mais cuidado, para que ninguém me visse, pois o povo doce morre de medo de mim, e eles explodem quando se sentem ameaçados, as coisas já não estavam boas entre eu e a Jujuba então eu não queria matar um dos súditos dela.

Assim que eu entrei no reino doce, voei o mais alto que pude para que não me vissem totalmente, e voei até a janela dela, que estava aberta por minha sorte, entrei no castelo, e a procurei em todos os cantos do quarto e aos corredores de chocolate, mas não a achei, então vi o mordomo menta, ele com toda certeza saberia onde ela estava então cheguei por trás dele e tampei sua boca, mesmo sabendo que ele poderia explodir  a qualquer momento.

–Calma! Eu só quero uma informação!

Ele se debatia, mas não iria adiantar, pois eu o segurava com todas as minhas forças para ele não sair gritando socorro e aqueles irritantes guarda banana aparecessem.

–O que você quer de mim sua demônia sugadora de sangue! – O menta exclamava com o corpo vibrando, porém mantendo uma calma admirável para uma pessoa frágil como os de sua espécie.

–Calma! Eu quero saber onde está a Princesa Jujuba!

–O que você quer com ela? – Ele agora estava um pouco mais calmo sabendo que não estava mais em minha ameaça.

–Fala logo! Ou eu vou sugar o vermelho de suas listras, e você vai virar uma bala branca!

–Tá! Eu falo! – O medo que a pouco havia sumido estado totalmente espalhado em seu corpo doce.

–Ótimo!

–Ela está no laboratório! – Ele me respondeu e depois ficou chorando baixinho, porém logo se recompôs, ajeitou sua farda e saiu rapidamente, antes que eu mudasse de ideia quanto a parte de sugar o vermelho se suas listras.

–Obrigado, e não conte para ninguém que me viu! Se não, dê adeus a suas listras vermelhas!

Não sabendo muito bem a localização eu flutuei até uma porta próxima que tinha uma placa que indicava exatamente o local onde o mordomo menta me indicara, o laboratório, então entrei rapidamente, Jujuba estava sentada em uma cadeira com seu jaleco branco, quando eu entrei ela deu um pulo.

–Marceline! – Ela estava estupefata por minha visita então logo provavelmente lembrara-se de nossos momentos juntas, pois estava corada.

–Olá Jujuba!

Ela veio ate mim correndo e me deu um abraço.

–Marcy, você não sabe o quanto eu esperei por você! Estava morrendo de saudades!

Eu sorri para ela.

–Eu também estava com saudades!

Ela olhou em meus olhos de uma forma aparentemente involuntária e me deu um beijo na boca, eu gostava daquilo e eu queria continuar, mas empurrei-a.

–O que houve Marcy? – Ela estava um pouco mais triste com a minha interrupção se desprendendo do largo sorriso que a pouco estava fixado em seu rosto.

–Vim aqui para conversar com você.

–Claro... Fale então. – Jujuba continuava com os olhos mais estreitos e com rugas em sua testa.

–Bem, é que você já sabe sobre eu e o Finn, então achei que fosse um desrespeito não informa-la sobre o que acabamos de decidir. É que eu e o Finn, estamos juntos agora.

Ela ficou comovida e mais uma vez estupefata com meu argumento, e logo lagrimas brotaram dos olhos dela.

–Mas... É claro... Eu sempre soube disso. – Jujuba me retrucava à pergunta com uma respiração mais ofegante e com muitas lágrimas que me faziam se sentir mal.

–Calma, eu ainda te amo muito.

–Então, porque não me quer? Porque esta com o Finn? – ela continuava destruída, mas agora se sentara novamente e fixava em frascos de poção que estavam sobre a mesa do laboratório.

–Jujuba, eu amo os dois! Eu não consigo escolher! Mas, eu e o Finn nos aproximamos demais, ele me levou a uma clareira alguns dias atrás, foi ótimo, ficamos horas conversando...

–Mas, isso não... Tem nada a vê com amor, ninguém começa a amar o outro depois de uma simples conversa... – ela estava com os olhos ainda fixados aos frascos porém com um controle maior sobre suas lágrimas.

–Agente fez algo a mais...

–Eu não acredito que vocês transaram de novo! – Jujuba agora estava um pouco mais exaltada e aquele rosto me deixava excitada, mesmo sabendo que ela estava sofrendo.

–Calma! Pare de gritar! Alguém pode ouvir, e sim, nós transamos!

–Como você pode? - Ela chorava incontrolavelmente.

–Eu o amo Jujuba, assim como eu te amo, mas no momento, eu escolhi ele, foi o meu coração que não suportou a correnteza que o Finn construiu tão fortemente, eu sinto muito em te magoar.

–Está bem Marceline, seremos amigas então? – Ela estava mais preparada e finalmente olhara para meus olhos.

–Sim! Mas quem sabe algum dia, ainda possamos ficar juntas.

–Eu sempre esperarei por esse dia Marcy. – Jujuba ainda mantinha sua expressão triste, pois eu sabia que não era exatamente o que ela queria.

–Você não está magoada?

–Eu entendo Marceline. Estou magoada sim, mas vai passar... – Jujuba me surpreendia com sua determinação em suas respostas, mas no fundo eu sabia que tudo que ela queria é que eu largasse o Finn e corresse para os braços dela.

–Está bem, saiba que eu te amo.

–Marceline, eu nunca duvidei disso, mas então já que somos amigas, você pode passar no meu quarto hoje à noite? – Jujuba estava mais calma e eu sabia que aquele convite não era sorrateiro e sim com outras intenções, mas mesmo assim eu aceito, me deixando fluir na maré rosa de suas lindas palavras.

–Sim, eu dou uma passadinha lá.

–Está bem. – Jujuba correspondeu à minha confirmação do convite e agora ajeitava seus cabelos que estavam desvairados sobre o rosto.

Ela limpou as lagrimas do rosto e agora estava sorrindo, como tudo ocorreu bem eu fui embora, ainda que fossemos a migas eu ainda estava com meu coração machucado e dolorido.

***

Quando cheguei em casa, liguei para Finn, e disse que eu passaria na casa dele amanha, eu disse que tinha alguns compromissos com meu pai na Noitosfera essa noite, e que não daria para nos vermos, eu odiava mentir para ele, mas eu precisava ir até o castelo doce, para ficar tudo correspondente à minha amizade com a Jujuba.

Logo anoiteceu então me arrumei e fui para o reino doce. Chegando lá, entrei na janela do quarto de Jujuba que por sinal já estava aberta, e ela estava de camisola, sentada na cama com um livro na mão e com óculos que deixavam o rosto dela extremamente sensual.

–Marcy! Você veio! – Ela estava animada e quando notou minha presença no quarto ela pôs o livro sobre o criado mudo e em seguida os óculos em cima.

–Eu disse que viria.

Sentei ao seu lado na cama, e ela involuntariamente me agarrou, e me beijou intensamente na boca mais uma vez, eu correspondi o beijo, ela ia me puxando para o meio da cama, e ia me posicionando em cima dela.

–Jujuba, eu não posso.

–Uma ultima vez? – Jujuba me olhava com os olhos pervertidos ao mesmo tempo em que ajeitava uma mecha de cabelo que caia sobre seu rosto.

Eu pensei... Que mal faria? Apenas uma ultima vez.

–Está bem então...

Eu dei um sorriso malicioso para ela, enquanto ela arrancava minhas roupas peça por peça. Então repentinamente ela levantou-se da cama e pegou uma caixa preta em cima de seu guarda-roupa.

–O que é isso Jujuba?

–Você já vai saber. – Jujuba olhava para mim com o mesmo olhar pervertido e com um sorriso no rosto semelhante ao de “Arlequina” umas das vilãs que eu mais admiro.

Ela tirou a camisola, estava sem calcinha, tirou de dentro da caixa, um par de algemas, um pedaço de pano, e um vibrador, eu tomei um susto, nunca imaginei que ela tivesse tudo aquilo. Ela deu um sorriso malicioso mais uma vez e veio até mim, prendeu minhas mãos na cabeceira da cama com as algemas, pegou o pedaço de pano e amarrou minha boca, depois abriu minhas pernas, eu sorria maliciosamente, nós duas estávamos muito safadas àquela noite.

Ela veio no meio das minhas pernas, e pôs a língua dentro da minha vagina, eu gemia, mas não podia gritar, porque estava amordaçada.

–Hmmmmmmm...

–Calma Marcy! Eu ainda nem comecei. – Aquele ar de loucura e prazer me fazia estremecer completamente.

Ela lambia minha vagina, enquanto apertava meus seios, eu estava muito excitada, e ela ainda nem tinha começado. Ela começou a arranhar minhas nádegas com as unhas, depois, chupou dois dedos e enfiou na minha vagina, com a outra mão ela pegou o vibrador, ligou e enfiou no meu ânus.

–Hmmmmmmmmm...

–Hmmmmm...

Ela sorria, e mordia o lábio inferior enquanto continuava enfiando aquele vibrador em meu ânus. Ela fazia movimentos de vai e volta com o vibrador, eu estava excitada, e acabei chegando ao ápice do orgasmo, ela lambeu minha vagina assim que o líquido viscoso escorreu, depois enfiou o vibrador na vagina, eu me debatia na cama de dor e prazer, ela apertava minhas nádegas com muita força e delicadeza ao mesmo tempo.

–Hmmmmm... Hmmmmmmmm...

Ela chupou o vibrador e jogou ao lado na cama, depois sentou na minha virilha, se inclinou e chupou um dos meus seios, enquanto apertava o outro.

–Hmmmm... Hmmmmmmmmm...

Ela esfregava a vagina na minha e gritava de prazer, enquanto eu gemia baixo, por causa do pano em minha boca. Depois ela pôs a vagina em minha boca, e eu enfiei a língua, ela gritava, e muito alto, comecei a dar chupões, e ela agonizava de prazer, depois ela soltou as algemas piscando o olho esquerdo para mim.

–Agora é a sua vez! – Jujuba me seduzia com cada palavra me fazendo obedecer cada comando.

–Com todo o prazer!

Eu a amarrei na cama e amarrei sua boca, primeiro enfiei quatro dedos na sua vagina e com prazer ela gemeu, eu ficava fazendo movimentos de vai e volta com os dedos, cada vez com mais força. Levantei e esfreguei minha vagina na dela, enquanto apertava os seios.

–Aaah... Aawm...

Eu gemia alto, gritava, e ela também.

–Huumm... Humm... – Jujuba gemia tão suavemente quanto o próprio nome dela que me fazia chegar próximo a um próximo orgasmo.

Peguei o vibrador que estava jogado na cama e enfiei no ânus dela, deixei o vibrador lá, subi e pus a vagina na boca dela, e ela chupava, eu gozei na boca dela e ela sorriu maliciosamente, depois voltei ao vibrador, e tirei o vibrador dela, chupei, enfiei na minha vagina e depois meti na boca dela, eu fazia para provocar, para provar que eu a fazia gemer na cama mais do que ela me fez gemer. Depois eu passei um dos meus mamilos na vagina dela, ela estava suada, ela se cansava facilmente, ela também chegou ao ápice do orgasmo, então chupei o liquido dela, quando vi que ela estava cansada demais eu tirei as algemas, e tirei o pano de sua boca, demos um longo e grudento beijo até que estávamos esgotadas.

Eu ainda estava acordada, mas Jujuba já dormia então nos cobri com um cobertor de algodão doce que estava posto na cama propositalmente pela ocasião, ela dormiu enquanto eu acariciava suas partes intimas.

Aquela noite foi maravilhosa, eu nunca havia feito igual aquilo, foi uma boa despedida, espero que ela tenha sentido o mesmo, por que iríamos ficar sem fazer aquilo por um tempo, eu me senti mal por ter mentido para o Finn, ele estava pensando que eu estava na Noitosfera, mas foi preciso, e eu queria. Eu adorei!


Notas Finais


Pronto, ufaa... o capítulo foi longo eu espero que consumam o capítulo de uma forma constante e que informem aos seus amigos sobre minha fic... obrigadooo... bjs ^-^


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