História A love of fear... - Capítulo 9


Escrita por: ~ e ~Sophia_jams

Postado
Categorias Alan Ferreira (EDGE), Felipe "Febatista" Batista, Felipe Z. "Felps", Gustavo Stockler (Nomegusta), João Victor Negromonte Queiroz "Jvnq", Kéfera Buchmann, Lucas Henrique e Rosane Martins (Casal de Nerd), Minecraft, Murilo Cervi (Muca Muriçoca), Pedro Afonso "RezendeEvil" Posso, Rafael "CellBit" Lange, Rafael "Guaxinim" Montes, Ricardo Lisita (AmbuPlay), TazerCraft
Personagens Alan Ferreira, Felipe "Febatista" Batista, Felps, Gustavo Stockler, João Victor Negromonte Queiroz "Jvnq", Kéfera Buchmann, Lucas Henrique, Mike, Muca Muriçoca, Pac, Pedro Afonso Rezende Posso, Personagens Originais, Rafael "CellBit" Lange, Rafael "Guaxinim" Montes, Ricardo Lisita, Rosane Martins
Tags Cellps, Mistério, Mitw, Suspense, Terror
Visualizações 88
Palavras 1.962
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Ecchi, Ficção, Hentai, Lemon, Mistério, Misticismo, Orange, Poesias, Romance e Novela, Survival, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Saaaaaaaalve meu povinnn ! Belezinha Belezura ?
Sim esse capítulo é um Filler, porém... Provavelmente sairá curto. Não tenho certeza, no mínimo umas 1.000 palavras ou até 2.000 para esse capítulo

Capítulo 9 - I Have a Secret, can you keep it ? - Filler


Point Of View. - Mikhael Linnkyer - 1885 - 08:20 A.M.

Ao abrir meus olhos, vi a claridade invadir meus olhos, tentando me acostumar com a mesma apenas pisquei diversas vezes, me levantando e desci as escadas de carvalho negro de nossa casa.

Ao descer, já pude ouvir uma discussão entre meus pais, meus irmãos apenas observavam tudo como se nada estivesse acontecendo. Tomavam seu café da manhã normalmente, eu fiz o mesmo me assentando em meu assento por "direito" aqui da casa, olhei disfarçadamente para meu Pai que notou o meu olhar meio assustado, calou-se no mesmo instante e me olhou com um sorriso de lado.

- Bom, como sabem. - disse ele mudando de assunto, fazendo com que todos os presentes ficassem surpresos e o mirassem desentendidos. - Digamos que, um de seus futuros patriarcas, tem uma doença rara. Uma doença na qual a cada dia mais está a se espalhar.

- Pai... Por favor. - comecei a dizer até ser interrompido pelo olhar preocupado de minha mãe.

- O que ? Como assim filho ? Que doença é essa meu pequeno... ? - disse ela sentando-se ao meu lado, começando a analisar partes de meu corpo com um tom preocupado extremamente exposto em sua voz.

- Querida, ele é apenas mais um doente nessa família. E eu achando que a tinha perfeita. Se eu ficar sabendo que meus empresários, de algum modo, descubram oque vocês aberrações são. Eu juro, por Deus, que levarei a alma de vocês para o inferno pessoalmente. - ele pausou olhando com um certo ódio para mim. - Incluindo você filho. Você que irá herdar o trono da Linnyker Corp's, não quero saber de você demonstrando essa sua...Doença. Para meus empresários, perderá nosso direito e tudo oque fiz irá por água a baixo.

- S-sim...Pai. - disse baixo, abaixei minha cabeça um tanto frustado.

- Eu não ouvi direito. - disse ele em um tom, enojante. - Repita.

- S-sim, Pai. - disse eu em um tom melhorado. Mesmo assim não foi um motivo para ele me puxar da cadeira e começar a me estapear. O que levou a minha mãe a fechar as cortinas da cozinha, me olhando com uma lágrima a cair de seu rosto.

- QUANDO MANDAR FAZER ALGO OU REPETIR  VOCÊ ME OBEDECE, E QUERO ALGO ALTO E EM BOM SOM. - Disse ele após me dar um tapa forte em meu rosto, deixando uma marca sobre minha face pálida.

- S-sim... Papai. Mil perdões... - comecei a me desculpar baixo enquanto ele me derrubava no chão e saindo do comodo extremamente irritado.

- Meu filho. - após o meu pai afastar-se por completo, mamãe se aproximou ajoelhando-se ao meu lado, levando sua mão destra ao local onde foi desferido o tapa e acariciou-o como se pudesse cura-lo.

Em sua mão livre, a esquerda, havia uma garrafa de Whiscky, onde dava goles que deixaram a garrafa média até sua metade, ela chorava e provavelmente estava bêbada, dando o motivo para a gritaria antes de eu chegar.

Eu meio surpreso, mas ainda sim senti a presença de meus irmãos, na verdade irmão e Irmã de coração, a Nenha, que é uma grande amiga minha desde sempre. Eu não me aguentei e ali mesmo comecei a me desabar e chorar, mesmo sendo uma pessoa muito alegre, positiva. Eu ando guardando muita coisa, ando escondendo, sendo um ator na vida real. Eu não aguento mais isso... Sinto como se fosse uma boneca, que é controlada por meu pai.

Eu estava completamente imóvel ao sentir uma mão pegar sobre meu ombro, uma lágrima escorreu sobre meu rosto e ao olhar devagar para trás, trazendo meu corpo em um movimento brusco pude ver meu pai, que não estava com uma cara nada boa. Ele puxou a mim pela gola e praticamente me arrastou enquanto nenha era levada a força de casa, podia ouvir ela do andar de cima gritando para irmos ajudar.

Mal sabe ela... Que já estou perdido...

- Você fica fazendo gracinhas para todos sentirem pena de você certo ? - Ele falou pausadamente enquanto me jogava na cama. - Então vamos aproveitar que você tem essa... Doença usar isso a seu favor. Agora sim, terão de sentir pena de você meu filho. - ele disse tirando seu cinto e abaixando as minhas calças.

Eu na hora fiquei apavorado, me debatia na esperança de tira-lo de cima de mim, comecei a me contorcer mais e mais ao ver que ele se posicionava, me deixando em uma posição nada agradável na cama. Eu estava com meus pulsos sendo segurados por uma de suas mãos, enquanto a outra segurava seu membro e começava a se masturbar. Meu pai gemia enquanto, provavelmente, pensava  em coisas sujas a meu respeito, ele apenas me deixou preso enquanto fazia aqueles atos indevidos, e eu apenas podia tentar me soltar.

Ou seja, era inútil.

Ou chorar, algo que já estava fazendo, eu já não aguentava mais, mal havia começado mas ele continuava, cada vez mais e mais assustado.

Como eu queria que tivéssemos que encobrir mais e mais nossa família, pela fama de nossas trocas, dinheiro, crescimento das nossas indústrias. Eu estava extremamente cansado nesses dias.

Estudos, meu pai, tenho de cuidar da mamãe que se embebeda a cada dia mais por causa de meu pai, que além de maltrata-la trazia sempre a noite uma prostituta, seu irmão que sempre fumava drogas, tornando-se um viciado nelas quase sempre se tornando agressivo.

Eu era o único mais ou menos normal dessa família, como eu disse mais ou menos... Eu... Era conhecido por uma doença onde homens se apaixonavam por outros... Homens, o que é errado.

Senti uma cintada sobre minhas costas enquanto era jogado de bruços na cama, e meu pai levantava minha cintura, ele começou a acaricia-la e limpou uma lágrima que caía de minhas bochechas.

- Isso vai doer muito. - disse ele com uma risada um tanto sádica. E oque eu não esperava aconteceu, eu estava esperando por tudo, uma surra, tapas, gritos, mas não... Sentir o pênis de meu pai.

O mesmo me penetrou, sem nenhum tipo de coisa para que ameniza-se a dor, nem uma ajuda, nem algo mais leve. Ele começou a se movimentar, minha cabeça estava rodando, estava tonto a cada movimento do homem sobre meu corpo fazendo movimentos de vai e vem. Um fio de saliva correu sobre minha bochecha, eu olhei de canto para meu pai que apenas sorria enquanto me estocava cada vez mais e mais.

Minhas pernas se encolheram ao sentir o seu gozo, desabei na cama, eufórico, tossia muito.

Ele apenas levantou suas calças e me deixou sozinho, a chorar sobre o quarto, me encolhi na cama sentindo dores e meu corpo com certo espasmos sobre a coluna. Meus olhos já ardiam de tantas lágrimas que caiam.

Me encolhi mais e mais sobre a cama, levando meus braços á minhas pernas as abraçando, e praticamente estando em posição fetal enquanto aguardava a dor passar.

A cada tempo mais que eu ficava deitado sentia meus olhos lacrimejarem ao repensar enquanto estamos todos presos, preos em nós mesmos, em nossos sentimentos.

Em nossos corações, queríamos nos rebelar, queríamos viver livres e não ter que esconder nossos defeitos. Olhei para a janela de meu quarto, aguardando uma luz, algo que pudesse fazer. Algo para iluminar essa casa.

Ouvi um estrondo na cozinha, gritos femininos, na hora achei que fosse minha mãe, ignorei a dor e levantei-me da cama correndo pelos corredores da casa, desci a escada.

Olhei calmamente pela cena, oque estranhei porque era esperado que alguém se assustasse, pude ver minha mãe, estava completamente ensanguentada, mas o sangue não vinha dela... E sim de uma prostituta que meu pai chama as vezes para vir em casa.

- M-mãe...- quando minha voz finalmente saiu da garganta pude perceber o medo que sentia, um choque ao ver que a mulher que me criou matou alguém....

- Sim... Querido ? - disse ela, por incrível que pareca calma, levando a arma - que era apenas uma faca de cozinha - para o balcão da pia e começou a limpa-la com um sorriso contornando seus lábios, podendo dizer com eles sendo... Satisfeitos ?

- V-você... - não consegui terminar.

Simplesmente me recusava dizer que, minha mãe, uma mulher inocente como ela... Matou alguém.

Totalmente aterrorizado, levei meu olhar até meu Pai que olhava com certo desgosto para minha mãe, com um cigarro sobre seus lábios. Ele andou calmamente até minha mãe, elevou a mão e antes que pudesse fazer algo corri até os mesmos e segurei sua mão antes que acertasse o rosto da mesma.

- JÁ CHEGA. - disse extravasando toda a raiva contida em mim em muito tempo. - Se não a tratasse como lixo. Ela não teria feito isso. - Gritei. -  Não precisamos esconder quem somos, por causa daqueles estúpidos dos seus empresários. Tenho certeza que eles também cometem erros. Assim como você comete erros de beber, trazer prostitutas para nossa casa, fumar... Entenda. Isso tudo é culpa sua também.

- CALE A BOCA. - e quando menos esperava acabou que ele desferiu um tapa sobre meu rosto, com o impulso e a força do mesmo acabei virando o meu rosto com o impacto. - IRÁ MANTER ESSE SEGREDO ANTES QUE EU MESMO ACABE COM OQUE EU FIZ NO QUARTO MOCINHO.

Na hora me apavorei, olhei calmamente para o meu pai e via sua expressão raivosa, ele apenas segurou meu pulso e me levou até o porão de casa, já estava esperando por aquela surra novamente. Não deveria ter me intrometido...

 

***

Eu corri para fora, levando minha melhor amiga, Nenha, comigo, comecei a chorar mais e mais enquanto ambos subíamos a árvore, ela me acolheu em seus braços e deixei lágrimas caírem sobre seu ombro.

Estava com cada vez mais dores e com um sentimento de desgosto de meu pai.

- Shh... Vai ficar tudo bem Mike... - disse ela, eu estava ainda soluçando enquanto a abraçava.

- E-eu... Não aguento m-mais... - disse para ela.

- Vai ficar tudo bem... Shh... Calma... - ela começou a dizer mais foi interrompida por um grito de meu pai, me chamando para entrar em casa de novo. - É melhor você ir... Irá da problema para ambos.

Apenas assenti, desci do galho da árvore e acariciei a mesma, era meu refugio para sair de casa e não ver mais a cara daquele que sou obrigado a chamar de pai.

Ao entrar em casa, apenas ignorei a presença de todos subi as escadas e fui direto para o quarto, levando o livro de meu pai. Achei em sua biblioteca, acho que será algo bom para finalmente me livrar dessa família. Me livrar... Dele.

- O spiritus tenebrarum, ut magister haec limina spiritus animas quae ducit ad infernum. Quaeso, ut audias me ad hanc familiam, et qui oderint tollendum... - Citei as palavras, provavelmente eram uma língua diferente e desconhecida, na qual tive certa dificuldade em fala-las.

"EntÃo QueR AcabAr Com SuA FaMilia ? Eu poSso aJuda-lo"

Ouvi a voz tenebrosa em minha cabeça, de imediato já consegui conversar com eles, estava extremamente calmo apesar de tudo, apenas respirei fundo e mentalmente respondi.

"Por favor... Esse lugar é um inferno, eu... Quero me livrar deles"

Eu não senti mais nada, apenas via minha visão embaçar, senti algo sobre meu pescoço, algo como se enroscasse e fui levado até as escadas.

"ETeNho UmA SoLuÇãO pArA vOcê, e É a MoRTe ! "

Então apenas me deixei levar e cada vez mais comecei a sentir meu pulmão arder, meu pescoço foi pressionado e cada vez mais eu senti como se minha alma fosse embora, a visão escureceu e agora... Me encontrava morto.

Continua no próximo capítulo...

 


Notas Finais


Espero que tenham gostadoooo !!! E sim eu demorei muito para postar esse capítulo, queria que fosse um filler bem feito, mas mesmo assim ainda acho que faltou muita coisa. Mas acho que já deu para vocês perceberem oque aconteceu com o Mike e como ele morreu e se tornou oque é hoje... Ou quase, hehe.
Enfim gente
Um bezzo <3
Um quezzo >u<
Flwwwwwwwwwwwwwwwwwwww ^u^

All the love for you *u*


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...