História A lua mágica - Capítulo 11


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Bruxas, Fadas, Fantasia, Lobisomens, Ritual, Vampiros, Xamãs
Visualizações 9
Palavras 1.341
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Escolar, Fantasia, Festa, Ficção, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sci-Fi, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Mutilação, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 11 - Traição


 

  Esperança é uma crença emocional baseada na crença de um resultado, essa era a palavra exata para meu dia. Eu esperei um dia tranqüilo, mas recebi uma lua cheia e um adultério.
Suka correu rápido demais para acompanhar mas sabíamos exatamente onde ela estaria, no mesmo lugar que Patrick e Maria. Mais ao Leste da praia, sabendo disso Annie e eu começamos a correr, mas o que era nossa velocidade comparada a de uma vampira?
 
- Estamos indo devagar demais! – Annie me disse ofegante – Faz alguma coisa ou ela vai matar a ariranha e eu não quero perder isso!
 
- Emundationem pluvia!- Eu digo e instantaneamente começa a chover - Profunda stagnum! – Digo me concentrando em Suka – Acho que isso vai segurá-la.
 
- Mas funcionou?
 
- Vamos saber quando chegarmos – Digo e avisto três sombras distantes na calçada da praia – São eles ali?


- SIM! Funcionou, ela ainda está viva! – Annie disse e corremos mais rápido. Ela tinha razão, Suka estava com os pés presos em uma poça de chuva mas a chuva havia cessado. Patrick estava na frente de Maria protegendo-a.
 
- FELIPE ME SOLTA AGORA! – Suka gritou – EU VOU MATAR ESSES DOIS! NÃO ACEITO TRAIÇÃO!
 
- Você vai fazer uma besteira Suka! – Annie começou – Eu adoraria te ajudar a matá-la mas hoje não é o dia!
 
- NÃO ME IMPORTO QUE DIA É HOJE! – Ela disse e seus olhos ficaram envoltos por veias negras pulsando sangue. Ela olhou para a poça em seus pés e se concentrou para quebrar o feitiço.
 
- Annie pensa rápido porque ela vai quebrar o feitiço! – Eu digo quando avisto a poça ficar turva e desaparecer.
 
- MALDITOS! – Suka gritou e saltou em direção a eles e corremos para pará-la. Era fantástico o modo como se movia como uma verdadeira rainha da noite. Quando Suka ainda estava descendo de seu salto exatamente em direção a cabeça de Maria (provavelmente para cortar) um garoto com traços de lobo interceptou-a e prendeu-a no chão ficando por cima – ME SOLTA LUCAS!


- Lucas não é bruxo? – pergunto a Annie.


- Meio bruxo, meio lobo. Por isso não esta preso com os outros lobos hoje – Ela explica.


- lunares carcerem! – Lucas recita e barras vermelhas formadas por energia criam uma jaula em torno deles. Ele se joga para o lado libertando-a e ela se joga contra as barras. As barras causam choques nela e ela se posiciona ereto analisando a situação e pensando numa forma de sair dali – Se mandem daqui! A jaula lunar não agüenta para sempre! – Lucas avisa para Maria e Patrick


- ESTÁ PROTEGENDO SEU AMIGUINHO? – Suka diz se virando para Lucas.


- Não, estou protegendo você! – Ele responde – Ou você acha que um assassinato ficará por isso mesmo? Isso eclodirá não só no mundo sobrenatural!
 
- NÃO ME IMPORTO! – Ela grita e dá um tapa na cara do garoto que o faz girar e se chocar com as grades elétricas.
 
- Quer me bater? – Lucas diz se levantando e limpando o sangue escorrendo em sua boca – Ótimo! Se vai te fazer se sentir melhor vá em frente!
 
- O que foi? não aguenta saber que sou melhor que você de todas as formas? – Maria finalmente abriu a boca.
 
- EU VOU ARRANCAR SUA CABEÇA COM MINHAS UNHAS E DAR PARA OS POMBOS! – Suka disse alto, mas sibilando, típico de vampiros.
 
- Suka... – Patrick começou – D-desculpa... Eu...
 
- CALA A BOCA! CALA A BOCA! CALA A SUA BOCA!

 
- Aproveite seu chifre! – Maria disse, segurou a mão de Patrick e se virou para ir embora mas parou quando viu Rapunzel.
 
- Que bagunça é essa aqui? – Ela disse no tom natural dela, ou seja, alto. Rapunzel olhou para Suka enclausurada e em seguida para Maria que segurava a mão de Patrick – EU-NÃO-ACREDITO! – Ela disse pausadamente entendendo tudo. Seu olho castanho avermelhado se tornou completamente vermelho escuro, sua expressão que já não estava muito feliz em furiosa. Patrick e Maria tentaram correr, mas Rapunzel correu em direção a eles e lançou uma rajada de ventania que fez os dois serem isolados para direções opostas, rolando pela calçada - VENTUM EST! – A bruxa disse e Maria foi erguida no ar pelo próprio vento palmos acima do chão. Rapunzel novamente usou o vento a seu favor, correu mais rápido, saltou e socou o rosto da outra garota, fazendo a rolar metros e se chocar com uma árvore.

 
- VAI RAPUNZEL! MATA ESSA GALINHA! – Suka gritava para Rapunzel.
 
- Hoje... – Maria disse se levantando e cuspindo sangue, seu rosto estampava um enorme roxo no olho esquerdo e vários cortes – Hoje não – Ela completou e desenhou um triangulo com símbolos no chão que brilhou em lilás e ela desapareceu.
 
- COVARDE! – Suka gritou.
 
- Agora... –Rapunzel começou se virando para Patrick.
 
- Rapunzel... – Patrick começou a dizer com as pernas bambas – Eu não sei o que deu em mim... Eu-eu... Você sabe que eu nunca trairia a Su... – Sua frase foi interrompida quando Rapunzel usou o vento para lhe levar até Patrick, segurá-lo pelo pescoço e imprensá-lo em uma árvore. Patrick segurou o braço da garota tentando se soltar mas sem sucesso
 
– Não adianta usar sua força lupina ou vampiresca comigo... É lua cheia! Estou muito mais forte que você!- Uma onda de energia vermelha começou a envolvê-la
 - Você nunca faria? VOCÊ FEZ! – Ela gritou – E nunca mais fará!
 
- Não, não Rapunzel não – Ele tentou dizer, mas a bruxa o ignorava
 
- BASIUM CRUENTUS MORTIS! – Ela recitou e tocou os lábios dele. A energia em torno dela se intensificou ao ponto da imagem ficar destorcida – Você  gosta de beijar e magoar as pessoas... Então agora sua boca é amaldiçoada! Tudo que você beijar... MORRERÁ!
 
- NÃO RAPUNZEL POR FAVOR – Patrick suplicou – VOCÊ NÃO ENTENDE, NÃO FOI CULPA MINHA!

- NÃO IMPORTA! NINGUÉM MAGOA MINHA AMIGA! Non ad mentionem maledixerit! – Ela recitou fechando os olhos- Para ter certeza de que você não contará para suas concubinas – A energia se esvaiu e ela soltou Patrick que caiu no chão com lágrimas nos olhos e a boca aberta mostrando seus caninos híbridos enquanto recuperava o ar – AGORA SOME DAQUI!
 
- Me perdoa Suka... Eu nunca quis fazer isso! – Ele suplicava.
 
- SOME! – Suka gritou em resposta com lágrimas de ódio e tristeza. Agora sua transformação havia parado e sua forma humana voltou.

-Mas... – Ele tentou falar, mas parou e usou sua velocidade de vampiro para desaparecer.
 
-Eu adoro isso aqui! – Annie falou comigo – Esperei tanto para assistir uma surra na Ariranha.
 
- Agora eu acho que tenho medo da Rapunzel – Eu comentei
 
- É para ter... Ela é a bruxa mais antiga de nós... E é louca.
 
- Suka, como você está? – Eu pergunto enquanto Rapunzel se junta a nós.
 
- Estou bem... – Ela disse mas não transpassava ser verdade – Estou bem... Sério... Só me tira daqui.
 
- Lucas... – Eu aviso
 
- Certo – Ele diz e a jaula se desfaz.
 
- Eu estou... – Suka volta a dizer mas se joga no chão, lágrimas escorriam suavemente por seu rosto. Demos um abraço coletivo nela.
 
- Amanhã vai ser um novo dia cara – Rapunzel disse – Você sabe o que deve fazer, não sabe?
 
- Sei exatamente – Ela fez uma pausa – Dar a volta por cima... Depois de um banho é claro.
 
Depois de Suka se recompor, fomos andando para casa e passamos pelo rastro de sangue deixado por Maria e pelo símbolo. Uma cruz com um gancho, três riscos no topo, a palavra skirou do lado direito e formando um círculo.
 
- O que é isso? – pergunto
 
- Um feitiço de transferência com uma cruz da confusão e... – Lucas dá uma pausa – O que é skirou?
 
- Skirou é uma ilha e com base nos três riscos eu acho que sei exatamente o ser que está controlando tudo isso – Rapunzel diz.
 
- Sabe?
 
- As personificações da vingança... Erínias!
 
- Mas isso não é possível, elas foram presas a anos no inferno – Lucas diz incrédulo – A não ser que...
 
- A não ser que esteja usando um corpo humano... A pergunta é... Quem?
 



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