História A Mad Family - Capítulo 23


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Categorias Batman, Esquadrão Suicida
Personagens Bruce Wayne (Batman), Coringa (Jack Napier), Harleen Frances Quinzel / Harley Quinn (Arlequina), Pamela Lillian Isley
Tags Batman, Esqudrão Suicida, Harley Quinn, Lucy Quinzel, The Joker
Exibições 61
Palavras 1.869
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Luta, Sobrenatural, Suspense
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Gente, é sério me desculpem, mas eu não sei se eu vou poder postar algum capítulo essa semana, porque eu vou ter que estudar para as provas bimestrais.
Sorry, :/
Mas eu só tinha esse aviso mesmo,
Leiam a vontade.

Capítulo 23 - I know that kid


Fanfic / Fanfiction A Mad Family - Capítulo 23 - I know that kid


    Lucy P.O.V:
    Estava motivada a aprender como ser uma vilã.
    Então durante um mês eu "fiz o papel" de minha mãe, participava dos crimes de meu pai, sempre prestando atenção em seus movimentos, e atitudes.
    Claro, eu o ajudava de vez em quando, mas não era sempre que tinha o privilégio de lutar ao lado dele, mas hora outra ele estava acompanhado por um menino.
    Papai me disse que o nome dele era Robin, ele era o parceiro do Morceguinho.
    Quando o menino aparecia eu tinha que lutar com ele, não posso mentir que a criança lutava bem, mas eu acabava derrubando ele, mas antes de eu matar ele Batman acaba a luta com Papai e foge com o menino.


#FlashbackOn
    Papai e eu estávamos dentro de uma van indo até a casa de um homem que eu não conheço.
    O Coringa conversava com Jonny, então fico quieta e espero, depois de uns 8 minutos ele vem em minha direção e senta ao meu lado.
"Aonde vamos?" Questiono olhando pra ele.
"Ver um amiguinho meu, brincar com ele" Fala ele evitando olhar em meus olhos.
"Posso saber o nome dele?" 
"Não" Responde ele olhando para o chão.
"Por favor, eu tô curiosa!" Digo manhosa, fazendo beicinho.
"Phineas Beckett, um milionário, cafetão e meu ex fornecedor de armas" Conta o Coringa se voltando para mim.
    Sorrio e penso em ficar quieta, mas minha curiosidade vence e eu pergunto:
"O que ele fez?"
"Quis bancar o engraçadinho me roubando 1 bilhão de dólares" Responde o Coringa mudando sua expressão de irritado para psicótico.
    Ele parece mais calmo então eu pergunto com um sorriso perverso:
"O que você vai fazer com ele?" 
"Você vai ver Palhacinha"
    Aquele comentário me fez sorrir, adoro ver o papai torturando pessoas, eu aprendo suas técnicas e me divirto.
"Chefe, chegamos!" Anuncia Mike que estava dirigindo.
    Sr. C, eu, Mike, Rocko e Jonny saimos da van.
    Nós estávamos em uma estrada cercada por um bosque, não entendi o porque, pensei que a gente fosse encontrar o tal Phineas Beckett.
"Papai, porque estamos em uma estradas nós não íamos encontrar o seu amiguinho?" Questiono chegando perto dele.
"Nós vamos Palhacinha" Ele responde olhando para um ponto fixo ao norte.
"Como assim..." Comecei a perguntar enquanto me virava para poder olhar para o lugar onde ele havia encarado antes, me interrompo ao notar a enorme mansão.
    Era muito grande, e tinha um estilo medieval, parecida com um castelo.
"Sr. C, as outras vans chegaram, devemos  agir?" Pede Jonny para meu pai pegando uma metralhadora de ouro e entregando para o mesmo.
"Ataquem os guardas, matem todos, e não deixe o meu amigo escapar" Ordena o Coringa andando até os portões da mansão.
    Jonny vai em direção as três vans que estavam estacionadas atrás de mim e grita alguma coisa para os capangas que por lá estavam.
    Assisto os capangas correrem até a mansão e começarem a atirar em alguns guardas que surgiam em seu caminho.
"O que a gente está esperando? Eu quero ir brincar com o seu amiguinho!" Digo emburrada.
"Espere o caminho ficar livre Palhacinha, é mais fácil, depois a gente só precisa ir lá, se divertir, matar ele e a esposa e depois ir embora, simples" Fala o Sr. C sem tirar os olhos da mansão e de seus capangas que já haviam matado praticamente todos os guardas do lugar, que eram muitos por sinal.
    Espero uns 2 minutos até o Coringa começar a andar de forma calma com passos curtos em direção ao portão da mansão que havia sido arrombado pelos capangas.
    Meu pai se vira para mim e anuncia feliz:
"Agora podemos ir" 
    Obedeço-o e vou até ele, ficando a alguns passos atrás dele.
    Nós entramos na enorme mansão, ela, assim como por fora, parecia um enorme castelo, todos os móveis eram feitos de madeira, e a sala de entrada dava acesso a 3 corredores e 2 escadas.
"Jonny" Chama o Coringa olhando para o loiro atrás de si.
"Chefe?" 
"Onde ele está?" Pede ele se referindo a Phineas.
"Os capangas estão com ele no segundo andar, no primeiro quarto a direita" Responde Jonny olhando para as escadas.
    Sem falar mais nada o Coringa vai em direção as escadas e eu o sigo.
    Entrando no quarto seguindo meu pai eu vejo por seu ombro um homem, ele aparentava ser alto, mas eu não tinha certeza porque ele estava de joelhos, ele era loiro e seu cabelo estava todo bagunçado.
    O Coringa olha para o loiro e ri de seu estado.
"Ora, ora, quem está aqui" Fala o Sr. C irônico.
    Phineas levanta seus olhos para meu pai e em seguida para mim e começa a rir rouca e secamente enquanto perguntava:
"Conseguiu outra vadia? Por que? A outra deixou de ser sua escrava?" 
    Meu sangue ferve com essas palavras e eu sinto uma enorme vontade socar ele até ele desmaiar.
"Quem você pensa que é para falar da minhã mãe seu..." Começo a xinga-lo, mas sou interrompida pelo Coringa que fala:
"Calma Palhacinha, você pode brincar com ele depois" 
"Mãe? Oh, é por isso o cabelo verde né menina?" Pede o homem gargalhando e em seguida ele olha para o Coringa e questiona "Aquela puta te deu uma filha?"
    O Coringa estava claramente irritado e prestes a matar ele, mas el muda sua expressão em menos de um segundo, passa a mão por seus cabelos, jogando-os para trás e em seguida responde:
"Sim, ela me deu uma filha, e um filho"
    Phineas dá risada e pergunta de forma debochada:
"Você tem um filho também?"
    O Coringa olha para mim e eu sorrio, seus olhos pareciam dizer 'Eu juro que eu vou espancar esse cara, derramar gasolina em sima e queimar', então Papai se vira para Phineas, sorri de forma assassina e pergunta:
"Ainda não, mas por que isso importa? Você não vai viver tempo o suficiente para conhecer o pequeno Jay"
    O loiro tenta se levantar e correr até o Coringa, mas um dos capangas presentes na sala acerta um soco em seu rosto e ele caí no chão estatelado.
"Papai?" Chamo o Coringa rindo.
"Palhacinha?" Fala ele de volta para mim.
"Eu sei que você queria acabar com ele, mas posso brincar um pouco?" Pergunto fazendo meu beicinho de criança.
    Ele olha para mim e pensa um pouco, mas depois dá de ombros e fala:
"Faça o que quiser, ele não vale o meu tempo"
    Sorrio e vou até o homem que estava estatelado no chão, ele tentava se levantar inutilmente.
    Rio da situação dele e piso em sua cabeça o derrubando, enquanto pegava os eletrodos que conectariam minha mente com a da barra e a transformo em arma de choque.
"Vamos ver qual voltagem dói mais?" Pergunto para Phineas que novamente tentava se levantar.
    Como ele não responde eu coloco minha arma de choque na primeira forma de voltagem o "Nível 1".
"Sua vadia!" Murmura o homem que estava sendo praticamente tendo seu rosto esmagado pelo salto do meu uniforme de crime.
"Oh, sua mamãe não ensinou que é feio xingar meninas?" Questiono aproximando minha arma de choque as costas dele, ele não responde "Que pena, nem vai ter a chance de se desculpar antes de  morrer" 
    Ao terminar a frase o acerto com a arma fazendo-o gritar com o choque.
"Dói?" Pergunto pegando o rosto do homem de forma que ele olhasse em meus olhos, podia ver a dor nos mesmos, eu não me importo, então sorrio e falo, "Que pena".
    Mudo a voltagem para o "Nível 2" e o acerto novamente, ele gritava, muito, tipo, muito mesmo então paro e olho para ele.
"Se pedir tempo eu paro" Digo brincalhona.
"..."
    Aumento a voltagem para o "Nível 3" e fico o acertando repetidamente.
"Você não vai pedir para eu parar?" Questiono olhando em seus olhos novamente.
    Ele então cospe em meu rosto e sorri enquanto falava:
"Nunca, sua puta!"
    Aumento a voltagem para o "Nível 4" e digo:
"É uma pena, porque essa vai doer"
    Coloco a arma em seu pescoço e a ligo, ele urra devido ao choque, quando paro, ele se encolhe no chão e aperta sua garganta.
"Eu avisei" 
    Aumentei para o "Nível 5" que era marcado por uma ☠.
"Agora é sua última chance, ou você pede desculpa ou eu te mato, o que você escolhe?" 
"Queime no inferno!" Urra ele ainda apertando sua garganta.
    Desta vez nem comento, simplesmente levo a arma ao encontro da testa de Phineas que, assim que eu encosto a arma em sua pele, começa a gritar e a se contorcer no chão, deixo a arma contra ele até lentamente parar de gritar e ficar se contorcendo e tendo convulsões.
    O Coringa, então aparece atrás de mim e coloca sua mão em meu ombro e gargalha do homem morto em nossa frente.
"Bom trabalho Palhacinha" Fala ele por entre risos "Boa menina"
    Então eu me levanto e abro a boca para responde-lo, mas escuto um estrondo vindo do andar de baixo e a fecho, o Batman chegou.
    Olho para a porta do quarto e em seguida para meu pai que parou de rir abruptamente.
"Acho que o nosso amigo chegou" Comento se desviar os olhos da porta.
"Então vamos lá brincar" Responde ele saindo do quarto e indo até as escadas.
    Corro até as escadas seguindo meu pai.
"Ora Bats, vejo que trouxe o menino maravilha número 2" Comenta o Coringa olhando para alguém ao lado do Batman.
    Era aquele menino.
    Robin.
    Ele me parecia estranhamente familiar.
#FlashbackOff


    Eu sei que eu conheço aquele menino, só não sei de onde.

Damian Wayne P.O.V:
    Estava saindo da escola, ao passar pelos portões vejo um carro preto estacionado, ao seu lado estava Alfred, me esperando, como o prometido.
    Vou até ele sério e cabisbaixo.
"Sr. Wayne, algum problema?" Pede o mordomo curioso, como eu esperava.
"Não é nada Alfred, eu só não consegui me aproximar da menina o suficiente e ela desconfia de mim" Conto para Alfred que abria a porta do carro para mim.
    Entro no carro assim como Alfred, que estava sentado no banco do motorista, ele então se vira para mim e pede:
"Me conte a respeito"
"Como meu pai havia dito elas são peculiares, ao que parece, uma tem o poder de se transformar em loba, outra tem a capacidade de ler mentes e levitação, uma delas tem um grande par de asas, outra parece controlar os elementos e a filha do Coringa não parece ter nenhum poder ou coisa parecida ela simplesmente é louca" 
    Alfred olha pela janela do carro e questiona:
"Posso saber por que elas desconfiam do senhor?"
"Elas parecem ter percebido que eu estou lá como um espião, Judy, a menina que lê mentes tentou ver o que eu procurava, mas não permiti" Respondo olhando para o mesmo lugar que Alfred encarava.
    Estava olhando para o outro lado da rua, onde estavam as meninas.
"Cuidado Sr. Wayne, elas não podem saber que seu pai o enviou para espiona-las e descobrir o que elas planejam" Alerta Alfred ligando o carro.
"Eu sei Alfred, mas elas sabem jogar e não vai ser fácil descobrir o que elas querem ou o que são" 
"Entendo Sr. Wayne, eu entendo" 


Notas Finais


Gente linda,
Por favor comentem o que acharam,
Ultimamente ninguém tem comentado,
Eu estou desanimando,
Por favor comentem o que vocês acharam, o que vocês querem e se eu preciso mudar alguma coisa, OK?
;)


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