História A Mãe do Meu Melhor Amigo - Capítulo 4


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amigo, Bumbum, Bunda, Mãe, Melhor Amigo, Milf, Popozuda
Exibições 51
Palavras 785
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 4 - Parte 4


Depois de um banho longo, saí do chuveiro e fui para o meu quarto. Olhei pela janela novamente, o jardim estava vazio, as roupas estavam todas no varal, a Laís não estava mais lá. Sosseguei. Peguei um mangá, deitei na cama para ler. Foi quando ouvi.

— LUCAS! VEM AQUI, POR FAVOR!

Me levantei, desci a escada até a sala.

A cozinha da casa é daquelas americanas, separada da sala por uma mureta baixa, apenas. Vi a Laís de avental do outro lado da mureta, ou seja, na pia.

— Oi, Laís! — Falei envergonhado, como se ela soubesse de tudo que anda acontecendo.

— O Rodrigo saiu, foi comprar umas coisas na cidade. Vem pra cá, senta aqui na mesa pra me fazer companhia. — Ela pediu.

— Quer que eu ajude a preparar o almoço? Eu…

— Não! — Laís negou a oferta. — De jeito nenhum, trabalho melhor sozinha. Depois você e o Rodrigo lavam tudo! Só vem pra cá, senta na mesa e fica me fazendo companhia, a gente fica conversando…

— Ah, claro. Fico sim.

— É que vem um pessoal almoçar aqui com a gente.

Pessoal? Que pessoal? Mas nem precisei perguntar.

— Faz tempo que frequento esta praia, tenho muitos amigos aqui. Vem pra cá.

OK. E fui para a cozinha. Quando passei pela mureta e sentei na mesa, PUTA QUE PARIU! Laís ainda estava só de calcinha! A calcinha fio dental preta… ela saiu do jardim direto pra cozinha! Só fez se cobrir com o avental.

Meu Deus… sentei ali na mesa, atrás dela, e fiquei olhando para aquela bundona volumosa enquanto ela preparava o almoço. E lá embaixo, a ereção estava ainda mais firme que mais cedo, quando a vi no jardim. Meus olhos acompanhavam cada movimento das suas nádegas e apesar de ter dito que a gente ficava ali conversando, ela em momento algum me dirigiu a palavra. Era como se ela quisesse que eu ficasse lá pra observá-la. Na maior parte do tempo, era como se não estivesse acontecendo nada demais, como se aquela situação fosse perfeitamente normal, corriqueira. Vai ver era, pra ela? E às vezes ela dava uma olhada pra trás e dava um sorriso, como se quisesse conferir que eu estava mesmo de olho e gostava do que via.

Eu gostava quando ela tinha que buscar alguma coisa embaixo da pia. Ela não se acocorava, a Laís curvava o corpo, levantando aquela bundona pra mim e fazendo as nádegas se abrirem um pouco. Eu sentia meu pau pulsar quando isso acontecia. Mas melhor momento era quando ela estava de pé mesmo e fazia um movimento mais brusco, pisava com um pouco de mais força no chão ou encostava a mão com mais força na perna ou na cintura, porque a bunda dela dava uma tremulada. Nessas horas eu chegava a morder os lábios! Também curtia muito quando ela dava uma desenterrada de leve na calcinha… não que adiantasse muito, porque continuava fio dental do mesmo jeito.

Outra coisa muito excitante é que de vez em quando ela suava. Estava ali perto do fogão, muito calor, vez por outra a pele dela estava toda cheia de gotinhas, mas ela mesma se enxugava com uma toalhinha. Isso se repetia mais ou menos a cada 15 minutos. Toda vez que suava demais, eu pensava em me oferecer pra enxugar, mas não tinha coragem.

E mesmo curtindo demais aquela situação, eu não conseguia acreditar que ela se expunha daquele jeito. E se o filho chega em casa e a vê só de calcinha na frente do melhor amigo dela? Aliás, eu estava estranhando a demora dele. Olhei no relógio, eram quase meio-dia! Já faziam duas horas que estava ali com ela. Foi quando ouvi o barulho do ferrolho abrindo, Rodrigo tinha chegado. Gelei!

— Lucas, vai lá fora ver se o Rodrigo precisa se ajuda, por favor? — Laís pediu.

Alívio!

Eu ia sair, ia encontrar com o Rodrigo, depois voltávamos, ele ia ver a mãe só de calcinha, mas não ia saber que passei a manhã toda ali, com ela. Até senti meu pau amolecendo enquando andava até o portão.

Rodrigo tinha ido até a cidade de carro. Entrou em casa enquanto eu fechava o portão. Tiramos todas as sacolas da mesa, fomos cheios até a cozinha. Eu estava apreensivo para saber como ele ia reagir àquela cena. E quando entramos, a Laís estava de vestido folgado na frente da pia. Olhou para trás e cinicamente soltou.

— Oi, meninos! Obrigada, filhão! Deixem as coisas na mesa e vão lá pra fora, já, já o pessoal chega e a gente sai.

E fizemos como ela disse. Enquanto andava, olhei para a Laís, que deu um sorriso cínico pra mim, como se quisesse dizer “Tá achando que sou boba, garoto?”



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