História A Mãe do Meu Melhor Amigo - Capítulo 5


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amigo, Bumbum, Bunda, Mãe, Melhor Amigo, Milf, Popozuda
Exibições 46
Palavras 1.062
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 5 - Parte 5


Eu e Rodrigo levamos a TV e o video game para o quarto dele e ficamos jogando enquanto a Laís recebia o pessoal que ia chegar pra almoçar. Ele me disse que não queria contato com a galera e eu entendi, até concordei. Ficamos lá, jogando games. Lá pro meio da tarde, fomos pra cozinha e almoçamos. Quando passamos pela sala, vi, pela janela, que Laís estava no terraço, conversando com as pessoas que recebeu para o almoço. Eram outras três mulheres.

Assim que terminamos de almoçar, Rodrigo me chamou para irmos à cidade curtir a noite por lá. Concordei, tomei banho e fomos a pé.

Claro que o assunto principal que dominou a conversa não só durante a caminhada, mas durante a estada na cidade, foi mulheres. Paramos na praça principal, o Rodrigo foi numa mercearia que tinha em frente comprar bebida e ficamos por lá, conversando enquanto ele bebia. Eu não bebo.

De repente, durante a conversa, no meio da galera lá na praça a gente vê uma mulher rabuda pra caralho. De cabelos pretos presos num rabo de cavalo alto e pele parda, ela era um pouco mais alta que a média e parecia ter saído da academia, porque estava de tênis, polaina, calça de lycra verde e um top do tamanho de top de biquíni. Estava uma delícia de se olhar e dava pra notar que outros homens lá na pracinha estavam babando também. Foi quando o Rodrigo e eu começamos aquele velho papo machista de garoto virgem.

— Cara, olha aquele rabo! — Disse, apontando.

Eu não sabia o que responder. Nunca tínhamos conversado nesses termos, nosso papo sobre garotas era mais voltado pra vontade de ter um relacionamento ou transar. Ao mesmo tempo, fiquei de pau duro só de ver aquela morena.

— Nem fala… sou doido por bunda! — Respondi. E na mesma hora, me veio à mente a mãe dele.

Porra, se ele gosta tanto de bunda, será que tem noção do que a mãe carrega nas costas? Porque não é possível…

A garota lá na praça virou de frente pra gente e deu pra ver que ela era um pouco mais velha, devia ter mais ou menos na faixa dos 40 anos de idade.

— Que delícia, cara! Uma MILF! — Ele falou.

Porra! Tá de sacanagem! Igual a sua mãe, meu filho?

Ele virou pra mim.

— Sou doido pra comer uma MILF!

— Eu também… — Respondi. Adivinha qual!

Passamos o resto da noite falando sobre MILFs e bundas.

Voltamos pra casa por volta da meia-noite e o Rodrigo tinha bebido um pouco. Não estava bêbado, mas estava com sono e foi deitar. Eu estava sem sono, vi a luz do terraço acesa e ouvi vozes e risadas. Pus a cabeça na janela e vi que Laís e as três amigas ainda estavam lá, rodando uma garrafa.

— Olha! Carne nova! — Disse uma das mulheres.

— Vem pra cá, gracinha! — Disse outra.

— Vem pra cá, Lucas! — Laís chamou.

— Não se preocupa, a gente não come garotos. — A outra falou.

Que pena!

Nem fui até a porta, pulei pela janela mesmo.

Tinha uma rede armada no terraço e deitei na rede.

Elas brincavam de “jogo da verdade”. Achei curioso que não vi bebida. Sei que as pessoas bebem quando jogam isso.

— Não tão bebendo? — Perguntei.

— Ninguém bebe aqui, não! — Uma delas respondeu.

E na verdade, nem prestei muita atenção no que elas falavam. Fiquei pensando na noite, no tesão que estava sentindo na Laís e não podia contar isso a Rodrigo. Sei que a maioria das perguntas era sobre sexo, mas nem estava muito ligado. Na verdade, eu só prestava atenção quando a Laís se empolgava com alguma coisa, porque ela se levantava e estava usando um shortinho jeans curtinho, desses que deixam a polpa da bunda de fora. Claro que estava ficando excitado e cruzei as pernas pra tentar disfarçar. Ela se levantava muito, não sei se de propósito ou não.

Chegou uma hora que a Laís se recusou a responder alguma coisa.

— Ah, não, Laís! Não pode! Tem que responder! — Uma das amigas falou.

— Ah, vão se foder! Não respondo isso! — Laís se defendeu.

— Se não vai responder, então tem que ser consequência! — A outra disse.

— Mas o jogo nem é verdade e consequência!

— Então faz assim… Laís não vai responder mesmo?

— Não vou.

— Então nessa paga uma consequência. Na outra não tem isso, tem que responder, OK?

— Certo. Vai!

E as amigas começaram a pensar. Até que uma apontou.

— Beija o garoto na boca!

De repente, todas começaram a gritar e bater palmas. Coisas tipo “Vai! Vai!”, “Beija! Beija!” E Laís toda encabulada.

— Gente, ele é amigo do meu filho!

— Amigo do seu filho que fica comendo a sua bunda com os olhos!

— É, Laís, o garoto não tira o olho desse seu bundão!

— Também, uma bundona desse tamanho, quem não vai olhar?

E eu tenso, gelado, parado.

— Peraí, gente, tudo bem… eu beijo ele se ele topar!

E Laís olhou pra mim.

— Topa, Lucas?

“Topo”... não fui eu quem disse. Uma das meninas falou, mudando a voz, e todas se agitaram. “Olha aí, ele disse que topa, ele disse que topa!” A Laís até tentou dizer “Mentira, foi uma de vocês”, mas aí uma das meninas a empurrou, a Laís perdeu o equilíbrio, veio pra frente e caiu sentada em cima de mim. Aquela bundona dela sentou bem em cima do meu pau. Com certeza ela sentiu a pressão. Na hora que caiu em cima de mim, a Laís, que parecia nervosa, mudou completamente de semblante. Ficou calma e lançou um olhar sedutor, pondo a mão no meu peito.

— E aí? Tudo bem pra você?

— C-cla-aro… — Gaguejei.

A Laís abriu a boca e praticamente engoliu a minha. Eu estava de boca fechada quando ela me abocanhou. Só então abri. Senti a língua e os lábios de Laís entrando na minha boca e ela deu uma chupada na minha língua. Gozei nas calças! E a mulherada gritando.

A Laís se levantou da rede e foi em direção as meninas.

— Pronto, bando de rapariga! Satisfeitas?

E elas aplaudiam.

Todo curvado, me levantei da rede e pulei a janela rapidamente.

— Gente, boa noite! Vou dormir, tá?

As meninas gritaram tipo, UUUUUUUH, EEEEEEEH! Uma delas disse “Espantou o menino, Laís!”

— Boa noite, Lucas! Desculpa, tá? — Laís falou.

Tomei coragem, respirei fundo e falei.

— Não tem porque, Laís. Adorei o beijo!

E fui dormir.



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