História A Magia da Promessa - Capítulo 15


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Brigas, Casamento Arranjado, Romance, Sexo
Exibições 27
Palavras 713
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 15 - Cap. 14


 

 

 

*Liss*

 

 

 

 

A festa está boa... Muito boa pra falar a verdade.

 

A ausência de Filipi deixou-me mais tranquila, mas com uma sensação estranha no peito... Não sei explicar o que, só sei que estou sentindo e cada segundo a mais que fico sentada nessa cadeira a sensação aumenta e me incomoda ainda mais.

 

Observo todos os convidados dançando felizes e animados. Alguns estão bêbados, outros paquerando ou apenas se divertindo no meio de dança... Ou talvez os três tudo junto.

 

São muitas pessoas que não conheço, ou melhor, nunca nem sequer vi na minha vida inteira, e me pergunto se Filipi conhece tantas pessoas assim.Para ser mais exata,  o salão principal está bem cheio e somente uns vinte por cento são meus conhecidos.

 

Procuro por Nenna por entre a multidão, mas encontro minhas duas amigas curitibanas. 

 

Levanto-me e caminho em direção a elas.

 

Lina está completamente bêbada e Ju está se divertindo com os comentários dela.

 

- Sabe o que eu queria?- Lina fala comigo em um estágio que passa BEM longe do sóbrio - Eu queria um peixe. - Ela se vira para Juliana - Você quer um peixe?

 

Não aguento e rio muito da cara de minha amiga. Lina, com toda certeza, não sabe lidar com a bebida.

 

Meu momento de descontração é  interrompido por uma mão em meu ombro e é bem o instante em que uma música lenta começa.

 

Viro-me e encontro Pietro.

 

- Você me daria a honra dessa dança? - Ele me estende a mão.

 

- Não sei bem se isso música está certa... - Na verdade, o que eu queria dizer era: "Não sei se isso estaria certo..." Mas seu sotaque britânico me distrai completamente.

 

Ele dá um sorrisinho digno de modelo de alta classe, apesar dele não ser um... Pietro presa mais para a parte intelectual da história: cultura, conflitos ( além de direito e relações internacionais, ele estudou história na faculdade - em momentos quase que simultâneos. Um gênio, não?)... E ainda curte cuidar dos negócios da família.

 

Seguro em sua mão - em minha defesa foi um ato completamente involuntário - e ele me puxa como se sua vida dependesse disso. Sua mão envolve minha cintura de uma forma firme, forma que faz com que eu me sinta segura.

 

Pietro é membro de uma das famílias mais próximas da minha, tanto em âmbitos comerciais quanto em de  amizade e, eu admito, a minha vida inteira senti uma atração quase que irresistível por ele...

 

Nós namoramos por mais ou menos dois anos, período em que ele também passou  no Brasil (contudo, terminamos porque eu voltei para a Itália); e pelo que eu saiba, ele ainda estava lá. 

 

- Como você está?- AI MEU DEUS, QUE SOTAQUE MARAVILHOSO!

 

- Bem... - Minha voz sai um pouco baixa.

 

- Não parece... - Ele me puxa para mais perto e ficamos um período sem falar nada.

 

A música é tranquila, sem letra.

 

Ele quebra o silêncio.

 

- Olha... Se eu soubesse... - Olho nos olhos dele - Não deixaria você ter voltado...

 

 - Para... - Digo com a voz trêmula.

 

- Eu teria te pedido em casamento; eu teria colocado essa aliança em seu dedo e teria sido eu quem prometeu te fazer feliz...

 

- Pi, para... - Abraço-me com ele de novo. Não quero olhar em seus olhos. Não quero chorar.

 

- Você sabe que é verdade...

 

- Posso saber o que está acontecendo aqui? - Uma voz masculina é direcionada a nós dois.

 

- Filipi? - Digo surpresa.

 

Pietro me solta.

 

- Somos amigos de infância... - Ele começa - E como vi essa bela noiva sozinha, sem você no caso, resolvi distraí-la por um tempo.

 

Meu coração está acelerado. 

 

- Pois agora eu estou aqui. Obrigado pela sua consideração com a MINHA esposa. - Ele é um tanto rude, mas educado ao mesmo tempo.

 

QUEM FILIPI PENSA QUE É? ELE SOME A FESTA INTEIRA E AINDA ACHA QUE PODE FICAR BRAVO COMIGO? EU FAÇO O QUE EU BEM ENTENDO, ESSE HOMEM NÃO É O MEU DONO. 

 

Pietro se afasta e Filipi me estende a mão, mas eu me viro e começo a andar em direção contrária a ambos.

 

- Aonde você vai? - Meu marido me pergunta.

 

- Arrumar um peixe para minha amiga.



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