História A Magia da Promessa - Capítulo 24


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Brigas, Casamento Arranjado, Romance, Sexo
Exibições 15
Palavras 909
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 24 - Cap. 23


 

 

 

*Liss*

 

 

 

 

Depois que reatamos, nossa Lua de Mel passou mais rápido do que devia e já estamos quase chegando na Itália novamente.

 

Fizemos escala na Alemanha, onde pegamos um jatinho particular, pois o nosso voo teria sido cancelado.

 

Filipi está ao meu lado, na parte do corredor, e está dormindo desde que embarcamos.

 

- Estamos quase chegando, senhora. - A aeromoça me avisa.

 

- Obrigada. - Sorrio para ela e olho mara meu marido.

 

Resolvo acordá-lo só quando chegarmos, então volto a olhar pela janela.

 

Eu adoro andar de avião pois, devido  ao meu pânico de altura, é pela janela da aeronave que consigo ver tudo e todos de cima. Apesar de estar confinada em uma máquina de aço, sinto-me, como se conseguisse ir em montanhas-russas, rodas gigantes, parapentes... Mas essa altura do avião não é mesma desses brinquedos... É uma altura disfarçada, como se fosse somente uma imagem da televisão. Eu não a sinto, eu não apercebo... Eu só vejo.

 

A altitude do avião começa a diminuir e sinto um leve frio na barriga. Seguro forte no descanso de braço. É nesse momento que sinto a altura.

 

Uma mão se põe sobre a minha e eu levo um pequeno susto, fazendo com que todo o ar saia do meu pulmão.

 

Olho para o lado e vejo um sorriso perfeitamente branco no rosto de Filipi. Isso me acalma de uma forma que não consigo nem explicar.

 

Sinto a tensão sair de meus ombros e seguro o descanso de braços com menos força.

 

Volto a olhar para a janela, local para onde olhei a viajem inteira já que não consegui dormir... Fiquei pensando sobre aquela mulher que disse que estaria esperando Filipi voltar... Até hoje não perguntei a ele o que ele havia dito para ela... E isso me deixa um tanto insegura. Digamos que o passado dele não o levaria para o céu...

 

(...)

 

 

 

 

Passamos pela alfandega na ala daqueles que possuem o passaporte italiano, o que foi bem rápido, e seguimos para o carro, já que nossas malas não foram despachadas junto das demais pessoas, afinal, nós eramos os únicos naquele avião.

 

O motorista nos guia por um caminho completamente diferente do que estou acostumada... Onde será que fica nossa casa agora?

 

O carro para em frente a um grande portão na entrada de um condomínio de luxo e ele se abre.

 

As casas ali presentes são deslumbrantes e inacreditavelmente grandes.

 

Vejo um parquinho e algumas crianças brincando, uma quadra de tênis, um campo de futebol, uma pracinha com uma fonte e um salão de festas que parece mais um castelo; e, mais ou fundo, há um bosque mundo bem conservado e que parece ter saído de um dos filmes da Disney.

 

O carro para na casa 14 e eu desço do carro.

 

Era simplesmente a maior casa de todo o condomínio. É claro que era... Minha mãe foi uma voz muito importante para a escolha dessa residência.

 

Uma mulher de cabelos negros, olhos verdes e bem magrinha e pequenininha sai da casa vestindo um avental.

 

- Bem-vindos. - Ela me dá um abraço e aperta a mão de Filipi. - Sou Luiza, sua... - Ela exita.

 

- Governanta? - Digo com um sorriso no rosto.

 

- Basicamente, mas a sua mão pediu para que eu me apresentasse como acompanhante. 

 

Rio. Era exatamente o jeito da minha mãe... Ela não aceita parecer frágil e dependente de outras pessoas, mesmo sondo o que ela é, então muda o nome das funções para disfarçar um pouco.

 

Luiza nos guia para o interior da casa falando sobre esse monte de concreto muito bem decorado.

 

- São seis quartos, uma cozinha, oito banheiros, incluindo as suítes de cada quarto, cinco closets...

 

POR QUE RAIOS ALGUÉM PRECISA DE TUDO ISSO? É MUITA COISA PARA TRÊS PESSOAS... Tinha que ser obra da minha mãe...

 

Olho para Filipi e, pela sua expressão, ele está tão espantado pelo tamanho da casa quanto eu.

 

- Não fica um ambiente meio frio... Solitário, com tanto espaço? - Pergunto meio assustada.

 

- Sua casa não era maior que isso? Foi o que sua mãe disse para seu pai quando ele comentou isso... - Ela parece meio desconfortável em comentar.

 

- Não se preocupe, eu não me ofendi. E era, mas tinha muito mais gente... A gente ocupava quase todos os quartos... - Paro de falar quando chegamos nos fundos casa, onde tem um enorme quintal com uma piscina simplesmente incrível e, logo ao lado, um deck com um enorme sofá vermelho com alguns ypês rosas em volta... ACHO QUE ME APAIXONEI.

 

Filipi me abraça por trás e sussurra no meu ouvido.

 

- Está feliz?

 

Apenas concordo com a cabeça, sem palavra e sem reação. Meu coração está super acelerado e minhas pernas bambas.

 

Ele beija minha orelha e desce para meu pescoço. 

 

Sinto uma corrente elétrica passar por minhas veias e, a cada toque seu, perco mais e mais o controle de meu corpo.

 

Ele me vira e sela nossos lábios e o beijo começa a  ficar intenso e cada segundo que passa, meu coração acelera mais e mais e sinto um fogo despertar-se dentro de mim, um fogo que não sabia que tinha...

 

- Eu vou ao mercado, vocês querem alguma coisa? - Luiz grita da cozinha e interrompe o nosso momento.

 

- Não, obrigado Luiza! - Filipi grita de volta e eu dou risinho ao mesmo tempo que sinto meu rosto corar em seu peito.

 

Foi quase...


Notas Finais


Desculpa pela demora, meus amores...
espero que tenham gostaso ♥️
Beijusss


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